Ozando no Chb
9 A Acheropita Terenbentina
Notas iniciais
– Vocês pisaram na minha caldaaaa, terão uma morte lenta e dolorosa. –disse a monstra.
Sara dá um tapa em Isabela e reclama:
– Pa porra! Eu sabia, eu sabia, eu sabia que um dia você ia matar a gente!
– Osh minha filha, fui eu não ou! –defendeu-se Isabela.
– Foi você sim! Ninguém mandou você pisar no rabo do bicho! –disse Laura.
– Como é que é? Chamou quem de bicho? – perguntou a monstra furiosa.
– Ela ali ó. –disse Laura apontando pra Isabela.
– Bicho é o carai Laura. –disse Isabela que ainda usava seu celular.
– Respeitem-me semideusas asquerosas! Eu me chamo Acheropita Terebentina e vou devorar vocês. –informou- Ai fiz um hidratação com baba de drakon m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a minhas escamas estão tão macias... –disse Acheropita encantada.
– Ah Srta. Terebentina imagino como deve ser eficaz, suas escamas estão com um brilho esplendoroso... Conheço uma de morangos que vai dar um upgrade nos seus cabelos... Vão ficar mais lindos ainda! –disse Sara tentando adiar a morte enquanto as meninas seguravam o riso por conta do nome da monstra.
– Morangos! Isso é uma boa idéia! –disse Acheropita.
– Ah! Eu sabia que você ia gostar! –respondeu Sara.
– Amei! Ótimo acompanhante para comer vocês! Muahahahaha inclusive, já ouvir falar que morangos são adstringentes, não estou a fim de engordar. –informou Acheropita.
– Fudeu! –murmurou Sara desistindo da sua tentativa fail de salvamento.
– Tá vendo Isabela, eu falei pra você que é culpa desse celular! Vamos morrer! –sussurrou Laura para Isabela.
– Vai pra porra Laura. –diz Isabela fazendo com que a monstra desviasse sua atenção para elas, já que ela estava passando um batom cor vinho.
– Pronto! Perfeito, agora posso comê-las sem ressecar meus lábios. Hum! Carne de semideusas fresquinha... Agora vocês vão pagar por terem atrapalhado o meu sono da beleza! –berra Acheropita com os dentes e garras de fora salivando, pronta para atacar.
–Adeus mundo cruel... –disseram as meninas em uníssono abraçadas com os olhos fechados esperando a morte.
Gritaram alto quando ouviram que a monstra ia dar o bote, porém nada aconteceu.
– Ihuuu morrer nem dói. –disse Laura.
– Pó vei, nem liguei pra minha mãe avisando. –disse Isabela.
– Avisando o que jumenta? –perguntou Laura.
– Que eu morri ué! –respondeu Isabela.
–Ah claro até porque você sabia que ia morrer- resmungou Laura.
– Ohh céus! Eu morri. É isso? E agora?! Tantos planos, tantos sonhos e agora todos frustrados por um bicho que pinta os cascos! Vida cruel! –lamentou Sara.
Connor que mais parecia um vulto, surgiu atrás das meninas e sussurrou:
– Corram que eu vou distrair ela pra vocês fugirem! Anda logo!
– Armaria fi! Tu morreu também foi? Como isso aconteceu?-pergunta Laura.
– Mais uma vida jovem desperdiçada, Oh que mundo é este? – disse Sara.
– Ai, tenha a divina paciência, abram os olhos pelo amor de Zeus! Se não vocês vão morrer de verdade. Prestem atenção! Quando eu for lá distrair o monstro, quero que vocês corram o mais rápido possível de volta pro chalé 69 entenderam? – disse Connor afastando-se.
Quando abriram os olhos as meninas se deparam com a seguinte cena: Steve dava uma chave de braço na monstra enquanto Leo estava imobilizando-a com alguns fios de bronze, Connor tentava chamar a atenção do monstro que salivava tentando aproximar-se das meninas.
– Elas falaram que eu tenho cascos! –debatia-se a monstra tentando se soltar.
Nesse momento, Acheropita parou de se debater ignorando a ofensa aos seus cascos e começou a observar os meninos.
– Epa! Senti mãos na minha comissão de frente... Nossa mais que braços malhados...
– Pois é né gata! –disse Leo.
– Casem-se comigo! Quero os três! Farei vocês de meus brinquedinhos sexuais, tem órgãos genitais bem dotados? Ai que hoje eu to a fim de inovar nas posições do monsto Sutra! Vemk gatuuus!
Os fios de bronze não pareciam ser eficazes em relação ao desejo sexual de Acheropita, pois estavam se soltando. Leo e Steve que estavam tentando imobilizá-la deram um passo para trás indo em direção a Connor. Os três juntos foram andando disfarçadamente para trás das meninas tentando se livrar da monstra. Tentativa fail, pois eles eram bem maiores que as meninas.
– Cadê os heróis que apostam a covardia de garotas? -indagou Sara
–Calada- disseram os meninos em uníssono.
Laura e Isabela empurraram os meninos para perto da monstra.
–Anda logo, mata isso ai! –disse Laura.
–Nossa nunca vi, todo monstro que é pra vocês matarem ficam ai de covardia! –reclamou Isabela.
– As meninas estão certas, vamos lá... –disse Steve.
Os meninos foram se reaproximando da monstra que já havia se soltado quase totalmente dos fios de bronze.
–Isso meninos! Venham pra mim! –disse Acheropita.
–Sim, estou indo, mas é para te esfolar com minha espada! –disse Leo tentando parecer destemido e galante para as meninas.
–Venha gato! Me esfole, me use, só me dê prazer! Traga sua espada até mim!
– Armaria naam alguém trás alguma coisa pra apagar o fogo desse troço ta pior que as bitchs da minha escola.- disse Isabela.
Os meninos com medo de se aproximar e serem abusados se entreolharam.
– Aff a falta de atitude aqui é grande- disse Acheropita que se soltando dos fios e avançou na direção dos meninos.
–Tá é agora que a gente ataca- disse Connor com a espada a postos.
Acheropita saiu do alvo dos garotos e em um movimento extremamente habilidoso passou por trás e apalpou uma por uma as bundas dos pobres meninos.
–UHhuuu bati meu recorde- Comemorou a monstra.
–Ai Ai me sinto abusado- choramingou Leo.
–Que shit é essa? – Revoltou-se Steve.
–Cara essa monstra precisa me ensina como ela faz isso- pensou Connor em voz alta.
–Vem aqui que eu te ensino tudinho bonitão- ofereceu a bitch, ops monstra.
As meninas poker face observando a cena, pois nenhuma sabia o caminho de volta pro chalé.
–Dá pra ir mais depressa ai ou tá difícil?- estressou-se Sara.
–Tá difícil gata. — disse Leo.
–Achei que vocês já tivessem matado monstros antes. — disse Laura.
–Não um tarado que não deixa sequer nos aproximarmos que já somos abusados- defendeu-se Steve.
–Querida eu não sou um monstro qualquer- gabou-se Acheropita.
–Ah isso dá pra perceber- observou Isabela- E graças a Deus por que imagina se todos os monstros fossem tarados assim? Zeus me livre!
–Como é que é?- disse Acheropita espumando de raiva e pronta pra dar o bote em Isabela.
–Ah quer saber cansei desse monstro bipolar. De bipolar já basta a Isabela. Me dá essa merda aqui! –disse Sara pegando a espada de Steve. ~mente poluída on~
–Sara tá doida? –perguntou Steve.
– Não querido, se vocês são inúteis, nos fazemos alguma coisa né meninas? –disse Sara.
–Osh sei de nada não! –disse Isabela dando um passo para trás.
– Também não... –disse Laura.
– Sabem sim e calem a boca. –respondeu Sara que mal consegui segurar a espada.
Os meninos apenas observavam parados sem reação e a monstra se aproximava gritando furiosa.
– Me ajuda a segurar essa coisa aqui. –pediu Sara.
– Armaria Sara! Quer que tu quer fazer? – perguntou Isabela.
–Anda veeeei o bichoooo ta se aproximando. –avisou Laura.
– Viaaados inúteis esses meninos! – reclamou Isabela.
– Gente, faz assim como esse trem é pesado e não sabemos lutar, a gente segura isso juntas e depois jogamos na monstra ok? Isabela que é boa de mira fica no meio! No três!
– Okay né... Não temos outra escolha, pelo menos se ela morrer vamos esfregar na cara dos meninos... –animou-se Isabela enquanto Laura estava pálida de medo por conta de seu trauma com monstros.
– UM, DOIS, TRES, JÁ!!!
A espada voou e acertou a barriga de Acheropita que se dissolveu em pó dourado gritando
–MEEEEEEEEEUS MENI...
– Ahhhhhhhhhh acertamooos! Meninos inúteis! Na cara de vocês! -comemoram as meninas gritando enquanto os meninos estavam boquiabertos.
Sara pegou a espada de Steve do chão e perguntou:
–Eai Steve... Estou doida? Tá aqui sua espada.
– Sim, está.
– Não se esqueça de que a nossa loucura salvou você também querido... Mas ainda acho que você daria um bom objeto sexual pra monstra...
Quando Steve foi abrir a boca pra responder Leo interrompeu dizendo:
– Brigas agora não né? Vamos pro chalé...
– RAAAAAA inúteis! Tá vendo o que a gente fez? I-n-u-t-e-i-s — debochava Isabela.
– O bicho das unhas vermelhas, mais uma pro meu trauma... –disse Laura.
– Calma Laura, estamos vivas. –disse Sara
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