P De Punk
25 Tudo está bem, quando acaba bem
Notas iniciais
Annabeth’s POV
O Percy estava se dando tão bem com o pai, era muito bonitinho chegar na casa deles e vê-los brigando enquanto jogavam videogame depois de ver Percy sofrer tanto e ouvir todas aquelas historias ruins era bom que as coisas estivessem assim tão tranquilas para ele.
Isso tudo me fazia pensar na minha mãe. Que fazia tempo que toda aquela historia já havia se passado e que talvez eu devesse conversar com ela. Meu pai já havia falado varias vezes que eu devia atender aos telefonemas dela quando ela me liga, mas eu simplesmente não tenho vontade. Até o Percy falou que eu devia deixar a raiva um pouco porque apesar de tudo ela ainda é a minha mãe. O mais estranho foi quando o Poseidon veio me dar um apoio moral para conversar com a minha mãe. Lembrar que ele e ela fizeram coisas que é preferível não comentar então foi meio estranho. O Percy ficava rindo com o irmão dele na porta da cozinha enquanto o Poseidon falava e eu ficava cada vez mais vermelha porque ele sabia mais dela do que eu.
Enfim, meu pai disse que minha mãe ia vir pra cidade a negócios então eu pedi para ela encontrar-se comigo. Eu estava um pouco assustada, mas fiquei em casa esperando por ela. Até que a campainha otocu. Dei um altinho no sofá e me levantei.
Abri a porta, era ela. Suspirei e pedi que ela entrasse. Minha mãe pediu licença, entrou sentando-se no sofá. Fui para o lado dela e ficamos em silêncio por um bom tempo, olhávamos para o chão, suspirávamos muito. Às vezes nos olhávamos e voltamos a olhar para o chão.
– Então… – começou ela – seu pai me disse que você queria falar comigo.
– É, eu queria. Queria poder conversar e talvez tentar ajeitar as coisas entre nós. Você é minha mãe e eu não quero ficar sem você. – confessei.
Uma lágrima desceu pelo olho dela, ela me olhou sorrindo e me abraçou com força.
– Perdão por tudo que eu fiz, Annabeth. – ela sussurrou me apertando com força, sua voz era chorosa.
– Tudo bem, eu também preciso me desculpar.
– Não, não, você não estava errada, estava nervosa e… – ela suspirou – Estava com tanta saudade. – ela beijou meus cabelos – Eu te amo, filha.
– Eu também te amo, mamãe.
Nem sei quanto tempo ficamos ali abraçadas, só sei que só nos separamos quando ela disse que tinha de ir para uma reunião. Ela me beijou na bochecha e se despediu. Eu sorri e ao me virar para trás, parado na varanda estava Percy, com seu rostinho adorável e seu sorriso meigo e seu lindo cabelo em pé. Sorri e abrir a porta para ele. Ele entrou e procurou por algo em volta.
– Sua mãe já foi? – perguntou ele.
– Já.
– Que bom. – ele segurou meu cabelo e a minha cintura, me puxou para ele e me beijou – Eu tava com saudades de você. – disse e voltou a me beijar.
– Mas a gente se viu hoje cedo. – disse enquanto ele beijava meu pescoço fazendo meus olhos revirarem.
– Mas eu não podia fazer nada com você.
Percy e sua ousadia sem fim. Ele me pegou no colo e me levou para o meu quarto, mas antes de entrar ele me olhou parecendo assustado.
– A coisa tá aí? – perguntou ele.
– O Blackjack tá no quarto do meu pai.
Ele sorriu e continuou seu caminho para o meu quarto.
– Ainda bem. Essa coisa quer comer meus olhos. – ele me deitou na cama e beijou minha testa — Você e sua mãe se resolveram?
– Surpreendentemente rápido.
– Sem enrolar, né?
– É. Mas estamos enrolando agora. – eu disse fazendo ele sorrir.
– Não seja por isso, minha sabidinha.
Ele me beijou novamente e colocou sua mão por dentro da minha blusa, apertou meu seio e esfregou sua língua na minha. Gemi e suspirei enquanto a mão quente dele esfregava no meu seio, acariciando fazendo-me arrepiar. Ele tirou minha blusa e logicamente eu estava sem sutiã, ele sorriu descendo sua boca aos meus seios aos quais ele chupou com calma e mordiscou. Meus quadris se remexeram procurando um atrito, e como é bonzinho, meu Percy colocou sua mão no meio das minhas pernas e esfregou meu sexo fazendo-me gemer enquanto sua boca ainda acariciava o bico dos meus seios.
Percy me olhou safado e começou a descer beijos pela minha barriga até chegar no meu umbigo ao qual ele rodeou com a língua. Ele tirou meus shorts e a minha calcinha. Encarou-me e desceu seus lábios para o meu sexo, ele desceu a língua por todo meu sexo fazendo-me tremer e gritar quando meu clitóris foi chupado com força. Ele penetrou dois dedos em mim e começou a estocar enquanto sua língua brincava deliciosamente com o meu clitóris. Agarrei o cabelo dele e gemi.
– Percy…
Ele parou de estocar quando seus dedos foram apertados pelo meu sexo. Reclamei até ele me beijar, tirei a blusa dele e depois a calça e a cueca, deitei-o e sentei sobre o membro dele sem penetrar, deixando meu sexo melando o membro dele. Esfreguei-me contra ele divertindo-me com a pulsação do membro dele contra a do meu sexo. Agarrei o peito dele e ele agarrou a minha bunda fazendo-me esfregar contra ele com mais vontade. Gemi e gozei melando todo o membro dele.
Ele me encarou arfando desesperado para gozar também, sorri maliciosa e desci mais meu corpo pegando o membro dele e espalhando meu gozo pelo membro dele. Lambi a lateral aproveitando do meu gosto e beijei a cabecinha, chupei-a e pouco a pouco fui engolindo o membro dele. Chupei o membro dele limpando o meu gozo do membro dele. Lambi a fenda na cabeça do membro dele limpando o pré-gozo que havia escapado.
– Annabeth, pare, por favor. – implorou ele.
Sorri e ergui meu corpo, engolindo o membro dele com o meu sexo. Indo lentamente até ele estar todo dentro de mim. Ele agarrou a minha cintura e sentou-se para poder me beijar.
– Você é perfeita. – murmurou ele beijando.
Comecei a cavalgar e ele me ajudava com os movimentos segurando minha cintura. Eu me mexia com rapidez gemendo junto de Percy, ele as vezes chupava a minha pele, as vezes mordia e chupava meus seios enquanto apertava e estapeava a minha bunda. Merda como era gostoso aquilo. E como eu sentia falta daquelas mãos e daquela boca passeando pelo meu corpo.
– Percy… eu vou… eu vou…
– Goza pra mim, minha sabidinha. – pediu ele sôfrego.
Gemi e tremi, tendo espasmos violentos. Ele gemeu e estremeceu e logo senti o gozo dele se derramar dentro de mim enquanto eu gozava melando todo seu membro. Abracei o pescoço dele e ficamos assim abraçadinhos por alguns minutos até pararmos de tremer. Ele beijou meus lábios com calma e deitou-me indo até suas calças e pegou uma caixinha e me entregou.
– Annabeth – abri a caixa – quer casar comigo… um dia? – perguntou ele, era um anel com um pequeno diamante em cima.
– Quero. – afirmei sorrindo feliz abraçando-o e depois o beijei com calma.
Finalmente estava tudo bem, Percy tinha se ajeitado com seu pai, eu com a minha mãe. Clarisse estava feliz porque encontrou um garoto para protegê-la e fazê-la sentir-se bem. Meu pai estava paquerando uma nova professora na escola dele. Tyson e Ella estavam bem como sempre, eles são tão adoráveis. E eu estava bem com o Percy, com P de bobo, de louco, de tarado. Com P de Punk, o punk mais bonzinho e bobo e fofo que já existiu. Ainda bem que ele é só meu.
Fim
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