Out Of The Darkiness

1 Out of the darkness -oneshot-


Notas iniciais
aqui está mais uma one, e maior (:
Espero que gostem!
P.S dêem uma passadinha na minha outra one: https://www.fanfiction.com.br/historia/210733/One_Shot-_Memories_Of_Snape

18 de julho de 2000


Dizem que “todo fim é um começo”, espero que seja assim. Você deve não está entendendo nada, mas não queira entender, não é interessante, afinal, pareço só mais uma adolescente incompreendida, mas é mais do que isso, muito mais... Eu não suporto mais isso, isso o quê? Esses dias extressantes, tanto fora como dentro de casa, não tenho lugar certo, um lugar em que eu me sinta feliz e me encaixe. Não existe ninguém em que eu posso completamente confiar, as pessoas a cada dia que passo vão me machucando, me decepcionando, mas eu não ligo pra isso, não mais. Desde que peguei meu primeiro namorado, na cama, com outra eu não ligo. Eu já havia me decepcionado antes, sabe, minha melhor amiga contou tudo sobre mim, eu também confiava nela, e o que eu ganhei com isso? Fiquei sem chão sabe o que é você confiar totalmente numa pessoa? Você jamais imagina que essa pessoa seria capaz de fazer algo de ruim pra você...é, mas eu nao tenho raiva dela, mas eu tenho uma arma’

Depois veio o do meu namorado, como já disse. Ah e o pior foi ele na cama , com minha amiga, bem que se dizia minha amiga. e como eu reagi? O que uma garota com sentimentos faria, o de sempre, comecei a chorar e sai correndo, e todo o blábláblá. Mas eu não o desculpei, ele me implorou, mas eu não voltei. E desde esse dia sou assim. Comecei a ser fria, curta e grossa. Depois disso, mais ou menos um mês depois, meu pai morreu. Ele tinha um tumor no cérebro, e descobriu tarde demais, fizeram tudo, quer dizer, foi o que os médicos disseram: “tentamos de tudo, mas não teve jeito, lamento, seu pai morreu” , foi exatamente isso que ele me disse, lembro nitidamente desse dia, e não me peça pra falar sobre isso, eu não quero. Continuando a minha emocionante história, então, fiquei morando com minha mãe e meu irmão, meu irmão tem 19 anos e eu 17, ele não vale nada, ou melhor passou a não valer nada após a morte do meu pai, começou a querer pegar todas as vadias e usar drogas, e conquente disso começou a roubar. Dois meses depois da morte do meu pai, meu irmão tinha virado um viciado e minha mãe o pôs pra fora de casa. Depois de um mês minha mãe virara uma alcoólatra, voltava todo dia embreagada pra casa, e passou a gastar todo o dinheiro com bebidas, tivemos várias brigas, sabe. Ela deixou de me alimentar, de colocar comida em casa por causa da bebida, foi horrível essa época, eu não agüentava mais, tive que começar a trabalhar para poder comer, e comecei a trabalhar de garçonete. Trabalhava como uma condenada e ganhava praticamente merda nenhuma, e ainda tinha que aturar minha mãe quando voltava pra casa, eu era recebida calorosamente por uma mulher bêbeda, jogada no sofá, com uma garrafa de wisky na mão. Aquela não era minha mãe, minha mãe era bonita, cuidava de si, era amorosa, amiga, companheira, me amava. No que minha mãe tinha se transformado? Não sei explicar. Tínhamos brigas todos os dias, eu me extressava rapidamente, me esquecia de que aquela era minha mãe, era exaustivo, horrível, ela dava na minha cara e me chamava de vadia. No começo estava acostumada com ela bêbeda so a noite, mas depois, era 24 horas do dia, eu comecei a odia-la por isso, ela tinha desistido, se entregado as bebidas, eu tentava fazê-la parar, escondia as bebidas dela, ela começou a vender as coisas de casa pra comprar mais bebida, eu já estava cansada disso. Foi ai que comecei a me cortar... então, num belo dia, quando estava voltando pra casa, fui recebida com a policia, e lá também estavam minha tia e seu marido, que eu não gostava nenhum pouco, e eles estavam chorando. Quando me aproximei o policial me disse: -Você é a filha da srª Dean? E eu respondi: -Sou eu mesma. E ele: — Lamento, sua mãe teve overdose, e não resistiu. Você os reconhece? (ele disse apontando pra minha tia e e o resto) –conheço. –disse friamente. O policial continuou:-como você ainda é de menor, irá ter que morar com seus parentes mais próximos, que são eles. Qualquer coisa, nos comunique. Foi ai que minha vida passou de mal a pior, fui morar com a vaca da minha tia, é vaca mesmo. Ela morava numa casa, liinda, cheia de coisas caras, porque o maridinho dela é cheio da grana, não porque eles são um casal feliz que se amam, ela so ta com ele por dinheiro, todo dia ele traz uma vadia enquanto ela ta trabalhando á noite, porque ela trabalha durante a noite numa empresa. E ele trabalha á tarde, na hora em que o personal trainer dela vem. Eles me dão nojo, e o filhinho deles? Ridículo, quer ser o playboy, mas é apenas um mariquinha que não agüenta levar um chute, digo isso porque eu já chutei ele e ele ficou se contorcendo de dor no chão, viadiinho. Com uma família perfeita como essa quem precisa de inimigo?! E pra completar, ela quer que eu seja a empregada dela, quase todo dia eu pego briga com essa corna mansa, e é terrível, a ultima briga ela jogou um vaso em mim, que não acertou, mas, foi ma pena que eu estava ao lado de um troféu de ouro de alguma coisa, que eu joguei com tudo nela, foi ótimo, porque bateu na cabeça dela e na hora inchou, e o resultado? Estou sem comida por dois dias. Você deve se perguntar como eu agüento tudo isso NE?! Bem, como eu já disse, não me encaixo nesse meio, queria apenas um lugar em que eu pudesse ser feliz, mas so acontece uma tragédia atrás da outra, sei que não sou a mesma de algum tempo atrás, eu era meiga, carinhosa, delicada, alegre, compreensiva, e agora?! Sou fechada, pareço uma emo, ou algo do tipo, calada, inexpressiva, sem emoção, igual como uma pedra: fria, o mundo pode cair a minha frente, que eu não irei me abalar. Nada mais me emociona, nada. Não choro, não mais. Me cortar, já virou rotina, já agüentei coisa demais, não é que eu seja fraca, e esteja desistindo, pelo contrário, fui forte demais e suportei coisas por muito tempo... eu não tenho mais opção, me entende? Ou eu fico aguentando toda essa dor por mais tempo e enlouqueço, ou paro com tudo isso, indo pra um lugar na esperança, de que ele seja melhor e quem sabe eu seja feliz... Adeus... para sempre...

Narradora p.o.v

–Entao ela entrou na sua banheira, que já estava cheia de água,cortou seus pulsos e afundou, fechou seus olhos com força, e relaxou, a cada segundo que se passava o corpo dela pedia ar, lutava por dentro, mas ela já tinha agüentado tanta coisa, tinha suportado tantas dores, que simplesmente descansou, a espera de encontrar paz, de acabar suas dores, enfim... de ser feliz.

Notas finais
eu sei que tá horrivel, ah sei lá, eu acho que tá.
mereço reviews?
recomendações?
tem alguma ideia para one?
xoxo
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!