Notas iniciais
https://youtu.be/M3cAqCP8tf4-Bree salva todos no castelo.

P.O.V. Jamie.

Eu vim visitar o meu avô para discutir termos da guerra.

—Olha, você não pode contar pra ninguém que veio do futuro.

—Eu tenho sete anos, não sou burra.

—Ótimo.

—A minha mãe me falou do seu avô. Disse que ele é leal só a si mesmo.

—Sim.

—Um dia, esse hábito que ele tem de consumir tudo e todos ao seu redor, vai consumi-lo também.

Depois de uma longa viagem nós chegamos.

—Lorde Collum.

—Jaime. E quem é essa pequena?

—Eu sou a Bree Mackenzie.

—Mackenzie?

—É.

—Ela é minha filha. Minha e de Claire.

—E o menino?

—Fergus. Milorde.

—Você tem Síndrome de Toulouse Lautrec.

—Tenho?

—Tem.

Nós discutimos assuntos de guerra, assuntos importantes e as crianças foram brincar lá fora. Já estava escuro quando Fergus veio correndo.

—Milorde! Milorde!

—Sim? O que houve?

—Lady Mackenzie. Ela não responde. Parece estar paralisada.

Então, eu a vi vir correndo.

—Ela não parece paralisada agora.

—Mas, estava.

Ela começou a tirar as velas dos candelabros e a colocá-las pela sala toda. A espalhá-las por toda a sala.

—Ei menina! O que pensa que está fazendo?

—Salvando sua vida. Tudo bem vovó Clarisse, se eu alguma vez precisei que você me ouvisse, me ouça agora.

Então ela começou a falar numa língua que eu não compreendia.

A sala toda começou a chacoalhar, senti os alicerces tão firmes do Castelo de Lovat se moverem.

Ela continuou a falar cada vez mais rápido e mais alto. Ouvimos algo explodindo e então... o fogo veio diretamente em nossa direção, mas parou. Encontrou uma barreira que ninguém podia ver.

Era ela. Era obra dela. Briana estava criando a barreira.

—Não. Não! Eu posso derrotar você! Você não pode me levar!

Ela avançou com tudo pra cima das chamas afastando-as.

—Eu consegui.

Então Briana desmaiou.

—Meu Deus!

—O que foi isso?

—O nariz dela está sangrando Milorde.

—Fergus vá buscar panos e um balde d'água.

Ela ficou acamada por meses, mas felizmente acordou.

—Oi.

—Você está bem?

—Estou.

—De onde veio aquele fogo todo?

—Inferno. Tem um demônio poderoso na cidade. Imagino o que ele não vai fazer com o padre que tentar exorcizá-lo.

—O que quer dizer?

—O padre vai sofrer a mais terrível das mortes. O demônio não liga para o padre, para a mãe da casca, para o pai da casca ou mesmo para a casca.

—Casca?

—O corpo que ele tomou.

—E você sabe onde o demônio está querida?

—Não. Mas, logo vamos descobrir.

E nós descobrimos. O tal demônio havia possuído uma jovem na vila.

—Temos que ir antes que condenem uma inocente á morte por um crime que ela não cometeu.

Eu arrumei tudo o que ela precisava e nós fomos para a vila. Alguns dias de cavalgada.