Pain

21 Encurralados


Notas iniciais
Obrigado pelos reviews ivis, Mariza, Isesantarem, Lili Swan, sissy, Gilda, Sisters_love, letvivian, KattyCullen, Vibella, Belita, kekell2003, sandra barata, millemouram, DebsHellen,
elispreta e BellsMioneAnnie! Bjos
Sejam bem vindas a Fic The_doodle e Lia_Cullen!
Vamos a mais um capítulo!

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Capítulo anterior — Pronto! Disse Emmett alguns minutos depois ao abrir a porta. – Entrem e façam o que precisam fazer, sejam rápidos! Afirmou nos dando passagem.

– Fiquem aqui! Disse Bella aos cães e nós entramos deixando Emmett do lado de fora... A biblioteca continuava do mesmo jeito...

– Tudo bem? Perguntei assim que Bella parou próxima a mesa, me aproximei e percebi que ela estava tremendo. – Bella? Chamei mais uma vez...

POV Bella

– Eu estou... Bem! Afirmei respirando fundo logo em seguida, nós não tínhamos tempo a perder... Os minutos ali eram preciosos. – Foi aqui Edward! Declarei olhando para o chão ao lado da mesa... Local onde meu pai fora arrastado por Phill e morrera minutos depois.

– Eu sinto muito princesa! Disse me abraçando.

– Vamos agir certo? Falei olhando em seus olhos e ele assentiu. – É atrás desse quadro! Afirmei apontando para o Renoir a nossa frente... Edward se aproximando da obra retirou-a com cuidado e fez-se ver o cofre logo atrás... As palavras de papai me invadiram a mente no mesmo instante... As lagrimas insistentes e indesejadas surgiram sem pedir licença...

– Bella? Falou me olhando.

– Tudo bem, vamos continuar! Declarei me aproximando do cofre e me deparando com o teclado alfanumérico respirei fundo mais uma vez e em seguida pus-me a digitar a palavra que tanto papai pronunciou... Família... Ouviu-se um click sonoro junto com uma luz verde indicando que o cofre estava aberto... Abri a porta e me deparei com um grosso envelope por cima de outros papeis e uma caixa... Me ative ao envelope e quando o puxei veio junto um papel caindo no chão... Edward o pegou... Coloquei a mão dentro do envelope e de lá saiu documentos e mais documentos com assinaturas de grandes empresários juntamente com a assinatura de Phill e neles haviam descrições detalhadas da venda de licitações, com cada documento deste havia uma carta de liberação assinada por papai que era o documento oficial que dava ao tal empresário os poderes sobre a licitação, juntamente com os documentos haviam fotos de Phill com vários homens em locais diferentes... Edward fechou o cofre e colocou o quadro de volta no lugar

– Bella nós... Edward não pode concluir a frase, pois no segundo seguinte ouvimos um barulho vindo da sala de estar e percebemos por debaixo da porta a luz da mesma sendo acesa e alguém colocou a mão na maçaneta da porta que dava para biblioteca. – Droga! Disse ele me olhando preocupado não tínhamos tempo hábil de chegar até a porta de saída em direção a piscina e encontrar Emmett, de forma instintiva puxei Edward pelo braço em direção ao jardim de inverno... O mesmo lugar onde assisti meu pai ser assassinado... Edward me prensou contra a parede atrás de um grande vaso... Vimos Alfred entrar na biblioteca observando o espaço como se estivesse vasculhando o local e logo atrás dele apareceu um homem vestindo um terno preto.

– O senhor Swan pediu apenas a pasta Alfred! Disse o homem e Alfred começou a procurar o objeto enquanto o homem fazia o mesmo... Mas para nossa infelicidade o tal homem se aproximou demais do vidro perto de onde estávamos... Vi-me em desespero e na esperança de escapar puxei Edward mais uma vez em direção a outra porta do jardim de inverno que dava para a sala de jantar e por sorte a mesma estava aberta... Edward me olhava assustado... Entramos na sala de jantar e de forma desesperada meu raciocínio me levou ao único lugar seguro naquele instante... O pequeno cubículo ao lado da sala de jantar onde mamãe guardava toalhas e utensílios de mesa... Abri a porta do cubículo e entrei puxando Edward que entrou logo em seguida e fechou a porta.

– Inferno! Disse ele irritado. – Como vamos sair daqui sem sermos visto? Se perguntou.

– Edward...

– Eu não devia ter deixado você vir! Soltou exasperado... O espaço era minúsculo não chegava nem a um metro quadrado, dos dois lados havia grandes armários até o teto repletos de toalhas, pratos... Edward se impunha a mim e eu não tinha para onde ir a não ser ficar bem próxima a ele.

– Ei eu não sou uma criança, sei o risco que estou correndo! Afirmei séria e ele me fitou irritado.

– Como acha que vamos sair daqui agora, e detalhe sem que ninguém nos veja? Perguntou.

– Está me culpando Edward? Perguntei.

– Não... Por Deus é claro que não... A questão é que não a quero no mesmo espaço que aquele maldito... Eu devia saber que...

– Edward ele não vai fazer nada comigo, veja nós temos as provas... Ele não vai poder fazer nada contra nós agora! Disse levantando o envelope... Ele pareceu pensar...

– Vou ligar para Emmett! Afirmou pegando o celular. – Inferno estou sem sinal! Disse voltando a ficar irritado.

– Tudo bem... Estamos bem! Falei passando a mão em seu braço. – Você está aqui comigo e nada vai nos acontecer! Afirmei procurando colocar em minhas palavras toda a fé que possuía torcendo para Emmett ser esperto e ter saído da porta da biblioteca... – Está tudo do mesmo jeito, como se eles ainda morassem aqui! Afirmei algum tempo depois... Edward me fitou.

– É difícil não é? Perguntou me olhando com uma compaixão sincera... Coloquei o envelope em cima de uma toalha e respirando fundo...

– Sim é! Afirmei. – Eu os amava Edward, eram tão carinhosos e... E amorosos e...Eram meus... O choro não me deixou continuar e Edward me abraçou... E eu me agarrei a ele como a uma tabua de salvação, enterrei meu rosto em seu peito e ele me apertou em seus braços afagando minhas costas com as mãos... Ficamos ali por incontáveis minutos.

– Precisamos sair daqui! Afirmou, levantei meu rosto e colocando meu queixo em seu peito, olhei sua face.

– Me perdoa, por favor, me perdoa Edward! Pedi em suplica e ele me olhou. – Eu amo você! Declarei e ele aproximou seu rosto do meu deixando nossos lábios se tocarem... Um beijo gostoso se instalou... Minhas mãos buscavam apertar Edward como se assim eu pudesse me fundir a ele... Suas mãos sempre insistentes me acariciavam de uma forma que deveria ser proibida na cintura.

Heal the pain — George Michael (ouça)

– Bella...

– Sou sua meu amor, poderiam passar mil anos e eu ainda seria sua... Falei olhando em sem seus olhos quando o ar nos faltou. – Você foi o meu primeiro e único amor, só você me teve e ninguém mais... Edward...

– Shi! Disse colocando o indicador em meus lábios e o substituindo por seu lábios mais uma vez... Nosso contado se tornou urgente, febril e completamente insano... Edward me empurrou de encontro ao armário, me pressionando com seu corpo másculo e quente... Minhas mãos se infiltraram por dentro de sua camisa é ali comecei a arranhar seu abdômen e peito... Edward me levantou fazendo com que minhas pernas se entrelaçassem ao redor de seu quadril. – Sou louco... Por você! Disse ele entre meus lábios... Era insano... Uma loucura pensarmos em algo puramente sexual naquele momento... Abri meus olhos ainda com meus lábios colados ao de Edward e vi ele de olhos fechados completamente colado a mim... Soltei-me dele no mesmo instante e me dirigi a porta trancando-a e me voltando em seguida para ele... Seu olhar sobre mim era questionador... Ele assim como eu estava ofegante e completamente desorientado... Não sei se era adrenalina do momento eu só sei que era premente realizar algo que estava entre nós gritando para ser concretizado... Dei apenas um passo e estava de volta colada a ele... – Bella...

– Por favor, não nos negue isso! Disse cortando-o e voltando a colar nosso lábios.

– Céus! Soltou suspirando e me agarrando novamente... Puxei a camisa de Edward com toda a força e no processo me vi livre da peça incomoda... Ele me pegou mais uma vez pela cintura e me levantou... Voltamos a posição anterior... Os beijos molhados e os suspiros contidos era o que preenchia aquele momento... As mãos urgentes e os toques insistentes nos deixavam mais e mais sedentos por aquilo... Busquei abrir a calça dele mesmo tendo dificuldade por conta da posição ainda ser complicada... Ele me prensando contra o armário... Edward me ajudou a abrir sua calça e fez o mesmo com a minha enquanto eu permanecia enganchada em seu quadril... Passei a mão por seu membro ainda coberto pela calça e o mesmo se encontrava duro e quente... Muito quente... Edward resfolegou e aquilo me impulsionou a querer ainda mais... Já havia ido para o espaço qualquer coerência... Já havia sido esquecido o local onde estávamos... A única coisa que importava e se mantinha forte naquele instante erámos nós ali em um amasso intenso e inconsequente... Desci do colo de Edward abaixando minha calça juntamente com a calcinha... Por um instante... Um instante, eu me dei conta de que estava tomando a frente de uma situação na qual eu sempre era dominada, possuída... Me senti forte o que era estranho dada a situação... Voltei aos braços de Edward que de tão absorto nada dizia apenas me agarrava... Mais uma vez tomando a frente peguei o membro de Edward e o levei até a minha entrada que clamava por ele de tão úmida que se encontrava... Edward me penetrou e o desconforto inicial pela ausência de intimidade me atingiu, contudo me concentrei na única certeza daquele instante... Era Edward ali comigo, era meu marido que mais uma vez me possuía e me amava como tantas e tantas outras vezes e em todas elas fora sempre perfeito e completo... A fricção entre nossos corpos me causava um frenesi avassalador... Edward se impunha sem reservas e aquilo estava me deixando ainda mais excitada... Mordi seu ombro para conter um grito de prazer ao ser assolada por um orgasmo intenso... Edward veio logo em seguida... Aquele cubículo estava quente como uma sauna e exalava cheiro de sexo... Edward ainda ofegante abriu um escandaloso sorriso.

– Seu abusado! Soltei com ar de deboche também sorrindo.

– Eu? Questionou incrédulo... Ele estava agora sentado no chão com as pernas sendo encolhidas por não poder estica-las por conta do pequeno espaço e ainda me tinha em seu colo... Eu estava encostada em seu tronco com a cabeça em seu peito olhando para cima ao encontro de seu rosto. – Você que me atacou senhora Cullen! Soltou ele ainda tentando regularizar sua respiração assim como eu... Abri ainda mais o meu sorriso ao ouvi-lo me chamar de senhora Cullen.

– Fala de novo? Pedi passando a mão por seu rosto suado.

– Senhora Cullen! Disse ele. – Apesar de tudo você ainda é a minha senhora Cullen! Declarou e mais uma vez vi em seu olhar uma tristeza que me deixava também triste... Me escondi em seu peito buscando assim fugir de seu olhar... Ele era um homem magoado e a responsável por essa magoa era eu... Mesmo estando nos braços dele, mesmo há poucos instantes estando com ele dentro de mim... Ainda assim eu sabia que existia um longo caminho a percorrer até chegar ao meu amor de forma definitiva e segura... Só me restava acreditar que este caminho me levaria realmente para os braços dele em definitivo. – Precisamos sair daqui! Ele pegou mais uma vez o celular e o mesmo permanecia sem sinal.

– Edward, Alfred a esta altura deve ter voltado a se recolher e o tal homem que estava com ele deve ter ido embora, pois pelo visto veio apenas atrás da pasta de Phill... Eu acho que deveríamos sair e...

– Shi! Disse Edward como se quisesse ouvir algo e foi quando percebi que o som vinha de fora... Uma porta bateu...

– Vem aqui sua safadinha! Dizia a voz que infelizmente eu conhecia muito bem, era Phill... Edward me olhou prestando atenção assim como eu ao barulho.

– Ah! Gritou uma mulher... Em seguida ouvimos um baque mudo muito próximo... — Ai bonitão! Disse a mulher rindo.

– Me chame de tio minha Bella! Disse Phill e meu corpo estremeceu, um asco intenso se apossou de mim... Olhei para Edward e sua feição estava transtornada, tomada por um ódio nítido que me assustava... Suas mãos em punho... Os sons que se seguiram do lado de fora não eram nada discretos e era óbvio o que estava acontecendo ali.

– Ai tio! Disse a mulher e mais um baque surdo foi ouvido e logo depois alguns passos se fizeram ecoar até ficaram distantes.

– Edward? Chamei preocupada... A sua feição não mudava.

– Eu vou matar esse desgraçado nojento! Vociferou ele e eu realmente tive medo... O ódio no rosto de Edward me assustava... Nunca o tinha visto assim com os olhos vidrados olhando através de mim.

– Edward, por favor! Choraminguei com medo do que ele pudesse fazer no instante em que vi ele pegando a arma que Emmett havia lhe dado e que se encontrava no chão ao nosso lado... Ele pareceu voltar a si e me fitou piscando os olhos. – Amor! Disse ainda com medo... Edward me agarrou me levando de encontro ao seu corpo e me abraçou forte.

– Ele nunca... Nunca mais vai encostar um dedo em você... Antes eu vou mata-lo! Declarou.

– Edward está me assustando! Disse escondida em seu peito... Levantei meu rosto e o fitei. – Vamos sair daqui... Acho que não tem mais ninguém ai fora? Pedi pegando minha calça de volta... Edward e eu nos vestimos e ele voltou a pegar a arma na mão... Segurei em sua mão e olhando em seus olhos. – Edward olha pra mim! Pedi e ele o fez. – Por favor, pela Mel não faz uma loucura ok? Não vale a pena! Pedi e ele ainda me olhando respirou fundo.

– Não tenho sangue de barata... Eu ouvi muito bem e...

– Edward ele é doente, maluco...

– Não tem desculpa... Se ele atravessar o meu caminho será um homem morto! Afirmou decidido.

– E sua filha vai ficar sem o pai que agora descobriu? Perguntei e ele fechou os olhos com força para abri-los logo em seguida.

– Vamos sair daqui! Disse ele destrancando a porta e a abrindo com cuidado, peguei o envelope e segurei em sua mão... Pé contra pé chegamos a porta que dava acesso ao jardim de inverno e voltamos rapidamente para a biblioteca... Abrimos a porta que dava acesso à piscina e alcançamos o lado de fora da mansão... Os cachorros logo reapareceram.

– Quietos meninos! Pedi enquanto Edward a minha frente me puxava com delicadeza... Logo ouvi o barulho do celular de Edward vibrando por estar no silencioso... Alcançamos o pequeno portão.

– Estamos chegando na rua! Disse no celular e ficou mudo, desligando logo depois. – Emmett nos espera dentro do furgão! Afirmou e assim que alcançamos a calçada eu consegui voltar a respirar.

...

– Caramba eu estava desesperado já pensando em ligar para Jacob, não achei boa idéia usar os fogos de artificio! Dizia Emmett enquanto dirigia... Meu corpo todo tremia de forma incontrolável.

– Phill apareceu! Disse Edward e Emmett freou o furgão de forma brusca me levando a chocar-me com o banco da frente.

– MERDA! Soltou ele.

– Emmett! Devolvi irritada.

– Desculpe Bella! Disse ele voltando a dirigir.

– Acho melhor só... Só conversarmos quando chegarmos em casa! Declarei ainda tremendo e ficamos em silencio.

...

– Está tudo aqui! Disse Jacob. – Espera, o que é isso? Perguntou ele levantando um papel.

– Ah caiu no chão quando Bella puxou o envelope de dentro do cofre! Afirmou Edward.

– O que é? Perguntei me aproximando... Estava agora mais calma depois de chegar em casa... Emmett avisou Jacob no caminho para casa que estávamos indo pra lá com as provas... Já se passava das sete da manhã... Havíamos praticamente passado a madrugada dentro da mansão.

– Bella... Se trata... Se trata de um testamento! Afirmou Jacob ao me entregar... Eu li o conteúdo tendo Edward ao meu lado fazendo o mesmo.

– Ele mudou o testamento! Disse Edward.

– A data é de um dia antes a morte de papai! Afirmei... No testamento ele não deixava nada para Phill apenas para mim e para mamãe. – Ainda sim ele seria beneficiado por ter se casado com mamãe! Afirmei chateada... Papai tentara nos proteger, mas infelizmente não teve tempo de agir oficialmente.

...

Não demorou muito para aparecer uma certa sapequinha na cozinha de casa coçando os olhinhos.

– Mel você desceu as escadas descalça? Perguntei recriminando-a.

– Mamãe Mel num apareceu quarto meu! Afirmou chateada se aproximando de mim... A peguei no colo e ela como sempre se escondeu em meu pescoço... Ainda estava sonolenta.

– Oh minha gatinha manhosa, está com fome? Perguntei passando a mão em seus cabelos finos e bagunçados.

– Mel fome sim! Disse ela contra meu pescoço de forma preguiçosa.

– Será que esta princesinha preguiçosa me daria um beijo de bom dia! Disse Edward depois de presenciar a cena de uma Mel um tanto mal humorada... Mel levantou o rosto buscando a voz e já abrindo um lindo sorriso.

– Papai! Disse ela se remexendo em meu colo ansiosa para descer e ir ao encontro de seu papai... A coloquei no chão e ela se atirou nos braços de Edward que a sentou em seu colo ao mesmo tempo que a abraçava.

– Ah com o papai o mal humor vai embora não é Mel? Perguntei e ela me olhou de soslaio e em resposta sorri indo preparar o seu café da manhã.

...

– Bella agora sim podemos apresentar a denuncia formal e você poderá dentro de poucos dias prestar depoimento... Dizia Jacob.

– Precisamos nos preparar juridicamente para isto... Bella foi considerada morta pela justiça e talvez tenhamos alguns transtornos por conta disso! Disse Edward.

– Sim tem razão, mas acredito que formulando o meu relatório de forma muito clara ao explicar como tudo ocorreu tenho a certeza que irão pedir apenas que ela conte da ocasião da morte de Charlie sem causarem maiores transtornos... Eu tenho o FBI do meu lado! Afirmou Jacob. – Vamos primeiro fazer a denuncia de corrupção e assim que a justiça se pronunciar oficialmente levamos Bella até eles! Concluiu.

(...)

– Como assim? Vocês... Vocês transaram num cubículo dentro da mansão? Perguntou Alice incrédula e no mesmo instante ouvi as risadas de Rosalie... Alice era insuportável quando queria... Desde aquela noite na mansão as coisas entre mim e Edward estavam frias... Sim frias... Talvez por conta de todos os acontecimentos e talvez por ele ainda estar confuso por conta da magoa que nitidamente ainda não havia superado... E eu já estava ciente de que não bastava pedir perdão, coisa que eu já tinha feito algumas vezes e de forma sincera... A questão é que Edward estava confuso, era nítido e eu não tinha outra escolha a não ser esperar com paciência... Quanto a Alice... Ela percebera o clima estranho e insinuando uma coisa ali e outra aqui acabou me fazendo contar o que eu não queria para variar.

– Será que você pode, por favor, ser um pouco mais discreta? A sua mãe está no cômodo ao lado com a sua sobrinha Alice! Soltei envergonhada.

– Escuta o que deu em você... Foi a adrenalina ou o que? Nossa que fogo viu... No meio daquela loucura toda vocês...

– Para Alli estou pedindo! Disse chateada... Rosalie ainda ria.

– Coitado do meu marido... Estava do lado de fora todo preocupado e o casal estava lá dentro nos finalmente! Disse gargalhando no final... Fechei os olhos com força.

– Eu nunca mais conto nada para vocês! Afirmei ainda envergonhada.

– Ah larga se ser besta, tem mais é que atacar mesmo... Antes você ousada do que a loira dando em cima dele! Disse Alice.

– Será que dá para não falar na existência desta oxigenada inconveniente? Pedi de forma exasperada... Alice não teve chance de retrucar, pois antes que o fizesse fomos interrompidas pela tv que noticiava o que já esperávamos a dias...

– O FBI declara ter provas contundentes de que Phillipe Swan era o verdadeiro responsável pela venda de licitações dentro do gabinete de seu irmão o então senador falecido Charlie Swan... O FBI está neste momento se preparando para impetrar oficialmente a acusação contra Phillipe Swan e assim leva-lo a prestar seu depoimento e por fim ser julgado! Dizia o noticiário deixando todas nós na expectativa...

Notas finais
E aí o que acharam? Estou aqui na espectativa para saber se mandei bem ou mais ou menos ou pior se fui péssima na escrita... Por favor, me digam ok?
Bjos e até o próximo capítulo!