Owns My Heart.
17 Capítulo 17
A Reviravolta.
-Vão ficar falando de mim ou vão para a merda da aula? – Jane disse abrindo a porta.
-Deu para ouvir conversa atrás da porta? – Alec perguntou – E não ‘to a fim de ir.
-Eu tenho que ir só que posso entrar no terceiro horário para fazer a merda de um teste do Senhor Chrürres.
-Droga, droga! Que horas são?
-Dez minutos para o sinal do inferno bater! – disse Jane revirando os olhos – Porque?
-Meu teste é no primeiro horário! Merda! Vou chegar atrasada.
-Você é nerd, um teste não irá te fazer falta.
-Vai sim. É a única matéria que preciso de nota.
Jane me ajudou à me vestir com algumas de suas roupas, belisquei algo e saimos. O dia? Frio e molhado. Estava vestida com uma jaqueta grossa preta, estava com uma blusa tomara que caia preta, e posso dizer que estava toda de preto. No carro passei maquilagem para disfarçar as olheiras.
-Só quero ouvir os comentários. Odeio cidade pequena, Nessie... Sabe quando tem algo desse tipo a cidade só fala sobre isso. – Jane falava enquanto pecorriamos o trajeto. Pelo visto ela amava velocidade.
-Eu não quero, mas sei que ouvirei. Mas estou preparada.
-Então não deixe ninguém te pisar mais – Jane deu um sorriso que me deu calafrio – Renesmee seu problema é que você ama demais as pessoas e isso te abala mais fácil. Não seja mais tola, se você não for, lhe prometo que ninguém irá te pisar. Você já foi privilegiada de ter uma beleza rara, só o que te falta é auto- estima. Se alguém pisar em você, levante e pise na pessoa com uma navalha.
Haviamos chegado em frente da escola.
-Eu prometo, que agora não irão mais pisar em mim. Agora foda-se, não vou ser mais a Renesmee boazinha. Eu auto me prometo.
Vi Jane sorri com os olhos brilhando. E eu conhecia bem esse sentimento ódio, que fervia em mim e nela. Só que o meu pulsava tão forte, que me motivava à entrar naquela escola e mudar a visão de todos sobre mim e era o que eu faria.
Segui até meu armário, já estava atrasada dez minutos. Quando adentrei a sala, tirei meu casaco e pus no cabide.
-Atrasada Senhorita Cullen? – Senhor Chürres perguntou.
-Sempre tem algum dia não é seu Chürres? – podia sentir os olhares em mim.
-Tudo bem, só lhe darei essa trégua por ser uma boa aluna. Agora sente-se com seu parceiro e faça o teste.
-Com meu parceiro? – arfei.
-Não é porque teve uma aposta que irei mudar seu parceiro. – disse ele.
- Tudo bem – sorri me virando ao mesmo tempo que olhava para o Black. Automaticamente, sorri, não de amor, mas um sorriso do qual não me pertencia um sorriso mal, um sorriso que transparecia minha fúria.
Jacob parecia perceber minha fúria, e que se fodesse, e de fato eu seria a primeira mas foder a vida dele em geral. Cheguei perto do ouvidinho dele e falei:
-Oi Jake... – muito mas muito sensual.
- Onde esteve? – perguntou “O todo poderoso”.
- Tem certeza que quer mesmo saber? – sorri maliciosamente, o plano já completo em minha mente.
- Se estou lhe perguntando é porque, sim, estou interessado em saber! Te procurei em todo lugar e você sumiu.
- Então vem! Que eu falo no seu ouvidinho... – ele se aproximou – na cama com o Volturi, preciso dizer mais algo? Ou talvez traduzir?
Pude perceber a fúria de Jacob, era assustador e engraçado devo admitir! Quando Jacob foi abrir a boca sexy dele, o professor o calou e nós mandou fazer o dever.
Eu? Fiz questão de errar todo o dever, por mim ele mofaria nesta escola, de fato iria me prejudicar, mas e daí quando eu tenho uma arma bem melhor... fazer a vida de Jacob pior do que estar no inferno.
Quando o sinal bateu fiz questão de sair correndo dalí, queria o deixar intrigado, extremamente irritado, isso estava ficando cada vez mais excitante... que até me dá prazer!
Mas esse joguinho é eu quem vou ganhar, e ele só irá cair e por mais que eu queira isso, o pior, eu devo ainda admitir que ainda resta amor, que me faz odiar mais meu coração masoquista.
As outras aulas foram todas tranquilas, dava até tédio, queria ação, clique, queria vê-lo e provocá-lo como uma bithc, como uma cobra à ponto de dar um bote certeiro, como, como uma garota com coração partido.
Senti meus olhos lacrimejarem. Não! Eu não choraria por ele, não, nunca mais.
-Senhorita Cullen, não está se sentindo bem? – perguntou a professora.
-Estou Ó-TI-MA ! – disse agressiva.
-Ah, garota misteriosa. Não está não. Dá para perceber no seus olhos – a vadia Léah disse.
-Não é porque ele fez uma aposta comigo que eu irei ficar triste, sou bem melhor do que uma aposta Léah... Cuida da sua vida vadia! – gritei.
- O que você me chamou? – Léah surda e vadia perguntou.
-Além de vadia, agora é surda! – ri.
Ela se levantou da carteira dela e veio em minha direção.
-Se não quiser que eu te dê um murro, pede PERDÃO agora!
-Meninas! – a professora gritou assustada- Renesmee – suplicara a professora.
- Sinto muito Senhora... mas já está na hora de calar a boca dessa vadia! – e dei um soco em Léah. Que ficou em choque, só pude ver algum homem me segurando e logo em seguida vi também outro homem agarrando Léah.
- AH sua orfã tu me paga, sua peste! – Léah se debatia. Eu fiquei quieta só a observando e rindo da cara dela, enquanto a mesma se debatia no braço de dois homens, tamanho a raiva dela. Até que o diretor chegara.
- Senhorita Cullen e Senhorita Cleatwer, não acredito que a causa dessa briga são vocês, principalmente você Cullen.
Léah já havia parado de se debater. Olhava ingenuamente para o diretor, como se fosse uma “santa”, eu? Ah, eu... estava meio ainda que sonhando que arrebentar a cara daquela vadiazinha de quinta. Dei um sorrisinho para o direto e disse:
-Não se preocupe, foi só... uma briguinha!
-Uma briguinha? Você me deu um soco Cullen! – Léah se fez de vítima.
- Mas foi você que começou! – alguém da sala deletou. Pude ver o brilho de ódio estampado em cada fio de cabelo de Léah.
-Resolveremos isso na diretoria.
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