Paixão Sem Limites
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Olá, resolvi compartilhar essa fanfic com vocês...
Não vou me revelar e se alguém quiser passar o link no grupo do face de A Madrasta no SBT, esteja à vontade.
Será uma fic pequena de no máximo 5 capítulos mas cabe a vocês se alargo ou continuo com os 5 caps..
beijos e desfrutem da estória.
Não vou me revelar e se alguém quiser passar o link no grupo do face de A Madrasta no SBT, esteja à vontade.
Será uma fic pequena de no máximo 5 capítulos mas cabe a vocês se alargo ou continuo com os 5 caps..
beijos e desfrutem da estória.
Tinha visita.
Eu, Estevão San Roman, que cumpria minha pena em regime fechado por assassinato, tinha uma visita.Uma visita íntima!!Enquanto era levado por uma policial ,fiquei a me perguntar quem seria aquela pessoa que me esperava na outra sala.Se durante vinte longos anos, ninguém jamais veio me ver. Não tinha notícias de meus filhos, nem dela... Daquela mulher que me abandonou quando fui preso acusado de matar Patrícia Ibanez. Não acreditou em mim, nem na minha inocência, ignorou meus gritos de desespero, afastou-me de meus filhinhos e desapareceu, abandonando-me à sorte e nunca mais a vi. A última vez que tive o prazer de vê-la, foi quando trouxe os papéis do divórcio para que eu assinasse.Quando se viu livre de um assassino, segundo ela, sumiu de minha vista para curtir a liberdade.E todos esses anos, estive nessa cela imunda, sem amor, sem carinho, sem nada; lutando para sobreviver a esse mundo cruel atrás desses muros imensos.Então fiquei, realmente muito surpreso quando o policial me disse que tinha visita e, mais espantoso, íntima!!Não estava como uma mulher há muitos anos. Era um monge! Mas a falta de sexo teve o lado bom, foi descarregando minha frustração nos brutamontes que atentavam contra minha vida, que sobrevivi a esse inferno.A última mulher com quem estive foi ela, Maria Fernandez, minha ex-esposa.O presídio fazia uns jogos absurdos e o ganhador tinha direito a uma prostituta como prêmio.Eu participava sempre, mas fazia questão de não ganhar nunca, pois jamais recorreria a uma dessas mulheres que se vendiam.Então imaginei que o diretor devia ter me dado esse 'presente', visto que não recebia nunca uma visita.Mas quando entrei, tive uma grande surpresa.Não era uma prostituta!!Era ela!Maria Fernandez!!Lá estava ela com sua beleza exuberante.Não era mais uma jovem de 23 anos, suas curvas mudaram ao longos dos anos. Estava mais apetitosa.Ela tinha as mãos juntas à altura dos seios numa pose de prece. Parecia tão assustada quanto eu. Ficamos nos olhando por minutos que mais pareciam séculos. Nem vi quando o guarda saiu e fechou a porta. — Que está fazendo aqui? — finalmente consegui falar alguma coisa. — Eu... eu... bom... é complicado —balbuciou nervosa. — Diga logo a que veio — minha voz era grave e indiferente — quero sair o quanto antes daqui. Não quero cometer outro assassinato — disse irônico e ao mesmo tempo ameaçador. — Eu sei que não faria nada contra mim, assim como também sei que você não matou Patrícia. — Que interessante! Agora eu sou inocente? — continuava irônico, pois era quase uma piada: Maria aparecer e dizer que acreditava em mim — curioso, não? Há alguns anos, você não pensava assim. A que se deve essa mudança? — Eu sei que tem todos os motivos do mundo para não acreditar em mim mas não temos muito tempo. — Então vá direto ao assunto. — Preciso que faça sexo comigo — ela disse tão rápido como foi capaz.Eu fiquei parado como uma estátua, sem reação.Ela veio fazer sexo?! — Como?? — Creio que não faz sentido que eu repita, ouviu muito bem, Estevão. — E porque eu faria sexo com você? Não somos mais casados. Porque não procura teu novo marido? — disse essa última frase com um aperto no coração pois me dei conta que ainda a amava e saber que tinha se casado novamente, me sangrava o coração. — Não estou casada. Preciso que seja você. Estamos perdendo tempo.Desde quando Maria era uma atrevida, louca por sexo casual? — Eu me recuso a me rebaixar dessa maneira. — Pensa que faço isso apenas para me satisfazer? — ela gritou doída pela forma como a tratei. — Então diga-me suas razões e eu verei que posso fazer. — Eu não posso falar... — Adeus, Maria — fui até à porta a ponto de bater para que o guarda abrisse, quando senti que ela me detia agarrando pelos meus braços.Ao sentir aquele toque macio, estremeci dos pés à cabeça. Creio que ela sentiu o mesmo pois afastou as mãos rápido como um raio. — Fique! Você tem que cumprir com suas obrigações de marido. — Não sou seu marido. Esqueceu que me pediu o divórcio? — Eu nunca entreguei os papéis ao advogado. Rasguei quando saí daqui.Mais um choque! Ela ainda era minha esposa. Ainda era marido daquela linda mulher. — E porque? — Eu..eu.. nunca tive coragem. Nunca quis me separar de você — ela virou de costas para mim. — E porque precisa de sexo? — aproximei dela, falei baixinho em seu ouvido. Se ela queria tanto um momento de prazer, eu poderia dar a ela, afinal eu também precisava. Meu pênis tinha ficado duro como o aço quando ouvi de sua boquinha que queria fazer sexo comigo. — Por que eu quando você pode ter qualquer outro homem?Maria colou-se em meu peito, rebolando o bumbum no meu pau durinho.Apertei-a pela cintura, ofegante. — Porque você é meu marido e sou sua mulher — sussurrou com voz rouca de desejo.
— Mas me deixou abandonado por anos, não te perdoo por isso. — Não quero seu perdão — virou-se decidida a me seduzir, eu vi isso em seus olhos. Passou a mão no volume do macacão que usava e apertou meu pênis, gemi. — Eu quero esse pau todinho enterrado dentro de mim. É isso que quero.Na abstinência por anos e ainda com a mulher da minha vida me tentando daquele jeito, caí rendido aos seus encantos.Maria me empurrou a uma pequena cama que tinha naquela sala, afastou-se um pouco e abriu o casaco grande que usava.Ela estava com um conjunto de lingerie preta sem nada mais de roupa. Senti que meu pênis crescia mais ainda de tamanho. Levantei e avancei contra ela que assustada recuou até dar de costas na parede. Prendi aquele corpo pequeno com o meu, peguei suas mãos e coloquei acima de sua cabeça apertando-as com as minhas. Então a beijei com força, desespero e paixão. Empurrei minha língua tão fundo e convidei a dela para se unir a minha. Ouvi a respiração pesada de Maria, senti como se derretia e levantava uma perna para minha cintura para ter um maior contato.Meu pau latejava apertado, querendo a liberdade. Afastei-me para livrar-me daquela barreira, como não estava de cueca fiquei logo pelado quando tirei a roupa. Ela me fitou com os olhos radiantes, a boquinha esfolada e vermelha pelo beijo.Nos beijamos de novo, Maria me apertava pelas costas já com as mãos livres. Eu baixei minha boca pelo seu pescoço, deixando uma fogueira de desejo, cheguei aos seios mal cobertos pelo sutiã, tirei-o com facilidade. Enterrei os lábios primeiro num montinho, lambendo e chupando com vontade, com força, desespero; depois passei ao outro e fiz o mesmo até ouvi -la gritar.Tinha os dedos enterrados no meu couro cabeludo, me incentivando a continuar.Mas eu parei e Maria protestou.Levantei-a no colo com as pernas em volta da minha cintura e a pressionei contra a parede.Minha língua procurou a dela, sedenta. Baixei minha mão até à calcinha e a tela fina de renda partiu ao meio quando de um puxão rasguei o tecido.Meti um dedo sem piedade no seu canal, molhado e apertado. Soquei com força, num vai e vem doido. Maria só gemia.Acrescentei mais um dedo e aumentei os movimentos, senti com suas paredes vaginais apertavam meus dedos, então os tirei.Fitei seus olhos profundamente. — Sim, por favor — ela me autorizou desesperada.Posicionei-me no seu canal escorregadio e de uma estocada certeira, estava até o talo dentro dela.Maria deu um grito abafado.Senti como voltava à casa.Comecei a movimentar-me mais rápido.Metia com força enquanto a beijava no pescoço. Ela só me apertava pela bunda como se quisesse que eu entrasse mais fundo.Aos poucos me aproximava do orgasmo e sentia como ela também estava prestes a chegar.Então, rapidamente saquei meu pênis e ejaculei fora. — Naoooooo — ela protestou — precisava do seu sêmen, devia ter acabado dentro de mim. — O quê? Você queria ficar grávida? — Sim. — Porque? — eu a levei até a cama. — Preciso de um filho para salvar Estrella— ela começou a chorar. — Ela tem leucemia e não há doadores compatíveis e não posso esperar anos por uma medula. Nove meses seria o máximo que poderia suportar de espera.Eu estava perplexo.Minha estrelinha doente.Então era por isso que Maria queria sexo.Que estúpido eu era, pensava que ela ainda sentia algo por mim.Mas não podia culpa-la por querer salvar nossa filha. E eu tinha desperdiçado meu sêmen. — E um filho nosso a ajudaria? — Sim — respondeu chorando.Eu abracei para conforta-la. — Então volte amanhã, agora não temos mais tempo — eu disse ao ouvir o guarda batendo à porta. — Vocês tem mais dois minutinhos — o guarda gritou do lado de fora — vamos agilizar isso aí.Vesti aquele macacão horrível enquanto ela colocava o casaco. Reparei que não colocava mais o sutiã nem os pedaços da calcinha. Eu os recolhi e coloquei em meu bolso.A porta abriu e ambos saímos, eu voltei para a cela e Maria foi para casa.
Notas finais
Esse é o primeiro capítulo
Favoritem, recomendem e divulguem
Vocês dirão se continuo ou paro...
bjos
Favoritem, recomendem e divulguem
Vocês dirão se continuo ou paro...
bjos
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