Notas iniciais
Não me matem! Vou explicar. rs
Esqueci de avisar á vocês que viajaria e enfim não tinha nada preparado para levar para lá e postar ( tinha net no lugar ) mas também nem ia dar. Curti muito. Mas acho ( eu ) que o capitulo irá recompensar. Mais drama e descobertas! Lá vamos nós.

Guerra.

Meus olhos focalizavam um Alec em uma farmácia, desfocados. Eu tremia de nervoso e de vergonha... por ninguém ter certeza se minha vida sexual estava ativa, apesar de que muitos já demonstraram quase terem certeza. E agora a cidade toda iria saber, já que a filha do farmacêutico é uma das maiores fofoqueiras. Até que pensei em ir em Port Angeles mas tinha medo que até lá estivesse grávida.

- Não foi tão difícil assim. – Alec riu tranquilamente me passando o remédio. Me afundei no carro que já tinha vidro fumê mas sentia os olhares no carro, expeculativos do Farmacêutico e sua filha. É talvez até que eles não saibam quem eu sou... Pare de se enganar, eles já sabem que é você.

Voltamos para casa de Alec e a primeira coisa que fiz foi tomar o primeiro comprimido.

- Depois você toma o outro que é daqui há algumas horas...

- A, você tem certeza que... – engoli em seco. — Deixa para lá.

- Se eu sou saudável. – ele riu ironicamente. – Não sabe como eu sei disso, mas sempre tenho que estar indo ao médico. Sempre. – suspirei aliviada. – Renesmee, eu posso ser tudo mas não fico com qualquer uma... só quando você chegou que eu amei novamente.

- Então teve outra... não teve? – perguntei extremamente curiosa.

- Passado e bem enterrado. – senti seus olhos ficarem secos, ocultos.

- Bem... ela era linda? – perguntei.

- Não tão linda como você. – disse beijando minha testa.

Me arrisquei de novo.

- A amou muito? – sussurrei.

- Amei mais do que ela merecia. – ele pegou o copo de minha mão e colocou na bancada com força, trincando o copo. – Não quero falar sobre isso! – gritou. – Me desculpe. – ele se aproximou me vendo acuada. – Não gosto de falar daquela... pessoa. É um passado. O que me importa agora é você. – disse me abraçando.

(...)

Cheguei na casa dos Blacks, extremamente cansada e com fome. Coloquei a mochila no sofá e cumprimentei Rosa – minha cachorra. – enquanto fazia festa para mim. A casa estava silenciosa. A peguei no colo e fui fazer um lanche.

Meus olhos se chocaram com uma cena dolorosa, para mim, extremamente dolorosa. A Cacazinha afagava o rosto de Jacob e o abraçava. Agora a fome tinha ido embora de tal forma que me deixou enojada com os beijinhos que ela distribuía em seu rosto enquanto eu encarava encostada em uma parede a cena. Era tão “fofinho” que me dava nojo! Sai, peguei minha bolsa. Levando Rosa comigo, senti meus olhos arderem, tirei minha roupa e deitei junto com Rosa, chorando silenciosamente.

Narração Jacob.

Desci de minha moto, cansado. E caminhei até a casa de Léah.

- Olá. – a senhora me atendeu com um sorriso lindo do qual não me lembrava nada Léah.

Léah poderia ter puxado o pai do qual abandonara a menina quando ainda era criança.

- Olá senhora. – ela sorriu.

- Jake, entre... – já havíamos conversado e já tinha dito á ela que se o bebê for realmente meu. Ele receberá dinheiro, amor e tudo que for necessário.

- Vou sair. Ela está lá se embrulhando de tanto chororó e vômitos. Tendo pressão alta já no ínicio. – a senhora balançou a cabeça, cansada. – Inveja é o nome do qual está sofrendo. – e saiu com lágrimas aos olhos.

Subi até a porta do quarto de Léah.

- Jake... – Léah disse um pouco pálida. – Como você está?

- Eu? Bem. Eu que deveria lhe fazer essa pergunta.

- Só é um pouco de nervoso...

- De não ter me conquistado?

Ela abaixou a cabeça.

- Sabe que estragou mais sua vida do que a minha, não é? Não que um bebê seja um problema mas você é jovem e tem muito o que viver. Nós temos.

- É , eu sei. – ela virou o rosto para a janela do outro lado e suspirou. – Só queria ter o mesmo amor que você sente pela Cullen. Por que eu não... e ela sim? – ela disse com a voz embargada.

Eu não respondi, poderia mas ela estava extremamente sensível.

- Quantos meses?

- Vai fazer três meses. Sei que no quarto irá querer saber se é seu filho, mas eu sei que é seu. Eu sinto.

Suspirei.

- Posso? – disse olhando sua barriga.

- Claro. – passei a mão e coloquei meus ouvidos dava para ver o pequeno chiado na barriga de Léah. – É muito pequeno e frágil. – ela sorriu.

Fiquei ali curtindo e eu sabia que no fundo o filho era meu. Léah não mentia. O filho era um Black. Meu filho.

(...)

Entrei em casa como uma criança abobalhada.

- Nossa. Que carinha de bobão é essa? – Ca, perguntou.

- Ele é meu filho. Eu sinto. – ela sorriu.

- Parabéns então paizão! – ela riu. – Sensação boa?

- Surreal. – sussurrei e senti meus olhos lacrimejarem. Ela riu e se aproximou. – Mas ainda sim eu amo Nessie mais que tudo nessa vida. – ela riu.

- Está na cara que sim. Ela também te ama mas ignora esse sentimento. – senti as lágrimas traiçoeiras descerem. Ela as limpou e me abraçou. Ela começou a distribuir beijinhos em meu rosto e fez cafuné em minhas costas.

- Que sortuda é a Nessie e nem sabe! – ela riu.

- Nem tanto. Eu errei com ela e com muitas pessoas. – suspirei. – Se eu soubesse que rumo a menina que fiz a aposta se meterá. Eu pediria perdão á ela.

- Que menina? – murmurou Ca.

- Longa história. – sussurrei.

- Não tenho pressa. – disse se sentando.

Suspirei e comecei a narrar a história de que Sam queria que eu pagasse um tipo de aposta medonha e até disse claro que constrangido que tive que tomar um remédio para efetuar o plano...

- Eu só queria pedir perdão aquela menina mesmo que ela olhasse em meus olhos e falasse um “ Eu te odeio “, eu só queria dize-la que mudei para melhor e que eu queria voltar ao tempo e mudar o que fiz á ela. – balancei a cabeça indignado.

- Jake... o que se foi nunca mais volta. – sua voz era triste. – Quem sabe a garota não esteja por aí... mais perto do que você espera. – ela sorriu e me olhou nos olhos.

Flashes da menina de olhos castanhos brilhosos e seminua me olhavam na cama vieram em minha mente, o sorriso lindo que a menina dava... e o aperto de toma-la nos braços voltaram. Pisquei encontrando uma Carol mais amadurecida.

- Ca-Carol? – gaguejei.

- Sim. – ela riu. – Eu te perdoo.

- Mas como? – perguntei alarmado.

- Quando tive a chance de ter você por perto para bem.. vingar-me. – ela corou. – Aceitei na hora, mas depois desisti você já está sofrendo demais... Seu pai... a Nessie. Tudo de uma vez. E eu te perdoo de todo o meu coração. – nós abraçamos.

Subi para meu quarto sentindo o coração menos pesado e assim adormeci.

(...)

Senti uma sede descomunal e desci até a cozinha. A luz não estava acesa mas dava para ver a silhueta de Nessie. Acendi a luz e ela me olhou assustada, jogando uma caixa de remédios no lixo. Fui até a geladeira e bebi e a vi tomando o comprimido. Ela subiu rapidamente. Olhou para a lixeira antes de sair e isso me atiçou. Peguei a caixa e vi a bula.

“Remédio de emergência” – senti meu coração pulsar menos e como se um choque tivesse me atingido meu coração palpitou com ódio. Subi até seu quarto e escancarei a porta.

Fui até ela que me olhava assustada vidrada com os olhos na caixa;

- O. Que. É. Isso. Renesmee. Cullen?! – gritei.

Ela não disse nada, tremendo e chorando.

- Eu o mato! – grunhi.

- Você não vai matar ninguém. – ela gritou.

- O que é isso? – Sarah perguntou. Sai correndo e fui até a garagem. Liguei minha moto e dirigi muito rápido, parecia borrões por onde eu passava.

- Alec Volturi. – cheguei na casa dele gritando. – Alec seu vi*do eu te mato! – ele abriu com a cara mais sonsa do mundo.

- Black? – ele disse franzindo o cenho.

- Eu mesmo! – e mandei um soco em seu rosto. Não o deixei nem reagir, dei umas bela de umas joelhadas no parquinho de diversões dele. – ISSO É PRA VOCÊ NÃO TOCAR MAIS NENHUM DEDO NA MINHA NESSIE. – e comecei a soca-lo com vontade, chutá-lo com ódio.

- Pare! – gritou uma voz conhecida se atirando no meio.

- Renesmee Carlie Swan Cullen! O que faz aqui? – grunhi;

- Eu o quis! E você não tem nada a haver com isso! Não vê o obvio? – ela disse chorando. Ela se virou vendo o estado do merdinh*. – O que você fez Jacob Black?!

- Você vem comigo! – disse a puxando nem ouvindo-a.

- Eu não vou! – ela me olhou. – Eu vou ficar aqui!

- Pois então fique! Vocês se merecem! – cuspi. – Quer saber? Me faça o favor de sumir da porr* da minha vida. – disse evitando que as lágrimas escorressem e saí pisando fundo no acelerador.

Notas finais
Ai doeu ein? Eu QUASE chorei ao decidir isso, mas isso ajuda a desenvolver a estória...
Quem ficou chocada/o com a descoberta de que Ca era a menina?
Eu disse que ela faria A diferença e ninguém acreditou em mim! u.u KKKKKKKKKKKK'
E quem arrisca dá palpites na história de Alec Volturi?
Até SEUS/SUAS LINDOS/LINDAS. rs