Notas iniciais
Tadaima (o título) é um cumprimento usado pelos japoneses ao retornarem para suas casas.

A noite caiu. Kuji estava em seu quarto, sentado em sua cama com uma cara melancólica e pensativo. Momonosuke estava saindo do banho, já vestido, e sentou-se ao lado do amigo para acalmá-lo.

– O que houve, Kuji?

Momo já sabia o que era, mas fingiu que tinha ouvido a conversa que o cozinheiro tivera com o Law à tarde.

– Momo-chan, você me perdoaria se eu fosse embora da ilha?

Kuji falou um pouco receoso. Ele já estava quase certo de que tudo voltaria ao normal, mas estava com medo dos garotos não gostarem mais dele.

– Perdoar? Kuji-dono, eu vou te apoiar em qualquer decisão que você tome!

– S-Sério?!

– Você quer voltar para os seus amigos, não é? Essa decisão é sua, nem eu e nem o Koutarou-dono podemos intervir nela.

– Momo-chan, você é o melhor!

Os dois rapazes se abraçaram. Law tinha lhe dito que eles iriam partir amanhã de manhã, então ele precisava tomar uma decisão o quanto antes. Momo estava dando todo apoio para o amigo, embora ele fosse sentir falta do cozinheiro.

– Você vai embora amanhã de manhã?

– Sim, eu quero me despedir de todos aqui da ilha antes de ir, principalmente da Baasan e do Kou-san. Ei, Momo, será que eu o Kou-san vamos voltar a nos reencontrar quando ele se tornar um navegador?

– Com certeza! E não só ele, já que nós vamos sair juntos, né?

– S-Sério?! Que legal! Então você realmente aceitou o convite dele... vocês dois formam um casal muito bonito.

~ X ~

Um pouco mais cedo, no Sunny Go.

Law havia contado para Luffy e os outros o que tinha resolvido com o Kuji, vulgo Sanji-falso.

– Então é isso, ele vai nos dar a resposta amanhã de manhã.

– Não, eu não quero esperar!

Todos do bando estavam lá. Zoro estava deitado no Sunny, pensando no que Law havia lhes dito. Franky, Brook, Chopper e Usopp estavam felizes pois acreditavam que Sanji voltaria, já as meninas ficaram mais desconfiadas, não sabiam ao certo qual seria a decisão dele de fato. Luffy estava impaciente como sempre.

– O que foi agora, Mugiwara-ya?!

– Eu não quero esperar! Eu quero saber qual é a resposta dele agora, Torao.

– Ei, essa não é uma decisão sua, Mugiwara-ya. Se você não quer esperar então vai dormir ou comer alguma coisa... bom, se quer saber o que eu acho: o Sanji-ya vai voltar.

– Você acha mesmo, Law? — Diz Nami, preocupada. — Todos nós sentimos falta do Sanji-kun, seria muito ruim se ele não voltasse.

– Bom, é o que eu acho, mas a decisão final é dele. — Finalizou Law.

~ X ~

Caiu a noite. Law estava sentando na cama junto com Luffy, no quarto que eles começaram a dividir. O capitão estava meio triste, meio preocupado, mas ele confiou nas palavras de Law que diziam que Sanji voltaria.

– Ei, Torao... porque você aceitou ficar comigo?

– Como assim? Que pergunta repentina... você não queria que eu aceitasse?

– Claro que eu queria! Mas você tem seus nakamas, né? A gente tá brigando por um dos nossos e você até agora não falou dos seus.

– Ah, eles? Nós nos separamos há dois anos. Na verdade eu me tornei um pirata para ir atrás de uma pessoa que eu queria me vingar, e o melhor jeito que eu encontrei de fazer isso era virando um Shichibukai. Eles já sabiam desse meu objetivo.

– E quem é essa pessoa?

– Donquixote DoFlamingo, você deve tê-lo conhecido na Guerra de Marineford. Bom, ano passado eu cumpri o meu objetivo: consegui colocar o Younkou Kaidou atrás dele. Depois disso foi só ver os dois brigarem, resultando na morte do DoFlamingo. Ah, e eu continuei no posto de Shichibukai para poder ficar em Punk Hazard, mas esse título não me interessa mais.

– E o que aconteceu com o urso e os outros?

– Eles continuaram como piratas e o Satchi virou capitão. Mas eu imagino como vai ser a reação deles quando souberem que eu estou com você. Provavelmente eles vão achar bem engraçado.

– Hum... eu não entendi muito bem a parte do Mingo, mas desde que você fique comigo eu vou ficar feliz!

– Que bom então.

Law sorriu. Luffy estava deitado, olhando para ele. Os dois começaram a se beijar e a rolar na cama, trocando carícias a noite toda. Law tinha conseguido fazer Luffy se acalmar um pouco mais com a história do Sanji, fazendo com que o jovem capitão parasse de pensar no assunto. Os dois passaram a noite em claro, aos amassos e beijos.

~ X ~

Enfim, a manhã surgiu. Luffy, Law e Zoro não tinham conseguido dormir noite passada e todos no bando estavam esperando o cozinheiro chegar com a resposta definitiva. Kuji estava na ilha, se despedindo de todos no restaurante junto com Momo.

– Como assim você vai deixar a ilha?! É só eu tirar os olhos de você por um segundo e isso acontece!

– Desculpe, Kourei-baasan... aconteceram algumas coisas e eu decidi abandonar este corpo.

– Então você vai mesmo desistir da sua vida tão fácil assim? Estou decepcionada com você, Kuji.

– Eu não vou desistir da minha vida, eu só vou vivê-la com os meus amigos! Como tudo estava antes. É melhor assim.

– Eu não posso te fazer mudar de ideia, né? Que seja, faça o que você quiser então... Sanji.

– Obrigado, Baa-san! Eu nunca vou te esquecer!

Kuji levantou Kourei no colo, pulando e comemorando. Se não fosse por ela ele nunca teria tido oportunidade de fazer várias coisas, inclusive de descobrir que o Zoro o amava.

– E-ei, Kuji...

Já estava demorando, Koutarou entra na cozinha com uma cara triste, enquanto Kuji se despedia da Kourei.

– Kou-san? Aah, você veio! Faz tempo que eu não te vejo!

– Então você realmente vai deixar a ilha?

– Você já sabe? Sim, é verdade. Eu vou embora com eles... me desculpe te falar tão de repente assim, Kou-san.

– Tsc...Eu já sabia, o Momo e eu ficamos ouvindo a sua conversa com o aquele garoto ontem. Qual é o nome dele mesmo? Tora...o?

– K-Koutarou-dono! Não precisava falar isso... - Momo murmurou. Koutarou tinha falado mais do que deveria.

– Sério?! Ei, não fiquem ouvindo a conversa dos outros...

– E qual o problema contar, Momo?! Eu estou mantendo a nossa promessa, né? Eu não vou tentar impedir o Kuji, Sanji, seja quem for.

– Olha só, você é mais bem treinado do que eu imaginava, bom garoto!

– Tá me tratando igual cachorro, maldito?!

– Hã? Não se pode nem elogiar alguém hoje em dia, tsc.

– Como é?!

Momo e Kou começaram a se encarar, parecendo que iam começar a brigar do nada, como faziam habitualmente.

– Não comecem uma briga agora, você dois...

– Desculpe, Kuji, mas esse cara é insuportável. — Koutarou começa a fazer beicinho e a colocar seus braços envolta do pescoço, apoiando neles como sempre.

– Mas eu vou sentir saudades da briga diária de vocês dois.

Kuji sorriu uma última vez para os meninos, agora era o momento da despedida. Koutarou começou a chorar e pulou em cima do amigo, abraçando ele o mais forte que conseguia.

– Kuji... eu vou sentir sua falta... você promete que um dia nós vamos nos ver de novo?

– Claro que prometo, Kou-san.

O cozinheiro deu um beijo na cabeça de Koutarou e foi em direção a porta. Seus amigos o olhavam saindo do restaurante, já sentindo saudades, mas não tentaram o impedir. Quando chegou na porta, Kuji parou e se virou para eles.

– Pessoal... obrigado por tudo! Vocês foram os melhores amigos que eu pude conseguir nessas duas semanas. Me perdoem por ter desistido tão rápido!

– Kuji...

– Kuji-dono!

Kuji olhou para baixo e ficou encarando o chão por algum tempo, até que...

– Até que enfim... demorou, hein.

Finalmente, Sanji conseguiu seu corpo de volta! Agora não tinha mais volta: Kuji já não existia mais. Agora era a hora de voltar para seu bando, rever seus amigos de verdade e de ter sua vida de volta!

– EI, SEUS MERDAS!! Eu quero bater muito em todos vocês que tiraram proveito de mim nos últimos dias, mas eu tenho coisas mais importantes pra fazer agora!

~ X ~

Enquanto isso, no Sunny Go.

– AAAAAAAAAAAAH QUE SACO! QUANDO ELE VAI CHEGAR?!

– C-Calma, Mugiwara-ya...

– Já é quase de tarde! Onde o Sanji tá?!

Luffy estava mais impaciente do que nunca. Ele estava junto aos outros no navio, prontos para zarpar, só estavam esperando o Sanji voltar com sua resposta definitiva, como Law disse que ele faria. Mas nem sinal do Sanji!

– Será que ele não vem? — Dizia Chopper triste.

– É claro que vem! Não fale uma coisa dessas, Chopper!! — Gritava Luffy desesperado.

– Mas, Luffy... ele pode ter decidido ficar na ilha. E se nós estivermos esperando à toa? — Disse Nami. — Quanto mais ficarmos aqui, mais nós vamos sofrer. Não é melhor ir embora logo?

– Não, ele vem. — Interrompeu Zoro — Ele viria mesmo se fosse pra dizer que vai ficar. Só esperem mais um pouco...

E Zoro estava certo. De longe, eles começaram a ouvir um grito que ia aumentando o volume conforme fosse chegando mais perto. Sem dúvidas nenhuma, era ele. Sanji havia voltado.

– Naaaaaaaaamiiiiiii-swaaaaaaaaaaaaaaaan, Rooooooooooooooobbiiiiiinn-chwwwaaaaaaaaaaaaannnnn!!

– Estão ouvindo alguma coisa? — Disse Brook.

– S-Sim, eu senti um arrepio, como se alguém tivesse me chamado. — Respondeu Nami.

– É ele mesmo?! — Exclamava Chopper.

– Eu também ouvi! E nós só conhecemos uma pessoa que grita assim... — Afirmou Usopp.

– Au! É ele mesmo! — Gritava Franky.

– Com certeza. — Robin sorriu.

– SANJI!!!

Luffy gritava o nome de Sanji, Zoro estava feliz, com uma cara de "Eu avisei", e Law estava sorrindo, encostado em alguma parede pelo navio. Sanji, que antes estava longe, agora se aproximava mais e mais, até que todos conseguissem vê-lo.

– Naaami-san, Robin-chan!! — Sanji entrou no Thousand Sunny em um pulo só, indo em direção às moças, girando, com seu olho em formato de coração como sempre. — Aaaaah, que saudade de vocês duas!

– Sanji-kuuuuun! Você voltou!!

Nami abraçou Sanji na altura de seus seios, fazendo com que ele tenha uma hemorragia nasal, jorrando sangue por todo navio.

– Mulheres! Eu senti tanta falta de mulheres!! Eu passei pelo inferno duas vezes... não quero nunca mais ver um homem na minha frente!

– AU! O Zanzi voltouuu BUÁÁÁA!!

– ZANZIIIIIIIIIIIIIII!!

Chopper e Franky choravam como dois bebês.

– Ele voltou a ser o Sanji de sempre, né? — Usopp sorriu.

– SANJIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!! Eu senti tanto a sua falta!

Luffy abraçou Sanji, esticando seu braço para abraçá-lo bem, bem, bem forte. De um jeito que ele não pudesse sair dali nunca mais.

– Ei, ei, Luffy! Se acalma... eu já estou aqui, não estou? Eu não vou fugir de novo.

Sanji tentava se afastar de Luffy, mas ao mesmo tempo sorria. Ele sentia saudades de todo mundo daquela tripulação, sentia saudade da aura positiva deles, sentia saudade do carinho... de tudo. Até que ele desviou o olhar para o chão.

E lá estava Zoro, deitado, com os olhos fechados e sorrindo. O espadachim estava feliz só de ouvir a voz de todo mundo lá comemorando a volta de Sanji. Aquilo já era suficiente para ele, finalmente ele podia descansar com a mente tranquila. Luffy soltou Sanji, que começou a andar indo em direção ao espadachim.

– Ei, é assim que você fica quando um companheiro seu volta pra casa, Marimo de merda?!

Zoro abriu os olhos vendo Sanji parado à sua frente. Roronoa estava com um sorriso disfarçado no rosto, não queria demonstrar que estava realmente muito feliz com aquilo.

– Ah, você voltou? Eu não tinha percebido. Foi mal.

– Nossa, você é mesmo um Marimo insensível.

– Sou, é?

Sanji soltou um sorriso leve, como se estivesse achando graça daquela situação. Zoro retribuiu o sorriso e logo os dois começaram a se olhar com uma expressão de saudades, de carinho, diferente de todos os olhares que já haviam dado um ao outro.

– Eu senti sua falta, Marimo.

O cozinheiro começou a chorar, caindo no colo de Zoro e dando-lhe um abraço apertado, e é claro, Zoro fez questão de segurá-lo em seus braços e de não soltá-lo mais. Dava para ver que de todos ele era o mais feliz ali, apesar de antes ter feito forças para não demonstrar, agora os dois estavam abraçados e cobertos de lágrimas.

– Eu também senti a sua falta, Cook! Droga...

O bando olhava para eles achando aquela cena muito fofa! Luffy estava feliz por seu nakama ter voltado, e estava tudo de volta ao normal, do jeitinho que sempre foi. A única diferença era na relação daqueles dois, que se amavam verdadeiramente.

~ X ~

Final da tarde, eles já estavam bem longe da ilha, navegando no mar do Novo Mundo. Luffy havia dito para o bando que Law ficaria com eles definitivamente, contando a sua história envolvendo o seu antigo bando, Corazon, e sua briga com DoFlamingo.

Sanji estava no banheiro, fazendo a barba e deixando seu visual como era antes. Seu cabelo estava um pouco mais curto mas não havia problema, desde que cobrisse seu olho. Quando acabou de se arrumar, foi para o quarto onde Zoro estava.

– Você fica muito melhor assim, Cook.

Zoro estava deitado na cama. Sanji fechou a porta do quarto, mas ficou parado lá.

– Ei, Marimo... o que nós dois vamos fazer agora?

– Como assim?

– Q-Quer dizer... nós vamos começar a... você sabe...? — Sanji disse meio corado, desviando o olhar.

Zoro levantou-se da cama e foi em direção a ele, passando seus dedos gentilmente pelo rosto do cozinheiro, fazendo ele olhar para seus olhos.

– Sanji, eu já te disse e digo quantas vezes você quiser ouvir: eu tô completamente apaixonado por você.

– Z-Zoro...

Sanji abraçou Roronoa pelo pescoço, dando-lhe um beijo. O espadachim puxou sua cintura, para que ele pudesse ficar mais perto e ter seus lábios selados mais profundamente.

Sanji P.O.V

Droga... como ele pode me deixar assim? Eu sentia um calor inigualável enquanto nós dois nos beijávamos, dessa vez não era forçado. Eu estava consciente daquilo que estava fazendo, eu sentia o gosto dele, de seus lábios. Seu cheiro. Como eu fui me apaixonar por um idiota como ele?

– Sanji... — Ele sussurrou no meu ouvido, me fazendo ficar arrepiado — Eu te amo. Te amo, te amo, te amo, te amo. Nunca mais fuja de mim desse jeito, entendeu?!

– Zoro... aah!

Ele foi mordendo o lóbulo da minha orelha, descendo para o meu pescoço, dando chupões e mordiscadas enquanto me abraçava pela cintura.

Nós dois estávamos contra a parede, ele foi descendo seus beijos até meu peito, tirando minha camisa e meu paletó.

– Sanji, promete pra mim... eu quero ouvir você dizendo que vai ficar comigo pra sempre.

Ele se deitou no meu peito, me abraçando cada vez mais forte, parecia que seu coração ainda sofria com o que havia acontecido. Essas duas semanas fizeram mais efeitos negativos do que eu consegui imaginar.

– Do que você tá falando? Essas coisas não combinam com você, Marimo... — Levantei seu rosto, fazendo ele olhar para mim e voltei a beijá-lo. — É claro que eu vou ficar com você pra sempre, maldito!

– Sanji...

– Eu te amo, Zoro!

Nós dois caímos na cama, eu estava por cima dele, ambos sem camisa. Fui descendo meus beijos até seu peito, dando pequenos chupões e lambidas em seus mamilos e fazendo Zoro gemer enquanto acariciava meus cabelos.

Desci mais até chegar em suas calças e de lá comecei a esfregar minha mão em seu membro, ainda por cima das vestes, e a dar alguns beijos. Fui abaixando suas calças junto com sua cueca, revelando sua ereção, dando início às chupadas enquanto olhava para ele lá de baixo.

– Sanji, aahn! Sua boca é tão... tão.. ahnn!

Fui lambendo todo corpo de seu falo, subindo e descendo com a língua, da sua glande até seus testículos. Fui mais para baixo, colocando seu saco em minha boca e fazendo o movimento do infinito com a língua, arrepiando ele.

Ele me levantou, puxando-me para perto dele, me beijou e virou-me ficando por cima de mim, segurando meus braços para eu não me mexer e começou a morder minha orelha, dando chupões bem fortes por todo meu pescoço, descendo até meu peito.

– Marimo, desse jeito eu vou ficar todo marcado.

– Essa é a intenção, Cook. É pra todo mundo saber que você é meu.

– Zoro...

Ele foi descendo, dando chupões até a parte da minha virilha tirando minha calça e cueca com os dentes enquanto sorria para mim. Zoro começou a me chupar, enfiando um dedo em minha entrada ao mesmo tempo.

Zoro me penetrava com seus dedos enquanto me chupava, brincando com meu falo com sua língua dominadora. Aquilo era tão gostoso, nem posso acreditar que um homem poderia vir a me dar tanto prazer...

– Está pronto, Cook?

– Com você sempre estarei, Zoro.

– É? Vou me lembrar disso mais tarde.

Zoro me pois com as pernas abertas e começou a roçar em mim enquanto me beijava. Quando ele começou a penetrar eu arranhei suas costas com bastante força... doía um pouco quando ele entrava, mas ao mesmo tempo era bom.

– Aaahn, Zoro..!

– Sanji... aguente firme!

Ele estava dentro de mim, começando com as estocadas que iam cada vez mais forte, me fazendo arrancar mais gritos e mais gemidos. Nós dois continuamos a brincar, invertendo posições... ficar com o Zoro era a melhor coisa que tinha acontecido comigo.

Nós continuamos nossa vida de piratas normalmente. Nós brigávamos todo dia como fazíamos antes, mas eram brigas amigáveis. Era nosso jeito de diversão, afinal. Todo mundo já sabia que nós dois estávamos juntos e que o Law e o Luffy também estavam; é claro, o pessoal aceitou de braços abertos.

Notas finais
O próximo capítulo será o último!