P De Punk

15 Grávida?


Notas iniciais
CHEGUEI! Diamonds, vocês gostam muito de Posetena, não é? O Poseidon não é o amante da mãe da Annabeth, vejam, a Annie disse que a mãe dela e o amante estão morando em São Francisco e se ela tivesse visto o pai do Percy ela não teria logo saído apontando dedos e dizendo que ele era o amante da mãe dela e tudo mais. Eu sei que vocês shippam eles dois com muita força, eu também shippo, acho que o ódio dos dois é só tesão reprimido, mas não, o amante da Atena é outro, que não fará parte da história, porque a aparição dele é irrelevante. Então, deixei todo mundo curiosa? Muito obrigada a sammartinn pela recomendação diva, muito obrigada mesmo linda. Vamos ao capitulo então, como sempre, vejo vocês lá embaixo.

Annabeth’s POV

Bom, eu e o Percy estávamos nos dando muito bem. Não estávamos namorando porque nenhum de nós fez o pedido. Eu nem sei por que, mas parecia estar funcionando assim. Estávamos há mais de um mês juntos e era perfeito. O Percy era completamente perfeito. Acho que disso ninguém tem dúvida.

Ele me levava a todos os lugares que ele achava legal visitarmos, lógico que sempre que o lugar ficava vazio, o cabeça de alga tentava me agarrar e jurava que seria só uma rapidinha. Eu ria, porque ele era um demente. Em um desses passeios, ele me levou a uma reserva florestal que havia um pinheiro que ele disse ter uma lenda sobre esse pinheiro dar sorte para as pessoas.

– E como esse pinheiro trás sorte? – perguntei olhando para a imensa árvore.

– Você pergunta pra mim? Só estou contando o que me contaram. – respondeu ele, o moreninho olhou para um lado e para o outro na floresta vazia, depois ele me olhou sorrindo malicioso.

– Nem pense…

Não consegui terminar, Percy agarrou minha cintura e me prensou contra a árvore já começando a me dar mordidas no pescoço. Eu tinha que me concentrar com muita força para mandá-lo parar, afinal, eu estava gostando.

– Percy, para, por favor. Você está ficando louco? – perguntei tentando afastá-lo.

– É rapidinho. – prometeu ele.

– Não, para!

– Só umas palmadinhas então.

Eu ri, empurrando os ombros dele.

– Voltamos pra casa e você faz isso.

Ele me olhou como uma criança feliz, não tão inocente é claro.

– Sério? – certificou-se me soltando.

– Sério.

Ele sorriu abertamente batendo palminhas.

– EBA!

Eu ri novamente. Como eu podia um dia ficar brava com aquele menino lindo com cara de criançinha? Ele pegou uma coisa no bolso. Era uma fita dourada. Perguntei a ele porque havia pegado aquilo. Ele parecia que finalmente entendeu uma coisa.

– É assim que as pessoas ficam com sorte! – disse ele feliz e orgulhoso consigo mesmo por ter descoberto.

– Como? – perguntei.

– As pessoas, principalmente os casais – ele me olhou maliciosamente novamente, eu tive que dar um passo pra trás –, trazem uma fita e amarram nos galhos para terem sorte.

Olhei para cima tentando apurar a visão e pude ver, em um galho não muito alto, tinha uma fitinha azul amarrada e a cima várias outras fitas coloridas amarradas.

– Porque dourada? – perguntei.

– Não faço ideia, eu só achei que seria legal.

Ele sorriu para mim e amarrou a fita no galho mais próximo dele. Ele me olhou e me deu um beijo e jurou que aquilo nos daria sorte eternamente. Só posso dizer que assim esperava, porque eu estava gostando muito do Percy, mais do que eu acho que deveria ou conseguiria. Me entendam. Como eu não vou amar um menino daqueles? Vocês sabem do dilema, vocês também se apaixonariam, não é? Ele é lindo, é fofo, é engraçado, faz umas coisas muito bem. E é nadar, não pensem besteira, suas pervertidas. (N/A: E a Annabeth é santa, né, Diamonds?).

Depois ele me levou a um labirinto em outra cidade. Ele disse que seria legal. Eu falei que o Percy queria fazer sexo em toda parte não disse? Aquele labirinto era o submundo, era imenso e não tinha fim, e tinha deltas em algumas paredes, eu estava pronta para calcular b² — 4ac. E toda hora, Percy tentava me agarrar. Ele usava a desculpa que ninguém apareceria então ninguém nos pegaria em flagrante. É claro que ninguém apareceria. Que tipo de retardado iria querer ficar perdido naquela porcaria de labirinto do Dédalo? Se eu soubesse que esse labirinto era um labirinto para o castelo de Hades, nunca teria ido. Demoramos tanto para sair, eu ri muito naquele dia, por dois motivos. O primeiro porque eu estava com o Percy e o demente ficava gritando coisas absurdas e tentando me agarrar. E segundo, porque quando eu fico com um pouco preocupada eu começo a rir. Porque eu sou uma débil.

E o terceiro lugar foi o topo do prédio Empire State. Depois que eu disse que a vista dera linda ele logo disse que seria ótimo fazer amor com uma vista aquela. Eu ri e mandei-o sossegar porque daquela vez não estávamos sozinhos, estava cheio de turistas tirando fotos, por isso conseguimos entrar, fomos juntos com a manada de turistas. Dessa vez foi mais tranquilo. Percy apenas ficou abraçado a mim olhando a vista e vendo o sol se pôr. Nem tanto, confesso que ele deu umas mordidas no meu pescoço e uns beliscões na minha bunda. Fora isso, foi bem calmo.

Minha mãe não apareceu ou ligou depois daquele dia. Ótimo, eu estava feliz e não precisava ficar com ela em cima. Uma coisa ruim que estava acontecendo desde o dia anterior a esse (o da nossa ida ao Empire State) era o fato de eu dever estar ficando doente, eu estava enjoada de uns dias para cá. Eu não podia sentir o cheiro de algumas comidas, já ficava enjoada.

– Sabidinha, estamos sozinhos em casa, você não quer…? – ele me olhou dos pés a cabeça – Sabe? Eu quero as palmadas! – disse ele agora brincando com o edredom azul que estava sob nós dois.

– Tudo bem, fique nu – ele me olhou esperançoso até que eu continuei: –, deite de bruços e eu dou as palmadas.

Os olhos dele arregalaram. Eu tive que rir dele. Ele era muito bonitinho.

– Você vai ficar de castigo, mocinha! – afirmou ele.

– E como esse castigo vai ser? – perguntei e sorri maliciosa – Greve de sexo?

Os olhos dele se arregalarem e ele pareceu ter se arrependido por ter comentado do castigo.

– Não, não, não! Nada de greve de sexo! Não! Não! Não!

– Calma, calma, Percy, foi só brincadeira. – afirmei para acalmá-lo, ele estava descontrolado.

Ele começou a se acalmar, respirava com força como se estivesse se recuperando de uma maratona. Ele suspirou aliviado depois de se acalmar.

– Nada de greves, eu me mato se você quiser fazer greve de sexo! Eu juro! – disse convicto.

– Então qual era o castigo que você tinha em mente?

Ele sorriu malicioso e veio pra cima de mim me beijando. As mãos dele já estavam me apertando os seios com vontade sob a camisa e sobre o sutiã. Eu senti um solavanco no estomago e tive de afastar Percy de mim apesar de adorar quando Percy me toca, contudo eu achei que iria vomitar.

– O que foi, minha sabidinha? – perguntou ele acariciando as meus cabelos.

– Não sei, eu estou ficando enjoada. – respondi.

Percy’s POV

Annabeth me respondeu e respirou fundo fechando os olhos colocando a mão sobre a barriga. O que será que ela tinha? Eu não queria ver a minha menininha doentinha. Mas será que ela estava doentinha mesmo? Ou será que…? Não, não. Se bem que… eu não uso camisinha com a Annabeth e isso é imbecilidade, mas mesmo assim… Ela não está grávida, não é? Eu não podia ser tão burro assim. Eu sou lerdo, então meus espermatozoides devem ser também, não chegam nem no meio do caminho e já morreram. Eu não podia fazer isso com a Annabeth, não agora. Ela é tão brilhante, iria para uma ótima faculdade e isso não podia ser impedido porque eu fui um inconsequente e a fiz engravidar. No futuro, talvez, quando estivéssemos casados teríamos uma penca de Perceths, Annercys, Christineths e todos esses nomes bonitos que eu poderia inventar, porém não poderíamos ter um filho ou uma filha agora.

– É intoxicação alimentar? – perguntei casualmente não querendo transparecer o meu medo de estragar o futuro dela. Eu não tenho nenhum futuro de qualquer jeito ter um filho com a menina que eu amo não é mal, e meu pai tem dinheiro, se é para se livrar de mim, ele me dá quanto dinheiro for necessário.

– Acho que é. Eu comi comida tailandesa com meu pai e nunca tinha provado antes, acho que meu estomago não gostou. – respondeu ela.

– A minha menininha está doentinha? – perguntei. Ela fez biquinho e assentiu. Como era lindinha. Dei um beijinho no biquinho dela e a fiz se deitar – Eu vou cuidar de você.

– Cuidar em que sentido? – perguntou ela sorrindo maliciosa.

Eu criei uma monstra tarada! FINALMENTE CONSEGUI! Eu amo quando ela tem esses momentos safados.

– No sentido que você preferir. – respondi apertando a coxa dela e comecei a beijar o pescoço dela.

Ela deu uma risadinha.

– Acho que você já desconfia qual o sentido que eu prefiro.

Dei uma mordida no pescoço dela fazendo-a gemer. Sorri e dei-lhe um beijo. Ela abraçou meu pescoço como ela gosta de fazer e acariciou o cabelo da minha nuca. O mais gostoso foi que eu e Annabeth ficamos nos beijando durante um longo tempo, não houve pressa de nenhum dos dois para chegar aos finalmente logo. Somente quando nossas línguas passaram a brigar com vontade e o beijo a se intensificar foi que as coisas esquentaram e ela logo me deu aquele beijo que me deixa duro rapidinho.

A minha loira tirou a minha blusa e mordeu os lábios arranhando minhas costas enganchando seus dedos na minha bermuda e a tirando. Ela me empurrou pelo peito com a mão deitando-me na cama. A mãozinha dela apertou meu membro sobre a cueca e me beijou enquanto usava aquela mão boba para me fazer gemer.

– Podemos pular as preliminares, sabidinha, por favor? – perguntei gemendo.

Ela deu uma risadinha do meu sofrimento, tirou o short que usava e a calcinha, eu mesmo me virei com sua blusa e sutiã. Annabeth sentou-se sobre mim nos unindo e já começando a se mover. Tomar o controle era com a minha sabidinha mesmo. Eu gemi com o seio esquerdo dela na boca e o direito na mão. A minha sabidinha rebolou no meu membro e agarrando meus ombros, gemeu.

– Se toque, minha menina. – pedi olhando-a ainda com o seio dela na boca.

Annabeth segurou o cabelo com uma das mãos e a outra ficou entre nossos corpos. Finalmente eu estava tendo a minha rapidinha. Isso não deveria me deixar tão feliz assim, mas estava, afinal, se a Annabeth gostasse perceberia que deveríamos ter feito todas aquelas rapidinhas que havia sugerido nos locais que havíamos visitado.

A loirinha gemeu mais alto enquanto seus dedinhos massageavam seu clitóris. Eu agarrei a cintura dela e mordi seu mamilo sentindo o sexo dela me apertar. A mão de Annabeth se tocou mais rapidamente e logo gozou no meu membro tremendo toda. Eu estava prestes a gozar, porém a bandida resolveu sair de cima de mim. Quando eu ia reclamar, Annabeth pegou meu membro e logo o levou a boca. Segurei os cabelos dela e ajudei-a com os movimentos. Uma de suas mãos se ocupou com meus testículos e a outra masturbava a parte do meu membro que não cabia em sua boca. Em pouco tempo eu já gozava nos lábios de Annabeth. Gememos juntos. Ela lambeu os lábios e sorriu pra mim sedutoramente.

Minha monstrinha sexual linda agarrou meus cabelos e me beijou. E voltamos ao inicio onde apenas nos beijávamos por um longo e gostoso tempo.

...

Voltávamos da aula e dessa vez iríamos para a minha casa. Porque o Tyson finalmente percebeu que ele tem uma casa pra morar e naquele dia ele não ia almoçar na casa da namorada. Foi o que eu pensei, até receber a mensagem do infeliz dizendo que ele ia comer na casa da Ella.

– Você acredita que o grandão acha que pode passar o dia todo na casa da Ella? – perguntei parado na frente da porta de casa – Eu estava junto dele no útero da minha mãe! Eu sou a prioridade aqui! – afirmei indignado.

Annabeth riu do meu piti.

– Mas a Ella é uma garota – ela destrancou a porta por mim e abriu-a entrando sem tirar os olhos de mim – e ele não tem nenhuma relação de parentesco com ela. Acho que isso ganha de você ser um garoto e ser o irmão mais velho dele.

– Mas… mas… mas… Eu sou LINDO! – exclamei a fazendo rir.

Eu sorria até que vi alguém levantar-se do sofá e se aproximar de nós. Era uma menina morena, uma velha amiga minha.

– Clarisse? O que faz aqui? – perguntei.

Essas portas desses apartamentos são feitos de quê? Papel? Não é possível. Todo mundo entra e fica esperando no sofá. É a Thalia, é a mãe da Annabeth, é a Clarisse. Quem deixa esse povo todo entrar?

– Eu queria conversar com você, Percy. – o tom dela não me alegrava nada. Eu senti até um frio na barriga.

Fechei a porta e me aproximei.

– O que houve?

– Percy… – ela olhou para a Annabeth.

– Pode falar, a Annabeth pode ouvir tudo.

– Tem certeza?

Olhei Annabeth que assentiu. Ela é curiosa devia estar doida pra saber o que a Clarisse queria.

– Absoluta.

– Certo então. – Clarisse ainda parecia mal e eu estava ficando assustado – Eu estou grávida, Percy, e você é o pai.

Grávida? Grávida? Ela está grávida de mim? Como assim? Estava completamente perdido, eu não conseguia sentir o chão debaixo dos meus pés. Acho que era melhor eu ter mandando a Annabeth ir ver se o Blackjack estava com fome. Olhei para a sabidinha, que tinha os lábios entreabertos, parecia assustada, e tinha lágrimas nos olhos.

– Como assim, Percy? – perguntou ela a mim.

Eu também não sabia. Eu vou mesmo ser pai?

Notas finais
PEGUEI! Quem achou que a Annie era quem iria falar que estava gravida levanta a mão! (e coloca nos comentarios para eu poder ver!). Fiz pegadinha do Malandro com algumas das minhas diamonds, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk eu sou muito bandida (#VacaMalvada) (#TysonEuTeAmo) (#CasaComigo) (#parei). E agora gente? E AGORA????? O Percy é papi do filho da Clarisse, mas como? Quando? Porque? Querem saber essas respostas? Então não deixem de ler o próximo capitulo de P de Punk. (e #ClarisseEuTeAmoManinha). Beijos, até semana que vem, amo vocês.