I could have beer for breakfast, my sanity for lunch, tryin' to get over how bad I want you so much, innocence for dinner, pour somethin' in my cup, anything and everything just to fill me up, but nothing ever gets me high like this. I pick my poison and it's you, nothing can kill me like you do, you're goin' straight to my head, and I'm headin' straight for the edge, I pick my poison and it's you, I pick my poison and it's you. I can feel your whisper and layin' on the floorm I tried to stop, but I keep on comi' back for more, I' m a light weight and I know it, cause after the first time I was fallin', fallin' down, but nothing ever gets me high like this. I pick my poison and it's you, nothing can kill me like you do, you're goin' straight to my head, and I'm headin'straight for the edge, I pick my poison and it's you, I pick my poison and it's you. Bittersweet ecstasy that you got me in, fallin' deep, I can';t sleep tonight, and you make me feel like I'm out of my mind, but it's alright, it's alright, it's alright. Poison — Rita Ora — Click Here!– Não sei ao certo se acredito em destino. Mas posso dizer que as vezes aquilo que voce mais deseja vai cruzar sua porta determinado a te evitar a qualquer custo. E, ainda assim, de algum jeito, voce descobre que e suficiente para faze-lo ficar. — Maxon Schreave (A Seleção — Kiera Cass)

Para cada um que pudesse observar a Escócia, diria que aquele país tinha um ar mágico, sendo pequeno ou não, era a Escócia. Mary, a garota não tão doce escocesa estava aninhada ao abraço do pai que a abraçava com força, e beijou sua testa. Para Henry, era sua pequena boneca. Não era uma boneca de porcelana mas também não era de puro aço e chumbo. Era de um material maleável. Mary observou o pai.

— Pai, você acha que eu vou ser feliz? — Ela perguntou em uma voz baixa.

— Querida, pelo que vi, Francis olha para você com uma devoção que não vejo em sua mãe... Desde que você nasceu. Mas eu percebi. Ele usou ou usa drogas. Minha filha, não passe pelo o mesmo ciclo que passou com Ethan. Até quando ele roubava nossas coisas o defendia. — Henry a ajeitou em seu colo.

— Ele diz que vai ficar limpo, mas eu me preocupo. Eu o amo, pai, mas eu não quero passar por esse ciclo com ele também.

— Lhe dê um ultimato filha. Você não quer passar por isso, concordo. Mas você não pode esperar que ele faça isso pelo o resto da vida, Mary. Seja honesta. Agora durma, minha princesa, estarei aqui quando acordar.

— Tá. Se alguém tentar me matar dormindo, me acorda porque eu quero me defender também.

— Nunca.

Mary bocejou, se aconchegando no travesseiro e puxando a coberta para mais alto de seu corpo e tentou dormir.

Mary estava em um dos vários jardins franceses, apenas com um vestido de tule, branco. Ela caminhava descalça pelo o jardim, com pensamentos variados em mente, abraçando o próprio corpo, assim que parou perto de uma árvore. Ouvia seu nome sendo sussurrado várias vezes ao ar, até um par de mãos lhe abraçarem por trás e beijar lhe o pescoço.

— Uma vez me disseram que as escocesas são as mais cabeça duras, sabe? Mas se esquecerem de dizer que são as mais apaixonantes.

Mary corou, se virando, após sussurrar o primeiro nome que pensou. 'Francis'. Mas observou o rosto de Ethan e um grito de medo escapou por seus lábios.

Mary acordou de seu pesadelo com um grito e um abraço de seu pai. Ela chorou, com medo. Na soleira da porta, ela viu Francis com um olhar zeloso, diferente do seu. Seu olhar era apavorado, pânico. Sabia que ele tinha saído com Aylee, mas não quantas horas tinham se passado. Ela fez um 'por favor', vendo o loiro entrar no quarto e sorrir fraco para o pai de Mary. Henry a abraçava e Francis apertava de leve sua mão direita. Henry acariciava seus cabelos com carinho enquanto dizia que tudo ficaria bem, mas Mary duvidava. A volta de Ethan, era apenas o começo. Mary sabia que sua segurança estava em risco.

Enquanto a escocesa dormia, a priori Henry conversava com Francis em voz baixa, sobre algumas pendências, lhe confessando as preocupações de Mary com ele. Se ajeitou na cama, ainda conversando com Henry sobre agora, trabalho. Francis gostaria de escrever mais coisas, mas sem uma editora para apoiar, ele sabia que nunca iria conseguir. Quando Henry disse mais alguma coisa, ele saiu, deixando Francis com a filha. Francis se deitou na cama, abraçando o corpo de Mary. Ela não dormia totalmente, mas se abraçou a Francis, e continuou seu sono leve.

Quando Mary acordou, finalmente, ela se acolheu no abraço de Francis, suspirando fundo. Não pensou duas vezes ao se endireitar na cama e observar o rapaz.

— Francis?

— Ah, você acordou. É tão fofa dormindo. Mary você realmente acha que eu vou me drogar de novo?

— Não, eu não acho que vá, mas tenho medo que isso me custe você. Já leu sobre quantos são mortos por dívidas por traficantes? Eu quero que saía disso porque eu quero ter mais tempo com você sem me preocupar se estamos sendo vigiados por subordinados de chefões do tráfico que querem te matar porque deve dinheiro. Não quero que chegue ao ponto que roube minhas coisas e eu tente defender você por nada. Não quero que chegue ao ponto que... Tente me matar para ter dinheiro para comprar essa porcaria. Eu já passei por esse ciclo todo com Ethan, só que ele era pior, me estuprava com frequência. Eu NÃO quero passar por isso de novo, Francis. Entenda.

— Mary Stuart, você não entendeu ainda, que eu não tenho jeito? Que eu sou um romântico incondicional que vai ficar limpo pela a mulher que ama e que fará isso tudo para não perder ela para um ex filho da puta que abusou dela de todos os modos, que quer fazer a moça feliz e poder ficar abraçado com ela em um cômodo, apenas dizendo que a ama e ter a certeza que nada de mal vai acontecer? Achei que fosse mais esperta, Mary.

Mary abriu um sorriso pequeno, se levantando e se colocou por cima de Francis, lhe dando um beijo demorado, sussurrando.

— Mas talvez essa mulher só esteja preocupada com o homem que ama e com medo de algo ruim lhe acontecer, como talvez ser morto por besteiras e ela perder uma das poucas coisas que tem e que lhe importa, porque ela nunca admitiu para o homem que ama também, que... — Mary respirou fundo e sorriu fraco. — Se apaixonou por ele de um tamanho que até mesmo ela estranha. Sente que sua vida depende do fato de que ele lhe faça mais feliz do que nunca.

— Diga isso de novo, mas sem... Brincadeiras. — Ele disse numa voz autoritária mas serena.

— O que? Que eu sou loucamente, completamente apaixonada por você? Achei que fosse mais esperto, Francis. Acho que estou pronta para... Bom, tentar ao menos.

— É bom que tenha certeza, Mary porque me fazer parar depois, vai ser bem difícil. — Ele disse com um suspiro fundo, erguendo uma sobrancelha, o olhar era decidido.

Francis observou Mary rindo baixo. Se sentou na cama, após tirar a coberta sussurrando para Francis 'Eu quero'. Francis a observara sorrindo. Aproximou se de Mary com um sorriso, levando as mãos a seu rosto, acariciando com os polegares, enquanto lhe beijava com ferocidade. Ele observava Mary, cada detalhe daquele corpo e rosto como se nunca a tivesse visto. O rapaz a ergueu pelas coxas, a colocando mais próxima da cabeceira da cama, a deitando lá, posicionando se por cima. Enquanto sentia os beijos da escocesa por seu pescoço, ele beijava o pescoço da escocesa, enquanto uma mão arranhava o tronco da escocesa por dentro da blusa esverdeada que ela usava. Ele ouviu um gemido baixo vindo da morena, abrindo um sorriso satisfeito, levando a mão até o seio da jovem, dando um aperto forte, a ouvindo gemer um pouco mais alto. Francis voltou a beijar o pescoço de Mary, dando uma mordida na região, enquanto beijava a extensão pescoço da escocesa.

Mary não estava tão acostumada com aquilo, mas aquilo era ótimo. Cada toque a fazia querer muito mais, ela teria. Tirou os lábios de Francis de seu pescoço, o beijando com um pouco de ferocidade, mas um carinho que nunca tinha tido por ninguém, ela começou a erguer a blusa de malha escura que Francis usava com calma, quando Francis se afastou para tirar a blusa que Mary começou a tirar, ela o observou, mordendo o lábio inferior. Assim que viu a blusa jogada no outro lado do quarto, voltou a lhe beijar enquanto arranhava de leve sua nuca, e com uma mão arranhava o tronco de Francis. O beijo ficava mais intenso a cada segundo, até quando a língua de Francis lhe invadiu, intensificando aquele beijo ao máximo.

— Querida, você sabe o quanto é interessante ver que lhe agrado? Muito, pelo que vejo... — Ele beijou novamente o pescoço de Mary enquanto começava a abrir os botões da blusa esverdeada que Mary usava. Para a sorte de Francis, o casaco preto que ela usava quando saíram de Londres, já estava numa cadeira.

Mary mordeu seu lábio inferior, observando Francis. Seu sutiã preto aparecia, a medida que os botões da blusa eram abertos. Ela puxou Francis, para perto, lhe dando um beijo mais demorado, enquanto tirava a blusa acinzentada. Subiu a blusa calmamente, enquanto o fazia, beijava a extensão do abdômen de Francis que a encarou, reprimindo qualquer som. Afastou se novamente, tirando a blusa que usava, vendo Mary também se erguer, tirando a blusa esverdeada jogando a em um canto qualquer. Voltou a lhe beijar o pescoço, enquanto Mary arranhava as costas de Francis. com um pouco de força. Ficaria marcado, mas o francês não importava muito com marcas, ou ligava. O rapaz encarava Mary, como se o olhar dissesse que era a única perdição. Mordeu o queixo da escocesa ainda a beijando pelo o pescoço. Ele levou as mãos para cada curva do corpo de Mary, o explorando.

Mary girou ambos os corpos, se posicionando acima de Francis, e o observou.

— Belo estrago, querido. Mas... Acho que está na hora de seu troco.

Ela sorriu um tanto cruel, mas levou as mãos ao peito de Francis abaixando se um pouco, lhe dando um beijo cauteloso. Que eu não tenha esquecido do que aprendi sobre agradar um homem... Rezou mentalmente para que tais lembranças não a tivessem escapado. Arranhou de leve a pele do francês, enquanto mordia de leve a área do pescoço, e lhe beijava. Francis beijava Mary com um pouco de ferocidade e puxava de leve seus cabelos para baixo para que pudesse beijar a região de seu pescoço. A escocesa levou as próprias mãos aos botões de sua calça, os abrindo, assim como o zíper. Começou a descer a calça escura com calma, mas o francês a parou. Girou os corpos novamente e levou as mãos ao cós da calça de Mary, a descendo. Enquanto descia a calça, espalhava beijos pela a extensão da perna da morena a fazendo respirar ofegante. Ela observou o rapaz fazer o mesmo enquanto voltava a lhe observar, deixando beijos pela a extensão de sua barriga.

— Francis... — Ela disse em uma voz baixa.

— O que foi? — Ele abraçou sua cintura, se colocando por cima da morena.

— Vai mesmo me torturar desse modo?

— Eu poderia fazer pior, mas como duvido que não faz tudo isso com uma frequência, não vou lhe mostrar meu pior, ao menos ainda.

— Seja gentil. — Ela murmurou numa voz baixa, se deitando de lado.

— Eu serei. Dessa vez. — Ele deitou se ao lado de Mary, beijando seu pescoço e sussurrou. — Na próxima, nem tanto.

Mary sentiu um arrepio na espinha lhe percorrer. Sentiu os braços de Francis envolto ao seu corpo, lhe apertando levemente. Mary apertou suas mãos unidas em sua cintura. Se virou para em direção ao rosto do francês lhe beijando, com a mesma ferocidade que ele lhe beijava. Francis sorriu, enquanto beijava Mary, acariciando seu corpo com delicadeza, até levar a mão ao região dos seios novamente, apertando levemente, a ouvindo soltar um gemido abafado. Essa mulher vai ser minha perdição eterna... Mas vale a pena. O pensamento que lhe assolava a mente, seria esse. Sentiu o corpo da jovem um pouco mais leve em seus braços. Levou as mãos as costas de Mary encarando a, enquanto arranhava suas costas a procura do fecho da peça preta que lhe cobria os seios.

Mary soltou um gemido baixo ao sentir as mãos em suas costas, a arrepiando mais. Francis abriu a peça em um movimento rápido, afastando a peça do corpo pequeno da jovem, e o jogando em um canto qualquer do quarto. Mary sentiu um arrepio maior a percorrer, a deixando tranquila. Ela beijou o francês com uma tranquilidade, até ele se afastar. Acariciou o corpo de Mary, até sentir a mão em um dos seios de Mary, a fazendo reprimir um som. Ele sorriu, apertando aquela região com força, a massageando, enquanto Mary gemia baixo. Ele levou os lábios a área em que massageava, sugando a levemente, Mary gemeu mais alto, levando as mãos aos cabelos do francês. Ele continuou até ver os seios rijos, então beijou a extensão de seu abdômen até seu pescoço. Mary não podia fazer muito, estava entregue e mesmo que quisesse parar, seu corpo não a permitiria, mesmo que a consciência a pesasse. Com rapidez, Mary abria os botões da calça de Francis, enquanto o beijava, enquanto arranhava suas costas. Mary observou Francis se afastar para que a própria calça fosse retirada. Ela mordeu o lábio inferior.

— Será que todo francês é assim? Eu ainda vou descobrir...

— Não tente, eu mato qualquer um primeiro.

— Nossa, mas que homem ciumento. — Ela fez bico. — Ainda bem que apenas um certo francês me interessa. E não seja tão ciumento, Francis.

— Eu sou com honra. Você, Mary Stuart, é uma mulher pela a qual qualquer homem mataria pelo o prazer de te ter.

— Que bom, mas só você terá. — Sussurrou um tanto vacilante.

As mãos de Francis estavam uma no rosto de Mary e outra em seu peito. Ele a observou, enquanto a beijava com delicadeza. Estava cansado de usar de um pouco de força. Queria aproveitar o momento. Continuou a lhe beijar, até ver as mãos na cintura da jovem. O contato do beijo foi quebrado, com Mary descendo a última peça de roupa que lhe vestia. A peça tinha sido jogada em um canto qualquer do quarto, enquanto a morena se ajeitava. Francis a encarava, com um toque de diversão, mas levou a mão a intimidade de Mary, pressionando seu clitóris, a fazendo soltar um gemido. Os movimentos continuavam em um ritmo mais rápido, fazendo com que a escocesa soltasse um gemido alto.

— Não cansa de me torturar?

— Nunca.

Ela arregalou os olhos indignada, fingindo medo pelo o que se seguiria. A observou ofegante, então penetrou lhe um dedo, a fazendo morder seu ombro com um pouco de força. Provavelmente, ficaria marca, mas ele não se importava. Os movimentos começavam lentos, aos poucos, a velocidade foi aumentando e a única coisa que saía dos lábios da escocesa era o nome de Francis. Então lhe foi acrescentado mais um dedo. Ela gritaria se não tivesse sido beijada pelo o francês para abafar qualquer som. Aquela noite parecia longe de acabar para ambos. O prazer era algo que eles buscavam, pelo que parecia. Em pouco tempo, Mary sentia algo diferente dentro de si, era molhado e úmido. Ela gemeu mais alto. Ela se sentia mais aliviada, ela não fazia muita questão de saber o que era, mas só sabia que aquilo era muito bom. O movimento continuou por alguns minutos, fazendo a jovem gemer, se sentindo extremamente aliviada quase. Aquela sensação se aumentou ao ver o loiro agora, sem a última peça que o vestia a encarar. Pela a primeira vez em quatro anos, ela sentiria um alívio e um prazer maior. Mary observou Francis.

— Tire. — Ela disse em uma voz decidida. Ele se afastou para tirar a última peça que usava, voltando a beijar o pescoço de Mary.

— Já lhe disse o quanto é linda?

— Até demais. Mas... Acho que ainda não te torturei o suficiente. Vou lhe ensinar a nunca mexer com uma Stuart. — Ela sorriu ao imaginar seus pensamentos pecaminosos a tona.

— Mary...

Mary levou um de seus dedos aos lábios de Francis para o calar. Ele parecia tenso. Mary girou os corpos, novamente e sussurrou para ele 'Você gostará, confie em mim'. Deu seu melhor sorriso cínico, levando seus lábios ao membro do rapaz, o sugando, e começou a lamber lo, e a apertar lo, com suavidade. A língua hábil da jovem o enlouquecia, e ele não tinha ideia de com quem ela tinha aprendido aquilo, mas não reclamou. Ele soltou um gemido alto, e a jovem sorriu continuando com o que fazia, até ver lo chegar perto do gozo. Suspirou parando de apertar o membro, mas continuava o lambendo. Até que ele gozara em sua boca. Ela engoliu o líquido sem nem pensar duas vezes, e tirou a boca do lugar, limpando a boca e o observou ofegante. Não conseguiu evitar de soltar um riso baixo.

— Eu não disse que iria gostar? Apenas confie mais em mim. — Ela sussurrou debochada, enquanto beijava seu pescoço.

— Você é vingativa, por Deus.

— Consigo ser bem mais vingativa.

Francis não se importou por estar de baixo de Mary, apenas a ajudou a lhe montar, então deslizou para dentro dela, em um único movimento. Os movimentos começavam lentos, até Mary gemer, e pedir para que fosse mais rápido. Os sons que saíam de Mary eram seus gemidos e o nome de Francis e com o francês era o mesmo, saía o nome de Mary. Enquanto Mary acompanhava, ao menos, os movimentos com a cintura, ela apertava os ombros de Francis com força, até sentir que chegara no ápice. O corpo estava ofegante, se sentiu aliviada, quando seu gozo esvaía de seu corpo e recebia dentro de si um líquido estranho. Assim que acabaram o que faziam, Francis saiu de dentro de Mary e a morena de cima dele, se jogando na cama. Francis a abraço, a aninhando, enquanto Mary apoiava a cabeça em seu peito.

— Isso foi realmente foi bom...

— E pelo que vejo liberou toda sua tensão sexual reprimida por 4 anos.

— Só não o mando se ferrar porque é verdade. Eu quero dormir, você me fez ficar cansada, posso?

— Pode. Vou colocar o celular para despertar as sete, porque você demora um pouco para se arrumar, mocinha.

Mary mostrou a língua para Francis se aconchegando melhor no abraço, enquanto tinha os cabelos cacheados acariciados. Dormiu por algum tempo, até ser acordada pelo o francês ao seu lado que lhe acariciava o rosto. Assim que começou a coçar os olhos, sussurrou.

— Nos...?

— Se nós transamos? Sim. Você quis, a culpa não é minha. — Ele sorriu, lhe beijando o pescoço.

— Eu sei que não e não faça isso. Eu não aguento outra vez. Me cansou.

— Vá tomar banho, é quase hora do jantar.

— Eu preciso? É bom ficar aqui, sabia?

— Precisa. E se for boazinha... Posso lhe recompensar com mais disso... — Se colocou por cima dela, beijando sua barriga. — E disso. — E beijou seu pescoço.

— Filho da puta. — Ela resmungou. — Certo, me convenceu. Mas você irá depois. Se não... Não farei isso... — Com sua força, girou os corpos, lhe beijando o pescoço. — E isso. — E lhe beijou de modo mais demorado.

Ela se levantou, não importando se com o fato de estar nua. Afinal, ele tinha lhe visto nua duas vezes já. Pegou algumas mudas de roupa e foi para o banheiro. Tomou um banho demorado, voltando com uma sala preta, uma blusa e um casaco amarelo com um salto alto e deitou se na cama. Viu Francis quase dormindo, e sorriu. Colocou se por cima do corpo do homem e sussurrou.

— Francis, acorde. — Ele grunhiu não acordando. — É assim? Vai ser do modo difícil. — Ela sorriu, passando a unha pelo o pescoço de Francis enquanto mordia de leve a ponta de sua orelha.

— Mary... — Ele sussurrou coçando os olhos.

— Ótimo, você acordou. Meus métodos são realmente eficientes.

— E são muito sujos. — Ele girou os corpos, lhe mordendo a ponta da orelha. — Encontre Aylee, eu já encontrarei vocês, se não me perder.

— Eu ficarei. Vai logo.

Francis então saiu dali, apressado e um tanto curioso, já que em pouco tempo, iria conhecer Marie de Guise, a peste? Ou não.