Notas iniciais
Obrigado a todos que estão acompanhando!!!
O capitulo quase não saia, mas acabei que eu me animei. Estou na reta final do ano e sabem como é, provas finais.. Então esta difícil escreve para minhas fic.. Alem dos estudos esta acabando com meu tempo e imaginação. Mas vou tentar o maximo. Espero que gostem.

-Isso. –Ele respondeu os aproximando antes que ela percebesse e quando menos esperava ele uniu seus lábios em um beijo desejado há muito tempo por ambos. –Eu te amo Sara, mesmo lhe fazendo sofrer eu lhe amo e pode parecer egoísmo, mas não quero que mais ninguém lhe faça sofrer. Eu não quero te perde então me conte o que esta acontecendo. Por favor...

Ainda atordoada com o beijo que a pegou de surpresa conseguiu entender as palavras de Grissom, só não conseguiu acreditar. Ela finalmente havia ouvida as três palavras que sempre sonhou em ouvi, alem de ter tocado os lábios que sempre quis toca.

-Sara me desculpe, eu não devia ter feito... –Grissom começou a disser vendo a confusão na expressão da perita, mas ela logo o interrompeu sem saber direito o que disser.

-Não se desculpe. Esta tudo bem é que... Estou confusa. –Admitiu por fim e mesmo com tudo seu receio resolveu contar a verdade.

E contou cada detalhe, cada dor que sentiu e algumas vezes percebia que estava para chora, mais se segurou e foi firme ate o fim, não queria chora na frente dele e achou isso tão idiota. Afinal ela o ama certo? E ele também... Mas apesar de saber que podia contar qualquer coisa a Grissom, que era tão fácil contar tudo a Grissom não podia abaixa a guarda, não podia, não seria Sara Sidle.

E Grissom a observou com todo cuidado, viu que não importasse o que acontecesse, não importasse o problema ou sua gravidade ela seria forte, claro que algumas vezes ano iria suporta, mas seria forte o suficiente para seguir o que quer. Mas apesar de admirá-la sentia raiva, não por ter conseguido descobri tudo, mas raiva por saber que não foi capaz de protegê-la mesmo não sendo o culpado.

Raiva por saber que aluguem o tocou e a machucou, raiva por não ter ido lá mesmo ver como estava, raiva por terem machucado a mulher que ama. E esta raiva se transformou em um desejo de vingança que nunca teve e assim que ouviu as ultimas palavras de Sara saiu de sua sala com violência e partiu para seu carro.

A perita ficou assustava ao ver daquele jeito, saindo de perto dela sem nem olhara, sem ter ao menos perguntando se ela estava bem agora. O observou bater a porta de sua sala e sair andando passando por cima de quem fosse e antes que o perdesse de vista foi atrás dela se arrependendo que ter dito o que disse.

-Grissom! –Ela o chamou correndo para poder fica a seu lado. –Não faça o que pretende fazer! Vai coloca todos em risco.

Ele não a respondeu, continuou andando ligeiramente e chamou o elevador.

-Grissom me escuta! Será que da para pensar um pouco? Havia e há uma razão para eu ter ficado quieta, ele vai machucá-los! Pior pode matá-los! É isso que voce quer? Que sua equipe se vá desse jeito? Merda Grissom olha para mim! –Mas ele não a olhou entrou no elevador assim que as portas abriram e ela fez o mesmo.

-Se quer me ignora depois de ter dito que me ama tudo bem não será a primeira vez que vai me deixar confusa. Já estou ate acostumada, sei que esta com raiva acredite eu também estou, mas agora seria bom se voce parasse e pensa-se nas conseqüências dos atos que pretende realizar. – O elevador chegou a seu destino e Sara continuou seguindo seu supervisou ate o seu carro.

-Fala serio Grissom isso é irracional, eu já fiz varias coisas irracionais, mas isso é demais. Qual se grande plano? Sair para casa dele sem mandando sem policias sem nada? -Gil entrou no carro e apesar de ter escutado cada palavra do que ela disse girou a chave dando a partida no carro ate ouvi a porta a seu lado bater.

-Sara sai do carro e volte para o laboratório. –Disse a Sara em voz baixa.

-Esta falando comigo então? Bom saber...

-Eu estou falando serio.

-E eu também, já lhe disse que esta cometendo um erro mais se quer ir para a cova eu vou com voce. E não me venha com isso é perigoso demais ou que voce não pode se arrisca a coisas do tipo. Sou maior de idade, independente e sei responder por minhas atitudes.

-Não posso correr o risco de lhe perde.

-E eu posso? Não Gil, se quiser se suicida e arrisca todos quem gostamos eu vou com voce. E sabe que não vai consegui me fazer mudar de ideia.

-Sim, eu sei. –Ele disse desligando o carro.

-Mudou de ideia? –Ela perguntou se virando para encará-lo.

-Não, quero disser eu não sei. Voce tem razão é suicídio ou pelo menos irracional de minha parte.

-Definitivamente tenho.

-Me desculpe. Eu devia ter parado para pensar no que fazer e não agir pelo impulso da raiva. É que saber que alguém fez o que fez com voce...

-Hei Gil. –Ela o chamou o fazendo percebe sua real presença. Ele estava ao lado da mulher que diz que ama e que de fato ama, a mulher que a beijou como sempre quis fazer e invés de protege-la estava quase a levando com ela para o perigo. –Não se preocupe, voce vai descobri o que fazer, tenho certeza que vai.

-Eu nunca soube o que fazer, não com voce.

-Mas esta perto de descobri. –Ela disse os aproximando ainda mais.

-Por que acha isso? –Ele perguntou sentindo a respiração acelerada de Sara em ritmo com a sua.

-Porque pela primeira vez sinto que esta realmente próximo de mim. E não vou deixá-lo escapa-lo, cansei de espera sabia?

-Estão me desculpa por ter te feito espera tanto.

-Não importa, voce chegou, não chegou?

-Eu não sei. –Diante dessas palavras Sara recuou e se assustou assim como Grissom com a batida no vidro.

-O casal tem um minuto de atenção? –Brass perguntou e Grissom tentou ignora o que ouviu, não queria torna o ar mais pesado do que ele já tinha feito fica.

-O que houve?

-Só o mandando que chegou, queria saber se vocês vem para casa do tão Peter, se não estiverem muito ocupados.

-Vou com voce Brass, nunca estou ocupada a suficiente para não me dedica no trabalho, não é mesmo Grissom? -Gil não sabia o que responder e nem Sara ficou para espera sua resposta. Desceu do carro batendo a porta e indo para o carro de Brass.

-Perdi alguma coisa? –O capitão perguntou confuso.

-Não eu perdi, de novo.

Notas finais
Próximo capitulo será o ultimo vou tentar não demora a posta.
Bjs