Notas iniciais
Heeey voltei! Não eu não abandonei a Fic, apenas não tive tempo para escrever nada! Para vcs terem noção eu fui no show do 1D (sim sou Directioner), dps tive festa, viagem com a escola, niver da minha mãe e amanha tenho um passeio com o colégio! Hoje tive tempo de escrever e resolvi postar! Bem o próximo capítulo pode demorar ou não! Depende de vcs... já q ninguém comentou o ultimo não sei se estão gostando. Então comentem, se tiver bastante comentários eu posto amanha ou sexta, se não vai ter que ser semana que vem! Bjs aproveitem sua leitura!!

Passaram-se dois dias dês do restaurante. A mãe de Annabeth parece uma pessoa legal, longe da minha família. Não falei mais com Annabeth nem com seu irmão, acho que ainda estou meio magoado por ter um namorado, mesmo que em coma.

Hoje é terça, amanha teríamos um passeio escolar para umas minas de carvão. Eu iria me sentar com Nico, que se mostrou um cara legal, mesmo que fiquei bravo quando o chamamos de emo ou falamos que ele gosta da Thalia.

– Você pode repetir o que eu disse Sr. Jackson? – falou a professora de matemática me tirando de meus pensamentos.

Já que não prestei atenção em nada fiquei em silencio enquanto ela e toda a sala me encaravam.

– Preste mais atenção na aula. – Disse bufando e se virando para continuar a escrever cálculos na lousa. Como estava com sono já que não dormi na noite anterior, continuei a desenhar no meu caderno.

O sinal da ultima aula finalmente tocou. Terminei de guardar meu material, levantando e colocando a mochila no ombro direito seguindo para o corredor. Passei pelo amontoado de pessoas indo para fora da escola a caminho da minha casa, iria andando hoje.

Andei tranquilamente até chegar em casa. Abri a porta, e como esperava meu pai não estava em casa.

Esquentei meu almoço e tomei um suco de uva enquanto via TV. Estava usando uma calça moletom cinza e uma blusa com gola V branca. Comia e assistia, até que a campainha tocou.

– Já vou! – gritei para quem quer que esteja na porta.

Deixei minha comida na mesinha de centro e fui atender a porta. Quando eu abri tinha uma mulher desconhecida na porta. Ela era alta, magra, cabelos loiros bem escuros e lisos, olhos marrons, ela sorria e parecia ser gentil.

– Olá! – Falou animada – você deve ser o Percy. – concordei com a cabeça. – Queria saber se seu pai esta em casa. – perguntou curiosa.

– Oi, não meu pai não esta. – falei e ela pareceu um pouco triste, mas não parou de sorrir!

– Você pode falar para que quando ele chegar dar uma passadinha na casa do lado? – disse apontando para uma casa vizinha. Sua casa parecia menor que a nossa, tinha uma pintura bege clara e uma sacada pequena na frente.

– Claro – sorri gentilmente.

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Cheguei na escola cedo e encontrei o ônibus parado na frente do colégio com uma fila de alunos esperando para entrar. Entrei na fila logo atrás do Nico e de meus amigos.

Depois que fomos liberados para entrar falava apenas uma pessoa, então ficamos esperando. Eu estava conversando com Nico e com Grover quando a pessoa entrou. Virei-me para ver quem era e vi Annabeth entrando no ônibus com uma mochila em seu ombro. Ela estava linda, como sempre. Vestia uma blusa cinza com estampa de coruja e um casaco preso em sai cintura e calças jeans. Simples, porém linda.

O foi uma droga. Não fizemos nada, apenas estudamos o que é chato! Agora todos estavam ansiosos para irem para suas casas. Maaaas como sempre a sorte nunca está ao nosso favor (n/a: entendedores entenderão) estava uma chuva de cair o mundo e o ônibus não podia vir nos buscar já que a área das minhas tinha muita terra e o ônibus não chega na lama.

Todos estávamos fazendo uma fila para ligar do telefone publico que a mina tinha, já que os celulares não tinham sinal precisávamos avisar nossos pais do atraso.

Quando tinha terminado de falar com meu pai fiquei em um canto da mina olhando as maquinas. Annabeth estava ao meu lado, porém não falava comigo. Seu celular (um dos poucos com sinal) começou a tocar, e quando ela olhou quem era quase rasgou seu rosto ao meio com um sorriso.

– Alo... Sim... JURA?!...Quando vou poder ir ai... O que?

Enquanto ela falava no celular eu olhei para os lados e vi uma coisa quem me deu muita raiva. Os irmãos Stroll e alguns amigos estavam envolta do telefone publico da mina dando risadinhas. Rapidamente presumi serem eles ligando para Annabeth.

Uma raiva tomou conta do meu corpo e eu avancei em direção aos irmãos. Agarrei a blusa de qual falava no telefone (acho que o Travis, não prestei atenção) e o empurrei contra a parede.

– Seu idiota! – gritei e lhe dei um soco. Neste momento todos já olhavam para nós – Como você pode fazer isso com ela?! Idiota – outro soco.

– O que foi Jackson? Mexi com sua namoradinha? – Falou sorrindo, mesmo que tenha um filete de sangue escorrendo por sua boca. – Ah é! Ela não é sua namorada! – gritou e me deu um chute na barriga, fazendo-me soltar sua blusa.

– O que esta acontecendo?! – A voz autoritária do professor de geografia, Micheal, soou de trás da multidão de alunos formada para ver a briga. – Jackson e Stroll o que vocês estão fazendo? – falou assim que nos viu.

– Esse idiota – falo apontando para o Stroll – Estava ligando para a Annabeth fingindo ser um medico e falando que o Luke acordou!

– Stroll venha comigo. E sem mais confusões Jackson.

Olhei para os lados e vi Annabeth sair correndo para uma parte proibida da mina. Não podia deixa-la sozinha, então a segui. De longe vi ela se sentar em um banquinho para os funcionários e colocar as mãos no rosto fungando.

Fui chegando perto dela e me sentei ao seu lado.

– Você não devia ligar para o que eles falam, são babacas. – Disse tentando ajudar, mas eu realmente não sei o que fazer.

– Tudo bem. – falou fungando e enxugando algumas lagrimas que insistem em sair. – Eu apenas não queria criar falsas esperanças.

– Ele vai acordar não se preocupe. – falei e coloquei minhas mãos em sua bochecha, obrigando-a a olhar em meus olhos. – Eu prometo que ninguém vai fazer mal a você. Sempre vou estar aqui para te proteger. – falei olhando diretamente para seus olhos cinza, que agora estava bem claros e vermelhos por conta do choro recente.

Ficamos em silencio. Mesmo depois que eu soltei suas bochechas continuamos com o contato visual. Cinza no verde, verde no cinza. Cada vez, sem nem mesmo perceber, fomos nos aproximando mais e mais, até que...

Notas finais
E ai o que acharam do Capítulo? Comentem que o próximo sai amanha ou depois!!! Bjs!