Notas iniciais
Adivinhem... Vou dividir esse capitulo em dois se não ficaria muito grande (na minha opinião)
Espero que explique MUITA coisa.
Boa Leitura my babys ♥

A Tragédia – parte I

Narração Autora

Nova York a cidade mais agitada. Pera aê! Mas estávamos em Forks. Não estávamos? Sim, mas para entendemos melhor voltaremos a dezoito anos atrás onde Alec e Jane Volturi nasceram.

Aro e Sulpícia eram os magnatas e mais belos de toda a Nova York estavam muito felizes é claro eram ricos e sua família seria acrescentada com dois filhos.

Sulpícia era linda, encantava à todos e era digna de seu nome mas havia um problema a gravidez era de risco... e cuidada como um jarro de cristal prestes a espatifar.

E esse dia chegou estavam em seu grande duplex, chovia e a demora a chegada do médico era grande. Aro andava de um lado ao outro em agonia, sua mulher gritava, mas não tinha jeito, não tinha como leva-la ao hospital estavam de mãos atadas. O médico chegou ensopado de chuva, mas Aro não quis saber, a mulher estava em trabalho de parto quase sem forças. A pequena Jane veio primeiro, Sulpícia dera seu sorriso, mas ainda faltava Alec, o menino, ele estava dando trabalho, não havia encaixado na entrada, o médico e a enfermeira faziam massagem para que o menino descesse. Sulpícia ficava sem ar, sem forças.

— Tire-o daí! Tire meu filhinho daí. – a mãe dos irmãos Volturis gritava e chorava.

Sem recursos que o hospital daria, o médico continua a massagear à moda antiga. Alec encaixou, Sulpícia já estava quase sem forças, mas conseguiu dar a luz ao seu filho. Ela suspirou e sorriu fracamente, sentia seu corpo dormente, se sentia tão fraca e... com sono.

— Ela está sangrando. – o médico informou – Teremos que leva-la ao hospital.

Ela foi levada, mas não teve como estancar a hemorragia. Veio a falecer no mesmo dia.

(...)

Os irmãos brincavam no belo jardim da mansão que Aro comprara. Os dois se completavam, não precisavam de amigos e as duas crianças vivia assim com a babá.

Jane colhia flores no jardim e ia mostrar a sua babá que os dois chamavam de ‘mamãe’, tinham por volta dos seis anos. Alec brincava com seu carrinho automotivo ambos tinham de tudo quando viu o pai abrir os portões os dois dispararam até o carro. Alec chegara primeiro.

— Alec. – Aro disse tão automaticamente, abaixou-se e deu duas tapinhas na costa do filho quando viu Jane se aproximar abriu um sorriso.

— Minha princesinha! – gritou e Jane pulou no colo do pai que lhe deu um beijo estalado.

Alec sentiu que seu pai o rejeitava pela primeira vez aos seis anos aos dez, descobriu o motivo, aos onze começou a ter distúrbio. Ele gostava de matar animais quando estava com raiva, geralmente com estilingues, a babá alertou Aro, mas este sequer moveu um dedo. A babá assustada começou a punir o garoto. Jane já amava Alec e começou a enterrar para o irmão os animais que ele matava. A babá aquiesceu-se.

(...)

Passados alguns anos quando tinha por volta dos quinze para dezesseis anos Alec começou a namorar a linda líder de torcida de sua escola. Jane odiou. Mas a irmã tinha razão à menina era fútil e de menina não tinha nada, traía Alec desde o primeiro dia de namoro deles. Ela bateu o recorde dela ao completar um mês com Alec, mas já estava achando aquilo tudo chato e então foi em um dia ensolarado em uma das poucas campinas de Nova York que ela disse as palavras “Alec acabou”, foi tão fria que não parecia ser um ser vivo e Alec fingiu não entender, não queria, ambos brigaram ela voltou-se de costas. Alec teve flashes de sua infância matando um pássaro com predadas em sua cabeça, logo se viu com a pedra na mão e quando voltou a si, batia a pedra na cabeça, mas desta vez não era um passarinho, sua ex-namorada estava lá morta, as mãos de Alec com sangue. Ele a havia matado-a.

Alec ficou desesperado e lembrou-se que a irmã ajudava-o. Ligou e a irmã logo chegou. Ele chorava e pegava na menina e a soltava a balançava. Jane correu ao encontro do irmão pegou em seu rosto e disse “Calma, calma. Vai ficar tudo bem.”

Jane colocou o irmão no carro e puxou com dificuldade o corpo, já sabia o que fazer. Não deixaria seu único irmão desamparado. Colocou no porta-malas. Voltando-se para o irmão disse:

“Não pode ficar assim. Ela era uma vadia, meu irmão.”

E começou a limpá-lo.

Logo saíram de lá ela havia pegado a pedra do crime, sem deixar rastros. Sabia como agir.

Saíram da cidade e percorreram até a área rural, estava de noite. Jane pegou um pedaço de pau e começou a cavar fundo, tirou o corpo e o enterrou.

Alec tinha os olhos ao longe, estava em choque.

“Olhe para mim – disse Jane – Vai ficar tudo bem. Não vou deixar que ninguém lhe faça mal.”

(...)

Alec não conseguiu esquecer. Um dia em um evento disse a todos o que havia acontecido, não entregou a irmã, logo foi julgado. Jane recorreu ao pai desesperada lhe pedindo que não o deixasse ir para a cadeia. Aro conseguiu com que o dessem como louco é claro que teve que tirar do bolso algum dinheiro, mas fez pela reputação e pela filha.

Alec passou exatos seis meses quando Jane recorreu ao seu pai choramingando que não aguentava mais vê-lo naquele lugar, conseguiu novamente com mais um punhado de dinheiro e com a promessa de que teriam que visitar um psiquiatra. Alec foi solto e logo foi rumo à Forks.

Narração Renesmee

Fora mais tranquilo do que eu imaginava, pensei que ele iria ficar furioso, é claro, ele estava estranho e meio “longe”, mas devo dizer que ele só me pediu para irmos a um lugar que ele adora ir! Eu não negaria depois de tudo que eu fiz a ele.

Saímos do carro e fomos caminhando apressadamente dava para ver o farol ao longe.

— Calma Alec! Você está correndo. – pedi.

Ele me puxou pela mão bruscamente e senti medo.

— Alec o que está acontecendo? – disse eu enquanto tentava arrancar minha mão da sua, porém em vão.

— Alec me solta. – pedi enquanto ele me arrastava.

Logo estávamos no velho farol. Meu corpo tremeu de medo.

— Entre. – ele ordenou.

Meu corpo não reagiu e me vi sendo puxada novamente. Debati-me. Ele me empurrou pra frente.

— Vai andando – disse e eu não me mexi. – Vai! – cai na escada. – Cullen levanta daí e anda. – ele suspirou e entrei em pânico seus olhos estavam em fúria.

— A-A-Alec o que você vai fazer comigo? – perguntei debilmente.

Ele riu melancolicamente, colocando sua cabeça para trás, depois parou e ficou sério tombando a cabeça de lado.

— Levante! – não levantei – Mas que droga. Levante! – disse e dessa vez me levantei.

Sentia minhas pernas andando e eu não sabia o que ele faria para mim. Mas sabia que aquilo não era brincadeira e meu corpo reagia com medo, me sentia encurralada, quando estávamos na metade do caminho, me virei, mas quando pensei em empurrá-lo e correr Dalí, ele sacou a arma. Eu nunca havia visto aquilo na minha vida assim de perto. Me senti impotente.

— Nada. De. Gracinha. – disse pausadamente trincando os dentes – Agora se vire e ande.

Talvez eu estivesse querendo adiar isso, eu sabia que ele me mataria de qualquer forma, mas não estou preparada para isso, não agora que eu e Jake nós entendemos.

Empurrei a porta de madeira que dava para o alto do farol e estávamos em um lugar cheio de folhas, mas eu não poderia dizer que ali era um lugar feio ao contrário se fosse outro dia, eu acharia aquilo tudo lindo e maravilhoso, mas não quando você tem uma arma direcionada para você.

O sol começava a amarelar avisando que logo formaria o crepúsculo. Afastei-me de Alec, ele não reclamou, senti meu corpo encostar-se à parede mostrando onde eu morreria.

Alec se aproximou da janela, suspirando e fechando os olhos, colocando a arma para cima encostada na testa.

— Sabe pensei que você fosse diferente da outra, mas não é. Que pena. Sabe o que é viver e ser rejeitado por todos? Você, ah você sabia, mas não mais. O que ele tem? – ele disse abrindo os olhos – Que eu não tenho?

Não respondi.

— Me diga! – gritou e eu me encolhi.

— E-eu só o amo, mas eu também te...

— Não, não ama! – ele gritou se aproximando – Bem que ela me falou. Bem que ela me falou que... – e ele começou a murmurar coisas desconexas.

— Alec, por favor, acredite em mim... – falei chorando – Alec...

— Xiiiu – ordenou – Não diga nada. – ele disse enquanto colocou a “boca” da arma e foi descendo até perto do meu coração. – Você é tão... linda Re. – ele sorriu.

Lentamente abaixou a arma e aproximou-se de mim, não percebi o que ele queria, mas quando ele começou a beijar meu pescoço foi o instinto o afastei, o empurrando fazendo com que cambaleasse até o centro da sala.

— Alec, eu não posso! – gritei – Por favor. – pedi.

— Mas com o Black você pode não é? – ele tinha os olhos marejados, mas doentios. – Não é?!

— Alec eu sinto muito – choraminguei.

— Não Cullen, eu é que sinto muito.

— A- Alec...

— Xiiiu! Se você não é minha, não será dele e de mais ninguém.

Ele apontou enquanto tremia.

— Adeus, meu amor...

Foi tudo muito rápido, fechei os olhos esperando sentir o impacto e assim minha morte, mas só ouvi o tiro, me olhei com os olhos marejados e deixei as gotas caírem quando vi Jake estava ali enquanto os dois lutavam entre si.

— Jake! – consegui gritar.

Eu não sabia identificar quem ganhava, quem perdia, podia ver ainda a arma na mão de Alec enquanto Jake tentava pegar. Fiquei travada ali.

Os dois rolavam em disputa pela arma. Vi a arma cair perto de mim, mas não tive coragem de pegar aquilo e chutei para longe de mim e deles.

Jake esmurrava-o com todas as suas forças.

— Você nunca mais a toque. – ele olhou para mim, parecendo se lembrar de que eu estava ali. Rapidamente me senti ser puxada, ser abraçada e então ser levada.

— Vamos! Corre Ness! – ele disse me puxando.

Fomos descendo pelas escadas. Eu sentia torpor.

- E-ele está morto? – parei.

- Não. Só desorientado! Vamos! – me puxou – Ele não vai demorar a se recuperar. – ouvimos um tiro e corremos mais ainda.

- Que merda Nessie! Você não pegou a arma?

- E-eu não. – disse tremendo – Eu nunca peguei em uma!

- Já foi neta de cherife! Céus... – ele resmungou, enquanto corríamos os lances das escadas enquanto Alec nós perseguia.

Estávamos já na porta, abrimos com dificuldade e saímos corre.

Já dava para ver a moto de Jake quando senti um impacto e uma dor.

- Jake...- arfei.

Notas finais
O que acham que vai acontecer?
E a história do Alec? Dificil não?
Espero que não estejam querendo me matar. rs
Até a próxima babys ♥
XOXO :**