P De Punk
20 Minha sabidinha X Meu cabeça de alga
Notas iniciais
Zueira, Diamonds, eu amo coelhinhos (eu chamo de Tuelhinhos)
Chaase muito obrigada pela sua recomendação, só não entendi a parte "nao gostei nenhum pouquinho de saber que acabou", como assim acabou? Tem coisinhas ainda para ser esclarecidas e pessoinhas ainda para aparecer. Talvez quem sabe um gay purpurinado que achou o Tyson e o Percy muito tesudos? Não sei, vai saber, só lendo para descobrir. Boa leitura, Diamonds, vejo vocês lá em baixo.
Percy’s POV
A minha sabidinha mordeu meu lábio inferior e arranhou minhas costas descendo suas mãos até minha bunda onde ela apertou. Como eu sentia falta disso, dessa mão boba. Ela nos virou ficando por cima de mim, eu ia tirar a blusa dela, porém ela não deixou, empurrou as minhas mãos e tirou a minha blusa. Mais uma vez tentei tirar a blusa dela, e mais uma vez ela me impediu, rosnei de frustração a fazendo rir. Que bom que a faço rir com o meu sofrimento, realmente é ótimo. Ela beijou meu pescoço.
- Calma, sem pressa. – disse ela.
Era fácil para ela dizer. Eu estava ficando louco. Os beijos dela desceram pelo meio peito e barriga, suspirei quando ela puxou a minha bermuda e a minha cueca e as atirou pelo quarto. Ela me olhou e sorriu maliciosa segurando o meu membro. A mãozinha dela desceu e subiu por ele bem lentamente. Eu gemi baixo jogando a cabeça para trás. Eu pude ouvi-la rir. A língua dela deslizou pela extensão do meu membro, desde a base até a glande, bem devagar, então a língua dela rodeou a cabeça do meu membro. Arfei.
- Annabeth…
Eu ia falar para ela parar com essa provocação, mas ao olhá-la eu só consegui gemer, ela abocanhou meu membro de uma vez só. Juntei o cabelo dela em um rabo de cavalo e segurei com a mão para poder ver a minha sabidinha. Ela me olhou lasciva e sorriu enquanto descia e subia os lábios pelo meu membro. A mão dela passou a me masturbar enquanto ela chupava e lambia os meus testículos.
- Chega. – disse meio gemendo pegando ela pelos ombros.
Ela lambeu os lábios e fez biquinho.
- Mas, Percy, eu queria…
Deitei-a na cama ficando sobre ela.
- Não quer nada.
Grunhi ao terminar de desabotoar sua blusa branca, ela estava com um lindo sutiã azul claro com uma borboletinha no centro. Tirei a blusa dela e apertei os seios dela acariciando os bicos sobre o sutiã. Assim que ela arqueou o corpo contra a o meu e pediu para eu tirar o sutiã logo, eu o fiz, porque não queria que ela sofresse muito sem o meu poder, afinal não fui nomeado pelo meu irmão de Rei da Fornicação à toa, tenho boas qualificações. Como eu senti saudade daquela pele branquinha e daqueles mamilos cor-de-rosa. Desci meus lábios ao seu seio direito e dei um beijinho e uma lambidinha. Ela esfregou sua intimidade contra a minha perna e gemeu agarrando meus cabelos.
- Eu senti tantas saudades, Annabeth. – afirmei abocanhando o seio dela.
Ela gemeu e assentiu.
- Eu… eu também.
Dei uma mordidinha no bico ereto e chupei, passando logo para o outro dando o mesmo tratamento deixando-o igualmente vermelho. Ajoelhei-me entre as pernas dela e apertei ambos os bicos dos seus seios. A minha loirinha gemeu mordendo os lábios.
- Percy…
- Isso, geme meu nome, sabidinha. – beijei a barriga dela sem deixar de beliscar os mamilos – Você quer que eu te chupe, Annabeth? – perguntei a fazendo corar. Ela assentiu. Afastei as minhas mãos dela, a fazendo me encarar, reprovando-me com o olhar – Eu quero uma resposta.
- Percy, eu… – ela engasgou e não conseguiu responder.
- Não me obrigue a encher essa bundinha de tapas, minha menina. – ameacei colocando as minhas mãos sob seu corpo já apertando sua bunda – Responde.
- Percy – ela gemeu levando suas mãozinhas na direção dos seus seios apertando-os, mordi os lábios soltando um baixo grunhido – por favor…
Não a deixei terminar, arranquei seu short e sua calcinha e deslizei minha língua pelo sexo dela. Ela arqueou o corpo agarrando com uma mão meu cabelo e a outra permaneceu em seu seio.
Annabeth’s POV
Ai, socorro. A língua do meu cabeça de alga rodeou lentamente meu clitóris e em seguida desceu pelo meu sexo e mergulhou na minha entrada. Eu gemi beliscando meu mamilo com mais força segurando os cabelos dele esfregando meu sexo contra os lábios dele. Percy penetrou dois dedos dentro de mim e começou a estocá-los curvados. Gemi mais alto. Aquilo era tão gostoso, ainda mais com o meu Percy chupando e lambendo meu clitóris.
Aqueles olhos verdes ficavam presos em mim fazendo-me tremer. Os dentes de Percy acariciaram meu clitóris dando uma leve mordida e meu corpo todo deu uma tremida. Eu estava próximo do meu ápice, a língua e os dedos dele trabalhavam rapidamente no meu sexo, porém quando eu dei o meu primeiro gemido anunciando que iria gozar, ele desacelerou o ritmo, lambendo levemente e estocando vagarosamente dentro de mim.
- Percy – chamei-o sentindo minhas pernas tremerem –, não pare.
- Então, pede para mim, Annabeth. Eu quero te ouvir pedir. – as baforadas que ele soltava próximo ao meu clitóris enquanto falava estava somente me ajudando a ficar mais quente e mais frustrada.
- Por favor, me chupa, Percy. – pedi sofregamente jogando a cabeça para trás.
Gemi engasgada e surpresa porque ele voltou a boca ao meu sexo e seus dedos compridos novamente me penetraram estocando rapidamente, fazendo meus olhos revirarem enquanto eu gemia. O aperto no meu ventre começou a crescer e o calor no meu corpo também. Meu corpo se contorceu, parecia involuntário. Minhas mãos seguraram o cabelo de Percy, o trazendo para mim, com um gemido mais longo e alto, finalmente gozei chamando por Percy. Minha respiração estava pesada e minhas pernas ainda tremiam. Abri os olhos encarando meu Percy, que sorria limpando os lábios e os dedos lambuzados.
Sentei-me beijando-o na boca sentindo meu gosto nos lábios dele. Minha mão foi descendo pelo peito dele até chegar ao seu membro, apertei-o e massageei, Percy gemeu deitando-me novamente. Eu gosto de ficar por cima, mas eu estava pouco me lixando para aquilo no momento. Nossos lábios continuaram unidos. Percy colocou sua mão sobre a minha, fazendo-me parar de acariciá-lo para somente ajudá-lo a encaminhar seu membro para dentro de mim.
Mais uma vez, depois de tanto tempo, nos unimos. Nós gememos juntos nos abraçando, eu abracei o pescoço do meu cabeça de alga e ele abraçou a minha cintura. Ficamos parados só experimentando aquela sensação novamente. Quando aquilo se tornou insustentável para ambos, começamos a nos mover. Eu jogava meus quadris contra os de Percy e ele estocava contra mim, tudo isso muito lentamente. Nenhum dos dois pareceu ter pressa naquele momento. Saboreávamos o momento.
Aquilo foi bom por um pouco mais de tempo. Até eu começar a sentir a pulsação de Percy aumentar e aquilo me deixou louca. Rebolei e gemi mais alto querendo mais, Percy entendeu rapidinho. Para esse tipo de coisa ele não era lerdo. Suas estocadas foram gradativamente se tornando mais rápidas. Nossos olhos permaneciam grudados um no outro.
- Percy…
- Annabeth…
Nós sorrimos e finalmente atingimos nosso ápice. Percy gozou antes de mim, porém ele não parou e passou a provocar meu clitóris enquanto estocava em mim. Assim que arranhei seus ombros e gozei ele desabou ao meu lado. Eu estava meio mole, nem conseguia me mexer direito, por isso, ele fez o favor de puxar-me para ele.
Passamos um bom tempo somente nos beijando. As mãos de Percy ficaram paradas sobre minha bunda, como se estivesse com medo de que alguém fosse segurá-las naquele momento, o que seria bem estranho. Do nada surge alguém e fica segurando a minha bunda. Talvez ele só estivesse com medo que eu me levantasse e fosse embora, mas ele podia segurar a minha cintura em vez da minha bunda… quer saber? É melhor deixar quieto, é o Percy, ele é demente. O meu demente.
- Então, Annabeth – começou ele assim que nossos lábios se separaram por mais que alguns míseros segundos que usávamos para resgatar o fôlego perdido –, sobre a Clarisse… você sabe que eu ainda vou cuidar dela, não sabe?
- Sei sim. – respondi tocando o rosto dele.
- E você… você não se importa?
- Eu não queria dividir você, mas acho que não. Eu acho que foi muito honrado da sua parte aceitar ajudá-la com isso, é uma coisa complicada aceitar um filho quando se tem a nossa idade, imagina quando o filho nem é seu. – suspirei – Ela sabe quem é o pai, Percy? Ela não quis falar direito sobre isso.
- Sabe. – respondeu ele – Ela havia conversado com ele, só que ele não quer cuidar da criança. E isso me lembra de que eu tenho que ir atrás desse garoto para arrancar a cabeça dele e fazê-lo agir feito homem. A Clarisse disse para eu não fazer isso, mas desde quando eu aceito o que os outros dizem? – ele deu um risinho.
- Tem razão, você é um chato que não faz o que os outros querem. – concordei dando mais um beijo nele – E eu amo isso em você.
- É claro que ama. Afinal eu sou…
- Muito gostoso. – completei o fazendo sorrir.
- Você já sabe, ótimo! – disse ele alegre.
Esfreguei a testa.
- Eu senti falta da sua humildade.
- Eu sei que sentiu, afinal eu sou… – dessa vez ele se parou, me olhando, esperando que eu completasse por ele.
- Perfeito? – perguntei.
Ele assentiu.
- Ótimo, você sabe tudo direitinho, sabe quando eu sou gostoso e quando sou perfeito. Por isso que você é a minha sabidinha.
- Você é um idiota, por isso é o meu cabeça de alga.
Ele sorriu abertamente e novamente me beijou. Nossas línguas se enroscaram e quando aquele beijo que parecia calmo começou a ficar quente, ele me puxou para ficar sobre ele e tudo sem tirar as mãos da minha bunda. Eu achei que iríamos fazer amor mais uma vez, porém o celular dele tocou. Ele atendeu e revirou os olhos.
- O que foi, Tyson? – uma pausa – Sim, sim, eu sou o rei. – eu não havia entendido, fiquei um pouquinho encarando aqueles lindos olhos verdes, depois desci para aquela boca vermelha linda e para o seu peito forte até chegar ao seu membro que já estava ereto. Eu gemi internamente.
Roubei o celular dele.
- Tyson? É a Annabeth. – disse.
- Oi, Annabeth. Como vai? – perguntou ele.
- Podemos ter essa conversa casual mais tarde? – pedi.
- Você quer se divertir com o rei? – perguntou ele.
Eu ainda não entendia qual era essa do rei.
- É, é, quero me divertir com o rei. – afirmei olhando para Percy demonstrando a minha confusão, ele só deu de ombros e abanou a mão como se dissesse para que eu relevasse – Tchau, Tyson.
Nem esperei ele dizer tchau, desliguei na cara dele. Percy sorriu e puxou meu rosto para o dele dando-me um beijo. Esfreguei-me contra o membro dele de propósito para enfatizar o que eu realmente queria, ele gemeu e apertou minha cintura.
Como eu podia ter tanta sorte? O Percy era fofo e ainda ajudava os amigos sem querer nada em troca. Ele fez a Piper parar de chorar e na verdade agora ela parecia muito bem e muito conformada com o namoro de Jason e Reyna, pelo o que ela me disse o Percy conversou com ela bastante e Percy tinha um jeitinho adorável de resolver as coisas. Ele ajudou a Juliana e o Nico a ficarem juntos e pelo o que eu soube ele estava planejando unir o Leo e a Piper. E ainda tem a coisa mais corajosa que ele fez que foi fazer-se de pai do filho de Clarisse. Eu achei tão fofo da parte dele, ele poderia acabar com a vida dele por ser tão jovem e ter que cuidar de uma criança, porém ele não parecia temer o futuro e pelo o que eu já tinha visto, ele gostava bastante de Clarisse e estava gostando dessa criança que nem nasceu. Talvez eu pudesse ser uma boa madrasta. E talvez no futuro eu pudesse arrumar um “meio-irmão” para esse bebê que nasceria.
Meus pensamentos foram levados para longe quando as mãos fortes de Percy apertaram meus seios e distraiu-me para me colocar de bruços na cama. Ele beijou minhas costas e estalou um tapa na minha bunda.
- Eu vou te ensinar a ser uma boa menina. – disse ele no pé do meu ouvido.
Eu apenas soltei um gemidinho e recebi outro tapa. Eu poderia apreciar o quão fofo ele era mais tarde, porque enquanto ele estapeava a minha bunda, meu cérebro ficava nublado e em nada eu conseguia pensar.
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