Os sete Reinos.
5 CAPÍTULO 05-A NECROMANTE
A NECROMANTTE
Era uma noite negra e sem estrelas o céu estava de um azul rubro sombrio em um cemitério dentro de uma floresta afastado de um povoado estava uma mulher se altura mediana e cabelos vermelhos seus olhos estavam brancos como as nuvens ao lado da mulher formando um círculo de pessoas presas entre elas mulheres e crianças no meio do circo havia uma fogueira e desenhado no chão havia um pentagrama com umas simbologias de magia negra oculta um círculo se fechava em volta da estrela e em cada ponta havia uma pessoa.
A mulher vestia um manto vermelho rubro lembrava muito um vestido com capa caminhou até o centro da fogueira estendeu as mãos como se estivesse pedindo benção fechou os olhos e retrucou umas palavras em um idioma estranho.
– Wakker groot diere van die nag aan die bloed van hierdie mense wat jy aanbied voed. As pessoas presas ficaram agitadas um vento forte rodopiou lambeu a fogueira respigando fagulhas em torno o vento contornou a fogueira e foi de encontro violentamente no rosto da mulher ela voltou a si em seu braço podia se vê várias tatuagens eram símbolos a mulher caminhou até um homem um jovem rapaz loiro de olhos castanhos o rapaz implorava por misericórdia mesmo amordaçado ela segurou seu rosto recitou mais algumas palavras.- Die eerste kos in my bloed sodat jy weet wat om te gehoorsaam.Largou o rosto do rapaz, com uma adaga negra pequena e entalhada com uma caveira branca na ponta cortou sua mão, com o dedão esfregou seu sangue na cabeça do rapaz o jogou no chão com a cabeça virada para a fogueira foi então que o rapaz reparou havia um túmulo embaixo da fogueira não era só uma pilha de madeira existia um corpo ali, e então veio gelada de encontro ao seu pescoço seu corte foi rápido e impiedoso e logo o sangue do garoto começou a correr o caminho até a fogueira desta vez ventou mais forte, as labaredas que se formaram agora erma maiores a necromante realizou um cântico em uma língua estranha por um breve momento ela ficou em transe então se pode notar melhor sua forma os cabelos vermelhos estavam envoltos em um capuz seu rosto era triangular seus olhos eram grandes e estavam brancos o que lembrava olhos de um cego, sua boca era carnuda e vermelha seus braços eram todos tatuados suas unhas compridas eram negras, a lua se mostrou sua luz banhava o centro do pentagrama a fogueira que estava acima do cadaver.Ela se aproximou da mulher outra jovem cabelos negros rosto alvo ela chorava mais uma vez ela usou s3eu sangue para marcar a vítima.-Nãoo por favor entre soluços, nãoo porque você tá fazendo isso? Isso não é justo eu tenho apenas 14 anos, por favor me solte minha mãe deve está preocupada. Disse a menina a qual conseguiu tirar a mordaça. A necromante segurou seu rosto e disse:-Pobre criança sua alma , seu sangue sua carne estão servindo a um propósito maior, seu nome será lembrado quando o grande apocalipse ressurgir o mundo se criou do caos e ao caos ele retornará para que assim possa se limpar dessa corrupção que sofreu a humanidade não tem propósito está podre e um recomeço se é necessário para que possa surgir algo novo. Recolocou a mordaça gentilmente enquanto a sua vítima inundava em lágrimas beijou sua testa e em um golpe rápido e frio rasgou a sua garganta e a colocou gentilmente no chão o sangue corria pelo pentagrama refletindo a luz do luar um sangue puro , jovem e sem maldade.Uma neblina começou a invadir a área onde estava sendo realizado o cultoA necromante caminhou até uma outra mulher ela tinha cabelos brancos e era negra seus olhos eram curtos e elípticos tinha um olhar feroz da cor de esmeraldas.Ela não chorava e nem parecia assustada apenas encarava a mulher fixadamente, aquilo despertou a curiosidade da necromante ela abaixou a mordaça e lhe perguntou:-Não vai implorar pela sua vida?-Não. Respondeu secamente-Por que? Você foi uma das que mais lutou e deu trabalho para ser capturada, eu reconheço algo valioso só de olhar mesmo mulher seu sangue é puro e místico suas mãos estão banhadas em sangue e sua alma apesar de pura está envolta em escuridão, você passou por muita dificuldades eu imagino.-Eu sei o que você está fazendo, necromancia magia de mexer com a morte, trazer de volta os mortos ninguém nunca conseguiu e você não irá. Esboçou um sorrisoA necromante lhe olhava firme seus olhos brancos como quem possui cataratá a fitavam ela agarrou seu rosto e apertou forte e disse:-Você! Seu sangue, filha de... não pelo visto você não se conhece bem sua linhagem trás em seu sangue muito vigor seu sangue é poderoso, ele ficará satisfeito.Os olhos mulher se enceram de fúrias ela estava em um tipo de camisa de força com apenas os pés livres e então ela pensou:-Vai ter que servir , se vier a morrer que seja lutando.Em um impulso com os pés ela acertou a cabeça no ombro da necromante e a derrubou, deu uma cambalhota no chão e ficou de pé a necromante um pouco atordoada pela rapidez do ataque a olhava confusa mas não teve muito tempo um impacto veio a seu rosto tão forte que a fez cuspir sangue.-MALDITAAAA. as palavras eclodiam da sua boca como um vulcão em erupção, seus olhos agora não estavam mais brancos eram negros como a noite.Um arrepio correu pela espinha da fugitiva e então como se escutasse um sussuro dizendo para que fuja.Ela correu se adentrou dentro da floresta seguindo sem direção seus cabelos brancos longos se esvoaçavam ao vento seu olhar agora era preocupado ela estava preparada para morrer a situação fugiu do controle.Atrás de si ela ouvia um barulho e então fogo subiu aos céus ela ouvia sussuro de lobos o céu que estava limpo e sem nuvens se tornou sombrio e pesado a lua voltou a ser tímida atrás de si havia escuridão a sua frente também mesmo distante ela ouvia gritos e profanações e então tudo ficou em silêncio o arrepio que ela sentirá antes agora tomava conta de seu corpo não tinha parado de correr mas seu corpo todo tremia
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