Our Drug
26 Capítulo 26 -The meeting
Notas iniciais
Percebi o abandono, e fiquei depressiva e tudo mais.
Teve até anonimo me cobrando essa semana.
Ei voce, saia do anonimato e venha aqui da uma comentadinha na fic sabe, nao doi nada.
Passei o resto da tarde escrevendo. Eu tinha planejado o inicio do capitulo a anos, mentira, mas tava planejado ha alguns dias. So que acabou mudificando tudo kkkkkk, a vida né
Eu demorei pra postar eu sei, mas é que tenho compromissos
gente tirei 2.0 em geometria, pfvr, bolada. I'm burra. Só que tipo, eu marquei a porra do gabarito errado.
Errar no gabarito, até quando?
Enfim
Boa Leitura
Encontrei a sua porta entreaberta, era possível ouvir o som alto e pouco abafado vindo de seu apartamento. Encostei as minhas mãos cautelosamente na porta, empurrando-a devagar. Imediatamente os meus olhos encontraram Sophia, ela estava no chão com as suas costas apoiadas na lateral do sofá. O seu braço, o esquerdo, virado para cima e com uma espécie de corda amarrada um pouco acima do cotovelo. A sua cabeça estava tombada para trás e as suas pernas esticadas. Havia um homem de cabelos escuros ao seu lado, não era possível ver o rosto dele, ele estava injetando alguma substancia na sua veia.
-Mas que porra está acontecendo por aqui? – berrei enquanto ele terminava de injetar a droga.
Ele me encarou assustado e naquele momento o reconheci.
O homem em que Sophia falou na lanchonete. Eu sabia que aquele filho da puta não prestava – pensei
-Calma, nós temos para você também – ele falou irônico, e em seguida se levantou.
Cerrei as minhas mãos, com ódio que naquele momento já me consumia. Olhei para o lado, e encarei Sophia mais uma vez. Ela já não estava mais sóbria. Voltei o olhar para o homem, do qual eu não me recordava mais o nome.
-O que você fez com a Sophia? – questionei irritado
-Ah... A Sophia. – ele demorou um pouco para responder – Bom, retornei ela aos bons hábitos.
-Bons hábitos?! – berrei novamente esmurrando a parede que estava ao meu lado.
-O que está... Acontecendo por aqui? – Sophia murmurou cerrando os olhos. Em seguida se levantou, cambaleando até a garrafa de vodca mais próxima.
-Você não vai mais beber isso – eu falei tomando a garrafa de sua mão, ela me olhou, seus olhos estavam vermelhos como fogo, parecia ter acabado de me reconhecer.
-Você não é dono dela, Axl – O homem cuspiu as palavras com ênfase na palavra.
-Fique calado – falei voando em sua direção, despejando um soco em seu rosto – Olhe só o que você fez com ela – continuei.
Ele estava caído no chão, com a lateral da boca sangrando, encostou as costas da mão no local machucado, observando o sangue ao retirar. Depois se levantou olhou para mim.
-É só isso que saber fazer? – perguntou com um sorriso nos lábios – Eu esperava muito mais de você, Axl Rose.
Segurei a gola de sua camisa e empurrei-o de vez contra a parede, foi possível ouvir um estrondo no ato. Apertei um pouco mais, subindo o seu corpo lentamente, até os seus pés não alcançarem mais o chão. Eu pressionava as minhas mãos contra a sua garganta o impedindo de respirar. Ele por sua vez tentava se livrar com as mãos, enquanto os seus pés balançavam freneticamente. O seu rosto se contorcendo cada vez, por conta da agonia que ele sentia naquele momento.
-Axl, não – Sophia gritou, o rosto do homem variava entre o roxo e o vermelho – Assim ele morre enforcado!
Fingi que não ouvi, estava apenas o encarando, observando o seu desespero por um pouco de oxigênio.
-Axl! – ela gritou novamente – Por favor – o ultimo foi dito quase como um sussurro doloroso, não era típico de Sophia implorar, principalmente quando estava drogada.
No começo hesitei, mas no final cedi, o soltando rapidamente. Ele caiu no chão de uma vez, ofegante e quase inconsciente.
Sophia parecia assustada no momento em que virei para ela.
-Você não iria continuar... Não é mesmo? – ela me perguntou
Abri a minha boca para responder, até que fui surpreendido pelo homem de cabelos escuros, que me empurrou contra o centro de vidro da sala, fazendo com que alguns cacos se quebrassem e penetrassem dentro da minha pele.
-Isso é para você se arrepender de não ter continuado – ele gritou dando um chute no meu abdômen, o que fez com que mais vidros entrassem nas minhas costas e nos braços.
-Não Daniel – Sophia gritou tentando o segurar, ele virou batendo no rosto de Sophia, que caiu no chão com a força do golpe.
-Não venha defender essa mulherzinha – ele falou para Sophia se referindo a mim
-Saia da minha casa! – ela gritou se levantando – Saia agora, ou eu chamo a policia.
-Tudo bem – ele falou erguendo as duas mãos – Eu saio – continuou – Já cumpri a minha meta por hoje – cuspiu as ultimas palavras olhando Sophia com desprezo, de cima a baixo. Em seguida andou até a porta, batendo-a com toda força.
-
-Você está bem Sophia? – Axl perguntou no momento em que eu entrei.
Tudo ainda estava zonzo. Axl estava de pé em frente ao espelho do banheiro, ele estava analisando os cortes das suas costas.
-Melhor que você – eu disse e observei mais um pouco as suas costas, havia cortes que vinham do ombro até a metade da coluna, e um emaranhado de pedaços de vidro — Venha, eu vou te ajudar a tirar isso das suas costas.
Peguei uma pinça qualquer e iniciei o meu desafio, retirando caco por caco.
-Ai! – ele murmurou baixo recolhendo as costas
-Calma já estou acabando – eu disse tirando mais um dos cacos
-Essa é a vigésima quinta vez que você diz isso – ele murmurou, mas eu ainda pude ouvir.
-Pronto – eu disse retirando o último caco – Agora é só passar isso... – continuei colocando algodão encharcado de remédio para cortes.
-Porra! Isso arde – ele resmungou
Eu bufei
-Da para parar de reclamar, por favor – eu disse continuando o processo.
Ele xingou com mais outros palavrões até eu terminar.
-Axl – murmurei.
Ele apenas olhou. Nós estávamos sentados no sofá agora, eu já estava melhor, quero dizer mais perto do sóbrio.
-Obrigada – falei em um fio de voz – Eu, eu, eu não deveria ter sido uma idiota de novo... – gaguejei.
-Sophia – ele me interrompeu – Apenas me diga que não vai fazer isso de novo, me promete – continuou.
Ele estava sério, olhando profundamente nos meus olhos, parecia está ansioso pela minha resposta.
-Mas eu não sei se consigo – eu falei
-Apenas me prometa – disse agora com uma voz doce, pondo a sua mão na minha coxa acariciando levemente.
O encarei, não faria uma promessa se não tivesse realmente certeza. Mas naquele momento pareceu o certo a fazer.
-Prometo – disse tentando parecer determinada, mas sem a confiança que ele esperasse que eu tivesse.
Notas finais
Melhor que isso nao consegui fazer.
Alguém aí já entrou no meu tumblr?
http://cb--gunsnroses.tumblr.com
http://a-b-s-t-i-n-e-n-c-e-e.tumblr.com
http;//margarina-na-esquina.tumblr.com
entre pq esses sao os melhores tumblrs do uordi :3
Enfim, opiniões sobre o cap? Sério gent preciso saber se vcs gostaram :)
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