Notas iniciais
Espero que gostem do capítulo e da fic!

PMH (Protecção Mundial Humana)

Capítulo 1 – Regresso a casa doente

Raf POV

Olá! Chamo-me Raffaella, mas podem tratar-me por Raf. Tenho 24 anos e trabalho na empresa em que o meu pai é o fundador: PMH. PMH significa Protecção Mundial Humana, e eu nessa empresa sou uma agente secreta e o braço direito do meu pai. Sou casada com o Sulfus há quase 1 ano. Somos felizes, vivemos juntos (mau era se não vivêssemos) e temos a nossa própria casa. O Sulfus e os pais dele também trabalham na mesma empresa que eu, o Sulfus também é o braço direito do meu pai e também treina o exército da PMH.

Flashback on

De repente tinha começado a chover enquanto Sulfus acompanhava Raf até casa desta. E ainda por cima não tinham trazido nem guarda-chuva ou outra coisa para se protegerem da chuva.

“Sulfus…eu preciso de te contar o que sinto realmente por ti…” disse a rapariga e Sulfus olhou para ela “…eu…amo-te” disse Raf soltando aquilo que sentia cá para fora o que deixou lá dentro durante 5 anos.

“Eu também te amo Raf” disse Sulfus e Raf olhou para ele olhos nos olhos. Sulfus aproximou o seu rosto do dela e ela também se aproximou e juntaram as suas testas e depois os seus lábios e deram o seu primeiro beijo em plena chuva.

Flashback off

Depois disto começamos a namorar. Passado mais ou menos 3 anos decidimos casar-nos.

Narrador POV

Naquele dia tinha sido muito cheio…principalmente para Raf que tinha voltado de uma missão na Antárctida. Raf estava gelada e saiu do avião a espirrar, mas depois esse frio desapareceu quando viu Sulfus e ele pôs um cobertor em roda do corpo da amada.

“Já estás mais quente?” perguntou Sulfus.

“Sim…obrigada” disse Raf dando a Sulfus um beijo na bochecha “Tive muitas saudades tuas” disse Raf.

Sulfus deu-lhe um beijo na testa “Não te preocupes que eu tive muito mais” disse Sulfus abraçando a esposa “Vamos para dentro?” perguntou Sulfus.

“Sim…quero ir ver os meus pais” disse Raf. Ambos foram para dentro e dirigiram-se para a sala de controlo, ou seja, a sala onde o director, ou neste caso, o fundador trabalha.

“Olá pai, olá mãe” disse Raf e os seus pais desviaram o olhar do computador para a sua filha.

“Olá Raf. Como correu a missão?” perguntou o pai da rapariga, Emanuel.

“Correu bem. Dei cabe deles…como sempre” disse Raf e todos se começaram a rir com esta afirmação. Raf de repente começou a espirrar sem parar.

“Raf, agora se quiseres podes ir para casa…já que acabaste de voltar de um missão” disse a mãe, Angélica.

“Acho que sim…estou um pouco cansada e não me sinto lá muito bem…” disse Raf. Raf virou as costas e foi para a porta.

“Sulfus…podes ir com a Raf para casa e cuidar dela é que acho que ela está a ficar um pouco doente…” disse Angélica.

“Claro…e além disso eu ia-lhe pedir se me pode pôr de baixa para eu ficar com ela” disse Sulfus.

“Sim eu ponho…” disse Angélica.

“Vai ser um pouco difícil, já que ela não gosta nada de ficar presa a uma cama…” disse Sulfus.

“Mas de qualquer maneira tenta mantê-la em casa. Mas se um dia não poderes ficar com ela e a Elisabete não poder estar, liga-me e eu fico” disse Angélica.

“Está bem…eu logo dou novidades” disse Sulfus.

“Tá, adeus” disse Angélica.

“Adeus” disse Sulfus.

Sulfus foi ter com Raf e deu com ela na porta para o hall de entrada “Raf!” gritou ele e ela ouvindo o marido virou-se para trás.

Sulfus foi ter com ela “Sulfus, não devias estar a trabalhar?” perguntou Raf.

“Sim, eu vou ficar contigo…achas que eu te ia deixar ir sozinha para casa nesse estado?” perguntou Sulfus.

“Não e também acho que estou um pouco quente” disse Raf e Sulfus pôs os seus lábios na sua testa e reparou que também estava quente.

“Tens razão…acho que quando chegarmos a casa tens de ir ver a febre” disse Sulfus e Raf assentiu.

Ambos dirigiram-se ao carro e foram para a sua casa.

Entraram “Veste o pijama e vai para a cama que eu vou pedir à Elisabete para fazer um chá para ti…se precisares de alguma coisa chama” disse Sulfus e a esposa deste assentiu. Raf subiu as escadas e foi para o quarto.

Sulfus dirigiu-se à sala onde a empregada estaria a limpar “Elisabete, podes fazer um chá se faz favor?” disse Sulfus.

“O senhor não se está a sentir bem?” perguntou a empregada preocupada com o patrão.

“Não…não sou eu…é a minha esposa, que chegou de uma missão na Antárctida e agora deve ter apanhado uma gripe ou qualquer coisa do género” disse Sulfus.

“É para já senhor, não demora nada” disse Elisabete deixando as limpezas e ir à cozinha fazer o chá.

Passado 1 minuto…

Elisabete chegou com o chá “Aqui está um chá para a senhora” disse Elisabete passando o tabuleiro que tinha o chá e mais umas bolachas “Espero que não se importe, mas também pus umas bolachas para acompanhar o chá, e também para a senhora se alimentar já que na missão não deve ter comido pouco ou nada de jeito” disse a mulher.

“Não, não me importo e além disso também ia pedir” disse Sulfus saindo da sala e dirigindo-se ao seu quarto.

Sulfus entrou no quarto e pousou o tabuleiro na cómoda e tirou de uma gaveta o termómetro “Põe o termómetro” disse Sulfus sentando-se na beira da cama ao pé da sua esposa.

Passado alguns segundos…

O termómetro começou a tocar e Raf tirou-o debaixo do seu braço e deu a Sulfus “37.5” disse Sulfus “Acho que vou chamar o Alberto para ele vir até cá, porque senão não vais lá” disse Sulfus preocupado com a esposa.

“Está bem” disse a rapariga doente.

“Agora toma o chá e come qualquer coisa, e depois descansa” disse Sulfus beijando carinhosamente a testa da sua querida, bela e amada esposa.

Raf assentiu e Sulfus foi para o seu escritório pegou no telefone e ligou ao seu amigo, Alberto, que era o médico de família.

“Olá Alberto, ainda tens uma vaga para hoje?” perguntou Sulfus.

“Sim, porquê?” perguntou Alberto.

“Porque a minha esposa está doente e com um pouco de febre, não podes vir cá a casa?” perguntou Sulfus.

“Claro…eu passo por aí daqui a…10 minutos pode ser?” perguntou o médico.

“Ok, até já” disse Sulfus.

“Até já” disse Alberto e desligou a chamada.

Sulfus pousou o telefone e foi para o seu quarto “O Alberto está aqui dentro de 10 minutos” disse Sulfus confortando a sua esposa.

“Por mim tudo bem…eu só quero que isto passe” disse Raf pondo a sua cabeça no peito de Sulfus abraçando-o da qual o mesmo retribuiu.

“Não te preocupes isto passa…” disse Sulfus e de repente ouviu a campainha “Deve ser o Alberto…” disse Sulfus saindo do lado da sua esposa e ir à entrada do casarão.

Quando já estava lá Alberto já tinha entrado e Sulfus deu-lhe um aperto de mão “Olá como está?” perguntou Sulfus.

“Estou bem…então onde está a doente?” perguntou o médico.

“Está no meu quarto…a Elisabete acompanho-o” disse Sulfus e Alberto subiu com a empregada as escadas em direcção ao quarto.

Passado alguns minutos…

Sulfus estava preocupado…será que seria uma gripe normal que não fazia mal a ninguém ou uma coisa mais grave? Ou até mesmo a sua esposa ter de fazer uma cirurgia qualquer? Duas perguntas…nenhuma resposta por agora.

Alberto desceu e foi ter com Sulfus “Então o que é que ela tem?” perguntou o jovem preocupado.

“Ela só está com uma gripe normal, mais nada…mas agora, enquanto ela não melhorar, tem de ficar sempre em casa quer seja na cama ou no sofá tem de estar sempre em casa e nada de missões” disse Alberto.

“Claro, obrigado Alberto. Quanto é que tenho de pagar?” disse Sulfus pegando na carteira.

“Nada…como tu és meu amigo, para ti é completamente de graça” disse Alberto com um sorriso no rosto.

Sulfus acompanhando-o até à porta “Muito obrigado por teres vindo aqui gastar o teu tempo” disse Sulfus.

“Não gastei tempo, não te preocupes. Agora tenho que ir. Vemo-nos por aí” disse Alberto saindo de casa.

Sulfus acenou-lhe a mão em sinal de adeus e foi ter com a sua esposa.

Entrou e sentou-se a seu lado, na beira da cama “Agora tens de compreender amor, não podes sair de casa. Eu sei que tu não gostas de estar presa em casa mas agora tem que ser…compreendes?” disse Sulfus.

“Sim…eu vou fazer um esforço” disse Raf. Sulfus ao ouvir isto sorriu e juntou a sua testa à dela “Tens a certeza que queres fazer isso? É que posso pegar-te a gripe…” disse Raf.

“Gosto e prefiro arriscar” disse Sulfus unindo os seus lábios aos da sua esposa.

Notas finais
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