PET - Pokemon Estilo De Treinador (1 T)

5 Capitulo 5 - No Começo o Menosprezo


Notas iniciais
Já tentou fazer algo que todos diziam que você não era capaz de fazer, e por isso não te davam uma chance?

Capitulo 5 — No Começo o Menosprezo



Era final do segundo dia de minha nova vida. Uma vida como Treinador Pokémon. Eu já havia aprendido que minha pokeagenda era um aparelho útil e nela carregava-se a minha identidade de treinador. Aprendi que as pokebolas são cápsulas de alta tecnologia que servem para transportar os pokemons. E elas ainda podiam ser transferidas de um local para outro quase que instantaneamente, o teleporte de pokebolas.


Aprendi como capturar um pokemon, o que me causou uma sensação absolutamente nova e gostosa. Conhecer a Melani foi algo especial. Além dela me falar que meu pai era conhecido em outras regiões, ela me mostrou um sentido na captura de pokemons.


Mas, das coisas que eu aprendi a pior foi, ladrões são altamente traiçoeiros. Como ousam atacar uma criança na escuridão da floresta, ainda mais quando ela se prepara para jantar?


Nunca vou esquecer que o membro da Estilo de Poder me menosprezou. Humilhando-me pela falta de experiência. Que o Caçador das Sombras, apesar de ter me salvo, tratou-me como se eu fosse um pobre coitado. Ok! Admito que naquela situação eu era um pobre coitado.


Mas, a questão é que todo mundo estava me menosprezando. Gary com aquela palhaçada de me dispensar. Os ladrões. Aquele garoto moreno, que eu encontrei no caminho. Sabe quando você se sente menosprezado por tudo e por todos?


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A cidade de Veridiana era gigantesca. Qual quer pessoa que entrasse na cidade ficaria impressionado. Talvez fosse realmente uma belíssima cidade para se visitar ou morar. Kevin já a conhecia, por ser a cidade grande mais próxima de sua cidade, era um ponto de visita constante.


Assim que você entrava nela dava de cara com um departamento de policia. Kevin parou alguns segundos para informar sobre o ocorrido na noite passada. Mas, estava cansado e sabia, não iria adiantar de nada. Outro problema era que certamente iam ficar querendo que falassem tantas coisas a respeito. Como eles eram? Alguma peculiaridade?


Kevin assistia um seriado de investigação policial. Não queria ter que passar por tudo aquilo. Além disso, ele não saberia explicar como ainda estava com os seus pokemons. Então, resolveu rumar para o local que ele sabia, tinha de chegar antes que a noite acabasse de cair, afinal, havia andado o dia inteiro.


– Finalmente o Centro Pokemon! — Kevin erguia os braços vitorioso ao entrar no prédio de construção moderna.


Ele escutou uma risadinha abafada. A sua frente estava uma jovem de cabelos rosas e um uniforme branco. Um pequeno gorro na cabeça, com o símbolo da cidade. Kevin sorriu. Aquela era a enfermeira responsável por aquele lugar.


– Bem vindo ao Centro Pokemon de Veridiana. — A enfermeira na recepção o saudou. — Jovem entusiasmado. — A enfermeira completou.


O Centro Pokémon tratava-se de um centro médico especializado em tratar de pokemons doentes ou feridos em batalhas. Fosse ele de treinadores ou selvagens. Era um local onde os viajantes podiam descansar e recuperar seus pokemons com o auxilio da enfermeira do local. Alguns eram bem modernos e grandes, outros eram menores e um pouco rústicos. Mas, normalmente conseguiam atender aos problemas que surgiam.


– Sou o Kevin. — O menino levou a mão na cintura e retirou as duas pokebolas esticando para a enfermeira. — Poderia dar uma olhada neles? Tive alguns probleminhas para chegar aqui. -


– Prazer! Sou a Joy enfermeira da Cidade de Veridiana! — A moça sorriu. — Deixe-me apenas verificar sua licença de treinador para conferir a mensalidade. -


Kevin estendeu a pokeagenda para a enfermeira que a encaixava em uma entrada de computador.


Os Centros Pokemons não eram gratuitos como muitos imaginavam. Todavia, não era caro o seu uso. Um quarto das despesas era pago pela Associação de Batalhas. Outro quarto era pago pela cidade. Um terceiro quarto era pago pelo governo da região. Por fim, os treinadores contribuíam com o último quarto. Era algo simbólico, o valor era pequeno e na verdade era mais para casos de emergência ou alguma reforma.


Uma vez pago a mensalidade você poderia usar do Centro de Pokemon de qualquer lugar no mundo. Tratamento médico para seu pokemon. Primeiros socorros para o treinador. Alojamento conforme capacidade do local. Alimentação. Possibilidade de comunicação e alguns outros.


– Kevin! Está tudo certo com a mensalidade. — A enfermeira sorriu, ela já havia encaminhado as pokebolas de Kevin para que os pokemons fossem cuidados pelas Chanseys.


Chansey era um pokemon rosado em forma de ovo. Simpática e amistosa possuía grande delicadeza e habilidades para cura. Eram as parceiras das enfermeiras dos centros pokemons.


– Eu percebi que você não está inscrito para participar da Copa Kanto. — A Enfermeira comentou. — Deseja se inscrever? -


Kevin fez um sim com a cabeça e percebeu um cartaz atrás dela falando a respeito. Enquanto a enfermeira fazia os procedimentos para registrá-lo, Kevin foi até o cartaz.


A Copa Kanto, novo nome da Liga Pokemon da Região de Kanto, era uma competição muito conhecida que acontecia na parte Leste do Planalto Indigo. Após registrar-se como treinador competidor da liga era necessário que o treinador viajasse pela região enfrentando os líderes de ginásio.


Os líderes tratavam-se de avaliadores que se entendessem que o treinador tinha as aptidões necessárias lhes concederiam símbolos de bravura que serviriam para confirmar que saiu vencedor daquele ginásio. Esses símbolos de bravura eram conhecidos como insígnias.


Para participar da Copa Kanto era necessário obter 8 insígnias distintas. O que não era uma tarefa difícil já que existem 32 ginásios oficiais na região de Kanto.


Todavia, foi inserido uma nova regra. Para se classificar para a copa, de forma direta, era necessário passar por 7 dos 8 ginásios que possuíam os melhores líderes. Caso passasse por 5 ou 6 deles teria que enfrentar um desafio proposto pelo líder dos líderes de ginásio, falhando passaria a ser apenas um pré candidato. Caso conseguisse 4 ou menos das 8 melhores insígnias, apenas seria um pré candidato.


O pré candidato, nas vésperas da Copa teria de passar pelo Desafio da Elite dos 4 da Região de Kanto. Falhando, estava fora da Copa.


Kevin analisava a situação. Era algo difícil de compreender. Antigamente era necessário apenas 8 insígnias. Agora as insígnias pareciam ter valores diferentes.


– Aqui está! — A enfermeira chamava-o para devolver a pokeagenda. — Fique a vontade, vou ver como andam seus pokemons. -


Olhando o centro ele percebia, parecia ser o único treinador ali. Olhou para o videophone, e seguiu para ele. Não demorou para conseguir contato com o laboratório do Professor Carvalho.



– Hum... Já está em Veriadiana! — Animou-se a irmã ao atendê-lo e ver sua imagem no monitor. — Me diga, como foi a viagem até aí? Capturou algum pokemon? -


Kevin fez uma cara de choro que deixou a irmã preocupada. Em meio a lágrimas ele contou sobre o ocorrido com o Caçador das Sombras e a Estilo de Poder. Comentou rapidamente sobre ter visto uma captura, mas, percebeu que suas lágrimas estavam a preocupar a irmã.


Oras, mesmo criança, Kevin sabia que suas lagrimas iriam fazer a irmã vir correndo para Veridiana. Era necessário deixá-la viver sua vida. Ainda mais que já era noite, então era perigoso ela viajar até ali.


– Mas... — Kevin forçava um sorriso. — Eu sobrevivi e já tenho dois pokemons. Estou inscrito para a Copa Kanto! Então fique tranquila que eu to me cuidando! -


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O Ginásio. Os ginásios eram como centros de desafios para treinadores que sonhavam em participar de ligas Pokémon. Variava de acordo com a regra da liga de cada região, mas em geral era necessário passar pelos ginásios. Vencer o líder do ginásio, que normalmente era um treinador formidável, para receber uma prova de sua vitória. Uma insígnia era a prova da vitória em um ginásio.


Normalmente os líderes de ginásio possuíam uma especialidade. Isso é, possuíam um tipo de pokemon, ou estratégia, com o qual se saiam melhor.


– Que? Fechado? Mas isso é brincadeira, né? São oito da manhã! Ele só começa a trabalhar as nove? — Diz Kevin.


Kevin estava em seu terceiro dia de Jornada. Saiu do Centro pokemon as oito horas, despedindo-se da enfermeira Joy. Pretendia enfrentar o líder do ginásio. Trocar umas ideias com ele, se possível, de como eram os demais líderes e sair capturando tudo que é pokemon solitário que aparecesse a sua frente.


Não era exatamente um plano, mas gostava de pensar que Melani havia lhe dado um sentido para a captura de Pokemon. Pokemons solitários estavam a esperar por um treinador. Esperando que alguém trouxesse para fora todo o seu potencial. E claro, uma insígnia iria massagear um pouco o seu ego ferido com o desprezo dos outros.


Porém, parecia seu plano estava a ser frustrado logo de início com a ausência do líder do ginásio de Veridiana.


– Não! — O rapaz que atendera Kevin no ginásio dava uma pequena risada da menção deles estar tentando enganá-lo. — O líder Giovanne foi resolver alguns problemas pessoais e levou consigo dois dos seus aprendizes. Volta apenas daqui a 1 semana. -


O rapaz parou sua fala por ver que Kevin havia ficado confuso.


– Como assim aprendizes? — Kevin parecia desanimado. — Na verdade, nem sabia que um líder podia ausentar-se de seu ginásio dessa maneira. -


– Ele pode ausentar-se por um período de até 30 dias. Mais do que isso ele precisaria deixar um líder interino, ou substituo se preferir esse termo. — O atendente parecia bem paciente. Provavelmente não gostava de ficar sem companhia. — Agora respondendo a questão de aprendizes. Líderes de ginásio são treinadores habilidosos que normalmente possuem alguma especialidade, sendo um dos melhores naquela área. Giovanni é especialista em pokemons de terra e na identificação de pokemons fortes e raros. Apenas de olhar ele pode dizer o quanto um pokemon consegue dar de trabalho. — O atendente sorriu. — Então muitas pessoas se oferecem para serem treinadores aprendizes dos líderes para adquirirem essas habilidades. Basicamente, é o mesmo que aconteceu com Gary e os seis jovens sortudos. -


– Cinco! — Grita Kevin que continua. — E não me fale dessa seleção irritante! — Kevin ficou nervoso apenas de escutar a menção sobre aquilo. — Eu juro que eu vou vencer aqueles cinco e fazer o Gary se arrepender de me dispensar, nem que seja a última coisa que eu faça. -


– AH! Eu sabia que te conhecia! — O rapaz do ginásio estacou de frente para Kevin, com tom de surpreso. — Você é o Kevin Maerd Junior. Sua foto saiu no jornal! Que azar cara! Mas, meus parabéns! Você foi muito bem... — Parou de falar de repente. O rosto de Kevin mostrava uma revolta e desagrado sobre o assunto. Era melhor para o atendente parar de falar.


– Bem... — O atendente sem jeito olhou a hora. — Escuta, tenho um Pidgeyot que ia levar para dar uma volta. Esticar as asas. — Olhou para Kevin. — Se quiser, posso te deixar em Pewter leva uns dois dias para se atravessar a floresta a pé. — O atendente sorriu. — Aceite como meu pedido de desculpas por tocar nesse assunto que te aborrece. -


– Bom... Claro. — Kevin aceitou a oferta. Já tinha aprendido que era perigoso na floresta, então ir para a próxima cidade com ginásio de forma rápida seria bom.


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Kevin não tinha grandes planos. Iria de cidade em cidade, ginásio em ginásio, aprendendo aos poucos, conquistando suas insígnias e torcendo para não encontrar mais nenhum ladrão. Não havia aquela empolgação por parte dele, mas ao menos tinha um plano traçado. Claro que teve de modificar seu anterior. Ganhando caronas não iria capturar muitos pokemons. Mas, só de pensar em ficar numa floresta durante a noite a mudanças de planos parecia valer muito a pena.


Kevin curtiu o passeio de ida. Foi levado por um treinador, que parecia ser pupilo do líder de Veridiana, em cima de um gigantesco Pokémon ave. O treinador disse que ele era um Pidgeyot. Kevin quis pegar a pokeagenda para conferir, mas o passaro voava rápido, teve medo de deixá-la cair causando um atraso para os afazeres do atendente do ginásio.


Assim ele é levado por um Pidgeyot até a entrada do Ginásio de Pewter.


– Bom, agora sim! Primeiro Ginásio.- Ele respira fundo e entra porta a dentro.


Era uma construção curiosa. Via muitas rochas nas paredes e no chão. Viu algo que ele reconhecia como uma arena de batalhas. Mas, estranhava o ginásio. Perguntava-se se todos eram daquela forma.


– Olá! Posso ajudá-lo? — Um homem moreno vinha recepcioná-lo.


– Olá! Eu quero uma luta contra o líder do ginásio. — Diz Kevin. — Sabe se ele se encontra? -


– Eu sou o líder. Me chamo Brock, voltei a ser líder, interinamente, para que meu irmão pudesse fazer uma jornada. — Brock parou por uns instantes olhando Kevin.


Seus olhos que eram um pouco fechados abriram-se um pouco mais. Broack havia sido companheiro de viagens de Ash em suas jornadas durante alguns, até que decidiu seguir a linha médica. Mas, sua vocação real era a Criação de Pokemons. Havia impressionado muitos com suas ideias, métodos, conhecimentos e dedicação. Por fim, ao salvar um pokemon de um excêntrico ricaço, acabou recebendo patrocínio para abrir seu sonhado Centro de Criação.


Com vários músculos, um estetoscópio no pescoço e uma roupa marrom com um colete grosso, o homem moreno de feições sutis parecia trazer as marcas de quem trabalhava com pedras, e ao mesmo tempo de quem cuidava de pokemons.


–Ei!... Já vi você. — Diz Brock.


– Eu te vi pela televisão. Você também é criador, eu acho! — Kevin parou tentando se lembrar aonde havia visto Brock. — Agora duvido que possa ter me visto por ela também. — Diz Kevin rindo.


– Ah! Você foi o sexto classificado do projeto de Gary. — Dizia Brock matando a charada. — Você saiu no jornal de hoje! -


– Não me lembre dele. — Diz Kevin se zangando. — Não me lembre disso! — Kevin gritou em direção a Brock.


– Bom... Volte outro dia de qualquer forma. — Diz Brock dando as costas.


– Como é? — Kevin ficou surpreso com aquilo. — Está doente ou de saída? Tem uma conferência para os líderes hoje e ninguém me avisou? — Kevin não acreditava que mais uma vez não iria conseguir uma luta de ginásio.


Brock voltou-se para Kevin.


– Eu tenho uma reunião importante agora pela manhã. — Brock parou por alguns instantes olhando Kevin — De qualquer forma... Você iniciou sua jornada há três dias, quase ontem se quiser que eu diga assim. Seus pokemons não devem ter nenhum nível, isso se tiver mais de um. Não sei como chegou tão rápido a minha cidade se saiu de Pallet, mas me recuso a lutar contra alguém tão fraco. -


– Como é? — Ainda perplexo Kevin não acreditava no que escutava. — Você não pode fazer isso. -


– Posso sim. — Brock sorriu. — Na verdade, estou fazendo. Minha especialidade são pokemons de pedra. Alta defesa como “espero” que saiba ou pelo menos entenda. Fora isso, também sou criador, como sabe. Acha que algum pokemon seu pode superar os meus? -


– Oras! Saque seu pokemon! — Gritou Kevin. — Dei-me a oportunidade de aprender. Seja homem! -


Brock balançou a cabeça, mas como resposta recebeu um grito estridente. Kevin começou a reclamar e a xingar. Brock tentou ignorá-lo. Saiu do ginásio e caminhou para um prédio próximo, mas Kevin continuou a segui-lo fazendo um grande estardalhaço. As pessoas de Pewter chegaram a ficar curiosas sobre o que estaria acontecendo.


– Cale a boca! — Os olhos de Brock inflamaram. Ele parou antes de abrir a porta do prédio. — Pode reclamar o quanto quiser, mas aqui eu preciso de extremo silêncio. -


Kevin parou surpreso. Não parecia um hospital. Na verdade, tinha uma placa dizendo “Centro de Criação”. Demorou alguns instantes, mas Kevin percebeu que aquele era o local onde Brock criava os pokemons.


– Toda essa raiva que está pondo para fora vai prejudicar o desenvolvimento dos pokemons que estão lá dentro. — Brock deu uma risada. — Seu Eevee veio daqui. Cuidei dele desde que era um pequeno ovo e foi enviado para o Professor Carvalho para lhe ser dado. — Brock parou encarando-o. — Suponho que já tenha o visto em ação. Então posso dizer a você que conheço perfeitamente os movimentos de seu pokemon. Gostaria mesmo de ser humilhado? Fazer seu pokemon lutar contra aquele que o criou desde o ovo? — Brock suspirou. — Vou começar minha reunião dentro de instantes, a pessoa que está lá dentro é extremamente importante. Gostaria que parasse com a gritaria enfrente ao meu instituo de criação, fosse dar umas voltas, esfriasse a cabeça, treinasse por um mês e então poderemos nos enfrentar. — Brock não deu tempo nem de Kevin reagir, apenas entrou no prédio deixando-o do lado de fora.



– AHHHHHHH! — Kevin gritou de raiva. Brock entrou fechando a porta do centro de criação na cara de Kevin.



– Eu juro que vou ficar aqui até você lutar comigo. Nem que eu tenha que por a porta abaixo! O Gary sabe que eu boto a porta abaixo! Ponho a porta, a mesa, o sofa, o sapato, a pia da cozinha...- Kevin gritava como louco.



– Calma garoto. — Diz um senhor que surgia atrás de Kevin.


– Calma? Olha... ah... -Kevin se acalma e prossegue. — Quem é você? -


– Sou o pai do Brock. — Kevin fez menção de começar a gritar novamente, ignorando-o, mas o senhor conseguiu falar antes. — Você realmente destruiria o sonho do meu filho por causa de uma batalha pokemon? -


Kevin interrompeu o tomar fôlego ficando sem graça e um pouco espantado. Destruir o sonho dele? Mas, afinal como a gritaria e a batalha teriam haver com o sonho de Brock?


– Meu filho a dois anos realizou o seu grande sonho. Se tornou um criador de pokemon profissional e reconhecido mundialmente. Nesse prédio que ele acabou de entrar encontra-se vários pokemons que estão sendo criados por ele. São pokemons de várias pessoas pelo mundo. De treinadores a simples senhores idosos que apenas querem ter um pokemon que lhes faça companhia na idade avançada. — O senhor parou por alguns instantes. — Sei que você deve ter um sonho, e a atitude de meu filho de chamá-lo de inexperiente e negar-se a batalhar contra você é errada. Mas, sua gritaria atrapalha os pokemons que estão lá dentro. Desta forma eles não desenvolvem-se direito e todo o trabalho que Brock está tendo será desperdiçado. As pessoas receberão pokemons mal criados e haverá uma onda de sonhos estragados. -


Kevin chegou a tremer. Um pouco mais e ele começaria a chorar diante aquele pensamento. Ajudava muito Kevin não ter um sonho, senão já estaria vertendo lagrimas.


– Mas... Isso não é justo! — Kevin já não tinha palavras para argumentar. Também já não gritava. Mostrava apenas que estava chateado com aquilo.


– Enfrente-me em uma batalha Pokémon. Se me vencer convenço meu filho a lutar com você logo em seguida. — Diz o Senhor. — Já fui líder desse ginásio, me derrotar vale de algo. -


Naquele momento Kevin ponderou. Ele sabia muita coisa do mundo Pokémon? Não! Mas, os esquemas de ser um treinador era ainda mais nulo seus conhecimentos. Naquele momento ele percebia uma coisa. Uma luta e uma derrota. Ele precisava realmente lutar mais. Precisava de mais experiência.


– Sério? — Kevin mostrava descaso, mas gostou da idéia. — Mas, porque faria isso? O ginásio de Pewter é negócio de família? -


– Mais ou menos! — Riu o pai de Brock. Realmente o ginásio era comandado por sua família há alguns anos. — Todos merecem uma chance! Além disso, assim você para de gritar pela cidade. — Diz o pai. — Esta será uma luta dois contra dois. Começar. — Sacando uma pokebola o pai de Brock a lançou rapidamente. — Vai Rhyhorn. -


Kevin olhou para os lados. Ele realmente iria enfrentá-lo na rua. Na porta do centro de criação? Provavelmente o barulho atrapalharia os pokemons. Se batalharia para interromper a gritaria, o barulho não parecia ser pior. Mas, certamente Brock viria conferir o que estava acontecendo e poderia ver os movimentos.



– Eevee Preciso de Ajuda. — Kevin fazia sua escolha.


Kevin sorriu. Depois de encontrar Melani ele aprendeu a mexer na pokeagenda. Aprendeu alguns golpes do Eevee.


– Investida. — Disseram os dois juntos.


Kevin pega sua pokedex compressa, ele não conhecia muitos pokemons, ainda mais aquele. Ao apontar o leitor para o pokemon, uma surpresa.


O pokemon era quadrúpede. Parecia com um gigantesco hipopótamo, mas revestido de pedra. Possuía um grande chifre na ponta de seu focinho.


Pokedex: Rhyhorn tem a mais poderosa investida já vista no mundo pokemon.


– Agora é que avisa? Esqueça a investida! Use ataque de areia. — Grita Kevin.


Eevee freia como pode. Ele não queria realmente chocar-se contra aquele pokemon. No meio da freada ele inicia o ataque de areia. O ataque consistia em jogar areia com suas patas na direção do adversário para diminuir a pontaria. Isso funciona, pois o pokemon de pedra para a investida, pois não consegue ver para onde vai.


– Muito bom! Um movimento para diminuir precisão. — Elogiou o pai de Brock.


:: “ Dica da Estilo do Poder.” :: Kevin pensava feliz.


– Ueeve. — Eevee tentava o ataque de areia, mas parecia não conseguir fazê-lo.


– O que? Não tem mais areia? — Kevin para reparando que Eevee não conseguia mais jogar areia nos olhos de seu adversário.



– Pewter possuí seu terreno formado por muitas rochas. Por isso o ginásio é de Pedra, esperava o que? — Perguntou Brock que aparecia, pois escutou os barulhos, como fora imaginado por Kevin.



– Ai... — Kevin coçava a cabeça. Ele não sabia nem o que fazer.



– Ataque com o chifre, Rhyhorn — Foi um comando rápido. Mesmo tendo perdido muito de sua pontaria, eevee havia ficado parado no mesmo lugar, desde o inicio do ataque de areia, assim ele acerta Eevee em cheio que cai desmaiado.


Enquanto Kevin recolhia Eevee. Brock encarava o pai como repreendendo-o. Mas, logo se voltou para Kevin.



– Foi como eu disse. Ainda está muito cedo para lutar comigo. — Dizia Brock. — Como líder do ginásio de Pewter dou como essa batalha encerrada. Não há necessidade de continuar a lutar. Além disso, o barulho vai prejudicar a reunião.



– Aé? Isso é um absurdo, não pode recusar uma partida. Nem encerrar uma que não lhe diz respeito! — Gritou Kevin. Mesmo tendo perdido para o Pai de Brock, ele não queria dar o braço a torcer.


– Não sei onde está escrito isso. — Diz Brock.


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Admito que não possuía condições alguma de vencê-lo. Os pokemons dele tinham muito mais nível. Mas, ele como um bom líder deveria aceitar a disputa. Isso está nas regras.


Pelo menos eu tive minha primeira batalha pokemon de verdade. Sinceramente, foi uma emoção bem diferente do que a esperada. Sabe quando você sente uma energia surgindo de dentro de você? Quando aquela coisa que nada lhe agrada, de repente se mostra interessante? Mostra uma face. A pressão que eu sentia na batalha me animou. Claro! Longe de eu sonhar em ser um mestre. Mas, experimentar aquela sensação da batalha, sem que minha vida dependesse disso, foi gostoso.


Foi uma emoção interessante ao me ver comandar o ataque de areia e realmente funcionar como eu havia previsto. O pokemon adversário parar o ataque por não conseguir ver. Achei incrível! Há muita satisfação quando durante toda uma batalha você planeja executa e consegue o resultado esperado.


Notas finais
Avisos:
Explicação de como se calcula o Nivel do Treinador no episódio 11.
Explicação de como se calcula o nível de Raridade no episódio 30.
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Nome: Kevin Maerd Junior
Cidade Natal: Tin na região de Kanto
Ocupação: Treinador
Nível: J
Idade: 12
Qtd. Pk: 2
Pokemon: Eevee - Nível de Raridade 4
Pokemon: Nidoran Femea - Nível de Raridade 4
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Nome: Brock
Cidade Natal: Pewter na região de Kanto
Ocupação: Líder de Ginásio / Criador Pokemon
Nível: C
Idade: 25
Qtd. Pk: ??
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Nome: Pai de Brock
Cidade Natal: Pewter na região de Kanto
Ocupação: Ex-Líder de Ginásio / Treinador
Nível: C
Idade: ??
Qtd. Pk: ?? (+1)
Pokemon: Rhyhorn - Nivel de Raridade 7
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Analise da Batalha Kevin Versus Pai do Brock:
Desnecessária