Pai Herói
2 Capitulo 2
Notas iniciais
demorei mais voltei!
aqui esta outro capitulo prontinho!
Uma onda crescente de ansiedade deixava o estomago de Bella cheios de borboletas batendo a assas a livre voo, enquanto o tai para próximo ao belo chafariz que adornava a mansão Cullen.
A luxuosa mansão dos Cullen, om seus tetos avermelhados em três andares com inúmeras janelas altas e em arco, pareia tão imponente quanto recordava... embora, para ser sincera consigo mesma, tivesse se empenhado ao máximo durante os últimos onze anos para não pensar naquele lugar. Estivera com apenas dezessete anos quando partira dali e, na época, não tivera a menor intensão de voltar. _ Eu e minhas grandes intensões... _ murmurou ironicamente consigo mesma, procurando não pensar muito sobre o por que de nunca ter voltado ali ate hoje. Mesmo muito tempo tendo passado, as lembranças eram dolorosas, permitia-se pensar apenas em sua obrigação para om sua tia Rennê. Lembrando-se a todo momento que tendo cumprido tal obrigação poderá voltar correndo para sua casa em Phoenix, estado com uma reserva para o voo que sairia as sete horas daquela noite. Segurando com uma força desnecessária a bolsa de couro, encarava a porta da grande casa, que se encontrava a penas cinco degraus a sua frente, com medo de seus fantasmas do passado voltarem a tona ela tremia, embora tivesse sido convidada para vir ate ali, tendo, na verdade, se tratando mais de uma súplica de que um convite, a iniciativa partira de sua tia. precisamos ver voce com máxima urgência! disse renne ao telefone na semana anterior... depois de um silencio que durou pouco mais de dez anos. ele faz esse tipo de operação a toda hora, mais para o caso de algo me acontecer, precisamos conversar. É muito importante. Prometa que virá. Bella não teve corregem de negar ao pedido de sua tia, mesmo por que ela já estava muito debilitada e havia algo que sua tia queria lhe dizer. Ela sentia que tinha que conversar com ela, esclarecer muitos assustos não terminados. Não sambendo de onde havia tirado coragem tocou a campainha da grande e imponente mansão Cullen. Com um medo avasalhador de que fosse a senhora Cullen a lhe atender fechou os olhos e desejou que fosse apenas algum dos criado que trabalhava na casa, pois não saberia com que cara iria encarar a tão respeitável dama. _ Em que posso ajuda-la? _ Perguntou uma carismática senhora robusta de meia idade, lhe olhando dos pes a cabeça a senhora lhe ofereceu um belo sorriso. _ Manuel me deixou entrar! _ disse sorrindo fracaente já imaginando que a senhora deveria mesmo estar pensando isso. _ Ele estava trabalhando junto a entrada principal. Sou a sobrinha de renne swan! O nome do jardineiro e obivia familiaridade de Bella com o velho homem fez com que o a mulher abrisse ainda mais o sorriso. _ Oh você deve ser Bella! _ a mulher foi logo dando passagem a moça a sua frente. _ Renne me disse que viria, é muita bondade sua estar aqui para apoia-la. Sua tia nunca disse que estava nervosa pela cirurgia... quero dizer, voce sabe o quanto ela é reservada. Mais imagino que estava morrendo de medo. Quando me falou haia pedido para voce vir, fiquei bastante aliviada em saber que teria alguém ao seu lado. Trabalho aqui a dois anos e eu nem sequer sabia que ela tinha algum parente. Não ate que meensionou voce na semana passada, claro. A mulher falava rápido e nem notou que já falava a um Bomtempo. _ Oh, não tive a intenção de falar tanto. Tudo tem estado tao tenso aqui nessa última semana. Sou Sue, a governanta dos Cullen. _ ela disse depois de passar um tempo só respirando. _ Como esta sua tia? Tanto quando subito o jeito amistoso da mulher , a pergunta deixou bella sem açao.mal se dando conta da propria expressão de ansiedade, apesar de certo alivio ante o evidentee desconhecimento da governanta perante sua istoria com aquela familia, ela encontrou-lhe os afaveis olhos castanhos.– Sua tia. Esta melhor? deixaram voce entrar para ve-la, nao foi? – Ela nao esta aqui? – Bem, nao. Renne esta.. Oh puxa. o ospital nao entrou em contato com voce?Vendo a tensao no rosto de bella enquanto sacudia a cabeça devagar. Sue torceu as maos em frente o avental branco e respirou fundo.– Renne teve um ataque cardiaco ontem. e ainda nao estava muito bem a noite. mais, pelo que sei, nao piorou — acrescentou ela depressa, querendo amenizar as noticias que obvimente estava tao consternada em trasmitir. — Ao menos nao quando liguei pela manha para perguntar. achei mesmo que voce prestes a chegar e que passaria aqui para pegar algumas coisas para levar ate ela.– Em que hospital está?– No Memorial. foi nesse que o Dr. Cullen ficou enternado antes de falecer, assim tenho certeza que renne esta recenbemdo exelentes cuidados — disse Sue no tom confidencial que a criadagem usava entre si. — Ouvi a senhora Cullen falando varias vezes o quanto ficou grata pela maravilhosa equipe que cuidou de seu marido!um ligeiro ruido de pappaeis sendo folhados chou ate ambas. embora nao passase despercebido a Sue, Bella mal notou, pois ainda lamentava a morte de Carlisle Cullen.– Sinto muito em saber sobre o senhor Cullen. ele era um homen bom.Agora a governanta arqueava as sobrançelhas em surpressa.– Voce o conheçeu?– Morei aqui. com a minha tia!– É mesmo?bella hesitou, desejando ter mantido seu pesa para si mesma.
– Sim. Ha muito tempo, quando eu era apenas uma garato!– Ah entendo. saabe, é uma pena que a sra. Cullen esteja ausente esse mes — declarou a gavernata, como se a presença da mulher pudesse de alguma forma, fazer diferença na qualidadde de atendimento que sua ozinheira receberia. — Para escapar do terrivel frio!O som do papael camou a atençao da governantaque parou de repente, sendo subistituido em seguida pelo ruido d algum objeto pesado chogando se de encontro a algo solido. sue com um ar mais preocupado murmura um "com liçença" e marcha mansao a dentro.observando-a afastar-se, bella soltou um suspiro longo e um tanto tremulo. a gorverta jamais saberia o quanto ela estava aliviada em saber que nao depararia com esme cullen. ou com qualquer outro cullen, para ser exata. com o sr. cullen morto e edward, sem duvida tendo se mudado dali havia muito tempo, sentiu parte da sua tensao se desipando. o que sentia agora tinha haver com preocupacao com sua tia.permitiu-se suspirar e observar em volta da grande sala, lembrando que fazia muito tempo que havia partido, lembrava-se de ecorregar com edwad no corrimal da grande escadaria, as lembraças eram muito nitidas. ouviu vozes vindo do corredor. uma era da governanta, a outra era baixa demais para que pudesse identificar. nao querend ouvir conversar alheis, correu os olhos pelos moveis e porta retratos que tinha na sala, bella ficou muito intrigada com a foto de uma meninha de lngos cabelos acobreados, ela nao sabia de onde vinha mais sabia que conhecia aquela criança de algum lugar.– Então leve o llivro para o seu quarto para consulta-lo! — disse a governata a criança que vinha logo atras, com um livro muito grosso nas maos. bella reparou que a crinça era a mesma da foto, achou a menina tao linda, tao parecida cm edward, só nao os olhos, esses eram grandes e marrons, demostrava muita curiosidade neles, ela teve a leve empreensao de conhecer aqueles olhos só nao lembrava da onde!
Notas finais
bem foi isso espero a opniao de vcs!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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