Ours

7 Capítulo VI — What Are We Fighting For? Seems Like We Doing This Just For Fun...


Notas iniciais
AEEEEEEEHO POSTEI ALGO! Ta pequeno? Sim mas vocês não ligam qqqq Thanks quem comentou ♥333

No exato segundo em que Francis saiu do quarto de Mary, o rapaz se assustou com os gritos que ouvia, e voltou correndo para o quarto, onde Mary estava, segurando sua calça, e se acabando em rir. Francis revirou os olhos, pegou a calça e as roupas, trancando-se no banheiro. Não demorou muito ali, apenas tomou um banho rápido, se trocando. Mary ainda ria.

— Tinha que ter visto a sua cara, Francis. — Mary soltou um riso, pegando o celular, lhe mostrando uma foto. — Isso foi impagável.

— Quem precisa de inimigos quando se tem Mary Stuart como namorada?

— Que? — Mary soltou em um grito praticamente. — Na-namorada?

— Se prefere que eu vá procurar outras, me avise antes. — Francis arqueou a sobrancelha, passando a mão pelo o cabelo.

O francês saia do quarto, vendo uma Mary Stuart atônita e completamente indignada. Francis apenas riu um tanto convencido, enquanto andava pela a casa atrás de Aylee, e isso o fazia andar mais apressado. Assim que fez uma curva, esbarrou em uma mulher de cabelos castanhos. Seus olhos eram azulados e o olhar que lançava ao rapaz era um tanto arrogante. Francis soltou um suspiro. Essa mulher é sua provável sogra, Francis. Não faça nenhuma merda. O rapaz sorriu forçadamente.

— Senhora de Guise.

— Ah, você é o tal rapaz com quem Mary está perdendo tempo, enquanto eu já tenho um marido para ela. — A mulher disse como se fosse obvio.

— Sim, sou eu. — Francis recebeu todas aquelas palavras como se Marie de Guise tivesse lhe dado um tapa na cara, e um dos fortes. Mas, não iria deixar barato. — Mas ao menos, nunca precisei forçar sua filha a nada. — Arqueou a sobrancelha. — Enfim, peço perdão senhora. Vemo-nos no jantar. — Francis fez uma reverencia polida, antes de se afastar.

Enquanto Francis andava para se afastar de Marie de Guise, a ouvia praguejar e gritar, enquanto pensava se Francis tinha lhe mandado ou não uma indireta. Assim que achou um dos empregados da família, pediu algumas ferramentas e um grosso pedaço de tronco. Quando acabou de chegar à cozinha, soltou um sorriso singelo. Viu que na cozinha estavam sendo feitos vários tipos de comidas, principalmente carneiro. Francis coçou o queixo, sentindo o bom cheiro. Francis sorriu. Então, ele saiu para o quarto de Mary novamente, depois de não ter achado Aylee. Assim que chegou, Mary estava ali deitada na cama.

— Mary?

— Achou Aylee?

— Não, mas eu achei sua mãe. Sua mãe é uma vadia. — Francis deu de ombros, entediado.

Mary soltou um riso se levantando, e indo para perto de Francis. Andou até Francis, beijando o topo de sua cabeça, sorrindo. Francis soltou um sorriso sincero, enquanto Mary se sentava perto da penteadeira, pegando uma escova e começou a pentear o cabelo.

— Francis, me ajude aqui, por favor. — Ela disse em um tom natural.

— Tá brincando?

— Não, você quer aí ficar me esperando ou me ajudar para eu terminar mais rápido?

— Touché. — Francis deu de ombros, indo para perto de Mary, pegando a escova.

Francis suspirou fundo, começando a pentear o cabelo de Mary com delicadeza, para não a machucar. Enquanto penteava o cabelo da jovem, pensava em muita coisa em sua vida. Olivia, seus pais, Sebastian e Natalie. Suspirou, pegando seu celular, ligando para um numero qualquer. É eu vou ligar para Olivia, e depois nunca mais. Ele suspirou cansado. Francis discou o numero, e no quarto toque foi atendido.

— Francis? Eu já lhe disse para não me ligar nunca mais.

— Desculpe Olívia. Só queria saber como estava.

— Eu estou feliz. Nostradamus me faz feliz. E você, está bem? E você sempre me ligou em momentos inadequados. Você está com uma mulher aí por acaso?

— É eu estou bem. E sim, estou.

— Ela te faz feliz, não faz?

— Muito mais do que eu esperava. Seja feliz, Olivia.

— Seja feliz, Francis. E um conselho. Se essa mulher te faz mais feliz do que eu fiz, ela vale à pena. Não a perca por besteira sua.

Olivia está certa... Francis pensava enquanto desligava seu celular. Mary o encarava de olhos cerrados e irritada. Ela revirou os olhos, depois de olhar Francis novamente e saiu do quarto, batendo a porta. Enquanto andava apressada para a cozinha, para poder jantar, Francis a seguia sem nem pensar duas vezes. Quando finalmente a alcançou, Francis a prensou contra uma parede. Ele estava irritado.

— O que você pensa que está fazendo, Francis? — Mary disse um tanto irritada.

— Simples, conversando, ou melhor, forçando uma conversa. — Francis deu de ombros, pendendo a cabeça para o lado esquerdo e olhando para Mary. — Sim, eu liguei para Olívia, quantas vezes teve uma recaída, e ligou para Ethan só para ver se ele estava vivo, mas não recebia resposta?

— Muitas... — Ela confessou. — Mas...

— Mas nada. — Francis a cortou. — Estou contigo. Não com Olívia, não com outra. Entendeu?

— Tá. — Ela disse a contra gosto, suspirando fundo. — Desculpe. Eu estou... Preocupada. Não estou pronta para desistir. Para abrir mão disso...

— Acalme-se, Mary. Não precisa se preocupar. — Ele lhe beijou a testa, depois de lhe soltar. — Não te deixarei tão fácil, acostume-se.

A jovem riu baixo, enquanto assentia. Francis lhe estendeu o braço, para que pudessem ir para a sala de jantar, que a morena aceitou de bom grado. Ambos seguiam em passos calmos, para o jantar, enquanto conversavam sobre planos para o futuro, o que envolvia na perspectiva geral: casamento e filhos. Quando Francis começou a falar de filhos, Mary riu.

— Nós teremos filhos? Quem disse?

— Eu estou dizendo. Acha ruim?

— Não, claro que não. — Mary se defendeu. — Quantos filhos nós teremos?

— Três.

— Nem ferrando que teremos três filhos. Dois é o máximo. — Mary disse decidida.

— Será uma menina e um menino. Anne e...

— James? — Os olhos de Mary brilhavam com a ideia.

— Anne e James. — Francis sorriu, beijando o topo da cabeça da amada.

Mary riu baixo, e continuou a andar, acompanhada e sendo abraçada por Francis. Mary agora falava sobre o casamento que queria para si. E era extremamente detalhista. Francis ouvia tudo atentamente, apenas admirado com cada ideia de Mary para isso. Ele sabia que aquela mulher tinha sido feita para ele. As ideias simples, atenciosas da mulher o faziam sentir orgulho de chamar lá de sua. Seus passos eram apressados, até que por fim, chegaram à sala de jantar.

Era uma sala ampla, com uma mesa relativamente comprida, com comidas variadas, desde doce, frango, cordeiro, ovelha e porco. Francis se sentiu levemente enjoado com tanta comida. Nunca foi de comer demais, afinal, passava horas chapado e não sentia fome. Sentou-se ao lado de Aylee, que sorriu e Mary sentou-se ao lado de Ethan, seu pai não gostava de casais lado a lado na mesa. Francis sentiu ciúmes, mas suspirou fundo, e pegou um prato, colocando um pouco de comida para si, e começou a comer. Tinha colocado arroz, salada, frango, peixes. E o que comia, estava ótimo, iria à Escócia mais vezes. E comeria lá, sem dúvidas.

Enquanto jantavam, ouvia uma vez ou outra Mary murmurar alguma coisa para Ethan, como pare ou não me toque. Cerrou os punhos, controlando-se para não fazer nada. Assim que acabou de comer, viu uma torta de limão, a qual tirou um pedaço, começando a comer. Assim que acabou, murmurou um pedido de licença, andando até Mary.

— Já acabou? — Disse numa voz baixa apenas para a jovem.

— Quase. — Mary sorriu, mexendo a perna, e ouviu Ethan gritar de dor em seguida. Francis riu. A jovem se levantou, pediu licença e saiu com o rapaz.

Francis e Mary andavam a passos calmos para fora do lugar, enquanto Ethan apenas olhava para a cena abismado e com fúria. Enquanto o casal se afastava, senhora de Guise observava Ethan atentamente, com desprezo. Assim que o marido saiu, a mulher então explodiu.

— Você é um incompetente, Ethan! Eu não quero saber como vai fazer isso, mas trate de reconquistar Mary, ou eu vou acabar com sua vida, entendeu?

Ethan assentiu, antes de sair dali assustado.