P De Punk

13 A festa de negócios


Notas iniciais
ATENÇÃO EM MIM! Nem todo mundo lê as notas inicias, então ATENÇÃO EM MIM PORQUE EU SOU LINDA! Eu me pergunto porque há pessoas que não comentam, tem mais de duzentas pessoas lendo e só algumas (muito fabulosas) comentam, por causa de vocês que comentam que eu venho e escrevo. Então o capitulo de hoje é dedicado a vocês que comentam e fazem da minha vida de escritora de fanfic feliz. Algumas das minhas Diamonds sumiram o que me deixa triste, mas normal, volta as aulas e todas essas coisas chatas e nada de fanfics até as três da manhã durante a semana. Diamonds, é possível que eu não esteja aqui no sábado que vem porque eu vou estar internada por causa do filme MdM, eu to morrendo agora, sexta eu vou assistir e vou sair do cinema de maca, eu sei. Credo como eu escrevi nessas notas inciais. Então vamos ao capitulo, vejo vocês lá em baixo.

A minha sabidinha ficou melhorzinha três dias depois, ela nem conseguiu ir a aula, eu ficava cuidando dela todo dia. Ela me obrigava a ir à escola, dizia que se eu não fosse para ficar com ela, ela não falaria comigo. MAS EU SOU PERFEITO! Como ela pode não querer conversar comigo?! E eu sou melhor que o Leo, o elfo não veio vê-la nenhum dia, ele me perguntou se ela estava bem no dia seguinte ao dia que ela foi embora mais cedo, só que foi somente isso. Se eu fosse namorado da Annabeth faria o que já estou fazendo, tentando faltar da escola para cuidar dela e ela dizendo que não, porque é a Annabeth.

Nesse terceiro dia Leo surgiu. Eu estava na poltrona da Annabeth com o Blackjack no colo porque a sabidinha me obrigou, eu não queria me pegar o bicho. O senhor Chase, apareceu na porta dizendo que o namorado da loirinha veio vê-la. Eu quase ri e disse que eu já estava ali, quando Leo entrou, eu lembrei que não era o namorado por ali. O senhor Chase se despediu e eu continuei sentado na poltrona com aquela coisa preta me olhando no colo.

– Posso falar com você, Annie? – perguntou Leo, então ele me olhou – A sós?

Peguei Blackjack na mão e entreguei a Annabeth, ela me olhou com cara séria.

– Percy, leva o Blackjack com você. – pediu ela me oferecendo o porquinho-da-índia.

Fiz cara de nojo, brincando.

– Não! Sozinho com esse negócio eu não fico! Depois ele me sequestra para eu ser um dos escravos dele, eu não!

Annabeth riu. Era tão bom ouvi-la rir. Eu quase esqueci que Leo ainda estava no quarto, tive que olhá-lo para lembrar. Ele parecia sério demais. Aquele era o Leo, ele nunca ficava sério assim. Eu saí do quarto e fui para a sala. Depois de cinco minutos, o Leo saiu de dentro do quarto e eu abri a porta par ele. Voltei para o quarto e Annabeth parecia aliviada. Perguntei o que houve e também fiquei aliviado e feliz quando ela me contou,

Annabeth’s POV

Olhei para Leo e pedi que ele se sentasse na minha frente, eu já estava sentada e com o Blackjack no colo. Perguntei por que ele não tinha ido me ver. Leo parecia muito sério. Tão sério que eu me calei.

– O que houve, Leo? – perguntei preocupada.

– Eu vim aqui para terminar, Annie. – respondeu ele que parecia tão calminho, ele deu um sorrisinho – Eu gosto muito de você, Annabeth, mas eu sei que você não sente o mesmo por mim.

– Mas, Leo… – tentei dizer.

Ele sorriu solidário.

– Não precisa mentir. Dá para ver que você gosta do Percy. Eu só quero que você seja feliz, Annie. – ele se aproximou de mim e deu um beijo na minha testa e sorrindo calmamente ele foi embora.

Acho que eu tinha que eu estou solteira novamente. Leo tinha sido tão bonzinho. Ele não parecia nervoso ou com raiva de mim. Meu pai me disse que o Leo tinha ligado no final de semana passado e ele disse que eu estava no chalé, eu não tinha pensado nisso, mas, com certeza, meu pai contou para Leo que eu estava lá com o Percy. Pelo menos meu pai me ajudou a terminar com o Leo sem ninguém se magoar. Pelo menos o Leo não parecia magoado e isso me deixou muito aliviada, não queria que o Leo ficasse magoado comigo. Talvez ele tenha ficado magoado por saber que eu havia ido ao chalé com o Percy, mas ele parecia bem conformado, estava sério somente porque tinha algo a dizer, não parecia bravo nem nada.

Percy’s POV

Graças a Zeus vestido de mulher! Finalmente eu e a Annabeth estávamos livres para nos amarmos afinal, Leo estava fora da jogada. Pobre elfo, tomara que isso não influencie o trabalho dele com o Papai Noel porque eu preciso daquele lingerie supererótico de Mamãe Noel para que a Annabeth usasse comigo no dia de natal. O. MELHOR. PRESENTE. DE. TODOS!

...

Voltei para casa na hora do jantar e surpreendentemente, eu não fiquei sozinho com o Tyson naquele jantar, meu pai estava sentado na mesa também quando eu cheguei. Eu fiquei chocado!

Bom, não fiquei tão chocado afinal, ele nem olhou para mim e para meu irmão durante o jantar. Ele ficava olhando para a porcaria do celular dele. Tyson como é um amor de pessoa, tentou puxar assunto.

– Como foi o trabalho, pai? – perguntou ele.

O velho Poseidon (que desgraçadamente parecia-se comigo só que tinha fileiras de cabelos brancos sobre as orelhas, era como se fosse eu mais velho, meu irmão tinha sorte de se parecer com a nossa mãe, os cabelos castanhos e os olhos gentis) nem olhou para ele, apenas assentiu olhando para o celular.

– Ele falou com você, caralho! – rosnei.

– Percy… – repreendeu-me Tyson um pouco melancólico.

– Não tem problema, Tyson, não tenho medo de frescuras. – ele levantou os olhos e nos olhos e pegou a sua carteira no bolso de trás da calça – Eu tenho uma festa de negócios esse sábado, eu queria que vocês fossem, vestindo coisas apresentáveis – ele olhou diretamente para mim, vocês tinham que ver a cara daquelas velhas quando eu apareci usando minhas roupinhas legais de punk, tão puritanas, tinha umas que queria fazer sexo comigo e algumas me chamaram para ir na casa dela naquela noite ainda e até um cara veio falar comigo sobre passar noite na casa dele – e suas namoradas também tem que ir. Seria melhor se meus filhos apresentassem boas garotas para os meus sócios, então… – ele pegou um cartão de credito da coleção dele jogou na mesa – Comprem um vestido para essas meninas para que elas pelo menos pareçam decentes. Eu disse decentes, não deixem essas meninas sozinhas com o meu cartão ou elas vão comprar qualquer porcaria que pobre adora comprar.

Levantei-me na mesma hora. Ele estava fazendo pouco caso da namorada do Tyson e da minha Annabeth, eu não ia suportar aquilo.

– Olha aqui! – chamei a atenção dele irritado – Você não fala assim da Ella e nem da Annabeth! Você não tem o direito de abrir a boca…

– Percy, por favor – pediu Tyson – não…

– Mas, Tyson, ele…

– Não, Percy, por favor.

Tyson estava suplicando com o olhar e com a voz. Ele pediu por favor mais uma vez e eu me sentei, calando-me. Meu pai riu como se eu fosse um tapado que não conseguia ter palavras para por ele no lugar dele. Então ele se levantou, nem havia comido nada, pegou o celular e disse que tinha que ir resolver umas coisas de trabalho no quarto. Olhei para Tyson e puxei meu cabelo para trás.

– Porque você não me deixou falar? – perguntei indignado – Você ouviu o que ele falou da Ella, não devia ter me cortado.

– Percy, se você for desrespeitoso ele te manda para um colégio militar no Alaska e eu nunca mais te vejo na minha vida. Já perdemos a mamãe, não quero perder o meu irmão também.

Isso pode ser meio gay, mas eu queria chorar. Só que não é gay porque o Tyson é meu irmãozão que é mais novo dos gêmeos aqui quem nasceu primeiro fui eu. Levantei-me e o abracei. Será que eu deveria falar da mamãe? Eu nunca contei sobre a ligação que ela havia feito na noite que morreu. Ainda abraçando Tyson resolvi dizer alguma coisa pelo menos.

– Você sabe que a mamãe te amava muito, não sabe? – perguntei.

– Sei, Percy. Ela ainda ama… onde quer que ela esteja. Ela ainda ama muito nós dois.

Droga, Tyson! Eu vou acabar chorando. Como eu sou frouxo. Dois segundos depois, nós dois pigarreamos juntos.

– Isso está ficando estranho. – comentei.

– Concordo.

Assim nos separamos e rimos voltando a comer. Combinamos também que no dia seguinte, uma sexta-feira, levaríamos as meninas para comprar a porcaria dos vestidos.

...

Ella, a namorada ruiva de Tyson, e Annabeth não faziam ideia de onde tinham de ir para comprar vestidos. Entramos em uma loja de roupas e eu e o Tyson sentamos em um sofá na frente dos provadores e esperamos alguma coisa acontecer.

Ella e Annabeth colocaram três vestidos diferentes em quarenta minutos. Porque demorava tanto? Elas costuravam os vestidos elas mesmas? Ou eu viajei e perdi uns dez vestidos a mais? Acho que eu viajei. Annabeth dessa vez saiu com um lindo vestido preto de um ombro só, e estava marcando todas as curvas daquele corpo lindo que é meu! Ella colocou a cabeça para fora do provador e sorriu ficando com as bochechas vermelhas, mais vermelhas que o cabelo.

– Tyson, preciso de ajuda. – murmurou ela.

Tyson levantou-se e foi até o provador, entrando nele. Fui até Annabeth e sorri.

– Você está linda. – afirmei sorrindo.

– Obrigada.

Eu ia dar um beijinho nela, porém eu tive que parar por causa de umas palavras que Ella e Tyson diziam no provador ali ao lado.

– Tá quase, Tyson, mais forte. – disse Ella.

– Estou quase conseguindo, Ella. – retrucou Tyson – Consegui!

Olhei Annabeth e nós dois prendemos o riso por dois segundos depois gargalhamos. As mulheres que estavam na loja olharam horrorizadas para Tyson quando ele saiu com Ella atrás. Ele olhou para mim e quando perguntou se era esse vestido que a Annabeth ficaria, eu me fingi de desentendido.

– Eu te conheço? – perguntei sorrindo educadamente.

Tyson riu forçado.

– A Ella não conseguiu fechar o zíper, eu fui ajudar. – disse ele um pouco alto para as mulheres ouvirem.

– Preciso de ajuda com o zíper também, bonitão. – olhamos para o dono da voz atrás de Tyson e encontramos um gay de bigodinho ridículo sorrindo como um lunático mostrando uma calça jeans, pobre Tyson, esse zíper é problema.

– É com você, Percy. – afirmou Tyson.

– Eu não, ele tá chamando você, você é quem está ajudando as pessoas com os zíperes por aqui.

Ella e Annabeth riram achando a maior graça que eu e meu irmão estávamos jogando um o pepino pro outro. Pepino não, Zeus, não, esquece o que eu disse! Nada de pepinos, nem em salada! Jogando abacaxi é melhor, sem conotação sexual quando o negocio é abacaxi.

– Ninguém vai me ajudar? – perguntou o gay de bigodinho.

– Ãh, não, perdão, eles não podem ajudar com o seu zíper. – disse Ella, graças aos deuses que ela tomou iniciativa para nos ajudar, a Annabeth só ria. Eu amo a Ella – Eles se ajudam nos zíperes, se é que você me entende. – ela sorriu maliciosa para o gay e piscou.

O gay deu uma risada escandalosa. Eu odeio a Ella. E a Annabeth também, ela soltou uma gargalhada, chorando de tanto rir, ela vai levar uns tapinhas mais tarde.

– Eu adoro! – ele riu novamente e olhou para mim e para Tyson – Tão jovens e já saíram do armário, são gays como vocês que eu tenho orgulho. – ele enxugou uma lágrima no canto do olho – Tesudos! – o gay soltou do nada, como se fosse normal, mandou um beijo para nós e se meteu no provador.

Ella e Annabeth riam de se acabar e eu e Tyson chocados como dois ovos. Ah, não, conotações sexuais inapropriadas sobre órgãos sexuais masculinos depois do assedio de um gay não é bom, não é bom.

– Vocês ficam rindo? – perguntei indignado.

– Vocês já escolheram os vestidos, não escolheram? Por favor, vamos embora daqui! Eu estou com medo! – Tyson choramingou.

Annabeth e Ella riram mais um pouco até que os soluços começaram.

– Eu – Annabeth soluçou – vou com esse mesmo, para mim está bom.

– Eu vou com aquele branco que eu escolhi primeiro. – Ella enxugou as lágrimas dos olhos e suspirou.

Eu e Tyson saímos correndo da loja e deixamos as meninas se virando com o pagamento dos vestidos, dei a senha do cartão do meu pai para Annabeth e pronto. Esperamos as duas saírem, eis que o gay volta, a calça apertadíssima não era uma visão bonita e a blusa rosa brilhante também apertada era de deixar qualquer atordoado. Ele piscou para nós se aproximando.

– Se vocês quiserem um divertimento a três ou um troca-troca… – ele deu um cartãozinho rosa com o número do celular dele sob o nome “Stephany” – É só me ligar.

Eu e Tyson assentimos fingindo interesse, fingindo muito mal. Ele mandou um beijinho e saiu rebolando pela rua. Olhei para Tyson ia falar uma coisa, mas esqueci rapidinho, afinal o débil estava cheirando o cartão do treco que acabou de chamar eu e meu irmão para um “troca-troca”.

– Para com isso, Tyson! – mandei – Tá doido?

– Mas é cheiroso. – explicou colocando o cartão sob o meu nariz.

Era cheiroso mesmo. Eu e Tyson começamos a brigar pelo cartão para podermos cheirar, era muito bom aquele cheiro. Houve um pigarro. Olhamos para a porta da loja, os dois com as mãos no cartão rosa, disputando-o quase saindo no tapa.

– Posso saber por que os dois estão brigando pelo telefone do gay? – perguntou Ella. Eu iria perguntar como ela sabia que era o telefone do gay, mas Annabeth respondeu.

– Vimos toda a cena. Agora respondam a Ella: porque vocês estão brigando pelo telefone dele?

– Não estamos brigando pelo telefone. É pelo cheiro. – explicou Tyson tirando o cartão da minha mão o oferecendo para as meninas – Cheira, é uma delícia.

– Que bom que gostou… – Annabeth sorriu travessa – A gente viu o gay esfregando esse cartão no pescoço antes de sair.

Tyson fez cara de nojinho soltando o cartão como se fosse uma gosma e nós dois começamos a esfregar o nariz para tentar tirar qualquer resquício do cheiro de nós. As meninas riram, adorando a nossa desgraça. Vou mandar as duas para o Tártaro, porém antes, eu e Tyson tivemos a mesma ideia, agarramos as nossas meninas pela cintura e fizemos o que tínhamos que fazer. Eu respirei o cheirinho doce da Annabeth e Tyson enfiou o nariz no cabelo de Ella e respirou fundo. Eu estava curado, meu momento de pânico passou. Porque eu tinha que ser tão gostoso? Até os homens me querem. Como eu sou sofrido.

...

As meninas estavam lindas, não preciso nem dizer. Annabeth estava deslumbrante. Eu ainda ia levá-la para o banheiro da festa e arrancar aquele vestido dela lá mesmo, não ia conseguir ficar com as minhas mãos longe daquele corpo lindo por muito tempo não.

Eu estava tentando fazer o nó da gravata no espelho do banheiro quando Annabeth entrou. Assoviei em aprovação. Ela sorriu e disse que eu também estava lindo. Eu estava usando um terno preto igual a Tyson, só que eu sou uma anta, eu só consigo fazer nós de gravata nos outros, então fiz no Tyson e ele não conseguiu fazer em mim então Annabeth se ofereceu para fazer isso para mim.

– Você está tão gostoso de terno assim. – ela soltou mordendo o lábio me olhando dos pés a cabeça.

Rosnei em aprovação e desci meus lábios aos dela. Annabeth agarrou a minha grava, divertindo-se em puxar-me para ela. Eu nunca achei que seria possível eu ficar excitado e ter uma ereção por causa de um beijo, mas Annabeth tinha um beijo que era de outro mundo. Eu já estava ficando todo duro, piorou quando Annabeth resolveu meter a mão na minha calça e me masturbar. Tyson foi quem interrompeu dizendo que teríamos de ir. Respirei profundamente tentando controlar minha ereção e joguei um pouco de água no rosto e fui com eles.

A festa foi um saco, eu tive que ficar passeando com a Annabeth por toda ela cumprimentando todos os sócios do meu pai. Até cumprimentei Zeus. O deus do olimpo? Na verdade não. O pai da Thalia mesmo. E ela estava também na festa. Depois de pedir muito, consegui colocar Annabeth na frente de Thalia. A pinheirinho foi muito gentil com Annabeth e não tocou no nome de Luke em nenhum momento.

Depois não fizemos mais nada de diferente. Conversei com Calypso, uma filha de um dos sócios do meu pai. A menina estava praticamente me estuprando no meio do salão, que idiota. Ela acha que vai ganhar da minha loira. E falando na minha loira, ela não pareceu não gostar nem um pouco de Calypso.

Voltando para casa, ela não abriu a boca. Meu pai tinha ficado na festa. Ele provavelmente ia trepar um negocio… quero dizer, fechar um negocio. Tyson (safado total) ficou na casa da Ella, os pais da ruivinha não estaria lá e ele resolveu passar a noite. Eu fui para meu apartamento com Annabeth só aí ela resolveu falar.

– Gostou da festa, Annabeth? – perguntei.

Annabeth parou perto da mesinha que ficava ao lado da porta a qual tinha um vaso de flores em cima.

– Percy, eu te vi flertando com aquela biscate! – ela rosnou.

Arqueei as sobrancelhas.

– Que biscate?

– A Calypso. Só faltou aquela menina te pagar um boquete no meio do salão.

– Que bobagem, Annabeth! – exclamei – A gente só estava conversando! Eu não vou te trair por causa de uma conversa. Não sou um mal namorado.

Annabeth riu com ironia.

– Você não é meu namorado, pelo menos ninguém aqui se pediu em namoro. – afirmou ela.

– Isso não é caso! – disse ansioso, afinal, havia esquecido esse detalhe importante. Como eu não pedi a Annabeth em namoro? Acho que já que o Leo terminou com ela, assimilei que estávamos namorando – Se quiser vai para a sua casa! Se você acha que eu iria fuder a Calypso só porque ela veio dar oi… se bem que ela queria dar mesmo, mas o que eu posso fazer se sou irresistível?! Enfim se você acha que eu sou tão baixo assim, pode ir para casa. Eu nunca vou trair você!

Cruzei os braços e esperei a reação dela. Annabeth sorriu desafiadoramente, aparentemente adorando o que eu disse, olhou para o vaso de flores falsas na mesa e escondeu as chaves de casa em baixo.

– Não posso ir para casa, porque percebi que esqueci a chaves de casa. – disse ela manhosa.

Ela gosta de sexo depois de briga, é isso? Porque se for, ela podia fazer uma lista de coisas que poderíamos brigar, se resultasse em sexo, pra mim estava ótimo. Rosnei em aprovação à atitude dela e peguei-a pelo braço.

– Eu amo quando você toma o controle. – ela murmurou falando perto da minha boca.

Rosnei mais uma vez e a arrastei para o meu quarto. Annabeth atacou meus lábios me dando um beijo delicioso e de tirar o fôlego. Mordendo meus lábios possessivamente.

– Você gosta que eu assuma o controle, não é? – ela mordeu o próprio lábio e assentiu – Você também gosta de obedecer? – ela assentiu mais uma vez – Eu gosto de quando você dá uma de safada – mordi a orelha dela – me deixa louco!

Ela sorriu e puxou a gravata preta que eu usava com meu terno. Era hoje que eu amarrava aquela loira gostosa. Tirei o vestidinho que Annabeth usava. Ela estava sem sutiã e de calcinha preta, minúscula combinando com o vestido. Já estava ficando quente. Atirei o vestido novinho pelo quarto e arranquei a gravata.

– De costas pra mim, sabidinha. – mandei e ela o fez.

Toquei os braços dela delicadamente o os trouxe para trás. Peguei a gravata e amarrei nos pulsos dela. Annabeth já gemeu de antecipação do que aconteceria.

– Está machucando? – perguntei no pé do ouvido dela mordendo-o em seguida, ela negou com a cabeça – Você gosta de ficar amarradinha assim, Annabeth? – perguntei e ela assentiu.

Dedilhei delicadamente os seios dela, tocando muito levemente, quase nem tocando. Annabeth soltou um gemidinho engasgado e reclamou que eu só estava provocando. É claro que eu estava provocando. Apertei os mamilos e mordi o ombro dela. Ouvir os gemidos de Annabeth era uma delicia. Puxei o queixo dela e a beijei. Quando aquela safada mordeu meu lábio, a virei de frente para mim e abocanhei seus seios gemendo de prazer por tê-los na boca.

– Ah… Percy…

Ela gemeu mais alto quando eu mordi ambos os seus mamilos. Era tão bom fazer amor com a Annabeth quando não tinha ninguém na casa, ela não ficava tímida e gemia tão manhosa. Deitei-a na cama e tirei sua calcinha. O sexo dela estava tão molhado. Que tesão. Agarrei as coxas dela e meti a cara no meio delas. Annabeth se contorceu e gemeu mais alto, claramente querendo arrancar a gravata dos pulsos para agarrar os meus cabelos. Queria vê-la tentar. Eu tinha feito um nó de marinheiro. Deslizei minha língua por todo o sexo dela com toda a paciência, ia para o clitóris e o chupava com força, voltava para a entrada e metia a língua.

– Percy…

As pernas de Annabeth abraçaram-me por cima dos ombros e ela arqueou as costas gemendo cada vez mais alto. O corpo dela foi dominado por espasmos e ela gozou nos meus lábios, continuei chupando-a só para ter o prazer de vê-la tremer e gemer engasgada.

Levantei e fiquei observando Annabeth enquanto abria os botões da minha camisa e tirava o terno. A minha loirinha arfava jogada na cama, sem conseguir se levantar afinal as mãos não podiam ajudá-la. Já sem camisa, peguei-a pela cintura e a ajudei a sentar. Ela sorriu mordendo o lábio observando as minhas mãos se ocuparem com o cinto da minha calça, logo a minha menina safada se ajoelhou na minha frente encarando-me em expectativa enquanto eu desafivelava o cinto. Tirei minha calça preta e joguei-a no chão junto com a cueca.

A sabidinha me olhou sorrindo e aproximou a boca do meu membro o engolindo inteiro. Aquela visão era demais para o meu coração, ele ia ficar com cãibra, tava batendo muito rápido.

– Annabeth...

Não consegui conter meus gemidos. Ela ajoelhada diante de mim, com as mãos presas pela minha gravata, o meu membro em sua boca e os olhos sempre em mim, divertidos e desafiadores. Eu arfava com força e gemia o nome dela. Gemi mais alto quando a boquinha quente dela deslizou pela base do meu membro deixando um rastro de saliva desde a glande até os meus testículos. Ela chupou um depois o outro, deslizou novamente até a ponta e rodeou a cabeça com a língua.

– Chega. – pedi meio incerto, eu queria que ela continuasse, era uma visão tão sexy, porém eu queria me unir a ela.

Ela se levantou e lambeu os lábios. Rosnei e a beijei, em seguia a ajudei a subir na cama a deixando na posição deliciosa. Deixei-a de barriga para baixo, os joelhos flexionados sobre a cama, o tronco inclinado para frente e a cabeça deitadinha no colchão. Dei um tapa na bunda dela e acariciei o sexo dela.

– Percy, por favor… – ela choramingou.

– O que você quer? – perguntei massageando o clitóris dela com a ponta do meu membro – Você não confia em mim, eu não deveria fazer nada que você queira para você aprender a confiar em mim.

– Eu não… Oh… – ela parou de falar para gemer quando eu dei um tapa na bunda dela – Perdão por não ter confiado em você… – dei outro tapa.

– Acho bom.

Nem esperei ela responder, meti com força. Annabeth gemeu surpresa e sorriu de canto, agarrei a cintura dela e apertei estocando com força.

– Já imaginou, Annabeth – rosnei sem deixar de estocar – se alguém aparece e te ouve gemendo assim? – perguntei provocando.

Pude ouvir Annabeth rir da minha provocação.

– Percy! – ela gemeu o mais alto que o sexy permitia – Me fode!

Sorri e rosnei apertando a bunda dela e dando um tapa. Estoquei e estoquei até que o interior dela começou a me apertar. Peguei-a pela cintura puxando o tronco dela para trás, encontrando as suas costas no meu peito, ficando com meus lábios perto do pescoço dela onde eu fiz questão de dar um chupão para ela ficar com uma marca roxa ali e apertei os seios dela. Nossos corpos tremeram juntos e gozamos um seguido do outro.

O corpo de Annabeth começou a ficar mole, eu tive que deitá-la na cama devagarzinho porque se eu soltasse ela ia cair como uma pedra. Deixei-a de bruços e a visão foi totalmente sexy. o corpo branquinho e nu deitado na minha cama, o traseiro rosado pelos tapas que eu dei, tremendo levemente por causa do orgasmo, os cabelos espalhados pelas costas dela e pelo travesseiro e as mãos presas pela minha gravata. Eu queria tirar uma foto daquilo. Desfiz o nó da gravata e acariciei seus pulsos com os polegares e dei um beijinho. Estavam vermelhos pelo esforço que ela fez para tirá-la.

Ela passou os braços sob o travesseiro e virou o rosto para mim quando sentei ao seu lado apoiando minhas costas na cabeceira da cama. Ela sorriu.

– Temos um problema. – disse ela.

– Qual seria? – perguntei.

– Nós dois gostamos de ter o controle e gostamos quando o outro controla.

– Tem razão. – cocei a nuca – Annabeth…?

Ela sentou-se nos próprios joelhos o que não me ajudou a dizer o que eu queria. Nem sabia mais o que ia dizer. Os seus seios estavam apertadinhos entre os braços dela enquanto ela inocentemente esperava eu falar.

Ao notar que eu não falaria mais nada, ela sentou-se no meu colo e tocou o meu membro dando uma leve apertada e começando a me masturbar.

– O que? – perguntou ela rouca enquanto movimentava as mãos lenta e torturantemente para cima e para baixo.

– Eu não sei mais. – fui sincero a fazendo rir.

Gemi roucamente inclinando a cabeça para trás encostando-a na parede dando espaço para a sabidinha morder e lamber e chupar meu pescoço.

– Depois você lembra. – murmurou ela contra meu pescoço.

Assenti e gemi novamente. Já eram duas da manhã, era hoje que eu iria ver o sol nascer e banhar o corpo da minha linda sabidinha enquanto ela comandava as coisas.

...

As coisas estavam normais como sempre foram entre mim e Annabeth, contudo por causa da provocação de Annabeth eu esqueci uma coisa muito importante que iria perguntar a ela e não conseguia lembrar de jeito nenhum o que era. Voltando da escola, eu fui direto para a casa dela porque a comida dela é boa. Ela abriu a porta enquanto eu comentava que os porquinhos-da-índia estavam dominando o mundo já fazendo Annabeth rir, mas logo ela parou quando viu uma mulher sentada no sofá da sala.

A mulher se levantou e fiquei um pouco confuso, mas quando ela nos olhou pude ver seus olhos cinza, eles eram como de Annabeth.

– Oi, Annabeth. – disse a mulher.

Annabeth suspirou triste.

– Oi, mãe…

Notas finais
AI AI AI!!! Finalmente conhecemos a namorada do Tyson *-*. E um gay que surgiu de paraquedas. Bom, primeiro, vocês deveriam ouvir a música "To Feel Alive" da IMEVE é a música tema da Thalia do filme MdM e tipo é perfeita sem mais. O que acharam do Percy amarrando a Annie? É tipo 50 Tons de Cinza, só que com sexo kkkkkkkkk finalmente falei isso (que livro ruim! Bom mesmo é fanfic, sem mais). Eu escrevi uma one shot gente: http://fanfiction.com.br/historia/401656/Senhor_Jackson/
Super recomendo, porque fui eu que escrevi. Bom, até semana que vem gente. Beijinhos, amo vocês. (Nenhum porquinho-da-índia demonstrou comportamento estranho e que dê indícios que estão prontos para dominar o mundo nesse capitulo).