Narração de Tammy

Vejo que a princesa já está começando aproximar do mago. Não esperava essa atitude tão cedo. Minha menina está crescendo. Só precisa um pouco de experiência pratica. Sabendo que o rei deu carta branca para ela usar todos os meios de conseguir conquistá-lo essa vai ser uma das primeiras de muitas tentativas. Não duvido que Kenny vai conseguir, mas mesmo assim tenho curiosidade de provar um pouco do mago.

Posso levar uma vida meio devassa, mas minha vida é complicado para ter um relacionamento fixo. Primeiro que sou uma assassina e nas regras da classe não permite que seus membros se casem. Também não tinha endereço físico até quando o antigo rei me ofereceu um serviço para matar seus traidores políticos. Executando muito bem esse trabalho ele me deu a função de ser a guardiã da filha favorita dele: a Princesa Kenny.

Mesmo com minha vida longe dos assassinatos, mesmo agora morando agora no castelo e tendo todo conforto ainda não tenho liberdade de ter um parceiro fixo já que toda minha atenção precisa está na segurança da princesa. Ela mal sabe, mas o trabalho que já tive de salvar-la não foi brincadeira. A princesa é desprovida de sorte que faz ser muito desastrada. Não sei como ainda consegue ser uma guerreira destacando nas habilidades de arco e flecha.

Portanto a única liberdade foi me entregar aos prazeres da carne. Sei que não posso me casar (o máximo que posso ser é uma concubina), mas posso ter meu “zelo”. Para os assassinos zelo é o parceiro fixo secreto que permite ter uma família. Quase como se fosse um marido, mas a diferença que ainda continuo como assassina.

Vejo que o mago vai para o quarto real de hospede para seu descanso. Sabendo que os serviçais colocaram uma banheira com água quente para que o mesmo tome banho é uma oportunidade perfeita para saber se vale a pena investir nele. Usando minha pericia de assassina sai da janela mais próxima e fui diretamente a janela do quarto dele.

Por sorte ele está tirando a roupa. Posso ver que ele tem um físico mais de um guerreiro do que de um mago, mas isso se deve ter passado 1000 anos preso. Revelando toda a nudez finalmente conheci o... ‘cajado’ do mago. E que cajado. O mago é bem dotado. Acho que é por isso que ele é considerado lendário.

Quando o mago termina de tomar banho rapidamente retorno para dentro do castelo e de frente da porta do quarto dele. Está na hora de ter o primeiro contato.

Narração de Eric

Tinha esquecido como um banho era refrescante. Em minha prisão só tinha água para beber, portanto eu não conseguia me molhar por inteiro se não controlasse o pouco do liquido para circular no meu corpo. Poderia usar magia de multiplicação, mas a prisão mágica já dissolveria toda a água para não usar nenhuma magia elemental ao meu favor.

De repente escuto alguém batendo na porta.

– Entre – digo.

Quando a porta se abre revela uma mulher de cabelos castanhos com um corpo interessante e uma roupa diferente para os meus olhos (esse tipo de modelo não existia na minha época).

– Vim saber se o senhor está confortável.

– Estou sim. Muito obrigado pela hospitalidade.

– Senhor deseja mais alguma coisa? Como a presença de cortesãs?

– Não. Prefiro ficar sozinho – é impressão minha ou a mulher fica cara de desapontada – não sei como é essa época, mas na minha época eu não utilizava cortesãs nem quando eu era rei.

– Meu senhor, como era a sua época? Estou curiosa para entender os costumes do reino no passado.

– Por favor, me chame pelo meu nome Eric.

– Sim, Eric, mas peço que me chame pelo nome também Tammy Warner, prazer – ela se aproxima e beija minha face duas vezes. Essas ações eu não sou muito acostumado. Isso me deixa envergonhado – então senhorita Warner...

– Por favor, Eric pode me chamar de Tammy? – pede de um jeito em um estilo infantil ousado. Esse estilo me impressiona um pouco.

– Tudo bem, Tammy. Gostaria de sentar – faço um movimento com as mãos e trago uma cadeira para perto da mulher.

Narração da Tammy

Fico espantada pelo mago trazer uma cadeira magicamente só com os movimentos da mão para fazer uma cadeira se aproximar perto de mim. Não é comum para os magos fazerem isso com magia tão facilmente como Eric fez. Para fazer magia um mago precisa de um cajado para realizar qualquer magia. É prova que o mago lendário é realmente alguém no passado que dominou a magia ao máximo. Eu me sento e o mago se senta trazendo uma cadeira para si.

– Na minha época as cortesãs eram mais... profissionais das tabernas e não existiam elas nos castelos. Afinal não tínhamos castelos grandes como esse. Por isso que não tinha costume de ter cortesãs me servindo.

– Compreendo Eric. Mas você não tinha costume de ir para a taberna? – eu pergunto.

– Não muito. Estava muito ocupado planejando sobre meus próximos passos contra os elfos. A disputa entre as duas raças era muito mais sangrenta na minha época.

– Não tinha admiradoras?

– Eu até tinha, mas todas eram interesseiras querendo ser a rainha. Antes de ser rei eu não era tão popular entre as mulheres antes de ser rei.

Incrível como o mago está falando muito dele sem muita dificuldade da sua própria vida. Imagino que depois de ficar tanto tempo preso está querendo conversar ao máximo possível. Ou então está querendo desmistificar a sua própria historia de Mago Lendário.

– Mas o senhor nunca quis ter uma rainha? – eu pergunto.

– Sim, eu queria. E muito. Mas quando era criança era visto como uma abominação é complicado confiar alguém.

Não preciso escutar muito para saber mais do mago. Com poucas palavras é o seguinte: Eric deve ter tido uma aparência meio frágil ou era gordo que pode justificar sua impopularidade no passado, quando ele virou rei é natural que muitas candidatas, mas a magoa do passado fez com que o mago fosse desconfiado com todas.

Isso leva uma seguinte conclusão: Eric Cartman nunca experimentou um corpo de uma mulher. Alem de ser lendário em magia, em reinado e em heroísmo, também é lendário em virgindade. Isso me interessa muito mais, afinal não é todo dia que tira uma virgindade mais de 1000 anos, exceto se for de um elfo.

– Alias Tammy. Eu não estou conseguindo te identificar sua classe. O que você é: guerreira, paladina, ladina ou uma classe que foi criada?

– Ah sim. Eu sou assassina. É uma variante de ladino. Minha função é proteger a Princesa Kenny. Alias o que achou da princesa?

– Adoravel, mas achei muito estranho o nome masculino.

– Eu mesmo demorei para me acostumar – digo rindo e me levanto – acho ela sensual?

– Sabe... acho que é adorável... mas... – vejo que o mago ficou todo vermelho. Já é hora de agir.

– Imaginar ela nua nessa cama querendo ser possuída por você – me aproximo.

– Senhorita Tammy... aonde... você... q-quer... chegar – que fofo. Está todo vermelho.

– Imagino que tenha sido logos anos de solidão. Sem poder conversar com alguém. Sozinho em uma cela sem ter o calor humano – toco no ombro dele – isso é muito triste. Todos nós merecemos ter uma companhia – me sento no colo dele. Eu não sei como eram as interesseiras, mas parecem que não sabiam seduzir direito.

– Tammy.

– Eric – abraço seu pescoço.

Ficamos com nossas faces frente a frente. Posso até sentir sua respiração em minha face (garanto que ele está sentindo com a mesma sensação). Do jeito que estou sentado no colo não da muito para excitá-lo com algum rebolado. Gostaria se sentir previamente o ‘cajado’ dele, mas vou sentir o gosto dos lábios deles.

De repente alguém bate na porta. Quem é o filho da puta que resolveu interromper esse momento?

O mago me levanta pegando no colo (é meio engraçado que um mago que quase não tem força física me levantar tão facilmente) e me coloca de forma delicada em pé, vai na porta e abre a porta. Quando a porta se abri revela a maga do reino, Jenny Simon. Que piranha.

– Jenny? – diz o mago.

– Eric. Vim aqui como o senhor me orientou para a gente começar com o treinamento.

Aquela maga nerd já querendo gastar o tempo aquele mago gostoso com estudo. Como ela é estúpida.

– Não é exatamente um treino, mas algo para adiantar sua evolução no mundo da magia – diz ele.

O mago estende a mão para chamar seu cajado.

– Feche os olhos – ele diz. Agora fiquei curiosa. O que o mago vai fazer.

– Sim, mestre – Simon obedece.

Com a mão esquerda coloca dois dedos na testa na maga e com a mão direita levanta o cajado deixando ele em cima do braço esquerdo, enquanto segura. Tive que fechar os olhos porque um brilho forte aparece. O que o mago esteja fazendo só demora uns 10 segundos.

– Pronto. Eu criei um elo psíquico entre a gente – diz Eric para Simon – segundo os livros de magia que estudava era muito usado entre mestre e discípulo na época. Eu só não sabia que isso gastava muita magia – Eric se aponha no cajado meio cambaleando como se tivesse feito um esforço físico enorme.

Eu corro em direção dele para segura-lo.

– Tammy. O que você está fazendo aqui? – diz a maga.

– Não há tempo para explicação – digo para ele – você está bem? – digo para Eric.

– Não muito bem. Preciso descansar agora – diz com uma voz sonolenta – só preciso de uma boa noite de sono.

Eu apoiei seu braço nos meus ombros para ajudá-lo a andar até a cama. Jenny fez o mesmo com o outro braço assim nos duas ajudamos ele andar e se deitar na cama. Logo quando se deita já pega no sono.

– Afinal. O que aconteceu? – digo para a maga.

– Eu não sei. Ele diz sobre algo de elo psíquico, mas não sinto nada. Na escola de magos nunca me ensinaram nada sobre isso.

– Por que eu não fico surpresa? – digo sem intenção de ofende-la, afinal sei que a escola de magos é a mais machista entre todas as escolas e também é a mais sem graça, afinal poucas pessoas se dispõem a aprender magia.

– Acho melhor a gente deixar ele descansar em paz.

– É o jeito.

E pensar que estava tão perto de desvirginar o Mago Lendário. Parece que a sorte da princesa me alcançou.

Narração de Stan

Ainda estou decepcionado pela derrota de hoje. Eu poderia lutar mais com aquele mago, mas Kyle decidiu lutar com ele. Eu até entendo, afinal sendo filho de Sheila, a Lendária Elfa que derrotou o Mago Sangrento, posso imaginar que ele sentiu o peso da responsabilidade de fazer o mesmo. Alias se ele é o lendário Mago Sangrento, por que não matou ninguém? Será que as lendas foram aumentadas?

Depois vou perguntar para os mais velhos sobre isso. De qualquer jeito ainda bem que não matou Kyle. Eu não saberia o que fazer com a morte do meu rei e do meu melhor amigo. Chego nos meus aposentos.

– Filho, como foi a vitória – meu pai falou comigo assim quando entrei. Ele está sentado em um sofá e fumando.

Randy Marsh é um orc alto, com pele verde, presas inferiores saindo pela boca parecendo um javali e uma musculatura superior há um humano treinado que está usando uma roupa azul de guerreiro. Eu sou um hibrido, filho de um orc com uma elfa. Meu pai foi um dos raros indivíduos que teve a permissão de se casar com um elfo, afinal quem consegue ter relações sexuais com um elfo consegue a imortalidade dos mesmos.

Na sociedade dos elfos a cerimônia do casamento é levado muito a sério. É muito raro de outro de outra espécie (para um humano impossível) ter privilégios de se casar com um elfo. Meu pai conseguiu conquistar respeito na sociedade dos elfos por ser um guerreiro que auxiliou muito nas guerras do passado. Ele lutou na época do Mago Sangrento, mas demorou muitos séculos para conhecer minha mãe. Sorte minha que eu puxei aparência de um elfo, porque minha irmã mais velha puxou a aparência dos orcs.

– Infelizmente nós perdemos hoje – eu digo.

– Perderam – meu pai se levantou – como foi possível? Quem te derrotou?

– Na verdade nosso rei resolveu lutar.

– Lutar? Por que? Nada contra sei que ele é o mais forte guerreiro judeu, mas quem o derrotou?

– O Mago Sangrento.

– Mago Sangrento? Está falando daquele mago humano de 1000 anos atrás?

– Sim. Esse mesmo.

– Mas ele não foi morto?

– Parece que Sheila resolveu prender o humano em vez de mata-lo. Sempre soube que isso daria problema – chega a minha mãe.

Sharon Marsh é uma elfa de cabelos curtos (parecendo um corte masculino), roupas civis, magra e seios exageradamente grande para os padrões de elfas (eu mesmo não gosto desse físico, assim como elfo homem gosto de uma elfa com corpo delicado, mas meu pai adora). Não faço a mínima idéia como os dois ficaram juntos, mas como meu pai lutou para a guerra em favor dos elfos teve direito de casar com minha mãe.

Parece que Sharon não era muito valorizada entre a sociedade feminina já por causa do tamanho dos seus seios, mas cresceu muito na sociedade depois de casada quando a mesma gerou minha irmã. Nem todas as elfas são férteis, afinal nosso povo é imortal. De cada 10 elfas, só uma tem condições de gerar filhos. Elfas que tem a capacidade de engravidar são as mais valorizadas. Parece que nem se deram trabalho de examinar minha mãe para saber se ela é fértil ou não.

– De tantos estragos que aquele humano fez é uma surpresa em saber que Sheila poupou a vida dele – disse meu pai – quantos elfos ele já matou?

– Nenhum pai – eu respondo.

– Nenhum? Isso é uma surpresa. Parece que a prisão deixou ele fraco – disse meu pai.

– Não tão fraco, pai. Ele derrotou Kyle.

– Eita porra.

– Pelo menos esse tal mago concordou em seguir a tradição do combate, então nada para nos preocupar por enquanto.

– Menos mal – disse minha mãe – Stan quero que você leve algumas coisas para sua irmã.

– Ah mãe. Tem que ser eu? Na ultima vez que tive noticia dela está morando com os humanos.

– Sem mas. Ela ainda é sua irmã. Quero que você leve algumas coisas para ela.

– Ta legal. Vou preparar o Sparky.

– Ótimo. Eu vou preparar as coisas – disse minha mãe.

Quando indo aonde meu cão fica guardado.

– Ei Stan. Espere – meu pai estava correndo.

– Que foi?

– Quero que você aproveite a viagem para falar com alguém.

– E quem seria?

– O babaca.

Eu arregalo os olhos.

– Tem certeza? Ele é desprezado entre os elfos.

– Creio que ele vai ser muito valorizado a partir de agora. Só ele pode combater a magia do Mago Sangrento.

– Eu vou tentar pai, eu não sei se vou conseguir.

– De isso para ele – ele puxa de sua bolsa um livro azul. Eu reconheço esse livro, é um livro mágico chamado facebook. Um tipo de diário raro que os usuários podem compartilhar informações sigilosas para outros usuários do livro mágico facebook.

– Isso pode ajudar muito. Obrigado pai.

– Disponha, meu filho.

Babaca, é um elfo chamado Dovahkiin é o único elfo que aprendeu magia humana, ou seja, é o único mago elfo da terra de Zaron (fazendo assim ter o apelido babaca). É muito raro que um elfo aprenda uma classe humana como clerica, paladina e maga. É mais fácil de um humano se interessar aprender as classe bardo (normalmente usado por artistas) e druida, usado por agricultores que negociam com os elfos. Vendo um elfo mago é algo muito raro. Só espero que a ajuda dele possa trazer a derrota do Mago Sangrento.

Narração de Jenny

– Jerry – escuto uma voz masculina me chamando. Olho em volta e tudo está branco, exceto por duas janelas com cortina (uma vermelha e outra rosa).

– Eric – expresso quando eu acho ele no espaço em branco – eu estou sonhando?

– Sim e não.

– Não entendi.

– Lembra da magia que fiz em você sobre sincronia de mentes? Então nessa magia permite que os magos se comunicam através de sonhos.

– Muito interessante – incrível que não estou conseguindo expressar emoções – porque eu não estou conseguindo manifestar alguma emoção?

– Porque nesse canal só nosso lado consciente está ativo. Nossas emoções encontra-se em repouso. Eles estão experimentando as sensações dos sonhos atrás dessa janela. Por de trás da cortina vermelha são os meus sonhos e por detrás da cortina rosa são seus sonhos.

– Entendi.

– Aqui vamos ter o conhecimento teórico sobre magia.

– Eu vou me esforçar.

CONTINUA

Notas finais
A atualização dessa fanfic meio que demorou um pouco (já que estava com o foco em Brotherhood, minha atual fanfic longa que foi concluída. Também tive a idéia de usar o New Kid na história (já do inicio da fanfic não tinha menor idéia de como usá-lo). Também nessa fanfic abordei um pouco sobre a Tammy. Não sei porque, mas essa personagem está sendo muito usada como vilã no mundo das fanfics. Estranho porque pra mim ela é mais vitima do que uma antagonista. Isso porque ela foi a única vitima da fofoca de ter feito um boquete (sendo que era um sintoma de ação comum entre as fãs de Jonas Brother). Kenny quando sobre disso quis aproveitar disso levando para o show da banda favorita da garota. Essa é uma atitude semelhante a colocar um componente alucinógeno ou estimulante em uma bebida para fazer uma garota mais vulnerável a ter relações sexuais. Outra coisa é o fim do relacionamento depois que Tammy que ela se dispõe fazer sexo oral no Kenny. O loiro conseguiu o que quer e depois terminou. Claro que teve a questão dele ter morrido no processo (que faz o Kenny ser o mais azarado já que o rapaz que recebeu um sexo oral da Tammy não morreu). E também a piada era para uma mulher americana e não exclusivamente para Tammy. E não acho que uma morte iria afastar o Kenny para o prazer, afinal se ele morreu se masturbando com asfixia erótica, duvido muito que o loiro tenha deixado de masturbar por causa disso. Enfim faz com que o Kenny seja mais antagonista do que a vitima na situação (não fico espantado já que Kyle é visto como bonzinho, mas esquecem que o mesmo não pensa duas vezes chutar seu irmão com toda força). Até a próxima.