Our Promise
3 Capítulo II - Ally : New Friends
Notas iniciais

"Sua voz era linda, porém parecia um pouco triste"
Ally Dawson Pov's — Miami — 16h45min
Mandei um olhar mortal para a garota que parecia me seguir, e isso a fez seguir o caminho como se nada tivesse acontecido. Adentrei no banheiro e peguei minha roupa de educação física, saindo da escola, dando uma caminhada pequena até aquela rua deserta, andei lentamente até parar na frente do cemitério onde meu pai descansava. Pulei o portão enorme e velho que havia ali e fui procurando o nome nas lápides, até achar ele.
" Lester Dawson
Descanse em paz...
2010 — 2011 "
Ele era muito empoeirado e velho. Caminhei até uma casinha que havia ali, velhinha, cinzenta e suja. Parecia uma casa de filmes mas era realidade, abri a porta e não vi ninguém apenas um monte de bugigangas, nenhuma flor de plástico ou coisas assim.
Saí de lá e quando fui sair, ouvi rodinhas de skate por perto. Me escondi mas bati a cabeça em alguma coisa. Vi um loiro abrindo o portão com uma chave e entrando na velha casinha. Me aproximei, curiosa, para ver melhor, e o reconheci de imediato, era o garoto vítima do meu peso, o cara em quem eu havia caído em cima mais cedo.
Observei da janela e o vi sentar no chão com dificuldade. Pegou o violão que tinha ali, que eu nem tinha notado, pois ele estava em um armário empoeirado. O mesmo começou a tocar. Dedilhou as cordas delicadamente e um som gostoso começou a me levar para outro mundo.
Good night , it was only a girl , and nothing more
After five minutes , was someone special...
Without words , was so strong that was born inside of me
In your eyes , I saw the colors and the time I lost
Passes the day, I count the hours and I can not forget you.
Try to find the thought , but just remember you
Feel something so deep that it has no explanation...
There is no logic to understand what comes from the heart
Come into my life , come live with me...
Without your embrace , I can no longer stay
Come into my life , I invite you
I did not know what love was , I do not know now live
Alone ...
Good night , all silent and I wanted to tell you !
After I met you , I can not go back
Without words , is so strong , has taken care of me
And my heart never beat that strong
Come into my life , come live with me
Without your embrace , I can no longer stay
Come into my life , I invite you
I did not know what love was , I do not know now live
Alone ...
Come to my being , my soul healing , opens its arms
Logo and let me in.
Come into my life , come live with me
Without your embrace , I can no longer stay
Come into my life , I invite you
I did not know what love was , I do not know now live
Alone ...
I did not know what love was ,
Now I do not know ... live
alone...
O encarei por mais um momento e vislumbrei seu rosto levemente corado, parecia pensativo. Ele estava sussurrando.
— Mamãe espero que possa me escutar. Tenho saudades, de você e também do papai. Ele me expulsou de casa e depois eu nunca mais o vi. Desde aquele dia que comecei a me cortar por você e pela...Brooke, e a bebida alcoólica e as drogas...A clínica de reabilitação, não posso estar me apaixonando por uma garota que mal conheço...
Abaixei a cabeça e caminhei até o portão, mas aquela porcaria estava trancada, portanto tropecei e olhei para o tornozelo, gritando alto pra caralho.
— AHHHH! — Gritei de dor ao ver que torci o tornozelo.
Vi um loiro surgindo na minha frente preocupado.
— Garota! Oque aconteceu aqui? — Falou, em um tom de quem realmente se importava.
— Tropecei, não tá vendo, imbecil? — Falei irônica.
— Eu vi, vem vai... — Quando ele me olhou percebeu quem era — Você?!
— Não, o vendedor de paçoca. Não me reconhece não? — Falei sarcástica.
— Engraçadinha — Falou me pegando no colo — Vem vou te levar para minha casa, mas... — Eu o cortei
— Minha...Mãe não liga — Falei lembrando da minha mãe.
— Anh — Falou coçando a nuca — Vamos — Falou.
— É... — Falei.
Ele segurou o skate com a outra mão e eu me apoiei em seus ombros, mancando.
— Então... Qual seu nome? — Perguntou ele.
— Ally Dawson, e o seu? — O encarei.
— Austin Moon — Falou sorrindo.
Após uma caminhada curta, nós chegamos na frente de uma mansão bonita, que me deixou com a boca aberta.
— Só você mora aqui? — Falei.
— Sim... — Falou. — Meu pai me expulsou, mas ele havia sumido e a casa ficou pra mim.
— Vish — Falei e ele entrou junto comigo.
Me levou para um sofá, e foi até a cozinha. Ouvi alguém bater na porta e uma voz irritante. A pessoa abriu a porta e vi uma menina que me deu arrepios, cabelo loiro, cachecol com alguns babados "fofos" (lê-se: bolotas rosas), uma blusa brilhante rosa pink e uma saia rosa choque, e também um scarpin da mesma cor.
Porra aquilo é uma barbie humana? Fiquei ainda mais boquiaberta, quando vi o garoto vindo a cozinha abraçar a garota e dar um beijo na... Peraí, ele fez isso? Foi mesmo um beijo? Espera foi um beijão, mas ele agarra aquele projeto de miss nojenta de barbie na minha frente? Coitado, minha gente! Será que ele vai pegar a doença e virar um Ken? Espero que não. Meus Ken's sempre se fodiam.
Levantei do sofá ainda suportando a dor, e fui embora mancando! Estava machucada, mas não queria mas ver aquela garota nem aquele lá na minha frente nem pintados de ouro! Aquele, loiro oxigenado...
Austin Moon Pov's — Miami — 20h00min
Estava na cozinha procurando o a caixa de primeiros socorros, quando ouço a porta bater e vi um projeto de Barbie vindo em minha direção, espera como Brooke (lê-se: Vaca) conseguiu me encontrar? Ela não tinha ido pra puta que pariu? Minha felicidade dura pouco mesmo.
— Bro...Brooke? — Falei com raiva, saindo da cozinha e indo até ela.
— Única amorzinho — Falou, com a voz esganiçada.
— Como me achou?
— Cassidy — Falou. — Você sabe, ela não consegue ficar quieta. — Ela se aproximou.
Bufei e quando fui protestar a mesma me puxou para um beijo (lê-se: passar seu veneno pra mim) eu queria me soltar mas ela estava me segurava fortemente. Ouvi a porta bater e a empurrei para longe de mim.
— Ah não — Murmurei e peguei o carro que meu pai deixara para mim antes de me tirar daquela clínica e sumir, e fui a procura daquela garota. Estava prestando atenção na estrada e notei alguns pingos de água no vidro, que foram aumentando cada vez mais. Avistei uma garota marchando na calçada do parque. Ri com a cena e a chamei.
— Ally! — Gritei.
— Ah, oi! Vai agarrar o projeto de Barbie e me deixa em paz! — Falou e depois que a chuva aumentou eu não a enxerguei mais.
Ally Dawson Pov's — Miami — 11h30min
Acordei sonolenta, levantei e vi que estava chovendo forte, então tinha que ir de carro e como eu já tinha carteira e 18 anos já podia dirigir. Fiz minhas higienes matinais e me vesti , peguei as chaves do carro e meu salto alto preto. Desci as escadas e fiz meu cereal, comi assistindo Tv e depois tranquei a casa indo direto para o carro, cheguei na escola, fui até meu armário e quando fechei vi dois meninos e duas meninas a minha frente, com certeza eram os populares.
— Eae garota, a gente gostou do que fez com aquela vadia ontem. Que tal almoçar com a gente hoje? — Um deles disse sorridente — Meu nome é Lucca , esse é o Cássio, essa de preto é a Molrow, chame-a de Moh, se quiser. — Molrow acenou simpaticamente, enquanto o meu sorriso desmanchava. — E essa aqui de cabelo azul é a Camila, a chame de Kamih. — Ele fez a apresentação
— Ah claro seria legal — Falei, tentando disfarçar minha cara de cu. — Me chamo Ally, Ally Dawson.
Saí em direção a sala de aula, me despedindo deles. As aulas passaram rápido e logo o intervalo chegou, fui para a cantina, e peguei o que queria comer e sentei ao lado de Lucca.
Moh : http://www.polyvore.com/cgi/set?id=111580823&.locale=pt-br
Kamih : http://www.polyvore.com/cgi/set?id=111582436&.locale=pt-br
Lucca : http://www.polyvore.com/cgi/set?id=111582693&.locale=pt-br
Cássio usava uma calça jeans preta amassada, uma camisa do Linkin Park e um tênis skatista.
A manhã foi divertida, acreditei ter feito novos amigos.
Saí da minha sala e me encontrei com o quarteto. Marcamos de nos encontrar de novo e eu sorri, acenando para eles.
Ia saindo do colégio, quando esbarrei em alguém, que me puxou pelo braço. Analisei-o e senti um arrepio percorrer todo meu corpo, começando a soar frio.
— C-Costa. — Sussurrei seu sobrenome, gaguejando, e vi seu sorriso malicioso.
— Oi meu amor.
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