Notas iniciais
oiix, lindas. ♥ esta é minha primeira fic, por isso, me desculpem por alguma coisa que não saía tão bem. nos vemos lá em baixo.

- Podemos ir – disse depois de ter jogado minha mochila cheia de roupas da janela e em seguida ter pulado da mesma.

- Podemos ir para onde? – Alex, meu namorado, me olhava confuso.

- Para sua casa – sorri – Eu vou viver consigo. Opa, isto é tão fixe! – disse o abraçando. Depois de uns segundos soltei-o, peguei minha mochila e o puxei pela mão – Falamos melhor pelo caminho. Vamos antes que os meus pais apareçam.

- Charlotte, as coisas não podem ser assim – Nando disse parando em frente ao portão de minha casa. (http://weheartit.com/entry/34940518)

- Não percebo – Disse um pouco confusa. Como não podem ser assim? O que ele queria dizer com aquilo? Alex suspirou. – Fala Alex!

- Acha que isto é solução? – Perguntou, me olhando com uma cara de quem não estava achando isto uma boa ideia.

- Claro que é – sorri e me aproximei mais dele.

- Você está fugindo de casa, garota – Alex disse e se afastou.

- Pois estou. Mas, meus pais é que me obrigaram a isso. E não vejo mais nada a fazer – Meus pais nem pensei que eu vou deixar New York, eu tenho minha vida aqui. Não faz sentido me ir embora, não faz sentido e eu não quero.

- Char, isso não vai resultar – Alex falava baixo para meus pais não nos ouvirem e coçava a cabeça – Eles são seus pais… Acha que vão ficar quietos?

- Não quero saber! Eles não me podem obrigar a ter uma vida que eu não quero – Já estava começando a ficar irritada – Oh Alex, não se preocupe com isso. Eu posso bem com eles. Anda – Me virei para o portão para o poder abrir, mas Alex me puxou, me voltando de novo para ele.

- O problema não são só eles, Charlotte. – Alex segurou minha mão e suspirou.

- Então? – Perguntei extremamente confusa. De quem mais era o problema?

- Eu não posso leva-la para minha casa assim, sem mais nem menos.

- Oh, os seus pais gostam de mim. Eu falo com eles e eles aceitam na boa. – Os pais do Alex me adoram, tenho a certeza que não se importariam de eu lá ficar.

- Mas, Charlotte… – Alex jogou a cabeça para trás e bufou – Eu …

- Isto também é por pouco tempo – Disse interrompendo-o.

- A convencer o seu pai e a ficar com ele? – Disse largando minha mão e a passando na cabeça.

- Não, até arranjarmos um sitio para nós dois vivermos – Disse alegremente. – Olhe, para mim não precisa ser nenhum palácio, para mim um apartamento só com um quarto, uma cozinha e um banheiro chega. Depois, eu tenho algum dinheiro em minha conta e podíamos arranjar um trabalho depois da escola … — Alex apenas balançava a cabeça negativamente enquanto me ouvia. Mas qual é o problema desse garoto? Ele não me quer ajudar? Ele quer eu me vá embora?

(…)

Encostei minha cabeça no portão de minha casa, chorando. Não acredito que o meu namorado não me quer ajudar a ficar em New York.

- Não fique assim, Char – Alex se aproximou, tocando no meu ombro direito –Eu não te quero ver chorando.

- Não me toque! – O empurrei, mas como ele era mais forte que eu, não saiu do mesmo lugar. Alex segurou meus braços, me puxando para um abraço, mas eu o afastei. Primeiro ele me diz que não me ajuda e agora vem com falinha mansas, isso comigo não resulta. – Eu não preciso que você me abrace, me deixa!

- Charlotte! As coisas não são assim tão fáceis. Não me faça uma coisa destas. – Alex falava baixo para meus pais não o ouvirem e tentava se aproximar de mim, enquanto eu me ia afastando.

- Eu já percebi tudo – Alex não me ama como eu o amo, se ele me amasse com eu o amo, ele me ajudaria, e não me deixava ir embora para outra país.

- Percebeu o quê? – perguntou confuso.

- O óbvio. Você não me ama, como eu te amo. – senti mais lágrimas escorrerem depois de dizer estas palavras, magoava saber que Alex não me ama da mesma maneira que eu o amo, magoava muito.

- Char, por favor … — o interrompi.

- Você deve estar todo contente por eu me ir embora. Confesse! – cada vez caíam mais lágrimas de meus olhos. Meu coração estava doendo imenso. Como se tivessem espetando facas nele, como se o quisessem arrancar de dentro do meu peito. Alex suspirou e disse:

- Não é nada disso. Você está sendo muito injusto!

- Eu não posso contar com ninguém, né? Mas eu irei conseguir dar a volta e ficar aqui. – disse pegando minha mochila e começando a andar em direção à porta.
— Charlotte, espere! Vamos conversar! – ignorei Alex, e abri a porta de casa, entrando na mesma correndo e subindo as escadas rapidamente , nem ligando aos meus pais que me chamavam e me olhavam confusos, talvez pelo facto de não me terem visto a sair de casa e pela mochila cheia de roupa que trazia na mão.

Notas finais
e então? ficou boa? ficou ruim? mereço reviews? (:
me digam no que acham que eu devo melhorar,pfv.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.