Notas iniciais
Por favor leitores fantasmas comentem, eu nem deveria estar postando esse capitulo u.u pq como já falei quero comentários :( para saber a opinião de vocês, mas eu sou muito legal e não aguento XD Então boa leitura!

Vozes:

__Tudo bem vamos.........pouco mais.

__Do que esta falando? ............louco daqui.......horas ele pode..........

__.......... demora porra!

Foi assim que Méllany acordou, não sabia exatamente quem falava e pode ouvir apenas fragmentos da conversa. A questão é que não estava mais no..., espera onde ela estava mesmo?

Já era noite, observou o cômodo em que estivera todo aquele tempo, madeira, sim! Era de madeira, em alguns cantos apodrecendo, tinha cheiro de mofo e estava empoeirado, seu tamanho era médio. Depois de sua breve analise do lugar em que se encontrava ela percebeu que não conseguia se mexer, afinal estava deitada em um colchão de casal velho presa em amarras juntando as mãos nas costas e as pernas amarradas também, então tentou gritar ao mesmo tempo em que sentia a enorme fita adesiva na boca, foi aí que sua memória voltou como um golpe pelas costas “Ryan!”.

De repente as vozes cessaram e o trinco velho e empoeirado da porta que Méllany só reparava agora começou a girar, seu corpo congelou, não moveria um musculo se quer mesmo que estivesse solta, entrou um homem alto e magro usando uma mascara de um rosto deformado, se agachou ao lado do colchão e disse:

__Olá, bela adormecida!

__Não vai me responder! – Ele se divertia com a situação- Que garota mal educada!

Os olhos dela diziam tudo estavam apavorados e desesperados, ela conseguiu se mexer, e tentou se afastar, mas o homem a segurou com uma das mãos pela nuca para trazê-la mais perto de si.

__Que tal eu tirar essa fita? Hein? Daí poderíamos conversar melhor. – disse com um tom malicioso na voz.

__Já chega! Seu idiota! É a sua vez de vigiar! – Outro homem grita do outro lado da porta, uma voz forte e grossa.

O homem da mascara levantou apontou o dedo indicador para Méllany e disse:

__Da próxima você não me escapa.

E saiu encostando a porta novamente, á deixando aliviada por um segundo, ela ainda estava em estado de choque e ficou assim durante uns 15 minutos, em seguida se recuperou. Tinha que pensar, tinha que raciocinar! E agora o que eu faço? Como vou sair daqui? Nossa como sou idiota me deixei enganar assim tão fácil! Alguém tem que me ajudar. Turbilhoes de pensamentos vinham a sua cabeça, era tudo tão confuso e repentino que a fez desabar em lagrimas.

Algum tempo depois se recompôs, e começou a observar melhor o cômodo, procurando por qualquer abertura, e percebeu que havia mais uma porta a alguns metros da outra, mas estava sem maçaneta, o que poderia ser? Logo depois procurou com os olhos pelo quarto sujo alguma janela, mas apesar de ter uma visão ampla do quarto, pois o colchão onde estava ficava encostado na parede, já era muito escuro não dava para enxergar direito, e assim ficou um bom tempo rodeando o quarto até que o cansaço a abateu fazendo-a dormir mesma naquelas condições.

Méllany acordou, já era dia, percebeu ao olhar para o lado e ver uma fresta de luz na parede, espera de onde vem essa luz? Sentou-se em imediato e olhou para o lado oposto acendendo assim um pouco de esperança dentro dela ao perceber uma pequena janelinha, grande o suficiente para uma pessoa magra passar, o problema era que havia três ou quatro tabuas pregadas tampando-a quase por completo deixando passar apenas algumas frestas de luz. Observou novamente o quarto e achou uma cadeira do lado oposto da janela em um canto, só que não se lembrava daquela cadeira, como não tinha percebido? Perguntava-se, com certeza eles colocaram ela aqui enquanto eu dormia. Um arrepio subiu pela sua espinha apenas em imaginar aquele homem mascarado entrando enquanto ela estava desacordada.

De repente entra o homem mascarado, mas não era o mesmo apenas estava com a mesma mascara, podia se perceber graças ao seu porte físico que era mais forte, e a toca vermelha que usava, sendo o que chamou muito a atenção de Méllany, ela tinha a leve impressão de conhecer essa “toca”. O homem se aproximou tirando uma faca da cintura a deixando tremula, se encolhendo para trás do colchão, e quando chegou ao seu lado apenas cortou suas amarras e antes que arrancasse a fita da boca dela falou:

__Eu vou tirar essa fita, e nem adianta gritar porque ninguém ira te ouvir! E também eu odeio gritaria! E se não se comportar vou amarra-la de novo. É você quem escolhe como ficar – disse a ultima frase com um tom irônico na voz – Entendeu?

Méllany fez sinal de sim com a cabeça fazendo com que ele tirasse a fita.

__Você! Estava na esquina! São vocês! – Ela falou no impulso

__O que?! Do que esta falando?! – Ele não esperou a resposta, saiu nervoso em direção à porta e fechou-a com força.

Ela ainda pode ouvir um “Droga!” raivoso do outro lado. Não... O que foi que eu fiz, não devia ter falado! Haa como sou burra! Porque não fiquei quieta. Méllany se torturava, ao contraio do que pensava ela era esperta percebia que sua vida corria mais perigo ainda, agora que eles viram que ela sabia suas identidades, mesmo que não tinha visto completamente os rostos deles. Ela corria mais perigo.

Ela é tirada de seus pensamentos, quando alguém abre a porta e empurra uma bandeja com um pão seco e uma garrava d’água, e a fecha logo em seguida, ela se aproxima pega o pão e a água. Estava com muita fome e não fazia ideia de que horas eram, depois de se alimentar verificou os pulsos que estavam arroxeados por causa das amarras. Assim, se lembrando da porta misteriosa foi até ela e abriu — mas é claro! Como não pensei nisso? É um banheiro! – Que por sinal estava limpo, curioso, pelo fato do quarto estar uma sujeira.

Observou a pequena janela, foi até ela, examinou e depois virou para o quarto procurando qualquer coisa forte o suficiente para quebrar aquelas tabuas, que pareciam muito consistentes e sólidas, mas nada, não havia nada no quarto além do colchão velho e a cadeira, ela até tentou com a cadeira, entretanto como previa só fazia pequenos arranhões, talvez lhe faltasse força quem sabe, ou um machado até mesmo uma... — Uma faca! – se ela estivesse em um desenho apareceria uma grande lâmpada acesa sobre sua cabeça. Agora Méllany tentava bolar um plano de sair dali, pensava em como poderia conseguir uma faca daqueles homens.

Horas depois, ela não aguentava mais ficar ali presa e não poder fazer nada até que a porta se abriu e um jovem entrou, para sua surpresa não usava mascara nem nada do gênero, ele parecia ter no máximo 19 anos, entrou com um telefone celular na mão esquerda e um revolver na direita, ele era baixo, magro e tão loiro que suas sobrancelhas eram quase que invisíveis. O jovem apontou a arma para a cadeira e fez sinal com a cabeça para ela se sentar e foi o que ela fez, então colocou o celular na sua orelha e apontando a arma para ela falou:

__Vamos lá, fale! Pede socorro, qualquer coisa.

__O que?

__Filha?! — a voz veio do celular, e sim com toda certeza era seu pai.

__Pai?! É você? — Ela já falava em meio aos soluços – Pai o que eu faço? Estou com medo.

__Calma! Vai fica tudo bem! Fale onde vo...

O jovem tirou o celular dela brutalmente, antes que pudesse ouvir o resto da frase dizendo já chega e o desligando.

Ela tinha que fugir, tinha que sair, ela era uma refém.

Notas finais
Aceito sugestões! E criticas construtivas! =)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.