Our Love Story
12 I love you
Notas iniciais
ninguém mais comenta né?
que feio
nem sei por que eu fiz um capítulo tão grande assim
bem, ele será dedicado de qualquer maneira a @swagdabelieber
lili!
boa leitura. :/
- Justin? Que isso? Está ficando doido? –Era o Justin de olhos cor de mel. Meu sangue ferveu. Por que ele colocaria um pano com remédio para me fazer adormecer?
- Por que eu to te seqüestrando! –Ele sorriu cínico e continuou dirigindo o carro que nem louco, em toda a velocidade. Eu estava ficando apavorada.
- Por quê? –Eu perguntei desesperada. O justin deve ter bebido demais. Ele está aprontando e mal chegou na cidade. O que ele vai fazer comigo?
- Por que eu quero! Quero ficar sozinho com você! –Ele falou sério, olhando para frente e pisando no pedal para que fosse ainda mais rápido.
- O que vai fazer comigo? Vai me estuprar no meio do mato e depois me largar morta? –Falei sorrindo irônica, quando ele deu uma acelerada me deixando toda arrepiada.
- Não! Não vou te obrigar a fazer nada. –Ele respondeu ainda mais sério. O carro continuava em alta velocidade. A gente iria bater em algum outro carro.
- Então o que vai fazer? Por que está me seqüestrando? –Falei já vermelha de tanta raiva. –DIMINUI ESSA VELOCIDADE.
- NÃO! VÊ SE CALA A BOCA! –Ele falou alterando o tom de voz. Ele acelerou o carro o mais rápido que pode que nós acabamos rodando na pista. O carro só parou depois de dar várias voltas.
Eu fiquei completamente zonza. Quando dei por mim, umas das rodas estavam em cima da barragem da ponte. A gente poderia ter caído penhasco a baixo.
Quando olhei para o lado, Justin estava desmaiado, pois havia batido a cabeça no volante. Ele estava com um corte na cabeça. Eu não me machuquei. Eu saí do carro e fui tirar o Justin.
Abri a porta do outro lado e dei leves tapas na cara dele. O que era previsto, aquele idiota não acordava. Eu nunca tinha dirigido na minha vida. Como a gente iria embora?
Eu fechei a porta do carro e entrei o carro ainda estava inclinado pra cima da barragem da ponte. E então, como vingança, resolvi fazer uma coisa. Eu puxei justin para fora do carro e usando toda a minha força, eu comecei a empurrar o carro para fora da pista.
Ele ficou bambeando por um tempo, e teve uma hora que ele voltou, e eu quase fui atropelada. Gastei horas para empurrar o carro, mas poucos minutos depois, o carro caiu ladeira abaixo e explodiu. Justin acordou assustado com o barulho.
- AI AI AI QUE QUE FOI? QUE MERDA É ESSA? SOCORRO!
- Calma, Calma! Calma justin! CALMAAAAAA!
- Que que foi? Que que aconteceu? Oh meu deus... Por quanto tempo eu adormeci?
- Viu, essa sua idéia louca! Eu tampei o carro lá em baixo!
- Como assim? COMO ASSIM?
- Ele foi parar na beira da pista, e eu o empurrei. Eu nem sabia que você ia acordar. Na verdade, foi uma boa idéia!
- Você ficou maluca? O meu carro custou caríssimo! Você é doente! Precisa de tratamento urgente.
- Eu sou a doente né? Haha! Tem que rir de você mesmo!
- Agora eu quero ver como a gente vai pra casa.
- ótimo! Você deveria ter pensado nisso antes de ME seqüestrar!
- Eu não ligo mais! Mas agora, você tem que usar seus talentos para que nós possamos passar a noite na floresta!
— Tanto faz! Eu sei me virar! Você não! Seu filhinho de papai.
— Me chamou de quê?
— Filhinho de papai!
— Você vai ver o que o filhinho de papai sabe fazer.
Ele estava próximo a mim, eu não pude me conter, ele colocou sua mão sobre a minha nuca e me puxou para um longo beijo de língua. Que me deixou totalmente arrepiada.
Eu sem reação alguma o empurrei com as duas mãos em seus ombros, afastando os nossos corpos que estavam em curto circuito.
- Será que você não entende? Eu já te avisei milhares de vezes que a gente não te... –Antes que eu pudesse terminar a frase, fui interrompida por um beijo de Justin, que me deixou paralisada. Ele se separou de mim e falou :
- Olha pra mim. Olha dentro dos meus olhos. E assume que esse beijo não significou nada para você. Assuma!
Eu fiquei quieta. Eu não iria conseguir assumir isso olhando em seus olhos. Eu abaixei a cabeça e suspirei. Ele me soltou e olhou para o céu. Ele iria dizer alguma coisa. Eu olhei apenas para o seu rosto.
- Oh deus. Se estiver me ouvindo... Por favor, me ajude a entender a cabeça dura dessa mulher... Eu a amo, sim, eu a amo e posso dizer. Pena que ela não sinta o mesmo... Então, meu senhor. Me dê paciência, pra entender se ela me ama, se ela me quer, meu senhor... Tenha piedade de mim... Já sofri muito por amor... E talvez esse seja um dos piores... Eu só não consigo mais lutar contra isso...
- Justin... Para!!! –Falei me aproximando dele, que já estava de joelhos no asfalto quente. Eu peguei em seus dois braços e eu o levantei. Passei a mão pelo seu rosto suado. –Olha pra mim... –Não! –Ele reclamou e eu respondi. –Olha, pra mim! –Passei a mão mais uma vez pelo seu rosto e o virei para mim. Ele parou de se debater e ficou atento. –Me escuta... Me entenda... –Peguei sua mão e coloquei no meu coração que estava á mil. –Eu também te amo... Eu... também... te.... amo... –Falei pausadamente. Eu fechei os meus olhos e deixei as lágrimas caírem.
Justin fez o mesmo, e então eu reparei que o seu rosto estava sangrando ainda mais. Eu tirei a minha blusa, e ele ficou me olhando hipnotizado. Eu tinha trocado de roupa, antes de ser seqüestrada. Eu dei um tapa no seu braço e ele riu, exibindo seus dentes lindos, e com aquele sorriso fazendo meu coração disparar. Eu fiquei apenas de sutiã.
Comecei a passar a blusa no seu machucado na sua testa, que estava bastante machucada. Apesar da dor, ele estava com um sorriso torto no rosto. Eu acabei sorrindo de volta. A gente não deu nenhuma palavra naquele meio tempo. Em poucos minutos minha blusa estava encharcada de sangue. Eu me virei e falei :
- Justin, temos que caminhar por aqui, procurar por ajuda. A gente não pode estar muito longe da cidade... Não podemos ficar aqui parados até morrer.
- Tudo bem. Vamos caminhar, pra ver se a gente acha o caminho da cidade... Mas você vai ficar assim... só de sutiã? –Ele falou mirando em meus seios. Eu estalei os dedos e o respondi :
- Vou... Não importa, o que importa é que temos de ir. Vamos! A gente até que está numa situação boa, então não reclama! –Falei andando, e ele me seguiu.
- Tá bom... Verdade! Mas se você não tivesse jogado o carro ladeira abaixo, a gente estaria indo de volta pra casa. –Ele falou olhando para frente.
- De uma forma ou outra, você não iria saber o caminho, retardado! –Respondi dando um sorriso de lado.
- Verdade... Senti um pingo. –Ele falou olhando para o céu, e realmente estava chovendo.
- Que droga! Viu? Foi se manifestar do grande chefão, e aí olha o que deu! Seu doido! –Falei debochando. Estava caindo um toro. Nós parecíamos dois cachorrinhos abandonados.
- Ah, para! Poderia ser pior! –Quando ele falou isso, deu um trovão no céu. Ele pulou de susto e eu caí na gargalhada. Nós continuamos a caminhar pela estrada, até que eu vi um posto, e mais a frente algumas luzes.
- JUSTINNNNNNNNNNNNNNNNNN. –Gritei cuspindo a água do meu rosto molhado, e chamando a atenção dele, que logo olhou para o posto e soltou feliz :
- FINALMENTE!!! ESPERA!!! –Ele me puxou pelo braço, e tirou sua camisa. O corpo dele era maravilhoso, meu deus. –Toma! Veste essa blusa! Não quero que esses caras do posto fiquem olhando pra você!
- Não, não precisa! –Falei negando e cruzei os braços. Fechei até os olhos, mas fui surpreendida por justin que estava vestindo a blusa em mim. Ele logo me encarou e falou :
- Pronto! Agora sim podemos seguir! –Ele disse vitorioso e voltou a caminhar e foi direto até o posto. Eu continuei parada que nem um poste, e ele voltou marchando. Quando chegou perto de mim, ele me pegou no colo e continuou andando.
- Justin! Pode me soltar por favor? –Eu falei nervosa e revirando os olhos. Eu o amava, mas como esse garoto me irritava! Que raiva. –Me coloca no chão!
- Não! Vamos! Vou pedir ajuda pra alguém. Vou pedir pra ligar pra um taxi e quando chegarmos em casa eu pago o taxi. –Ele falou sério e continuou caminhando em direção o posto.
- Não! Retardado! A gente só pede ajuda do endereço do local. Eu peguei o seu celular e as coisas lá de dentro e coloquei na minha bolsa! –Eu falei séria procurando o celular na bolsa.
- Então por que você não ligou lá? Você fez a gente andar isso tudo para nada? Podia muito bem ter ligado pra alguém. –Ele falou nervoso e eu o respondi :
- Não tinha sinal né otário! Se acha que eu queria ficar lá? Pelo amor de deus! Me larga! Vai perguntar aonde a gente ta enquanto eu ligo para o taxi.
[...]
O taxi estacionou em frente a minha casa e Justin pagou. Eu não entendi nada, ele não tinha que ir pra casa do pai dele? Por que ele parou ali?
- Você não vai pra casa do seu pai?
- Vou! A casa dele é aqui... –Ele apontou pra casa do lado da minha.
- Meu deus.
- Que que tem?
- Nada, simplesmente nada! Não quero discutir com você, eu vou pra casa! Adeus.
- Adeus.
Ele me puxou para perto do seu corpo selando nossos lábios. Eu não recuei, e nós nos soltamos quando nos faltou ar. Eu dei um sorriso amarelo e entrei em casa toda molhada.
- Filha! Você está bem? –A mamãe já veio me enchendo de perguntas. Ela já veio me abraçando mais ficou toda molhada.
- Sim mãe! Está tudo bem. Eu fui apenas dar um passeio com o Justin... Apenas isso. –Eu falei tentando despreocupá-la. Imagina se ela descobre que eu fui seqüestrada e derrubei o carro do justin na ribanceira?
- Que bom filha! Amanhã nós conversamos direito! Vá tomar um banho quente e deite-se um pouco. Pelo visto você deve estar exausta. –Ela falou com um sorrisinho e eu beijei sua bochecha.
- Até amanhã! –Ela assentiu com a cabeça e eu subi para o meu quarto. Fui direto para o banheiro tomar um banho quente. Não havia nada melhor do que aquilo. A noite seria fria hoje.
[...]
Acordei assustada. Havia sonhado com algo extremamente esquisito ontem á noite. Eu sonhei que essa casa estava pegando fogo, e a mamãe havia morrido. Eu teria que administrar a empresa dela sozinha, Ai! Não quero nem imaginar o que esse sonho significa. Eu me levantei, fui até o banheiro e fiz minha higiene. Sorri ao ver a blusa do Justin em cima da estante do banheiro. Eu voltei para o meu quarto e me vesti :
http://www.polyvore.com/cgi/set?id=62544073&.locale=pt-br
Hoje eu ficaria em casa o dia todo. Embolei a blusa e desci até a lavandeira. Eu a coloquei na maquina e segui até a cozinha para comer algo. A mesa era enorme, e estava farta de comida. Eu logo me sentei, e uma empregada veio até mim.
- Bem senhorita, o que vai querer?
- Não se preocupe com isso, eu me sirvo... Qual o seu nome?
- Meu nome é Danielle. Prazer senhorita Anabelle.
- Haha, Por favor! Me chame de Elle. Eu odeio o meu nome. Estamos combinadas?
- Claro... Me desculpe senhorita.
- Não se desculpe, querida! Bem, aonde está a mamãe?
- Ela saiu cedo para trabalhar, querida! Está tudo bem?
- Claro! Obrigada Dani... Está dispensada!
Eu peguei um pão integral e passei pouca manteiga. Eu peguei uma caneta e despejei um leite desnatado. Tomei-o puro e comi o pão. Me levantei da mesa e peguei um cupcake enfeitado que estava sobre a mesa. Era de morango e chocolate, uma delicia. Eu fui até a lavanderia e peguei a blusa do Justin, e estendi a mesma no varal.
Voltei para o meu quarto, e reparei que havia uma grande janela com uma sacada do lado de fora. Eu a abri e percebi que ainda estava chovendo. Me sentei na sacada da janela e fiquei olhando para o nada, até que vi algo se mexendo na janela do Justin.
- EU VOU PULAAAAAAAAAAAAR. –Ouvi uma voz desconhecida gritar.
- Desce daí seu filho da puta, antes que caía! –Ouvi a voz do Justin, gargalhando dentro do quarto.
- Eu quero morrer... Eu não mereço viveeeeeer. –Ouvi aquela voz novamente e consegui ver um garoto na sacada colocando a mão na testa e fazendo drama.
- Poxa Ryan! Desce daí seu otário! Chega de drama por causa daquela garota! –Ouvi novamente a voz do Justin e ele puxou o garoto para dentro do quarto. A verdade era que eu estava caindo na gargalhada.
Justin acabou me vendo e se dependurou na sacada, e veio caminhando até perto da minha. Eu sorri e fui até ele. Ele me olhou nos olhos e falou :
- Como vai... ?
- Muito bem! E você?
- Estou bem, obrigado! Você está linda com esse pijaminha.
- Não estou de pijama. É só uma roupa... –Nós rimos.
- Tudo bem. Você está sexy.
- Oooooooooh minha donzela, como você me seduz... – Ouvi a voz daquele garoto que estava pendurado na janela.
- Meu querido amor... Muito obrigada... – Falou uma voz desconhecida, debochando.
- Chaz, Ryan! Vão tomar no cu! –Justin gritou irritado para os meninos que viam Justin de quatro e eu de quatro na sacada.
- O JUSTIN! VOLTA AQUI POXA! VOCÊ COLOCOU A PORRA DO PÃO NA TORRADEIRA, E AGORA QUEIMOU! –Um garoto moreninho apareceu na janela todo irritado, mas quando nos viu, falou :
- Opa... Quem é a gatinha de quatro na sacada?
- FREDO! VOLTA PRO QUARTO! –Ele saiu correndo todo esvoaçado com as duas torradas queimadas no prato.
Notas finais
o que acharam do episódio?
eu amei, lindo né?
hahaha.
♥
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