Our Super Hero
27 Capítulo 27
Notas iniciais
/Edward's POV/
Volto para o covil, a procura de alguém que poderá me ajudar no meu plano, um plano... Que irá destruir Maik de uma vez por todas.
— Klaus — o chamo — Tenho que falar com você.
— Falar sobre o que? Edward — Ele se aproxima.
— Sobre seu sobrinho — Respondo — Como podemos derrotá-lo de uma vez por todas, e até melhor... Matá-lo.
Klaus sorriu malignamente dizendo logo em seguida:
— E qual seria seu plano? – ele parecia bem interessado.
Eu explico cada detalhe do que planejei, e não precisei de muito para fazer ele concordar e aceitar a trabalhar comigo nesse plano. Agora sim, Maik será derrotado.
/Midoriya's POV/
Hoje percebi que a Yonara estava bem alegre, parece de bom humor.
— Yonara.. — a chamo num tom um pouco baixo
— Ah... Oi Midoriya-san! — Ela respondeu... sorridente
Geralmente a Yonara não era de sorrir muito, mas ontem e hoje, ela está sorrindente, algo muito bom deve ter acontecido.
— Está tudo bem? — Perguntei
— Sim! Estou sim! Por que a pergunta?
— Ah... Por nada, é que você está bem feliz, tipo mais que o normal... Não entenda mal, afinal isso não é ruim, mas... Nunca te vi tão... Saltitante..
— Ah... Nem eu sei o que me deu, mas eu to gostando... Não precisa se preocupar
— Quem está preocupado? – Shimizu se aproximam de nós.
— Ah! Não é nada — Digo — E bom dia Shimizu.
— Bom Dia Midoriya — Ele responde com um sorriso sutil.
Pode até ser feio ficar observando os outros, mas não pude deixar de perceber que Shimizu e a Yonara tem ficado muito próximos ultimamente, será que... Será que ele gosta dela ou ela dele? Será que eles estão... Bem, acho que é a única explicação para eles estarem tão próximos, tipo... Mais que o normal. Mas de qualquer isso não é da minha conta.
De repente, Kacchan entra na sala, olhando diretamente para nós, vulgo Shimizu. Ele como resposta logo voltou ao seu lugar ignorando totalmente o Bakugou. Mas o Bakugou não fez nada, pela primeira vez ele não se importou de ter sido ignorado por alguém.
Aizawa-sensei chegou logo em seguida, e começou a dar sua aula normalmente.
O dia hoje, foi tranquilo e passou mais rápido do que eu pensei. Estava voltando com o resto do pessoal aos dormitórios, eu estava meio distraído, e acabo esbarrando com o Prof.Maik sem querer.
— Ah! m-me desculpe – Falei automaticamente. Mas ele parecia tão distraído olhando seu celular que nem deve ter me percebido.
— Professor! – lida o chama.
— Oh! Ah, Oi crianças! — ele realmente não tinha nos notado.
— Tava conversando com quem?! Hein! – Yonara faz um sorriso malicioso.
— Com minha mãe — Ele respondeu olhando de volta para o celular — Ela tinha perguntado de Klaus.
— Perguntado o que dele? – acabei perguntando curioso.
— Se nós tínhamos o capturado... De novo. E essas coisas, e também se... Se eu o perdoei..
— Perdoar? Como assim??? – Ficamos confuso.
— Longa história, mas resumindo... Klaus tem um histórico com meus país. Mas nada que vocês tenham que se preocupar.. — Ele saiu andando, e parecia um pouco... triste
Aquele clima estranho no ar, foi o suficiente para voltarmos ao dormitório rapidamente, mas uma coisa que eu não consegui parar de pensar, foi como Klaus pode ter um histórico com a família de Maik? Talvez eles eram rivais? Acho que sim...
/Nanda's POV/
Eu estava tranquila, vendo um filme, relaxada em meu sofá, quando escuto alguém tocando a campainha.
Eu dou uma ajeitava no cabelo indo em direção a porta. Eu abro a porta, e não era ninguém... Affs! Essas crianças...
Eu olho em volta, tentando achar a pessoa que tocou a campainha, mas não vejo ninguém, a única que eu vejo é uma carta no chão.
Pego a carta e entro rapidamente. Sento no sofá novamente, lendo a carta, é fiquei realmente assustada com que estava escrito.
Então pego meu celular, ligando rapidamente para Maik.
— Alô... Nanda— Ele diz ao atender
— Maik! Acho que sua mãe corre perigo!
— Quê!!! Como assim!
— Eu recebi uma carta que disse que Edward vai atrás de cada membro de sua família! — Expliquei
— Tem certeza?!
— Sim! E ele não vai estar sozinho... Klaus vai estar com ele!
— E-Eu vou impedi-los, se isso realmente for verdade, hoje mesmo eu vou voltar para o Canadá, preciso protege-los.
— Espera! Você vai sozinho?! — perguntei
— Sim.
— Mas pode ser perigoso! E-Eu vou com você— as palavras escaparam de minha boca
— Não! Como você mesma disse, pode ser perigoso... E você tem que tomar conta do Mitisuki e do Jack, e se acontecer alguma coisa....bem, eles ainda vão ter você... Principalmente Jack, Ele não pode perder você.
— E eles também não podem te perder... Bom, e nem eu...
Ele ficou em silêncio por alguns segundos, então continuei falando:
— Confia em mim, eu sei o que fazer...
Na realidade eu não sabia o que fazer, eu entrei em um pequeno desespero, bem na verdade eu tava em um grande desespero!
Mas então lembrei de pessoas que com certeza iriam nos acompanhar e nos ajudar nessa situação. Então disse:
— Maik eu sei o fazer... Eu sei de pessoas que podem nos ajudar, mas não dá pra falar muito agora, se formos sair hoje mesmo, temos que ser rápidos!
Ele concordou, então desliguei, e imediatamente liguei para as pessoas que poderiam nos ajudar.
Combinamos de nós encontrarmos no aeroporto a onde participamos.
Eu realmente não acredito que o Edward vai seguir por esse caminho, o que levou ele a esse nível de insanidade? Eu realmente queria entende-lo melhor...
/Edward's POV/
Foi difícil mas finalmente conseguimos chegar no Canadá/Toronto, a parte mais difícil vai ser achar a família do imbecil do Maik. E foi por isso que eu trouxe o Klaus, ele conhece a cidade e vai me ajudar a encontrá-los.
Há! Maik vai se arrepender de ter nascido.
— Quem dá família dele se encontra na cidade? — Pergunto a Klaus.
— Além da mãe dele, os tios e.... — ele pareceu hesitar por um segundo — E minha ex-esposa... Alguns primos e outros parentes estão em outras cidades.
— Depois cuidamos desses – Digo.
— Ok, mas... Você vai acabar com a vida de todos?
— Sim! E por que? Vai me impedir?! — Olho para ele.
— N-Não, Não vou impedi-lo.
— Foi o que eu pensei...
Ele foi na frente me guiando pela cidade... E eu espero que a querida mamãe de Maik esteja aproveitando a vida... Por que ela não vai ter muito tempo...
/Nanda's POV/
As pessoas que podiam e aceitaram nos ajudar, foram: Kayle e Hakira. Que foram as únicas que poderiam nos ajudar no momento.
Pegamos o primeiro vôo que tinha para Canadá/Toronto, a cidade natal de Maik. Ele estava inquieto o vôo inteiro então decidi tentar deixar ele mais calmo.
— Ei... Se acalma, vai dar tudo certo
— É que... O que eu fiz para chegar a esse ponto? Quer dizer... Minha mãe, meus primos não tem nada haver com isso... Não posso deixar nada de ruim acontecer com eles.
— E não vai, nós vamos impedi-los... — Como um impulso, eu seguro sua mão – Juntos.
Ele sorriu sutilmente. Parece que realmente ele ficou mais calmo. Fico até feliz e satisfeita em saber que eu consegui deixar ele mais confiante.
Foi anunciado que já estávamos entrando no território canadense, se aproximando da cidade de Toronto... Nosso destino.
Eu espero que Klaus e Edward demorem muito tempo para achar a família de Maik.
Chegamos no aeroporto, pegamos nossas coisas e saímos do aeroporto, e percebi que Maik estava enviando várias mensagens no celular, talvez ele esteja avisando aos familiares dele sobre Edward.
Falando nele, temos que encontrá-lo, antes que algo de ruim aconteça.
/Camila's POV/
Mensagem de: Maik Filho.
" Mãe! Por favor Tomé cuidado! Um vilão acompanhado de Klaus está indo atrás de vocês, Ñ tenho muito tempo para explicar agora mas quero que saiba que não vou deixar nada de ruim acontecer com vocês!"
Um vilão? Klaus?... A única coisa que é certa que eu entendi, é que estão atrás não só de mim, mas de todos os meus parentes.
Ficar trancada em minha própria casa, com medo não vai ser a solução, e se esse homem estiver mesmo acompanhado de Klaus, isso não vai adiantar em nada. Acho que o melhor é eu encontrar com Maik.
Mensagem sua: “Onde você está? eu vou até você"
Mensagem de: Maik. "Não! Não é muito seguro, fique ai, já estou chegando"
Acho que não tenho muita escolha, a não ser ficar aqui em casa. Arg!
Alguns minutos se passaram e nada do Maik chegar. Vou numa janela e começo a vigiar para ver se encontro ele ou Klaus.
Dois homens se aproximavam de minha casa, sendo um deles um homem alto de cabelos pretos, não demorou muito tempo para perceber que o outro homem que o acompanhava era Klaus!
Levantei imediatamente, pegando meu celular indo para os fundos. Escutei baterem na porta mas obviamente não fui atender. Entrei no quintal indo em direção ao muro, ou eu pulava ou eu tentava lutar.
Escutei a porta se abrindo violentamente, eu não tinha muito tempo! Eu estava em minoria, as chances de eu ganhar eram mínimas!
Juntei minhas forças pulando por cima do muro, saindo para a rua. Eu não sabia se eles tinham notado ou me visto pular o muro, mas isso não importa! Tenho que sair daqui, e encontrar meu filho.
Então começo a correr o mais rápido que eu podia, e ao mesmo tempo que corria eu mandava uma mensagem para Maik, para ele saber que Klaus já chegou até mim. Por eu estar digitando no celular, eu não prestava atenção por onde corria e como consequência acabei esbarrando em alguém!
Caí no chão derrubando meu celular.
— Ora, Ora, Ora — escutei a voz de um homem, provavelmente é ele que eu tinha trombado — Então você é a Camila?
Olho para cima, me deparando com o mesmo homem que estava com Klaus!
Imediatamente eu tento me afastar dele. Porém ele diz:
— Ah! Não tenha medo... Eu não te machucar — Ele diz me levantando do chão — Bom... pelo menos ainda não...
— Me larga! — Gritei puxando meu braço agressivamente
Como um impulso, eu fecho meu punho, e lhe dou um forte soco que o afasta de mim!. Sem perder tempo eu volto a correr rapidamente em direção contrária a onde ele tinha caído.
Corro o mais rápido que minha individualidade permitia, ou seja, MUITO rápido!. De repente eu sinto alguém puxando meu braço com toda a força, me fazendo quase cair, mas permaneci de pé.
A mão da pessoa ainda segurava meu braço, e eu senti que minhas forças estavam indo embora, era se como algo estivesse as sugando. Então olhei para trás, me deparando com Klaus segurando meu braço.
— K-Klaus.... — Disse com a voz fraca, antes de tudo se apagar...
Continua
Fale com o autor