Ozando no Chb

18 Foi me chamar de Minhoquinha Finni...


Notas iniciais
Poxa gente! Que saudade de vcs! Nyah trollou todos nós :c mas voltou õ/ e como não deu pra postar por duas sextas vamos postar 2 caps. hj ok? Mas eai, como vcs estão? Então... Como o prometido (depois de tanto tempo) , aí esta o Hentaí Sara e Steve o/ Pra vocês que gostam de altas putarias, pois nesse cap. isso não vai faltar MUAHAHAHAHA Bom gente, foi o primeiro hentaí que eu escrevi e espero que vocês gostem. Sei que tem gente que não gosta então se você for uma dessas pessoas, não leia. Sara

POV Narrador

Sara tinha provocado Steve ao extremo. Quando o chamou de Minhoquinha Fini e começou a insultá-lo mais de perto, sem gritar a coisa foi ficando mais séria. Ninguém é de ferro, Steve também não. Sara precisou chama-lo mais uma vez de Minhoquinha Fini.

–Ok, vou te mostrar agora quem é Minhoquinha Fini. –disse Steve agarrando Sara quase a levantando.

A pegação estava ficando quente e não estavam se importando. A festa não estava tão cheia como no começo, muitos já tinha ido embora, mas mesmo assim ainda tinha muita gente. Sara aos poucos ia ficando mais consciente na medida do possível e Steve não tinham bebido tanto.

POV Sara

Sinceramente eu não sabia o que se passava na minha mente naquele momento, não sabia o que eu estava fazendo e ao mesmo tempo sabia. Eu realmente tinha bebido demais e usado muita flor de lótus, mas isso não tinha a mínima importância, pois seja como eu estava aquilo me agradava eu não estava nem ai.

Steve, o filho de Ares que eu tinha há uns dias atrás um verdadeiro ódio recíproco misturado com uma grande dose de antipatia, era o mesmo que me beijava arduamente com beijos quentes e agradáveis que pediam algo a mais.

Cansamos de nos pegar lá embaixo e subimos as escadas sem parar de nos beijar. Com esses beijos ele foi me conduzindo até o quarto me imprensando contra a parede aplicando certa intensidade nos beijos que desciam para o pescoço combinados com mordidinhas leves que me deixaram excitada, esperava ansiosamente pelo ‘’algo a mais’’ que estava por vir e ao mesmo tempo eu queria dar um tapa na cara de Steve e cair fora, mas minha parte bêbada dizia que não.

Percebi que Steve sentia o mesmo e então acidentalmente, é claro, minhas mãos deslizaram para dentro de sua calça jeans escura e pude sentir o tanto que seu membro estava rígido. Detive-me a apenas tocar por cima de sua cueca e tirei minhas mãos rapidamente de propósito o que não agradou Steve, pois isso apenas aguçou ainda mais os seus desejos.

Aquele caminho entre o entre o andar de baixo para os quartos não parecia ser tão distante quando eu e Laura estávamos organizando o chalé para a festa. Acho que eu tive essa impressão porque nos ocupávamos mais nos beijando do que subindo as escadas, mas enfim.

Chegamos ao quarto e Steve não fez nem questão de parar de me beijar pra abrir a porta, só deu uma leve empurradinha e a porta se abriu, se é que você entende o que é uma leve empurradinha de um filho de Ares. Steve não estava nem se importando com a possibilidade de alguém entrar no quarto, pois mal fechou a porta e já estava lá arrancando minha blusa. Porém eu me importava, só de sutiã fui até a porta meio tonta verificar se estava trancada, e pude sentir o olhar maldoso de Steve me observando. Não tinha ninguém nos outros quartos, mas era importante trancar, sabe lá se com minha sorte não apareceria alguém... O que era que estava fazendo ali mesmo? Confesso que me ocorreu rapidamente um impulso de vestir minha blusa e dar um fora dali, mas foi só um impulso mesmo, minha parte bêbada estava no comando.

Quase não terminei de trancar a porta e Steve me abraçou por trás, colocando meu cabelo atrás da orelha e sussurrando coisas que me deixaram louca de excitação e completou isso com beijinhos delicados do meu pescoço causando-me arrepios.

Notei então que Steve ainda estava com aquela sua blusa camuflada ridícula e fui logo tratando de tira-la. Convenhamos que ele fica muito melhor sem ela, seu corpo bronzeado e musculoso me fazia delirar. Nunca vi o tanto que ele era sedutor com aquele olhar penetrante e malicioso. Acho que ele percebeu o meu olhar pervertido observando-o e então com uma voz extremamente sexy meio rouca sussurrou:

– Você não gosta mesmo dessa minha blusa em mocinha?

Depois de falar isso, Steve me jogou na cama e pude jurar que bati a cabeça em algum lugar, mas isso não importava, eu estava muito ocupada sentindo o halito e respiração de Steve que agora estava em cima de mim, me observando o que me deixou meio constrangida, mas ele interrompeu meu olhar com um longo beijo que ficava cada vez mais quente e cheio de mãos bobas.

Steve ainda vestia sua calça jeans e então inverti a posição ficando por cima e fui dando leve arranhadinhas em seu tórax descendo e subindo, percebi que isso o excitou e desci até a altura da calça e desabotoei. Ele estava usando uma cueca Box branca que realçava o volume do seu membro.

Enquanto Steve estava seminu eu ainda estava com minha saia, mas nem liguei, pois tinha certeza que Steve tiraria por mim. É, realmente adivinhei, rapidamente Steve virou-se e ficou por cima de mim me cobrindo de beijinhos que desciam até demais e finalmente arrancou minha saia e viu uma lingerie preta que destacava minha pele branca. Ele ficou me olhando por um instante e nossos olhares se encontraram e senti uma pitadinha de... Paixão? Amor ou apenas desejo? Foda-se estávamos bêbados mesmo, devia ser delírio. Depois eu pensava nisso, mas aquele momento estava sendo como uma descarga de desejos que o orgulho não permitia que nenhum de nós demonstrasse. Ficamos ali nos olhando sem dizer nada, e nem precisava aqueles olhares intensos diziam exatamente tudo.

Após isso, Steve me beijou e começou a acariciar minhas costas com um carinho que me envolvia completamente e subiu até meu sutiã e o tirou com muita facilidade jogando-o ao lado esquerdo da cama. As caricias que estavam nas costas foram até os meus seios me causando arrepios prazerosos e desceram um pouco mais até minha virilha e ele me tocou delicadamente. Gemi baixinho, acho que ele nem deve ter escutado. Ele estava prestes a tirar minha calcinha e só então fui lembrar-me dos preservativos e avisei-o, Steve pareceu nem se importar muito, mas foi lá procurar a bendita nas suas calças que estavam jogadas no chão, reclamando:

– Há que droga! Levantar pra pegar essa merda, nãm! Afrodite ama me trollar! Que porra!

Steve, finalmente achou as benditas, até porque nem eu nem ele estávamos a fim de cuidar de um pirralho e quando ele abriu o preservativo sabor morango ele começou... A falar? Isso mesmo, com uma voz de locutor que dizia:

– Preservativos Afrodite, os melhores, protegendo vocês contra filhos indesejados desde sempre, aproveite o momento! Sexo é saúde! Ame sempre, aproveitem! Beijos, Afrodite.

Eu fiquei assustada demais e apenas de calcinha corri aos tropeços pra perto da janela e gritei atordoada já achando que eu estava ficando louca:

– C-o-omo assim isso fala? Socorroooo exorciza Steve! Gente to delirando ou isso falou mesmo?

Steve começou a rir da minha reação e disse:

– Relaxa, quando eu disse que Afrodite gosta de me trollar tava falando sério, mas pó, precisava ser agora?

– Há, e gosta de trollar a mim também porque eu te odeio... E não era pra eu estar aqui logo com você.

– Mas está, e eu também te odeio... Quer dizer, digamos que nem tanto.

Depois de me recuperar do susto que a voz me provocou comecei a rir e falar besteira e sinceramente pensei que não ia rolar mais nada até que vi que Steve, eficientemente já tinha colocado os ‘’preservativos Afrodite’’ e estava lá completamente nu e lindo me chamando com o olhar.

Ele me jogou novamente na cama e me deu um beijo daqueles, arrancando minha calcinha e o beijo começou a descer até minha intimidade e foi dando beijinhos em minhas virilhas e sugou meu clitóris, mordi os lábios de prazer e o chamei e ele deu um sorrisinho de canto e continuou, lambeu toda minha intimidade, parecia querer me penetrar com a língua.

Queria dar a mesma espécie de prazer a ele e então fui passando minhas unhas em seu abdômen até chegar a seu membro que estava duro de excitação e o masturbei até que ele soltasse um gemido. Acho que no mundo inteiro não poderia existir um gemido tão sexy.

Depois disso, sem mais hesitações, Steve segurou em minha cintura e me penetrou tão forte que deixei escapar um gemido, e me olhou maliciosamente, dando estocadas fortes que faziam com que correntes de arrepios de prazer atravessassem meu corpo.

Chegamos ao ápice juntos e ele saiu de mim delicadamente, ambos ofegantes e totalmente satisfeitos. Ele se jogou ao meu lado, ambos olhando para o teto anestesiados pelo prazer. Sem nem perceber, adormeci envolvida nos braços de Steve e ele logo adormeceu também.

***

Acordei com Steve me observando, o que me deixou envergonhada e num impulso dei um pulo da cama atordoada, com dor de cabeça e sem saber o que eu estava fazendo ali e depois de constatar que eu estava nua e que Steve ria do meu mini-desespero eu me lembrei “vagamente” do que tínhamos feito e puxei o lençol pra me cobrir enquanto procurava minhas roupas. Até que Steve parou de me observar e falou alguma coisa:

– Fica aqui mais um pouco, Selvagem!

– Selvagem?

– É, quer que eu te conte o que você fez?

– NÃO! O QUE EU TÓ FAZENDO AQUI COM VOCÊ? GENTE DO CÉU! MALDITA FLOR DE LÓTUS COM VODKA! VAI SE FUDER STEVE! CULPA SUA TUDO ISSO.

– Para de drama Sara. Sério, fica mais um pouco?

– Tá doido já são 09h40min! Você, eu, você não gosta de mim lembra?

– Esquece isso, vamos curtir agora ok? Esqueceu que o chalé 69 fica isolado? E não tem mais ninguém aqui além de nos dois...

Antes de eu dar um desculpa, pois confesso que meu abuso da cara dele estava voltando, Steve me beijou. Tá, beleza que você beija muito bem, mas eu queria minha roupa, pensei e disse:

– Tá bom, não to afim mesmo de fazer nenhuma atividade até porque sou péssima em praticamente todas elas. E se o Quíron perceber? Mas pera... Eu não gosto de você e você também não gosta de mim... Por que estou aqui mesmo? Steve, sério vamos embora... Eu estava bêbada e você também, esquece isso e eu ainda não vou com a sua ca...

– Vem cá me dá mais um beijo! –disse ele me interrompendo.

Deu-me mais um beijo mais ardente que o outro só que depois daquela noite não estava disposta pra algo mais porque né apesar de estar bêbada eu ainda lembrava de algumas coisas e podia ver as marcas de chupões no meu pescoço e até mesmo nas minhas cochas... Achei minha roupa e Steve também se vestiu.

– Steve...

– Fala.

– Olha, só faz o seguinte... Esquece isso, esquece tudo ok? Nada aconteceu. Você e eu não nos gostamos e não vai mudar nada. Você continua o mesmo grosso de sempre. Nada vai mudar. Eu te provoquei não sei nem porque e você deveria ter se controlado. Não se controlou porque não tem domínio própio e puta que pariu em, vim ficar logo com você.

– Mas Sara você não tem ideia do tanto que você me provocou.

– Não importa o problema é seu. Apenas esqueça isso ok?

– Agora pede pra esquecer né... Mas quer saber o que você me falou há umas horas atrás?

– Não, eu nem quero saber. Obrigada. E na verdade acho um abuso tudo isso porque eu estava mais bêbada que você.

– Olha para de frescura que eu tenho certeza absoluta que você gostou e que você ainda lembra de muita coisa.

–Tá, eu gostei, mas passou, acabou. Vamos embora logo, por favor.

– Eai tem uma parte dois?

– Tá doido quirido, digamos que os abusos da sua cara não passaram totalmente só por conta dessa noite ouviu? A culpa é sua. Eu estava bêbada e você tinha que ter se controlado.

– Ok... Tudo bem então orgulhosa. Ninguém mandou você me chamar de Minhoquinha Fini e me provocar daquele jeito... Digamos que você me pediu e não é justo você se fazer de vítima.

– Essas festas costumam ser sempre assim? Lembre-me de nas próximas não beber, por favor, e ficar bem longe de você.

– Essa foi melhor.

– Há ok tudo bem que eu gostei, mas vai se foder sério.

– E dá pra parar de bancar a inocente e nossa garota como você é abusada! Zeus me livre.

– Osh, vai se foder do mesmo jeito, não te obriguei a me pegar... Bem... Quase isso, mas eu tava mais bêbada, eu tenho direito de bancar a inocente e cala a boca.

– Tá, tá bom Sara, por incrível que pareça eu não quero discutir com você.

– Será porque né...

Quando fui ver já eram 11h00min e logo depois seria o almoço. Agora o assunto era como que iríamos sair de lá sem atrair olhares dos campistas o que era meio difícil já que a maioria tinha visto eu e Steve nos pegando na festa.

Como eu não conhecia o acampamento tanto quanto o Steve ele teve a ‘’brilhante’’ ideia de ir por um caminho e eu por outro, mas como eu já previa que iria me perder resolvemos ir andando juntos até certo ponto e depois sairíamos por caminhos diferentes e ele esperaria uns minutos até que eu me afastasse um pouco. É lógico que isso não adiantaria merda nenhuma, pois a essa altura o CHB todinho já deveria estar sabendo.

Saí em direção ao chalé de Hermes com a cara mais lavada que existe como se nada tivesse acontecido, mas claro, todos me olhavam como que dissessem: ‘’ eu sei que você deu pro conselheiro do chalé de Ares’’. Eu queria tomar um bom banho e dormir o dia todo, eu tinha feito merda, mas não me arrependia, não totalmente.

Notas finais
Gostaram? Deixem comentários! Alguém já shippa o casal? hahaha muitas tretas virão...Aguardem. Kisses, Sara.