Paciência
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Sara logo chega à cena de crime ainda não acreditando que seu chefe havia ficado no laboratório para ler relatórios, mas para ela sempre é assim, e sempre será. Ele lá e ela cá, dois mundos de duas pessoas totalmente diferentes.
-Cadê o Grissom? –O capitão Jim Brass perguntou vendo a jovem sozinha.
-Ficou no laboratório. –Respondeu, mas logo mudou de assunto. –Onde foi os assassinatos?
-Terceiro andar. –Ele respondeu percebendo que era melhor esquecer o amigo.
Os dois seguiram em silencio pelo elevador. O capitão se perguntava por que o amigo não havia ido, afinal ele não perde uma cena de crime. Já o jovem tentava ao maximo foca sua mente no trabalho pelo menos uma vez em dias. Mas falhou, apesar de seu problema não esta com ela sua mente não o tirava da cabeça, parecia que a distancia entre eles só vazia seus pensamentos serem mais fortes.
-As vitimas se chamam Samatha Marques 23 anos, e Kelly Roth 22 anos.-As duas foram encontradas na cada com tiros no peito. Peguei a ficha, estavam à procura de emprego em Las Vegas se hospedaram ontem a noite, foram vistas vivas as 11 da noite de hoje.
-Alguém viu alguma movimentação no quarto?
-Já falei com os quartos ao lado, nada apenas o barulho do tiro, quando entraram já estava assim. –Sara o ouviu atentamente analisando a porta.
-Depois do tiro alguém arrombou a porta para entra? –Ela perguntou vendo os sinais de arrombamento.
-Não encontraram assim, seja lá quem entrou foi rápido, arrombou a porta atirou e saiu.
-E foi discreto ao sair. –Ela completou, indo para o lado de fora da porta na esperança de encontrar marcas de sapato deixado por seu culpado.
-Brass passa meu kit que deixei no chão?
-Aqui esta. –O capitão a deu seu Kit vendo a jovem trabalha.
-Temos alguém que calça 47 aqui. –Disse satisfeita com a descoberta. Ela guardou a evidencia e voltou para o quarto, agora mais próxima das vitimas e procurou por mais alguma coisa deixada pelo assassino.
-Não a marcas de pólvora, o tiro foi de longe. Provavelmente estavam dormindo, elas só devem ter visto alguém quebra a porta depois o barulho do tiro.
-Nem todos têm tempo de percebe a morte. Vou ver se o gerente do hotel diz algo que possa lhe ajuda.
-Obrigado Brass, vou termina aqui dentro e te encontro.
Sara continuou analisando a cena, mas não encontrou nada suspeito. Pelo visto nem havia levado nem um minuto para acabar com as vitimas. Cansada de não ver nada, ela terminou de fotografa a cena e foi ao encontro de Brass.
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Enquanto Sara ai taras de mais informação Grissom guardava os relatórios já vistos. Nem ele ao certo sabia por que deixou sua subordinada ir sozinha, de certo modo ele já sabia de quem seria o caso, mas poderia ter ido ajudá-la. Talvez ele soubesse que não tinha haver com sua decisão de deixar ver como ela se saia no comando do caso, e sim pelo fato de que cada minuto ao seu lado é uma tortura para si próprio.
-Grissom? –Greg o chamou com sua pior cara.
-Pensei que estava em seu caso.
-Se houvesse caso, acredita que eu estava analisando tudo enquanto um cara invadiu a cena de crime e se declarou culpado? Disse que se sentia péssima e resolveu se entregar. As digitais dele estão em todo lugar e sua arma bate com as bala que atravessou e matou a vitima.
-Eu acredito em muitas coisas Greg.
-Mas eu não acredito que nem tive como solucionar um caso meu... –Ele se queixou entregando seu relatório ao chefe. –Foi muito rápido...
-Se quer trabalha vá ajuda a Sara.
-Ta bom.
-Hei Greg! –Grissom o chamou antes de ele ir.
-O que foi?
-Ela esta no comando do caso. –Ele o informou de algo que nem a própria Sara sabia.
-Não acredito que deu mais um motivo para ela mandar em mim. –Greg brincou, mas apenas ele riu. –E voce?
-Também estou no caso.
-Então a Sara também vai te comandar? –Greg perguntou confuso.
-Exatamente.
-Por quê?
-Porque sim, voce não devia esta a ajudando?
Greg então partiu para ajudar sua amiga, e agora temporariamente sua chefe se perguntando o que havia acontecendo com Grissom. Antes ele procuraria o que se falava pelo laboratório, mais agora é um Csi e vai descobri por conta própria porque dele querer Sara no comando.
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Sara já havia achado Brass que disse que o gerente não sabia de nada, mas havia cedido as fitas de entrada do hotel para o laboratório. Agora a sorte estava lançada na fita, eles tinham que acha alguém suspeito senão a única coisa que lhe restariam era uma pegada de alguém que calça 47.
-O que vai fazer agora?
-Não sei Brass, voltar ao laboratório e tentar ver algo.
-Sara. –Greg a chamou correndo em sua direção. — Oi capitão.
-O que esta fazendo aqui Greg? –A jovem perguntou.
-Longa historias, mas vamos disser que meu caso foi solucionado em tempo recorde. E ai o que eu tenho que fazer chefinha?
-Chefinha?
-É não é voce que esta no comando.
-Quem disse que eu estou no comando?
-O Grissom, ele disse que voce ai comanda nos dois no caso.
-Bem eu vou indo, qualquer novidade me avisem. Os corpos já foram mandados para a necropsia. Boa sorte Sara. –Assim Brass se retirou deixando os dois peritos sozinho.
-Eu não sei de nada sobre esta no comando.
-Bem , foi o Grissom que me disse. O que falta fazer?
-Nada, só achei uma pegada e fitas. Acho que a necropsia também não vai da nada de mais. Só nos resta volta para o laboratório.
-Eu acabei de chegar! –Greg questionou.
-Sinto muito. –Sara disse sorrindo voltando para seu carro já decidida a encara seu chefe. Seu amor.
Assim que chegaram ao laboratório Greg sabendo que Sara iria traz de Grissom resolveu ir atrás do legista em busca de informação.
-Grissom posso entra? –Sara perguntou batendo na porta dele.
-Claro. Achou que evidencias? –Ele perguntou não tirando os olhos do papel que lia.
-Uma pegada na porta, umas fitas. Nada demais.
-Nunca sabemos o que se espera de um caso.
-Nem na vida. –Ela completou olhando para o chão. Ele rapidamente o olhou achando que tinha algo de errado.
-Esta tudo bem? –Grissom perguntou.
-Esta, por não estaria? –Como ele não a respondeu começou a pergunta o que realmente queria. –Greg me disse que voce disse a ele que eu estou no comando do caso. É verdade?
-Sim.
-Porque não me disse nada?
-Eu esqueci.
-Por quê?
-As pessoas esquecem das coisas Sara.
-Não, porque me colocou no comando. –Ela se corrigiu querendo saber logo a resposta. Grissom apenas suspirou pensando no que lhe disser.
-Porque Grissom. –Ela insistiu.
-Quero ver como se sai. –Ele disse, mas não a convenceu.
-Não tem alguma coisa amais do que um teste. O que é?
-Não sei, não sabemos quem ira comandar todos amanha. –Apesar de não terem sidas nítidas suas palavras a atingiram em cheio.
-Você vai deixar o laboratório? –Ela perguntou querendo ouvi um não de sua boca, mais ouviu duas palavras que trouxeram o pânico para si.
-Não sei.
-Por quê? Porque vai embora?
-Não disse que vou embora.
-Quis dizer isso. Grissom voce não pode. –Ela afirmou se sentando tentando não demonstra nenhum sentimento alterado para ele, mas o medo de perdê-lo de vez aumentava em todas as palavras que ele dizia.
-Por quê?
-Porque o laboratório precisa de voce. Nos precisamos de voce. –Eu preciso de voce. Ela pensou mais não disse, não podia perde seu foco, não podia deixá-lo ir para longe.
-Acho que essas palavras são minhas. –Ele disse se lembrando de quando quase a perdeu. –Peço que não diga nada ninguém nem mesmo ao Greg. Resolva este caso, não vou parti de hoje para amanha.
-Então voce vai partir. –Ela sussurrou permitindo que uma lagrima escorresse do seu rosto.
-Eu sinto muito. –Ele disse não apenas para ela mais para si mesmo. Nessa hora o pânico dentro dela foi tomada por uma raiva que a quase lhe fez disser o que estava preso dela por tanto tempo.
-Não, não senti, nunca sentiu e nem vai sentir, — Foi apenas o que disse se levantando indo embora sem o olhar.
Notas finais
Obrigado a todos
beijao Ps: A fic se passa depois da equipe ter sido separada.
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