Notas iniciais
Volteeeeeeeeeeeeeeeeei!! ~le sai correndo de novo para não apanhar~ Gente, eu nem sei por onde começar pedindo desculpas. Eu sei que fiquei mais de dois meses sem atualizar a fic, mas realmente eu estava completamente sem tempo para escrever, e além disso eu fiquei com um bloqueio horrível. Então me desculpem pela demora, prometo tentar voltar a postar os capítulos regularmente mais uma vez! Enfim, aqui está o 15° capítulo prontinho para vocês!! Espero que gostem!! Boa Leitura!!

O vento frio cortante atingia o rosto de Steve que mal se movia encarando aquele fantasma a sua frente. Não seria possível Bucky ainda estar vivo e exatamente como ele costumava ser; não depois de ter caído daquele trem, não depois de tantos anos terem se passado.

Tony começava a ficar agitado observando os dois homens, aguardando a deixa do Capitão para agirem, enquanto ele sabia que as tropas da HYDRA em pouco tempo se reagrupariam e os alcançariam. E lutar contra aqueles soldados, nas situações atuais de Steve e Bruce não seria muito favorável para eles.

– Capitão... – ele chamou hesitante – Quem é esse homem?

– Ele... Ele é... Bucky é mesmo você? — perguntou o Capitão, fazendo menção de se aproximar daquele que outrora fora seu melhor amigo; seu irmão.

– Quem diabos é Bucky? – disse o soldado, preparando sua arma e apontando para o coração dele.

– Eu vi você morrendo, como pode ser possível... – balbuciou Steve.

– Steve, não temos tempo para isso. Temos que sair daqui! – gritou Tony, levantando a mão e disparando contra o inimigo. Bucky facilmente desviou, rolando para o lado e logo em seguida se colocando de joelhos e atirando contra o Capitão Rogers, que por pouco não havia levantado o escudo a tempo.

O homem avançou contra ele e começaram a lutar. Steve continuava desnorteado depois de ver o amigo vivo, o que, associado ao soro injetado nele, deixava-o em uma clara desvantagem.

Com seu braço de metal, o soldado conseguiu lançar o escudo dele longe, e acerta-lo um par de vezes no rosto antes que o loiro pudesse se defender, e revidar tentando inutilmente imobiliza-lo com uma chave de braço, depois de soca-lo.

– Bucky! Sou eu! Você não tem que fazer isso, Bucky!

– Para de me chamar assim! – ele gritou, agarrando o braço do capitão e se desvencilhando dele, firmando-se para joga-lo de costas em uma das árvores que os cercava.

Tony, deixando Bruce um pouco mais afastado, fez menção de intervir para ajudar o outro Vingador, mas nesse momento os soldados da HYDRA chegaram à clareira e começaram a atirar contra ele, que precisou voltar sua atenção completamente para eles.

Usando os propulsores de suas mãos, ele derrubou alguns deles e depois destruiu a estrutura da porta, fazendo-a desabar sobre os outros e bloquear a passagem dos demais que chegavam, tentando ganhar algum tempo para que pudessem escapar dali.

Neste momento, ele se virou a tempo de ver Steve ser derrubado com um chute no estômago e em seguida ser atingido por uma coronhada do soldado, fazendo-o cair quase inconsciente na neve.

– Steve! – ele gritou, mas logo Barnes apontou a metralhadora para sua armadura e atirou novamente. A bala teria o atingido na região do abdômen, mas, aumentando ainda mais seu desespero, ela ricocheteou e acabou por acertar o ombro de Bruce, que tentava se manter de pé a alguns metros deles.

– Não! – gritou Steve, tentando se levantar com dificuldade.

O cientista caiu no chão, mãos apoiadas no solo e encarou os três homens, que puderam ver seus olhos mudando de tonalidade a medida que o Hulk enfim juntava-se a festa.

Tony aproximara-se de Steve, que tinha a boca sangrando, o ajudando a se por de pé para que se afastassem. Quando a transformação estava completa, o Hulk rugiu encarando o Soldado Invernal com um olhar assassino.

Bucky liberou toda a sua munição contra a criatura verde a sua frente, mas tudo era em vão. Nada poderia detê-lo. Bruce avançou contra ele que ainda tentou conter o golpe do grandão com o seu braço robótico e acertá-lo na cabeça.

Mas sua força não poderia se igualar ao do Hulk, que agarrou seu braço de metal com facilidade, destruindo boa parte dele, em seguida acertando-lhe um único soco, que o lançou contra a estrutura do prédio do qual tinham escapado, danificando-a ainda mais à medida que atravessava cinco paredes antes de parar e cair desacordado no chão.

– Vamos embora, Steve. – disse Tony, quando percebeu a hesitação dele, puxando-o para dentro da mata – Bruce!

Ele rugiu ao escutar seu nome, a raiva consumindo-o e tornando-o louco para destruir mais alguma coisa — ou alguém.

– Hulk, temos que ir embora! – relutante, mas felizmente consciente Bruce encarou Tony e seguiu os dois, enquanto se afastavam do que sobrara das instalações da HYDRA.

._.

Eles corriam pela floresta densa, com o Hulk abrindo caminho por entre as árvores e logo avistaram outro Quinjet.

– Hey, esperem! – falou Steve – Esse não é o nosso Quinjet.

– Talvez Maria tenha mandado uma equipe de extração para o capitãozinho dela no final das contas. – riu Stark se aproximando da aeronave.

– Cale a boca Tony. Pode haver sobreviventes, vamos checar.

Steve entrou encontrando três agentes inconscientes, mas ainda vivos dentro do avião. Ele e Tony os soltaram, acomodando-os na parte de trás e cuidando de seus ferimentos mais graves.

– Jarvis, faça uma analisa completa da integridade do Quinjet. — pediu Tony.

– Sim senhor. – o AI respondeu instantaneamente, iniciando o processo.

– Sabe Bruce, eu agradeceria muito se você voltasse ao normal, vou precisar de você para consertar isso aqui e darmos o fora desse lugar. — ele disse distraidamente depois de algum tempo verificando os danos que a queda provocara – Vamos lá cara, respire fundo. Se concentre, fique calmo. Você pode fazer isso.

Seguindo as instruções de Tony, Bruce fechou os olhos e respirou deixando que a raiva concentrada se espalhasse novamente, para que pudesse controla-la mais uma vez. Surpreendentemente, a estratégia do bilionário funcionou e em poucos segundos ele era apenas o Bruce Banner mais uma vez.

Ele respirou fundo, checando o ombro onde havia sido baleado, apenas para verificar que tudo o que tinha restado era uma pequena cicatriz.

– Obrigado Tony. – ele suspirou, sentando-se na neve.

– Você está bem, doutor? – perguntou Steve, fazendo menção de ajuda-lo.

– Já estive pior. – ele riu.

– Se está fazendo piada já, então tá bem. – falou Tony, o encarando e lhe estendendo a mão para que ele ficasse de pé – Você nos salvou lá atrás Bruce. Obrigado.

– Não tem de que Stark. Quando quiser que eu salve seu traseiro de novo é só pedir. – ele riu, aceitando o apoio.

– Fique quieto e venha me ajudar. O sistema de navegação está frio, e o motor esquerdo parou. Já consegui religar a energia, e Jarvis está finalizando o backup.

– Okay, cuide do motor, eu vou concertar o sistema. – ele falou, estreitando os olhos, e em seguida entrando no Quinjet para começar a trabalhar.

Com a ajuda de Steve, Tony restaurou o motor e assim que Bruce religou o painel de controle, eles estavam prontos para partir.

– Tem certeza que o campo eletromagnético não vai nos derrubar de novo? – falou Steve sentando-se ao lado de Tony na cadeira do piloto.

– Eu tenho, Steve. Afinal, Schmidt não teria conseguido partir se o campo ainda estivesse ativo. E por falar nisso, cadê o verdinho? – ele perguntou, vendo que Bruce não estava ali.

– Está dormindo lá atrás. A transformação o deixou exausto depois de tudo o que passou. – ele respondeu, ligando os controles.

– Ótimo, é melhor ele descansar. Eu sinto que isso ainda não acabou.

– É, eu também. Quando estivermos no ar vou ligar para Hill, eles precisam saber o que está acontecendo.

– Ia te dizer a mesma coisa. Ligue os motores, vamos dar o fora daqui.

E assim, finalmente, os três Vingadores decolaram para voltar para os EUA, mal sabendo que uma batalha ainda mais difícil os aguardava em casa.

Notas finais
Que as tretas comecem! kkk Gostaram?! Não se esqueçam de deixar seus comentários, a opinião de cada um de vocês é realmente muito importante para mim! Obrigada por lerem!! Até o próximo capítulo! Amoo vocês!! Bjinhooos da Kakau!