Over Again

19 Capítulo 17


Notas iniciais
Heeey calma, calma sei q vc estão com tochas e espadas prontos para me matar, mas eu vou explicar resumidamente o pq do Hiatos okay? Lembrem: sem mim não tem história! Então gente esse final de ano meu foi meio conturbado, primeiramente pq minha mãe foi parar no Hospital e todos os dias eu ia visitar ela lá, então eu realmente não tinha tempo. Além de que eu estava muito ocupada com medo do que podia ser, então não tinha ideias para nada de Fic. E ainda tinha o colégio (fiquei de prova de Mat pq esse ano não me esforcei então ralei para não ficar de recu), então era quase que obrigada a fazer aulas de reforço (3 hrs todo Fuking day) E finalmente chegamos as festas de fim de ano, onde eu viajei muito e só cheguei agora então pf me desculpem por esses meses sem postar okay? Desculpa msm! Ah e gente eu to com uma fic nova! Quem ai gosta de THG? Da uma passada lá: http://fanfiction.com.br/historia/586706/The_A_Team/ e quem ainda não lê Amnesia (PJO) vai lá tb!! http://fanfiction.com.br/historia/531621/Amnesia/ Aproveitem a leitura!

I've been away for ages
But I've got everything I need
I'm flicking through the pages
I've written in my memory
I feel like I'm dreaming
Oh, so I know, I know, I know, I know
That I'm never leaving
No, I won't go

A casa dos Jackson já estava lotada. Muitas das pessoas que eles conheciam e eram amigos ou conhecidos da avó dos Chase já estavam ali comemorando. Todos apenas esperavam a aniversariante. Algumas pessoas estavam sentadas no sofá conversando, outras estavam comendo e apreciando a musica que o mais velho dos Jackson tocava no piano.

Percy, pessoalmente, não gostava de festas tanto assim, principalmente com sua ultima experiência com festa que o levou a ter semanas sem videogame e uma ressaca horrível. O pior ainda era ter que encara a cara da Annabeth, ele desejava nunca mais olhar para ela depois do que aconteceu na festa.

Ao chegar à casa dos Jackson, Annabeth e sua família, foram recepcionados pelo pequeno Tyson que, segundo ele recepcionar os convidados era o mínimo que podia fazer. Todos acharam uma fofura – menos Athena que nunca se renderia a achar um Jackson fofo.

Quando Percy viu Annabeth ela estava retirando seu casaco de inverno – o clima de na cidade começou a esfriar – eles se olharam nos olhos por alguns segundos Verde no cinza. Parecia uma combinação perfeita, mas só parecida mesmo já que o Jackson quebrou o contato visual e ignorou a menina, que não resistiu e revirou os olhos com sua infantilidade.

Mesmo odiando Annabeth, Percy, não podia negar sua beleza. Ela usava um vestido preto de renda que modelava perfeitamente seu corpo, dando corda para a imaginação do menino. Percy chacoalhou cabeça para tentar afastar esses pensamentos idiotas da cabeça ao ver que a avó dos Chase tinha chego.

Pela cara dela ela – de quem comeu e não gostou – mostrava claramente que odiava festas tanto quanto Percy. Todos a desejavam parabéns e ela apenas forçava um sorriso como se estivesse feliz. Isso fazia a noite de Athena valer a pena, a diversão era perceptível em seus orbes cinza quando via a cara de confusão dos Jackson.

***

Percy descia as escadas de sua casa rapidamente quando, já no fim das escadas de madeira, deu de cara com Annabeth. Seu coração parou por um segundo só de olhar o sorriso tímido que ela tinha.

– Banheiro? – foi direta.

– Para cima à esquerda após o quarto da bagunça. – Respondeu metodicamente apenas para sair de perto dela o mais rápido possível, não ia aguentar estar tão perto e ao mesmo tempo tão longe.

– Sabe – falou quando ele já estava quase se livrando dela – vocês tem uma casa legal, apesar do quarto da bagunça.

Os segundos seguintes em que se encararam – ela já na escada e ele no piso térreo – foram recheados do delicioso clima desconfortável.

– Isso é estranho huh? – concordou meio sem jeito. – Olha, você está preso comigo até o bolo. Nós podemos aumentar a tensão se você quiser. – foi sarcástica. – Paz?

Antes mesmo de Percy conseguir responder algo seu avô o chamou para tocar no piano e mostrar a todos seu talento. Isso foi uma ótima escapatória. Comemorou internamente.

– Desculpa, fui convocado. – apontou para seus avós que o encaravam da sala.

– Hey. – chamou e ele quase a xingou por ser tão insistente.

– Sim. Paz, claro. Tenho que ir.

***

Percy estava pegado uma bebida na geladeira e quando foi fechá-la deu de cara com quem tentava evitar a noite toda – além de Annabeth – seu pai.

– Oh sinto muito eu estava... – tentou começara se desculpar, porém foi cortado bruscamente por seu filho.

– Eu vou sair do seu caminho.

– Você não tem que sair. – falou desesperado já que o que mais precisava agora era de seu filho. – Você pode ficar e conversar um pouco comigo.

– È? – o olhou sarcástico – Temos alguma coisa para conversar?

– Bem, eu acho que temos muito.

– Pensei que você fosse ficar feliz que eu fosse embora. – Disse sincero.

– Por que pensaria isso? – perguntou Poseidon com as sobrancelhas franzidas, sem entender.

– Anos de experiência.

Poseidon sem mais paciência resolveu insistir mais para que seu primogênito continuasse com ele.

– Esquece de mim. Tem ideia de como pode ser ruim para seu irmão?

– Mais do que você quando nos fez mudar para cá. – falou com os olhos verdes cheios de raiva e magoa. – Nós podíamos estar bem em Nova York! Você seria respeitado em vez de ser um louco! Eu vou voltar.

– Só porque você e seu avo decidiram, não quer dizer que eu tenha que decidir também. Posso não ser sua pessoa preferida, mas ainda sou seu pai e decisão ainda é minha.

– Inacreditável! – Riu sem humor e descrente do que seu pai acabou de provar. – Você não está triste por eu ir. Está apenas zangado por eu ir com ele. Isso não se passa de uma competição entre vocês. – cuspiu.

– Você não tem ideia do que isso significa para mim. – disse Poseidon tentando manter a postura. – Conversamos sobre isso mais tarde, quando você se acalmar. – Disse indo em direção a sala, onde todos os convidados se encontravam.

– Não! – falou mais alto. – Quer conversar? Vamos conversar! – Percy foi seguindo seu pai até a sala em passos pesados e olhos em fenda, já cansado de tudo. – Vamos lá, vamos conversar. Diga algo.

Ao chegarem à sala a musica do piano – em que o avô Jackson tocava – parou. Todos os convidados viraram-se em direção a briga que ocorria ali em sua frente. O clima de tensão no ar era quase que palpável.

– Eu não acho que devemos fazer isso agora. – falou ao ver que todos os observavam.

– Eu sinto saudades de casa. – Desabafou. – Eu sinto falta de estar no meu lugar, ter amigos em quem posso confiar. Eu sinto falta de não me sentir uma aberração todo o tempo. Tudo o que você tem que fazer é dizer. Diga. Só diga “você pode voltar”. Você sabe que quer isso!

– È você que quer se mudar de volta. – interrompeu o discurso do filho.

– Você está indo embora? – interrompeu Tyson ao ouvir a conversa. Seus olhos castanhos que sempre tinham um brilho de alegria, só de imaginar viver sem seu irmão já perdiam o brilho e lacrimejavam.

– Não querido. – o pai tentou amenizar a situação. – Ele só está pensando nisso.

– Oh qual é! – jogou os braços para o alto e gritou indignado – Você ama essas coisas. Meu destino está em suas mãos. Você me arrasta para cá e me deve deixar eu voltar.

– Escuta... – tentou interferir.

– Não, sério, você escuta. – encarou os olhos verdes de seu pais, semelhantes ao seu e falou com uma frieza incontestável na voz. – Estou te pedindo. Me diz você. Você realmente acha que eu seria mais feliz aqui em São Francisco? Ou melhor em Nova York?

Poseidon respirou fundo e encarou seu filho, sentia tanta falta de Sally. Eram nessas horas que ela sempre agia, ela sempre salvava a família de um colapso apenas impedindo a briga dos dois. O que ele mais sentia falta era do sorriso do seu filho para ele, hoje em dia isso era quase impossível.

Lembrava-se muito bem de quando chegava do trabalho seu filho, aos seis anos, o esperava acordado apenas para que ele lhe desse um beijo de boa noite e visse seu pai. Como sentia falta disso, se fizer esforço ainda consegue se lembrar do sorriso banguela de seu filho e do brilho que seus olhos tinham. Isso, infelizmente se perdeu.

Ele precisava dar uma resposta. Ele precisava, mesmo não querendo. Respirou fundou novamente e encarou os olhos de seu filho...

Don't forget where you belong, home
Don't forget where you belong
Home

Notas finais
Gostaram?? Pf comentem, favoritem e se der recomendem q garanto q o próximo sai logo!! Não ficou tãããõ grande só que eu, particularmente, gostei muito dele não sei vcs! Deem uma passada nas minha soutras fics e se vc quer spoiler ou tirar duvidas vá no meu twitter (@Belongs_Payne) Xoxo Até o próximo!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.