Our Drug

1 Capítulo 1 - How it all begins


Notas iniciais
Oi pessoas, estou muito feliz agora que to novamente publicando tipo, ebaaaaa, me gusta muito escrever fanfics. Então, espero que gostem e to meia que assim. Será que alguem vai gostar?
Enfim, ainda estou respondendo os reviews da minha primeira fanfic.
Que demente Bárbara, que demente
É eu sei que sou dã da vida, mas fazer o que, eu nunca melhoro nessa porra.
Oh vida cruel!
Então para você que perdeu tempo lendo isso... Perca tempo lendo as notas finais, uhuuuu.

Abri os meus olhos, me levantei da cama e olhei ao redor. Estava naquele inferno novamente, estava naquele inferno mais um dia. Não sei se vou mais suportar, preciso de algo percorrendo a minha corrente sanguínea, qualquer coisa que sacie esse desejo. Era o quinto dia de desintoxicação, enfrentar crises de abstinência com pessoas que você odeia ao seu redor não é fácil. Estou me referindo as enfermeiras e também aos seguranças, nós nunca nos suportamos.


Estava decidida, eu iria fugir daquele lugar, e tentar não ser pega, e isso precisava ser agora. Bom, era madrugada e creio que seja um bom horário para fugir. Peguei a minha mochila branca que conseguir levar quando me enfiaram a força naquela clinica, mas que infelizmente não consegui colocar droga, e coloquei algumas coisas que eu tinha levado.


Destranquei a janela e pulei, o meu quarto ficava no primeiro andar, ou seja, era uma altura de dar um certo medinho em garotas sem coragem como eu, mas eu queria me drogar, eu precisava me drogar de qualquer maneira. Caí no chão, e logo me levantei correndo em direção aos fundos da clinica. Lá tem um jardim abandonado com mesas e bancos velhos pregados na parede, se eu subisse ali seria bem mais fácil para pular o muro.


Chegando lá subi em uma mesa jogando a minha mochila para o outro lado, logo depois apoiei as minhas mãos sobre o topo do muro, fazendo força com os braços para me erguer.


–Não pense que vai ser assim tão fácil – um segurança falou, quando eu estava no topo do muro, com a mão no meu coturno.


Assustei-me com a presença dele, mas logo reagi, puxando o meu pé e pulando de forma rápida. Ah, e pegando a minha mochila.


Saí em disparada, sem destino, queria apenas fugir daquele lugar e nunca mais voltar, entrei em várias ruas para despistá-los, até entrar em uma sem saída, provavelmente eles não tinham me visto entrar naquela rua, pois passaram direto.

Suspirei aliviada, tirei a minha mochila e a abri, checando se as minhas coisas realmente estavam ali.


–Oi gostosa – uma voz de um homem sussurrou em meu ouvido. Imediatamente fechei o zíper da minha bolsa.


Virei-me assustada e pude ver dois homens altos, um tinha o cabelo comprido e loiro, já o outro era moreno com o cabelo bem curto.


–Não se assuste – o de cabelo curto falou com uma voz pervertida


–Nós só vamos... Brincar com você – o loiro disse


–SOCORRO – gritei desesperada – SOCORRO


–Já falei para você não se assustar porra – o moreno disse grosseiramente, tampando a minha boca com a sua mão.


–Se você não quiser, vai ser a força – o loiro disse levantando a minha blusa.


–Não – eu falava, mas o som não saia por conta da mão do de cabelo curto


O moreno tirou a sua mão da minha segurando o meu pulso, logo depois subiu o meu braço, pois só assim eles conseguiriam tirar a minha blusa.


–PAREM COM ISSO – eu berrava em lágrimas – POR FAVOR, SOCORRO


–Está ficando divertido – o cara de cabelo grande falou quando eles finalmente conseguiram tirar a minha blusa


–PAREM, POR FAVOR – eu berrava


–Ela mandou parar – falou um homem atrás de mim


–Mas nós não estamos afim de parar – o loiro falou se levantando


O homem, que eu ainda não conseguia ver o rosto, rapidamente deu um soco na cara do loiro, e depois chutou o moreno. Os dois caíram no chão, mas logo se levantaram dando um soco na barriga do homem. Eu vesti a minha blusa e me levantei dando um chute nos testículos do moreno, para falar a verdade ele foi o que me deu mais raiva porque não me deixou gritar. O homem se levantou e deu três socos no loiro, dois no rosto e um na barriga. Enquanto eu dei um soco no rosto do moreno, fazendo ele deitar no chão, e seguidamente pulei em cima dele.

Peguei a minha mochila no chão e fui praticamente puxada pelo homem que tinha me ajudado.


–Pra onde você tá me levando? – perguntei enquanto corríamos


–Para um lugar seguro – ele disse


Corremos até um carro e seguidamente entramos.


–Ainda está assustada? – perguntou provavelmente ele tinha observado a minha expressão.


–Sim – respondi colocando a minha mochila no meu colo


–Não se preocupe, eu não irei fazer nada com você – falou


–Eu sei – falei colocando uma mexa do meu cabelo para trás


–Qual é o seu nome?


–Sophia– respondi cruzando os meus braços


–Acho que precisa disso – ele falou pegando uma jaqueta jeans no banco traseiro


–Obrigada – falei colocando a jaqueta


–Então, o meu nome é...


–Willian, mas você prefere ser chamado de Axl – respondi


–Ah, pelo visto me conhece – falou sorridente


–Exatamente


–Onde é a sua casa? – perguntou


–Bem... Eu não moro aqui – falei


–Onde mora então – perguntou


–Los Angeles – respondi calmamente


–Sorte sua, estou indo para lá – disse


–Conhece algum traficante por aqui? – perguntei – É que eu preciso urgentemente de heroína


–Claro! – falou dobrando uma esquina


Dirigiu por cerca de sete minutos até encontrarmos um apartamento, compramos as drogas e eu preparei duas doses. Felizmente ele recusou isso significa que sobrou mais pra mim. Foi um alívio, estava segura novamente. Voltamos para o carro e rumamos até Los Angeles.


–Como você parou aqui garota? – perguntou quando estávamos na estrada


–É que eu fugi da clínica de reabilitação – falei triunfante – Aqueles imbecis não conseguiram me pegar dessa vez.


Ele sorriu baixo


–E qual era a sua ideia genial para voltar até Los Angeles? – perguntou desviando a atenção da estrada e olhando para mim por um tempo


–Cara, eu não tinha uma ideia fixa, mas acho poderia roubar alguma loja, pedir alguma carona, roubar um carro, ameaçar alguém para me levar de volta...


–Já entendi – falou um pouco impaciente


–É mais só pelo fato de você ter me ajudado, comprado droga para mim e me dado carona... As vezes eu acho que tenho muita sorte, mas é melhor não confiar, porque eu posso ficar fudida a qualquer hora novamente. – eu disse ligando o rádio


–Há essa hora? – perguntou


–É melhor, ou então você acaba dormindo – eu disse colocando em um volume razoável


–Você é sempre assim? – perguntou


–Assim como? – eu disse o encarando de forma estranha


–Intrometida, alegrinha e que fala pelos cotovelos – falou


–Eu? – falei cínica – Nunca fui nada disso que você falou.


–E cínica pelo visto – ele disse acedendo um cigarro


–Detesto isso em mim – eu disse bocejando


–O que? Ser cínica? – falou soltando a fumaça em seguida


–Não- eu disse dobrando os meus braços encostando a minha cabeça no banco – Ser definida nos primeiros minutos, sabe, as pessoas me conhecerem de – fiz uma pausa e fechei os meus olhos – imediato.


Apaguei.


–Liberdade! – gritávamos enquanto corríamos de bicicleta no parque

–É de agora em diante vai ser sempre assim – eu disse para Callie

Paramos e nos sentamos

–O que trouxe na mochila? – Callie me perguntou

–Ah o básico – eu disse retirando uma garrafa de vinho da minha mochila

–Opa! Nós vamos ter que dividir dessa vez – disse Callie

–Não – falei passando a garrafa bem na cara dela, queria que ela sentisse uma pontinha de inveja – Eu ganhei a aposta, ou seja, nada de bebidas durante dois dias – eu disse dando um gole na bebida

–Assim não fale, fugimos de casa e falamos que iriamos ser parceiras, temos que dividir – ela disse cruzando os braços

–Mas sou eu que mando aqui – disse guardando o vinho, não iria beber tudo de uma vez – Sou a mais velha esqueceu?

–Você só tem quatorze anos e três meses? – perguntou retoricamente – E eu também tenho quatorze anos e três meses, não tem mais velha aqui

–Quem mandou você nascer seis dias depois de mim?- disse olhando-a de forma engraçada.

–Eu vou matar o Slash – alguém falou enfurecido interrompendo o meu sonho


Notas finais
Opa, opa, opa, Axl lindo sedutor salvando ela dos taradinhos. Huuuum.
Então né, ela pá, acabou que indo para o apartamento, sei, deve ter é fingido que dormiu ou algo do tipo.
Então gostaram dela, da historia, hein hein hein.
OPINEEEEEEEEEM, preciso saber urgentemente sobre o que vocês acharam.
Beijos e amanhã eu já publico o outro, uhuuuuuuu.
Babi.