Our World Online
41 Capítulo 17 - Momento casais
Notas iniciais
Espero que gostem desse capitulo, mas vou logo avisando que não tem ação e comédia (a última eu axo q ñ tem). Para as meninas românticas e, claro, os meninos irão adorar.
Nota: Não sou tão boa assim no romance... então me desculpem.
Desculpem pelos erros pessoal!
Cabelos negros que caiam na costa, olhos azuis intensos e o corpo feminino na roupa de um guerreiro masculino. Essa era Sofia Walter no mundo OWO.
Ela tinha corrido para fora da arena e vindo para a floresta, junto com Night e Kuro. Estes olhavam para a garota que lutava com sua espada Sabertooth contra cinco cães que apareceram de repente. Sofia queria experimentar seu “novo” corpo. Enquanto ela se concentrava na pequena matilha, Dante apenas observava como se estivesse perdido nos seus misteriosos pensamentos.
— Agilidade melhor, mas a minha força diminuiu. Adorei usar o corpo feminino! — Sofia olhou para Dante que nem mesmo piscava. — Dante?!
Ele não respondeu. Estava pensando em como Sofia aparentava está feliz, mesmo com o sequestro que ocorrerá poucas semanas. Sentia raiva, mas aliviado por chegar a tempo de não machucarem mais ainda Sofia, já que a garota de alguma forma era importante para ele... como era importante.
Dante sentiu algo no seu cabelo, era Sofia segurando o cabelo e de leve ela puxou para que a cabeça levantasse, assim fazendo os olhares se cruzarem. Ela deu um meio sorriso.
— Para de pensar naquilo! — ela pediu calmamente. Como ela sabia que ele estava pensando nisso? — Por favor!
Ele arregalou os olhos quando o rosto da Sofia se aproximou, fazendo o lembrar do quase beijo. Ele desviou o rosto, mas a Sofia – sorrindo maliciosa – puxou com mais força o cabelo. Dante gemeu de dor e a fuzilou.
— Não desvie o rosto quando eu te peço algo com tanta delicadeza.
— Sua... — ele resmungava quando ela somente ria do rapaz. — Pode tirar suas garras do meu cabelo. Caso não saiba, está doendo, semi-gata!
— Desculpe! — Sofia tirou a mão.
Kuro, sem querer, empurrou Sofia Walter, fazendo esta cair em cima do rapaz que segurou a cintura da moça. Ambos se encaravam de outra forma, um pouco sérios; Walter, sem perceber as batidas do coração, encarava os olhos azuis do rapaz, segurou com suas mãos o rosto de Dante que ajeitava, sem perceber, uma mecha do cabelo escuro da garota. Aos poucos a distancia estava sumindo e seus lábios se encostaram no momento que Dante segurou firme a cintura da garota.
Mas, para o azar, ao ouvirem um barulho, eles se distanciaram. Sofia se levantou e ficou longe do rapaz. Então ouviram algo se aproximando, para distrair, Sofia se cobriu com o capuz e pegou sua companheira Sabertooth.
Através dos arbustos viu um rapaz de cabelos brancos e olhos dourados. Ele esboçava um sorriso e estava acompanhado por uma garota, que L.C/ Sofia conhecia nas montanhas, onde aconteceu o bug.
White, o rapaz de cabeleira branca, olhou para Sofia que já guardava sua espada. Ele alargou seu sorriso e abraçou Sofia, fazendo ela ficar estática com a ação e Dante também.
— Sofia, quanto tempo! Sabia que a conhecia quando te encontrei na Montanha do Urso. Uma das minhas clientes favoritas.
“Clientes favoritas? Eu so compro algumas coisas na loja de game e ignoro você completamente!”, Sofia pensou.
— E aqui está seu namorado, Dante, certo?! — Sofia iria negar, mas foi impedida.
— Não te interessa e você é quem? — Dante o encarou, assim ficando entre a Sofia e o White. Por dentro o guerreiro se perguntava o motivo dessa atitude.
O caçador de dragões soltou uma gargalhada, Dante franziu o cenho e seus olhos escureceram. Sofia sabia que seu amigo não estava gostando do rapaz. Hmm.. amigo! Sem querer ela tocou seus lábios, ainda sentindo o pequeno toque. Corou.
— O que você quer, White? — perguntou a garota, ignorando o olhar de Dante e o toque dos lábios.
White deu um meio sorriso, falou algo no ouvido da garota que sorriu e saiu sem falar nada. Dante e Sofia franziram os cenhos, curiosos.
— Nada demais! Somente vi você correndo junto com o rapaz carrancudo e pensei em intrometer.
Dante tocou na sua bainha, já pensando em “várias maneiras de cortar um desgraçado infeliz”.
— Ele tem nome, sabia?! — Sofia o defendeu, irritada.
— Presumo que sim, mas o rapaz disse que não era da minha conta.
— Sou Nightmare... e não gosto de você. Na verdade adoraria lutar com você! — Dante sorriu malicioso do tipo: que dizer adoraria te cortar em diversas formas.
White não se importa. Ele e Magnus tinham um jeito meio estranho de provocar os outros... hmm.. Sofia gostou deles. Ela sem querer riu, tendo a grande oportunidade de White piscar o olho para ela e o Dante não entender nada.
— Ótimo! Vocês podem se matar, mas não serei a garota que torcerá pra vocês, já basta Luke e o Hitsugaya... não sei se aguentarei outra batalha, além do mais só falta menos de uma hora, Dante... e irei aproveita-la — ela olhou para o rapaz.
— Precisamos conversar, não é, Sofia?! — Dante falou um pouco sério.
Sofia engoliu em seco. Por que tinha beijado ele? Não queria perde-lo como amigo, mas falar sobre o quase beijo iria ser difícil e muito complicado. Ela assentiu sem animo.
— Vamos! E até mais White!
— Claro... te digo quando! — ele sorriu gentilmente, sem a Sofia entender o significado da frase.
Dante subiu no animal, quando Sofia começou a acompanhá-los na corrida, já que era uma semi-besta. Assim correndo e pulando nas árvores da floresta, foi pensando na desculpa daquilo e sem querer tocou na sua boca.
Ela gostou daquilo, não podia negar, mas ele era seu amigo que já tinha um medo de confiar nele totalmente como confiava no Mike. Também nunca confiou no Cole por completo, o que foi bom, por causa da traição, assim ela não ficou muitos dias chorando por isso e foi logo resolver. Foi tola a dizer que foi amor, mas foi sua primeira paixão... ter um primeiro e único amor parecia coisa de novela, não sabia o motivo de ter esperanças.
Mas no fundo, mesmo agindo como um macho, ela era uma garota que tinha sonhos tão escondidos que ela mesma não sabia. Porém, o que iria dizer? Que gostou? Que sentiu algo?! Não, não. Tinha terminado um relacionamento, poderia ser uma pura carência. Mas ela nunca teve algo assim. Ai, ai, o que fazer era a questão.
Sem querer escorregou em um galho com musgos, felizmente foi ágil suficiente para pegar no galho com sua mão direita e gemeu de dor no braço direito. Por um momento se lembrou do sequestro, fazendo ela afrouxar a mão.
— Sofia!
Ela acordou do seu devaneio, segurando firme o galho com as duas mãos, assim balançou o corpo impulsionando para frente até colocar novamente os pés no galho. Deu um sorrido de “desculpe” mostrando os seus caninos.
— Preste atenção!
Ela desviou o olhar, após o sermão preocupado de Dante.
— Parece uma criança!
Ela sorriu, fez outro movimento rápido e sutil caindo bem na frente de Kuro e o guerreiro.
— Nunca tive infância.
— Nem eu. Engraçado que mesmo sendo antissocial, você parece feliz, engraçada...
Ela riu. Passando sua mão no braço direito dolorido.
— Obrigada! Sou uma boa atriz ás vezes. Mas sinceramente, é um disfarce para não preocupas os outros e também para esquecer o que aconteceu.
— Está falando do sequestro?
Night saiu de cima do Dente de Sabre e sentou em uma pedra, como Sofia fizera.
— Como o sequestro! Não sou exatamente forte no principio... para você perceber quase eu deixei que um daqueles caras maltratasse Emilly... fui tão covarde.
— Mas você não foi covarde, pelo menos pra mim, foi é estupida... — ele virou o rosto meio indiferente. — M-mas foi corajosa, mesmo eu querendo que não fosse. Você quase morreu por minha causa.
— Não foi sua causa. Aquilo era para nós dois! — ela pensou alto.
— Como assim, Sofi? — Night prestou mais atenção.
— Por que a gente se beijou?! — mudou um assunto para algo que a interessava.
Mesmo ele percebendo a mudança, deixou pra lá e riu. Pegou o queixo dela.
— Aquilo não foi um beijo!
Então a beijou como sempre tinha desejado, vendo que aos poucos a Sofia cedia, mas interrompeu. Deu um sorriso satisfeito e acariciou a bochecha da garota que...
— Corando?
Walter engoliu em seco.
— Não estou, idiota! — ela virou os olhos para outra direção, já que Dante segurava o queixo dela.
Já que parecia ser mais interessante ver Kuro se coçar no tronco da árvore, do que ver aqueles olhos azuis. Por que raios estremeceu só de pensar?!
“Caraaaa. Eu tenho que me internar!”, pensou Sofia, “Já perdi um garoto poucos dias e já estou em outro.”
— O que foi, Sofia? — Dante disse.
— Por que fez isso? — ela o fitou.
— Não dá pra perceber... — ele suspirou e sorriu. — Não sei como você consegue ganhar de mim por causa dessa cabeça lenta que tem.
— Não sabia que era sarcástico — ela deu língua.
— Também não sabia que teria alguém que eu cuidaria de novo, mas vejamos... você apareceu — ele deu um sorriso simpático e ela ficou sem graça, abaixando o olhar.
— Dante, eu...
Ele ajeitou a mecha da menina e se levantou.
— Mesmo eu querendo... não posso tê-la, porque seus motivos e os meus são contra essa união.
— Como assim seus motivos?! — ela perguntou, porém ele não respondeu. — Dante?! Como assim?
— Amigos?
De repente a pergunta soou como uma facada. Droga, estava sentindo uma tola por sentir assim. Mas ela não era a única que se incomodava com essa palavra depois do beijo.
— Sinceramente? — ela já sentiu que o efeito da poção passou.
Dante arqueou as sobrancelhas e afirmou com a cabeça. Ela sorriu meio corada, mas disse com coragem.
— Não sei, Dante. Mas não posso denomina-lo como amigo nesse momento. Terá que esperar!
Ele deu um meio sorriso, enquanto Sofia se transformou no Lord Cat novamente.
— Tudo bem!
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Will e Emilly estavam no quarto do hospital. O doutor que tinha interrompido o casal, avisou que a moça recebera alta, mas tomar cuidado para não fazer besteria novamente. Então saiu.
— Você fez isso por causa do L.C, não é? — agora era o Will que estava com raiva.
— Sim... e ao mesmo tempo não. — ela olhou para o pano. — O nosso beijo, me deixou meio confusa... mas pensei em tentar, só que o vídeo...
— Video?
— Sim, o vídeo da sua batalha que o Lord me deu... eu vi sua luta... — ela estava morrendo de vergonha. Engoliu aquela sensação e olhou nos olhos do rapaz. — E a garota é bonita.
Ele riu nervoso. “Aquele doido do Lord... VOU MATA-LO!”
— Não é isso. E ela não é tão bonita assim, além do mais você sabe de quem eu gosto, Emilly! — ele deu um ênfase no nome dela.
Ela riu meio que aliviada, suspirou e olhou para ele sério. Ficou sentada na cama e segurou um pouco da camisa do rapaz, que ficou curioso.
— Quero tentar com você, só se quiser me aceitar!
Não podia negar, o sorriso do Slasher/Will estava a mostra. Gostava dela no mesmo dia que a conheceu, mas negou o fato por pensar que ela e Lord estavam juntos, Grande idiotice, porém um ato de amizade.
— Will?! — ela chamou meio sem jeito, olhando para as mãos dela e do rapaz juntas.
— Sim, linda! — ele sorriu.
— É que... deixa para lá. — ela corou estava sem graça. Esqueceria de seu amor virtual e viveria um real, com uma pessoa legal e divertida.
— Diga, Emilly! — ele pediu com calma.
— Posso te beijar!
Ele mostrou seus dentes no belo sorriso. Beijou os lábios dela.
— Claro — ele abafou um sorriso, fazendo Emilly rir.
No canto da porta do quarto da enferma, Emilly; Mallu e James escutavam tudo e riam sem fazer barulho. Assim para não interromper aquele momento saíram do hospital, já que não precisavam mais deles.
— Homens assim merecem valor... quem dera fosse eu — sussurrou Mallu para si mesma, quando fitava o chão da rua.
— Inveja? — James a provocou. Ela chegou perto dele e deu um peteleco forte na testa. — Aii, essa doeu!
— Você é meu namorado, aguente!
Ela abafou um sorriso bem cínico, ele retribuiu, assim abraçou ela de lado. Ela não gostou da ação.
— O que foi, Mallu? — ele disse preocupado com a expressão dela.
— Não sou do tipo de aproximação... sei lá, sinto incomodada pelo seu abraço, mesmo você sendo meu namorado nessa semana. Não somos íntimos e tais!
— Você agi como uma pré- adolescente, mesmo sendo mais velha que eu.
— Tenho problemas. Sou meio insegura e não gosto desse lado de intimidade, já que nunca senti necessidade, James. Só estou dizendo isso porque pra ser meu namorado nessa semana, tem que saber desses detalhes... então não somos tão íntimos assim.
Ela saiu do abraço dele, fazendo o rapaz de covinhas fofas ficar desapontado.
— Para deixa-lo feliz, posso dizer que gosto das suas covinhas, tenho uma vontade de aperta-las, porém não posso pela nossa intimidade ser ZERO! — ela fez um gesto com a mão simbolizando o número.
— Gosta de minhas covinhas, que bom! — ele sorriu convencido.
Ela balançou a cabeça.
— Você não toma jeito rapaz. Já vou indo!
— Espera, senhorita! — ele pegou o pulso dela. — Encontro hoje de noite!
— Já?! — ela sorriu incrédula. — Certo!
Ele beijou a testa da morena e sussurrou.
— Pelo menos aqui eu posso.
— Sim...
Uma garota esbarrou na Mallu, fazendo a menina cair sobre o James que a segurou.
— Me desculpe! — disse a moça de 15 anos, que após se desculpar saiu correndo.
— Nossa! O que houve? — perguntou James, curioso pela menina que correu de forma muito apressada.
De repente ouviram um grito de um rapaz de 15 anos e moreno correndo atrás da menina.
— Alanis!! Por favor, espere!
Mallu abafou um sorriso e sussurrou;
— Agora sabemos!
Depois de muito correr, ele conseguiu segura o braço da sua amiga, Alanis. Uma moça linda e magra, mesmo parecendo uma CDF com seu vestido simples. Já o garoto tinha um jeito meio tímido, mas sua cabeleira negra, olhos lindo e brilhantes escondidos pelo óculos; o faziam ser um belo rapaz.
Ele estaca cansado pela correria. Nota: deveria praticar esporte, se caso não odiasse.
— O que aconteceu? Por que ficou irada com aquilo? Você sabe... — falou o Erik, que é o arqueiro Ekaj Kire.
— Eu odeio seu jeito de lá! — ela gritou. — Você é um falso duas caras, Kire, odeio muito seu jeito... porque não muda?!
— Você sabe. Mas o que o L.C foi conversar com você? — Erik falou com um toque de ciúmes.
— Ele me propões em namoro! — ela disse firme.
— O que? Espera! Ele te pediu em namoro? — ele perguntou e ela confirmou corando. — Mas você não vai aceitar, não é?! — perguntou esperançoso.
— Acho que irei aceitar, porque o rapaz que eu gosto não liga para mim!
Ela fez uma “indireta bem direta” e virou as costas.
— Isso é idiotice, Alanis!
— É idiotice esperar um imbecil que prefere ser um tarado do que ser ele mesmo!
Assim Alanis saiu com passos pesados, porém rápidos.
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De meia-noite Sofia Walter estava no terraço da universidade, não conseguia dormir no seu dormitório. Suava todos os dias por causa dos sonhos do sequestro.
“Devíamos falar com a policia!”, propões Jack/Poke.
“Se fizermos isso, Dante pode ser interrogado e preso, além que eu poderia manchar a carreira de Cole!”, falou Sofia em um dia qualquer.
Então ela se lembrou de outro dia. O dia que resolveu tudo com Cole
“Sofi, você está bem... mesmo a gente terminando o namoro, me importo com você”
“Estou ótima!”, ela mentia e sabia disso. Estava péssima, principalmente que decidira o termino.
“Acho que deveria ir consultar um psi...”
“Estou ótima não preciso disso.”, ela esboçou um sorriso e saiu.
Agora lembrando de tudo em cima do terraço, depois de uma batalha ganha na sua guilda. Sofia estava péssima... o sequestro.. a droga do sequestro a atormentava. Lágrimas soltaram, deslizando sutilmente pelo rosto da moça.
Quando entrou naquele quarto com o rapaz sentiu-se invulnerável, mas quando viu aquela cabeleira lilás grande raiva se fez. Como Sofia Walter odiava a Angel, que agora percebera ser a menina Angelina que virá na escola de Jack/Poke.
Como uma moça tão linda e fofa poderia fazer aquilo? Ninguém sabia, mas Sofia não se deixou levar por aquela beleza de moça. Claro que não, aparências enganam e os olhos são o único meio de saber alma da pessoa. De alguma forma, Angelina possuía olhos lilases inexpressivos, mas melancólicos.
Ela sofreu? Poderia até ser, porém Sofia não se importava com isso, se pelo menos Angelina não fizesse aquilo. Vingança foi feita. Angel humilhou Sofia com aquele capanga que rasgava e batia nela.
Como Walter odiava e sentia medo daquelas batidas. Manchas de sangue no seu corpo, ossos doloridos, queria desmaiar, mas não podia. E gritava, sem perceber, o nome de Dante.
“Você é algo precioso dele, acho que irei te machucar mais ainda!”, foram suas palavras ao descer o zíper da calça.
Pânico, raiva, tristeza e outros sentimentos ruins a atormentaram naquele momento. Pensou em se matar com a faca que o rapaz, que a maltratava, tinha; mas não tinha forças e também não possuía coragem suficiente para isso. Não era estupida e riu, fazendo o rapaz bater nela, porém de leve... queria deixa-la excitada. Que verme, como ele acha que Sofia ficaria excitada por um porco imundo como aquele?!
Sentiu uma louca vontade de morder a orelha do homem e arranca-la, seria algo bom para sua raiva. Ele a deitou já nua, assim tentado tirar a sua própria roupa, porém alguém interveio. Era outro homem mais velho que o abusador, afirmando que Dante já estava se aproximando.
Com rapidez, mandou todos saírem rápido, escrever com o sangue de animal a frase na parede e deixar a bela Sofia machucada para mostrar ao Dante que ele era bom na vingança.
Após longos minutos Sofia ficou estática como o momento do ataque. Estava pensando em tudo, notando o que ocorrerá com ela, algo que nunca tinha pensando em acontecer logo com ela. Por que aconteceu? Por que tão covarde?
Assim ela chorou e Dante a salvou naquela cama ensanguentada.
Assim ela começou a chorar, no terraço da universidade, por lembrar-se desse fato e Dante, de alguma forma, estava ao seu lado e abraçou-a. O rapaz de cabelo rebelde não disse nada e a reconfortou. Ela aninhou em seus braços e riu.
— Acho que você gosta de mim como irmã, Dante, mas de qualquer forma obrigada!
— Gosto de você como mulher... como Sofia! — felizmente era verdade para Dante, que queria ter negado isso. Pois, ele gosta dela de uma forma perigosa.
Notas finais
http://minhaloucautopia.blogspot.com.br/
As, não matem o Will!
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