Out of Sight
9 I will avenge myself
Notas iniciais
P.O.V Austin
– Você e os seus problemas, foda-se... Pai eu não vou me meter eu não quero esse caminho. – Falei puxando meu cabelo nervoso. – Chega, chega por favor...
– Filho você já está crescendo, você já está terminando o colegial... – Ele disse.
– Por que esse assunto agora? Tá querendo acabar comigo? Eu tenho mais alguns meses pai, me dá alguns dias. – Falei.
– Presta atenção Austin... – Ele disse apontando o dedo na minha cara.
– Não aponta seu dedo na minha cara. – Falei abaixando seu dedo. – Eu não sou pau mandado, para você ficar apontando esse dedo como se eu tivesse medo de você.
– Isso filho isso. – Ele disse sorrindo. – Você é como eu, você não é um pau mandado, você não aceita ser um pau mandado filho, daqui uns dias vai ser você, Dallas e Dez Ratliff, vocês vão estar no meu lugar, comandando Miami. – Ele disse sentando na minha cama.
– Sério que você veio me atazanar? Aqui na escola pai? – Falei já perdendo a paciência. – Você quer que eu reprove pelo resto da minha vida... Eu não quero levar a sua vida pai... SERÁ QUE É DIFÍCIL PARA O SENHOR ENTENDER?
– Filho pense bem... – Ele disse. – Vou deixar você pensar... Você leva jeito. – Fala.
– Pai na boa... Desculpe mas... Vaza daqui vai se foder, pela mor de Deus me deixe em paz. – Falei batendo minha mão na parede fazendo dar um estrondo.
– Mais eu não vir aqui para falar disso. – Ele disse.
– Fala pai o que o senhor quer... Novamente... – Falei.
– Eu não vim falar isso com você... – Fala ele. – Na verdade eu preciso de todos vocês aqui. – Fala. – Então... Cadê os meninos preciso deles aqui.
– Vou ligar para eles papai. – Falei discando o número de Dez. – Alô?
– Alô
– Dez sou eu, chama o Dallas que o papai tá aqui ele quer falar com a gente.
– O papai tá aqui? Mereço. – Ele disse desligando o telefone.
– Ele vai vim? – Ele disse me olhando sério.
– Vai. – Falei. – Qual é a bomba pai?
– Vou contar quando os moleques estiverem aqui. – Ele disse.
– Chegamos. – Disse os menos ofegantes fechando a porta.
– Então... – Ele disse gaguejando.
– I pai não começa fala logo a merda, que você se meteu, por que não somos adivinhas. – Dallas disse.
– Estão me ameaçando de morte. – Ele disse rápido para que todos compreendiam. – O Marcus está me ameaçando de morte, pois eu roubei uma carga deles, e ele está vindo atrás de mim – Ele pausou.
– Pai eu não acredito. – Falei colocando a mão em minha cara.
– Shh calam a boca. – Ele falou. – Quero que vocês continuam com o meu negócio, continuam me representando nunca deixando Marcus ir ao meu lugar, aquilo é um vagabundo da vontade de cortar o pau dele fora, mais eu to feliz, vou morrer feliz, saibam que vocês e sua mãe foram os presentes da minha vida, nunca vou esquecer de vocês. – Ele disse enxugando suas lágrimas.
– Pai por isso que eu não gosto de me envolver nisso, PAI VOCÊ ESTÁ VENDO, EU NÃO VOU ASSUMIR PORRA NENHUMA VAI TOMAR NO CU. – Falei ajoelhando no chão e desabando as lágrimas. – O Sr. Não pode me deixar pai, não pode.
Eles se ajoelharam junto comigo.
– Eu trenei vocês, para isso, um dia isso iria acontecer, meus filhos. – Ele falou. – Austin eu trenei você mais que tudo, você é o mais velho, daqui uns dias você vai fazer 18 anos... Você vai ser o chefe, você vai cuidar de tudo, faz isso por mim meu filho... – Ele disse.
– Pai eu vou pensar. – Falei me levantando.
– Se cuidem, vou deixar 5 seguranças aqui para amanhã vocês irem para casa... – Ele disse saindo. – Beijo.
– Pera vamos com você. – Disse Dez.
Saímos indo até a porta do colégio, vimos carros com vários seguranças dentro, vestido de terno preto, os carros eram pretos, os vidros eram pretos.
Tinha um segurança ao lado do meu pai com uma 38, nas mãos.
Ele olhava de um lado para o outro, colocaram meu pai dentro do carro, e deram partida, ouvi barulhos de tiro, e sair correndo, o carro do meu havia sido baleado, os meninos corriam e pediam socorro, fui até o carro onde meu pai estava e o puxei para fora, ele estava com 1 tiro na testa, e 4 no braço, sua respiração era totalmente devagar seu coração batia muito devagar. Ele olhou para mim querendo fechar os olhos.
– ME AJUDEM. – Falei entrando em desespero.
Os meninos correram até mim deitando meu pai no chão.
– Pai não desmaia não desmaia. – Disse Dallas chorando.
– Calma ele não vai morrer, né pai? O senhor é forte, e vai sobreviver. – Falei segurando sua mão.
– Fala para sua mãe que eu amo elas, e não se esqueçam eu amo vocês. – Ele disse fechando os olhos.
– NÃO PAI ACORDA. – Falei sentando no chão e o abraçando. – Acorda, o senhor não morreu não morreu, para de fingir pai. – Falei, o deitei no chão, coloquei uma mão no meio entre seus peitos, coloquei minha outra mão em cima dela, e fiquei apertando para que meu pai reagia, fazia massagem mais ele não reagia. Ouvi o barulho da sirene da ambulância. Colocaram meu pai na marca, e levaram ele para o hospital.
– Vou pegar minhas coisas e a chave do meu carro. – Falei para os meninos correndo para dentro da escola, dei passos fortes no chão, e as lágrimas derrabaram. Esbarrei em alguém, olhei e era a Ally.
– Desculpa, desculpa. – Falei soluçando.
– Austin?! O que houve? Por que está sujo de sangue Austin? – Ela disse preocupada e assustada. Não me importei a abracei mesmo assim. – Fala Austin o que houve. – Ela retribuiu o abraço.
– Mataram meu pai Ally... – Disse, me separando dela. – Meu pai foi assassinado e eu não pude fazer nada.
– Austin... – Ela disse me abraçando novamente. – Você não pode levar a culpa, você não sabia. – Fala, logo me lembrei que tinha que ir ao hospital.
– Tenho que ir ao hospital. – Falei limpando minhas lágrimas, todos estavam olhando para nós, alguns me chamando de gay. – O que vocês estão olhando? Perderam alguma coisa na minha cara? Nunca choraram pelo pai não? – Falei.
– Gay chorando atoa. – Um começou a rir. Fui até ele e dei um soco na sua cara, e outro chute em sua barriga.
– Meu pai morreu idiota. – Falei, o chutando.
– Austin para. – Disse Ally parando na frente.
– Sai dai porra, eu vou quebrar a cara desse mané.
– E vai deixar seu pai no hospital?
– Eu vou mudar de roupa e estou indo para lá.
– Eu vou com você...
– Não vai...
– Vou Austin, e cala a boca, não vou deixar você dirigir nesse estado.
– 2 minutos, apenas dois minutos.
P.O.V Ally
Peguei uma roupa fácil de vestir, pois não ia ficar a vida toda no quarto, se arrumando para ir ao hospital para ver o pai do Austin morto, vestir uma roupa e sair, minha roupa estava ótima, mais a jaqueta não estava servindo muito para me esquentar, estava em uma manhã fria aqui, fui até o estacionamento do colégio e vi Austin, com um jeans escuro, um tênis da supra roxo, uma camisa branca uma jaqueta de coro preta, seus cabelos estavam todos desarrumados como sempre, ele tinha um óculos preto ele estava encostado em uma Ferrari preta. Ele abriu a porta do motorista e ia entrar... Eu disse ia.
– Passa a chave... — Falei.
– Não... — Ele disse com a voz embargada.
– Passa porra da chave. — Falei.
– Droga... — Ele disse me entregando e indo até o bando com carona. Coloquei a chave no carro, pisei na embreagem, e no acelerador fazendo o motor do carro da um ronco, fui soltando a embreagem de vagar, e o carro foi pegando velocidade, apertei mais meu pé no acelerador e sair cantando pneu. — Coloca o sinto.
– Calma Austin não sou tão doida. — Falei.
– Você é teimosa certo?! — Ele pegou o cinto passou pelo meu corpo e prendeu. Logo ele fez o mesmo com o dele. — Vira a esquerda.
Virei onde ele pediu, e já avistei um hospital, fui rodeando o carro, até que vi uma entrada, o hospital era subterrâneo, como dizia a placa havia 3 andares para baixo, e para cima era o hospital, entrei dentro do estacionamento, achei apenas em um lugar particular que o Austin havia pagado, puxei o freio de mão e estacionei, estávamos no 3° andar do estacionamento.
Tirei meu cinto e fiquei olhando para o Austin, que olhava para o nada, ainda com aqueles óculos.
– Você está bem? — Ele negou.
– Me beija? — Falou.
Estava paralisada pelo pedido dele, fui chegando um pouco perto dele, talvez eu queria quem eu queria enganar eu estava necessitando daquilo, passei minha mão em sua bochecha a acariciando, ele tira os óculos de seus olhos e me encara, fui me aproximando com os lábios entre abertos minha respiração estava ofegante, até que ele não espera e me puxa, o beijo era calmo ele queria sentir a proteção queria sentir aquele momento, mordi seu lábio inferior de força o fazendo sangrar, ele não ligou pediu passagem para língua e eu cedi abrindo mais minha boca, nossas línguas sentia o calor uma da outra, sorri com aquilo e ele também sorriu, nossos separamos ofegantes, e ele encostou sua testa na minha.
– Vamos? — Ele falou.
– Vamos. — Falei. Ele me deu um selinho e abriu a sua porta, também sair. Ele passou seu braço em cima do meu ombro e fomos direto para o elevador.
Ele apertou no botão do 1° andar. O elevador foi em movimento para cima, e deu aquele frio na barriga, quando sempre dá na gente sabe? O que gente? Quem nunca sentiu isso dentro de um elevador, é por que não tem infância, até hoje eu tenho, eu sempre invento que esqueci alguma coisa só para descer e subir no elevador, sem malícia seus safados. Ri com a minha mente.
– O que foi? – O Austin me olhou. Continuei rindo.
– Nada. – Tomei postura.
P.O.V Austin
Fui até a recepcionista parecia ter 24 anos, ela era uma loira usava um batom vermelho nos lábios, e usava um decote muito grande deixando seus peitos mais sensuais. Que merda.
– Olá. – Ela disse me olhando com um sorriso.
– Oi. – Falei sem animação. – Eu vim aqui para saber de um cara que foi baleado.
– Ó sim, o Sr. Mike, o senhor pode esperar na sala de espera. – Ela disse. – E a senhora quem veio ver?
– Ela é minha namorada. – Falei e Ally me olhou assustada.
– Ata. – A moça fechou a cara.
Saímos andando.
– Por que você fez isso? – Ela disse.
– Porque ela não iria deixar você entrar, oo inteligência. – Falei.
Caminhamos até a sala de espera, e avistei meus irmãos chorando...
– Austin. – Minha mãe veio me abraçar, Ally se soltou de meus braços me deixando sozinho com o abraço da minha mãe.
– Eu vou me vingar mãe. – Falei sussurrando. – Eu vou me vingar. – Suas lágrimas molhavam minha jaqueta.
– Não precisa filho, agora vamos ter uma vida normal. – Fala ela.
– Não mãe... Eu vou me vingar, eu prometi ao meu pai, eu vou me vingar.
2 dias se passaram.
Havia se passado 2 dias que meu pai havia morrido, o colégio iria liberar a gente, só amanhã. Estava no meu quarto arrumando minhas malas. Ouvi duas batidas na porta.
– Entra. – Falei.
– Você está bem? – Vi uma figura pequena com um corpo de mulher, seus cabelos ondulados com pontas loiras.
– Melhor impossível. – Falei pegando roupas com cabide e tudo e colocando na mala.
– Okay. – Ela disse suspirando. – Deixa eu te ajudar?
Ela saiu andando vi uma bolinha no chão.
– Cuidado. – Falei. Ia tentar a segurar só que foi tarde demais, ela estava no chão se revirando e gemendo de dor, corri até ela e a olhei. – Onde você tá sentindo dor Ally?
– Aqui. – Ela disse segurando o braço.
– Eu vou segurá-lo e você vai me falar onde está sentindo dor. – Falei ela assentiu, eu e ela tínhamos pegado uma aproximação, depois da morte do meu pai, todos falaram que estávamos namorando e tal, mais não só estávamos “amigos” mesmo. Peguei o braço dela com cuidado, e virei ela.
– AIII AUSTIN PORRA. – Ela falou me olhando assustada. Arregalei os olhos mais depois ri.
– Consegue mexer?
– Depois que você fez isso, consigo até bater em você. – Ela disse. Me levantei e joguei minha mala no chão sem deixar as roupas sair de dentro dela, e deitei na minha cama.
– O que houve? – Fala ela deitando ao meu lado, virada para mim.
– Não sei como foi acontecer. – Falei acariciando suas bochechas rosadas por causa do frio.
– Acontecer... – Ela disse mandando eu prosseguir.
– Eu to gostando de você, apaixonado sabe... – Falei.
– Austin...
– Eu sei, eu sei, mais eu to apaixonado eu não sei como mais, eu to gostando de você. – Falei.
P.O.V Ally
Meu coração ficou disparado, com o que ele tinha acabado de dizer.
– Austin... Eu também gosto de você. – Falei e ele abriu um sorriso e me deu um selinho.
– Então. – Ele disse subindo em cima de mim, e sentando em meu quadril. – O que a gente tem? Estamos namorando?
– Não sei... Você não me pediu ainda. – Falei.
– Então Allycia namora comigo? – Ele disse. Vamos brincar um pouquinho.
– Não. – Falei. Ele me olhou assustado.
– Mas você...
– Calma eu aceito... – Falei rindo.
– Idiota. – Ele se levantou. E colocou sua mala em cima da cama e começou a arrumá-la novamente arrumar não né jogar. – Onde você vai passar as férias minha nova namorada?
– Na minha casa. – Falei e ele riu. – Não é tão óbvio. É tão triste passar as férias lá em casa... – Falei tentando achar um modo dele me convidar para passar as férias na casa dele, por que né gente, a lá deve ser maneiro.
– Já entendi Ally. – Ele disse rindo. – Pede a sua mãe...
– Obrigado novo namorado. – Falei dando um selinho nele. Sair correndo para fora de seu quarto indo até o dormitório das meninas. Fui até meu quarto e vi Trish e Cassy deitadas.
– Oi gente. – Falei pegando meu celular e discando para o número da minha mãe.
– Oi Ally. – Elas falaram junto.
– Ally?
– Oi Mãe.
– O que aconteceu?
– Mãe posso passar as férias na casa do meu novo namorado? – Olhei para as meninas e elas me olharam assustadas.
– Que novo namorado?
– O Austin.
– Filha mais eu não te vejo a 8 meses.
– A mãe e eu te vejo desde quando eu nasci.
– Tá bom, pode ficar mais juízo use camisinha.
– Mãaaeee. – Falei irritada.
– o que?! Só estou prevenindo.
Desliguei o telefone.
– Perai você tá namorando o Austin? – Trish disse.
– Sim. – Falei. – Começamos hoje.
– Eu sabia, eu sabiaaa. – Cassidy cantarolou.
– Vamos fazer várias compras. – Disse Trish.
– Mas... – Falei.
– Moramos na mesma rua que o Austin. – Fala Trish. – A casa dele é a maior, é cheia de seguranças por ela toda, muito mesmo parece formigueiro.
– Eu nem vou mais para lá. – Falei.
– Por que? – Fala Cassy.
– Vocês vão me infernizar. – Falei e elas riram.
– besta. – Fala Trish. – Vai ser maneiro.
OIII GENTE, EU CRIEI O TRAILER DA FIC, MAIS TIPO NÃO TEM O AUSTIN E ALLY, MAIS JÁ DÁ PARA ENTENDER É SÓ IMAGINAR ELES... BJSSS SÓ POSTO QUANDO TIVER MAIS COMENTÁRIOS
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