Os senhores de Zaron
12 O efeito do alcool
Narração da Shelly
Aquele unicórnio da princesa até que é bastante rápido. Pensava que iria vencer fácil, mas no final deu empate. Andando para as redondezas para esperar o resto do pessoal, antes de entrar na taberna. Não demora muito para o restante chegar. Estranho que o mago assim quando vê a o ambiente tem uma atitude estranha. Parece que entrou em transe. Isso é muito estranho. Parece que é um xamã que está recebendo espírito.
Sou grata a ele por ter tirado meu cinto de castidade, mas mesmo assim acho que os magos são muito frescos. Tipo ficando só enfurnado nas bibliotecas e vez de está nos campos de batalha.
– Eric, está passado bem? – a princesa Kenny se manifestou com a preocupação com o estado do mago. Frescura.
– Sim, estou bem. Só lembrei algumas lembranças – responde saindo do transe.
Isso desperta um pouco da minha curiosidade. O que fez ficar desse jeito? Afinal é um mago poderoso e pode ter visto muitas coisas estranhas ou incomuns já que sua classe mexe direto com magia. Esquecendo isso eu entro junto com o grupo da taberna aonde tem diversos clientes variados de humanos, orcs, meio-elfos, anões e halfling. Logo vejo a taberneia e grande amiga minha. Uma humana morena de cabelos lisos, estatura média para sua raça, vestindo uma roupa vermelha e corpo bem afeiçoada: Jessica Rodriguez.
– Ei Jessica.
– Oi Shelly – ela se aproxima e me abraça – há quanto tempo. Vai querer a mesma mesa de sempre?
– Não. Estou acompanhada por um grupo, até vamos passar a noite aqui, mas antes de ir para os quartos nada melhor encher a cara de hidromel — minha amiga ri.
– Então mesa para quantos?
– Oito.
– Tem uma mesa perto para assistir os combates do clube da luta.
– Para mim isso é perfeito.
– Ótimo. Vou preparar os lugares.
Volto para perto do meu grupo.
– Eu já conseguir uma mesa. Os quartos vamos acertar com mais detalhes.
– Não é melhor a gente se preocupar com isso logo – responde a princesa.
– Não tem problemas. Eu conheço a dona da taberna. Ela logo vai preparar reservar alguns quartos para nós.
– Se é assim então vamos relaxar.
– Ótimo, então vamos para a mesa.
A gente foi na mesa redonda que Jessica nos destinou. Quando o mago senta, Jenny e a princesa ficam ao seu lado. A guardiã da princesa fica ao lado da Kenny. Bebe fica do outro lado da maga que induziu o paladino sentar no outro lado que seu lado fica o barbado logo seguida com o clérigo eu fico no lado dele fechando o circulo tendo a guardiã do meu lado. Quando nos sentamos Jessica fez o atendimento.
– Então o que querem senhores?
– Eu quero hidromel e em grande quantidade e um porco assado – eu digo.
– Ah, eu quero café – disse o bárbaro loiro. Estranho que ele fala meio tremendo parecendo que está tendo um ataque de nervos.
– Quero cerveja e carne – disse o clérigo de pele negra.
– Eu quero hibromel e alguns apelitivos – disse a guardiã da princesa.
– Se não for muito incomodo eu quero hidromel e biscoito – disse o paladino. Meio fresco o que ele pediu.
– Eu quero o mesmo – disse Bebe. Eu seguro minha risada pelo pedido da loira. Parece que ela quer dar para o paladino.
– O que tem de doce? – pergunta a princesa.
– Temos diversos sabores de tortas, bolo de chocolate e algumas balas – responde Jessica.
– Então me trás uma torta de morango.
– Que isso princesa! Não vai pedir hidromel não. Será que não agüenta? – olho com desafio.
– Então me trás também hidromel – ela olha para mim com fogo nos olhos.
– Eu também vou querer hidromel – pede Jenny. Isso aí maguinha, você é bom de copo.
– Eu quero franco frito e xarope de coca – diz o mago.
– Não vai querer hidromel também? – eu pergunto.
– Eu não bebo – responde.
– Isso é frescura.
– Como antigo rei nunca me dava o luxo de fica bêbado, então peguei esse costume. E também o cheiro de hidromel ou de qualquer outra bebida alcoólica é meio enjoativo para mim, afinal minha mãe era dona de uma taberna.
Engraçado ele falar que já foi rei. Por que ele não reivindica o trono para ele?
– Eu vou trazer seus pedidos. Eu não demoro – Jessica sai e deixa meu grupo sozinho.
– Filho de uma taberneira? Por essa não esperava – comenta a guardiã da princesa (ainda não decorei o nome).
– E esperava que era filho de um nobre? – ele pergunta.
– Sim, afinal o senhor assumiu o trono, mas com essa revelação faz seu mérito de conseguir o reinado ser mais lendário – fala com admiração. Que frescura.
– Apenas aproveitei a oportunidade.
– Tem certeza que você não queria o poder? – eu pergunto.
– Tenho que admitir que gostei de ter o poder em minhas mãos – sorri. Agora estou botando fé nele – apesar que nunca esperava assumir o trono, alias princesa Kenny sabe o que aconteceu com a família Donovan?
– Não. Nadinha – engraçado que o jeito que ela falou parecia uma menininha. Imagino que ela esteja mentindo ou não sabe mesmo. Acho que seria bom alguém desse uma olhada na biblioteca de zaron aonde humanos e elfos compartilham livros. Ela se chama youtube.
– O que é aquilo? – o clérigo aponta para aonde está acontecendo o clube da luta.
– É o grupo de luta que acontece nessa taberna. Uma forma de entretenimento para quem assisti e quem participam. Para aqueles que participam apostam entre si – eu respondo.
– Aposta – diz o mago – isso é interessante. Se eu tivesse algumas moedas de ouro eu participava.
– Um mago lutando corpo a corpo? Isso queria ver. Caso você não percebeu magia e outra técnica de classe é proibida – eu digo.
– Para mim tudo bem.
– Aqui – Tammy joga um saco de moedas de ouro para o mago.
– Isso eu quero ver – eu falo.
– Eric, por favor, não vá. Eu não quero que se machuque – a princesa falou preocupada.
– Não se preocupe. Eu vou ficar bem. Ele se levanta e tira o manto e a camisa.
Jenny e a princesa olham descaradamente para o corpo do mago. E que corpo. Eric é bem bonito e forte, que pena que sou uma orc feita que... mas o que estou pensando. Espero que Jessica chegue com hidromel logo.
O mago Eric foi diretamente para o clube da luta e mostrou logo o saco de moedas de ouro que deu o direito para entrar no ringue improvisado. Logo o primeiro desafiante chega, um humano pouco magro, mas acostumado a lutar que pode fazer Eric suar muito (resolvi chama-lo pelo próprio nome em vez de toda hora de referir como ‘mago’.
O combate começa e os dois se movimentam buscando logo uma brecha para iniciar um ataque. O mais magro parte em direção do Eric com um soco, mas é facilmente defendido e contra-atacado com um soco que leva o magro no chão. Por essa não esperava. Ou foi sorte ou parece que tem algum conhecimento de lutas corporais. Também reparo que todos na mesa estão muitos surpresos, principalmente Kenny e Jenny que estão com boca aberta. Jessica já chega com todos os pedidos e coloca na mesa.
No grupo da luta se alguém está em condições de continuar lutar pode pedir um novo desafiante, claro que em vez de ganhar logo o dinheiro do premio o valor vai ser usado em uma nova aposta. Os lutadores mais habilidosos podem ganhar grandes somas de dinheiro se enfrentar muitos oponentes, mas é uma aposta arriscado, afinal se tiver uma derrota perde tudo.
Eric vai continuar e entra outro humano mais alto e meio gordo. A luta começa e o mais alto já parte para o ataque desferindo diversos socos, mas todos são esquivados. Eu tomo um logo gole de hidromel para melhorar o entendimento. Logo quando o maior se cansa, Eric aproveita para usar as pernas do adversário como suporte que induz o adversário se ajoelha e dá impulso para um salto. Finaliza o combate com um golpe com os dois braços na cara do maior.
– É isso aí Eric. Arrombe todo mundo – disse a princesa sem a mascara toda animada, enquanto da um logo gole na sua bebida.
Tenho que admitir que o belo rosto da princesa me deu múltiplas sensações. Fascinação porque a princesa é muito bonita. Inveja porque é uma humana muito bonita, enquanto eu sou uma orc feia. E uma pequena vontade de querer ser um homem para fuder ela.
Eu fico preocupada com Eric porque se ele continuar a lutar vai chegar lutadores mais habilidosos, mas parece que o juízo dele sumiu querendo lutar mais. Logo chega um orc. Não é dos orcs mais forte que já vi porque sua musculatura é semelhante ao humano, mas os orcs têm uma força física muito superior aos humanos (a única raça que rivaliza com força são os anões). Agora fudeu.
A batalha começa e o orc já parte para um ataque mostrando que tem muita técnica de luta corporal. Eric só se defende e esquiva.
– Já repararam que o mago não ataca, só contra-ataca? – Bebe comenta que chama atenção de todos. Jenny e a princesa já estão bêbadas, com a luta nem medida a quantidade de hidromel que tomaram.
– Agora que você falou, reparei sim – eu digo.
– Isso não é comum para os magos? – diz a princesa Kenny – quer dizer, afinal como usuário de magia deve ter esse tipo de comportamento.
– Princesa. Com todo respeito, nós magos não agimos assim – disse Jenny – estudamos a essência da magia para justamente não depender de nenhum conhecimento físico.
– Diz isso para ele, afinal é o mago supremo e não uma simples aprendiz – responde a princesa.
– O que você disse? – a maga fica irritada.
– O que você ouviu.
Eu nunca soube dessa rivalidade de Jenny com a princesa. Quando será que começou?
– Discuti isso é muita pressão – disse o bárbaro dando diversos goles de café.
Estou achando que esse bárbaro não bate muito bem nas idéias.
– Ele está lutando como ranger – disse Bebe – esse é o estilo básico de luta de minha classe.
As palavras da loira chamou toda atenção da mesa. Mago lutando como Ranger, será que ele é Two Class?
Quando me viro para retornar assistir a luta o orc está congelado em uma posição de combate. Pela expressão do orc parece que usou a habilidade especial de um bárbaro que é entrar em frenesi para aumentar a força, mal sabia a vitima que Eric é um mago poderoso. Percebo que todo mundo do bar está de boca aberta com isso. Vejo um elfo se aproximar. O mais estranho está vestindo como mago.
É muito raro encontrar um elfo mago assim como druida humano, mas encontra suas exceções. Eric estende a sua mão para trazer o seu cajado para perto dele. O elfo de cabelo azul e pele morena está com uma varinha na mão. Parece que vai ter um duelo de magos.
Narração da Jessica
– Ei, parem. Aqui não é briga de magia – vou entre os dois magos para interromper. Eu não ligo para o clube da luta, afinal fico com uma porcentagem das apostas, mas uma briga envolvendo magia pode acabar com minha taberna – e você vem comigo – pego o elfo e puxo para longe do mago humano.
Eu saio da taberna com o mago elfo.
– Qual é o seu problema? – eu pergunto furiosa para o elfo, mas ele não responde nada – não adianta fingir como imparcial porque eu te conheço, Dovahkiin. Por que iria desafiar aquele mago?
– Por que ele é o mago sangrento – ele responde.
– Mago Sangrento? – eu não entendi nada.
– Para os elfos, ele é conhecido como Mago Sangrento, mas para os humanos ele é conhecido como Mago Lendário.
– Pera aí, aquele mago que derrotou alguns dos lutadores do clube da luta é o Mago Lendário? – fico surpresa.
– Sim.
– E você queria lutar com ele na minha taberna – eu dou um tapa no peito dele.
– Aí. Isso machuca.
– É pra machucar mesmo.
– Poxa. Você não era assim. Já foi mais carinhosa.
– Não me interessa – eu coro – você não vai brigar com ele, enquanto estiver aqui, senão pode esquecer seu tratamento especial.
– Jessica – eu seguro para não rir que ele faz uma cara de desesperado.
– Já tenho dito – entro na taberna. Espero que ele toma juízo agora.
Narração da Tammy
Então Eric sabe lutar. Eu não esperava, mas é bom saber que tem aquele corpinho não à toa. E pro falar no corpo dele, que corpo. O suor está destacando muito os músculos dele.
– Aqui está – ele joga para um saco cheio de dinheiro. Que antes era um pequeno saco que cabia na palma da mão, agora é um grande saco que precisa fazer força para carregar. Pego-o no ar sem nenhum problema – fazia muito tempo que não suava assim numa briga – ele se senta no meio de Kenny e Jenny.
– Lutou digno como verdadeiro guerreiro – disse Kenny encostando-se ao Eric. Ele fica vermelho, enquanto pega uma coxa de frango frito e começa a comer. A princesa não tem o costume de dar em cima do mago na frente de todos, mas ela tomou muito hidromel, enquanto assistia a luta, então o álcool já fez o seu efeito.
– Ei, sai de perto sua loira oxigenada, deixe meu mestre descansar – ela puxa o braço do Eric tira perto da Kenny. Cartman é pego desprevenido e meio engasga. Não é uma atitude para se falar com a princesa, mas está igualmente bêbada.
– Isso está ficando interessante – disse Bebe.
– Tweek é melhor a gente se retirar – disse Token para o loiro.
– Ah, eu concordo – logo os dois saíram da mesa e foram para o balcão para ir logo para os quartos.
– Acho que eu vou junto – disse Butters se levantando.
– Espere eu também – disse Bebe.
Na mesa ficou a princesa, a maga, a orc, o mago e eu. Porque tenho uma intuição que nossos destinos vão ser muito interligados? Kenny querendo conquistar o único homem que o rei permitiu, Jenny transformando sua admiração pela lenda vida entre os magos em algo mais intenso, Shelly que tem a gratidão de ter o cinto de castidade tirado, a única que não está na disputa. E eu? Sou alguém que quer ser uma amante? Eu não me sinto presa ao Eric, mas mesmo assim parece que entrei em um campo de batalha incomum que tente ser mais flamejante com o passar do tempo.
E parece que o destino está conspirando para aquela rixa acontecer, já que nem as mesas em voltas estão tendo clientes. Como se um espaço todo está reservado.
– Ninguém de perguntou nada, sua bruxa despeitada – a princesa responde para a maga.
– Como ousa.
– Eu sou a futura rainha e posso fazer o que eu quiser, agora para de dar em cima do meu rei – puxa Eric para mais perto.
– Como uma menina minada. Você não pode ter tudo. Ainda mais ele é meu neko – Jenny puxa para mais perto, tirando Eric perto da Kenny.
– Neko é o seu cu, ninguém concordou com você, senão as amazonas – puxa de volta.
– Eu beijei, meu neko – puxa de volta.
– E daí? Ele me beijou – puxa.
– Ta mentindo.
– Não to não.
Cada vez que Kenny fala puxa Eric para perto e cada vez que Jenny fala puxa de volta.
– Eu estou sim. Meu Eric nunca beijaria uma despeitada como você. Não tem nem peito direito.
– Pelo menos tenho cérebro, coisa que nunca você ter porque só vive tingindo o cabelo.
– Sua puta.
– Vadia.
As duas agora puxam Eric como se fosse um cabo de guerra. De repente as duas desmaiam por tanto álcool. Shelly rir (incrível como ela é resistente ao álcool). Durante a luta do mago no clube da luta, as duas ficaram tão entretidas que nem perceberam a quantidade de hidromel que estavam tomando. Aposto que não vão lembrar de nada amanhã. Eu bebi, mas estou pouco alterada. Pior que depois de tudo isso eu quero Eric Cartman para mim.
Narração de Cartman
– Obrigado por me ajudar Shelly – eu digo para ela.
– Não tem de quer – responde ela.
Estou levando Jenny e Kenny para seus respectivos quartos. Eu não entendo do porque elas estão muito interessadas por mim. Deve ser o álcool mesmo. Shelly as levas em cada ombro (sendo orc ela tem uma força invejável). Primeiro deixamos a princesa no quarto que ela vai ficar hospedada junto com Tammy. E depois deixamos Jenny no quarto que vai ficar junto com Shelly e Bebe.
– Mais uma vez obrigado por me ajudar.
– De nada – responde ela.
Quando estou indo para o quarto que vou dividir com Butters escuto a voz da Shelly.
– Tenha uma boa noite de sono gostosão – ela da um tapa na minha bunda.
– B-boa n-noite – eu gaguejo e fico envergonhado e saio meio duro.
Chego no quarto e encontro Butters já dormindo na sua cama feito uma pedra. Eu tiro a minha roupa ficando só de cueca e sento na cama. Realmente é uma loucura toda que está acontecendo comigo. Eu não estou conseguindo reagir aos assédios das mulheres. Pior que elas são verdadeiros, diferentes dos assédios que acontecia na minha época quando fui rei, assédios por interesses. Afinal qual mulher humana, elfa, orc, anã e halfling que gostaria de ficar com um ser gordo.
Ainda não esqueço as rejeições que sofri na minha infância e na minha adolescência. O desprezo de todos que moldaram meu jeito de ser. Se pudesse escolher eu seria uma pessoa melhor, mas a sociedade que me moldou racista já que não suporto a classe judeu, camponeses hippies, elfos e seres de cabelos ruivos (porque os elfos cabelos ruivos são comum para sua raça). Também aprendi enganar e manipular.
A única pessoa que me amava e eu a amava era minha mãe. Como gostaria dela poder está comigo nessa jornada minha, porem a mortalidade dos humanos não permiti dela viver tanto. Apesar do termo imortalidade nesse mundo seja apenas uma ilusão e cedo ou tarde um ser vai morrer. Eu posso ter atingido um nível de magia que permitiu não fazer meu corpo envelhecer mais, mas mesmo assim um dia vou morrer. Nem mesmo o deus do elfos escapou da morte e eu não serei diferente.
Eu percebo que estou com ereção, afinal esse puxa-puxa que sofri meio que tive muito contato com os seios das duas, ainda mais a Shelly passou a mão na minha bunda (a primeira fêmea que conseguiu essa façanha). Droga, eu estou excitado. De repente vejo braços me entrelaçando por trás, mas o que está acontecendo?
Narração da Tammy
Como assassina fui treinada para entrar furtivamente em qualquer lugar. Não foi difícil para mim, entrar no quarto do Eric e Butters sem ser percebida, ainda mais que o mago não estava presente. Eu tenho um pouco de dor do Butters porque eu o droguei para cair em um sono profundo. Nem mesmo se acontecer uma guerra nesse quarto ele acorda. Sinto mal por isso, mas preciso de privacidade.
Escondida, vejo Eric entrar no quarto e tirar a roupa, isso vai facilitar muita coisa para mim. Sei que no dia seguinte vou ficar muito mal pelo que vou fazer agora, mas hoje quero o corpo nu do mago. Eu sinto muito Kenny, mas quem vai tirar a virgindade dele serei eu, mas pelo menos ele vai está preparado quando no futuro ele te fazer mulher.
Eu quero ser possuída por ele, infelizmente é tudo que posso ter de um homem, eu nunca vou poder me casar, nunca terei um homem ou uma mulher (sim, eu só pansexual) inteiramente para mim. Um destino triste, mas que tenho que carregar.
Como sou mestra em furtividade não tenho problema em aproximar do Cartman. Assim eu abraço por trás. Ele se assusta.
– Calma. Sou eu – sussurro no seu ouvido. Ele se arrepia todo.
– Tammy? O que o está fazendo aqui? – ele quase gagueja.
– Estou precisando de ajuda – digo passando a mão no peitoral dele.
– Que tipo de ajuda? – é fofo ele bancando o inocente.
Eu solto ele e vou para o campo de visão dele. Eu não estou usando minhas roupas comuns, mas estou usando uma lingerie semi-transparente que destaca muito meu corpo.
– Eu estou carente, preciso de companhia – eu digo.
Eric nem consegue responder, porque está olhando para meu corpo. Percebo que o pau dele está pulsando de desejo, parece que estava hesitado antes da minha presença. Parece que nosso querido mago gosto de sentir os toques de duas mulheres.
– Sabe Eric. Eu te prometi oferecer um calor humano, mas ainda não cumprir a minha promessa – sento de frente no seu colo. Como desta vez estamos com muita pouca roupa consigo sentir a ereção dele me cutucando. Isso está me excitando.
– Tammy... acho... que... – eu coloco meu dedo nos lábios dele para o silenciá-lo.
– Foi beijado pela Jenny e ainda beijou a princesa que jurei proteger – digo frente a frente do seu rosto – será que ainda poderei sentir o gosto dos lábios da Kenny nos seus – eu o beijo.
De inicio dou rápidos selinhos nos seus lábios para induzir o desejo dele. Não demora muito e ele parte para um beijo feroz e sedento com todos os tons de luxuria possível. Até aperta meu corpo sobre ele. Parece que o mago está aprendendo rápido, afinal está pegando a pratica de beijar bem, mas mesmo assim consigo ensinar o mago lendário a novas técnicas. Incrível como um mestre da magia pode ser um ótimo discípulo.
Eu beijo seu pescoço de leve e apoio minhas mãos nos seus ombros para ter melhor concentração do que estou fazendo.
– Eric, aperte minha bunda – normalmente não gosto muito quando os homens ou mulheres já focam meus seios, bunda e buceta, mas como Eric é virgem acho melhor ele começar se acostumar com meu corpo antes dos finalmente.
De um jeito tímido ele leva suas mãos para minha bunda e passa a mão na região logo ele aperta de leve aumento a força pouco a pouco.
– Isso é uma bunda de mulher. Veja como é macia – digo gemendo tanto porque estou gostando dos toques como incentivar Eric, afinal uma das maneiras de agradar um homem na cama é mostrar que está cheio de desejo para seu parceiro – concordar comigo, Eric?
– Sim – ele demora um pouco para responder já que está dominado pelo desejo e concentrado em explorar minha bunda, que fofo.
– Agora vamos sentar mais confortavelmente na cama.
–Sim.
Nos dois nos sentamos no meio cama, ainda bem que a taberneira coloca camas de casais em todos os quartos, um de frente do outro. Eu tiro a parte de cima da minha roupa revelando meus seios.
– Gosta do que ver? – eu pergunto com uma voz rouca para da uma ar de mais sexualidade. Ele faz um sim com a cabeça – por que não pega, garanto que é bem macio.
O mago leva suas mãos para meus seios aonde toca de forma delicada. Até que estou gostando desse todo cuidado. Outros virgens que tive a oportunidades alguns são afobados demais e ele está tendo um cuidado excessivo, meigo da parte dele.
– Isso, Eric, aperta. Move um pouco. Assim – digo com meus olhos fechados e gemendo um pouco. Tenho que admitir que ele leva jeito para coisa – não esquece dos biquinhos.
– Posso puxar?
– Sim, mas seja gentil – ele começa puxar meus mamilos – um pouco mais. Mais um pouquinho. Aí. Ai que delicia – gemo – por que não chupa meus seios agora?
Eric vai nos meus seios e começa a beija-los.
– Isso, continue assim, apalpe eles também. Sim, isso. Agora lambe. Ah, assim. Continue. Agora os chupes. Assim. Que delicia. Continue assim. Sinta a vontade de morde, mas seja gentil – falo gemendo, enquanto abraço para trazer mais perto. Quem diria que estou transando com a lenda viva. Chupe sociedade.
– Meus parabéns, você está indo muito bem, agora deixe eu te dar prazer agora – eu empurro ele para ficar deitado enquanto passo a explorar o tronco bem definido com minha boca, enquanto deslizo minhas unhas.
Os primeiros gemidos do mago é o primeiro sinal de vitória. Desço pouco a pouco para região da virilha aonde o estimulo pelas coxas. Uma pessoa comum ou pediria para Eric levantar o quadril ou se esforçaria para tirar a roupa intima de Eric, mas não eu. Minha classe é uma variante de ladino, tenho habilidades suficientes para tirar aquela roupa sem nenhum problema. Os ladinos mais lendários conseguem tirar a meia de alguém sem tirar a meia de uma pessoa sem ela mesma perceber. Eu não chego a tanto porque não sou tão especializada em roubo, mas tenho suficiente para essa façanha.
Graças a isso conseguir ver o ‘troféu’ de Eric. E que ‘troféu’! O dote de Eric é bem invejado pelos humanos chegando a ter o mesmo tamanho dos anões. Os humanos é a única classe que tem tamanhos variados, orcs são um pouco pequeno em relação aos homens. Já os elfos e halfling são que tem o menor dote. Os gnomos nunca vi, porque acho muito estranho. Como sei tudo isso? Eu tenho uma vida sexual muito ativa. Sobre as fêmeas de outras raças também tenho falar delas também, mas isso é outra história.
Começo a passa a língua no corpo peniano dele como um pirulito, um de sabor muito especial. Posso ver que ele tem uma boa higienização já não está sujo. Sério mesmo se eu ver que o homem não se limpa direito eu já nem dou mais para ele, afinal se eu preciso ter uma boa higienização na minha boca, afinal fazer um sexo oral sem os devidos cuidados pode matar, afinal como dizem “não existem algo mais sujo do que uma boca de uma mulher de zaron”. Quando era mais nova matei acidentalmente um garoto com o ato e por isso que entrei facilmente na escola dos assassinos. Era isso ou mendigar para sobreviver, afinal venho de uma família muito pobre.
Chego à cabeça do pau dele com minha língua e faço movimentos para estimula-lo naquela região.
– Oh Tammy – Eric geme.
Ele gemeu meu nome? Sério? Nunca nenhum homem teve essa reação. Sempre só fui um corpo e mesmo nos meus namoros de mais tempos ninguém gemeu meu nome. Eu preciso recompensar ele de alguma forma. Não só vou dar o 1º boquete que ele recebeu na vida, mas ele nunca vai encontrar uma boca que nem a minha.
Eu coloco o pau dele na minha boca como se tivesse engolindo. Eu tenho muita pratica, ou como dizem, uma garganta profunda. Logo faço os movimentos de subir e descer. O mago geme alto e segura na fronha da cama se rendendo o prazer. Se bem que está dominado pelo prazer, afinal até esqueceu que o Butters está dormindo alguns metros. O que não é problema, afinal droguei ele e só vai acordar de manhã. Ele gemendo, contorcendo e até falando meu nome.
– Acho que não consigo segurar muito tempo – ele diz para me avisar que vai gozar. É fofo dele se preocupar comigo, mas ele não sabe que adoro quando alguém ejacula na minha boca. Muitas mulheres podem achar nojento, mas eu gosto. Até engulo sem nenhum problema, gosto de sentir o gosto de sêmen na minha boca.
Eric atinge o orgasmo e inundando a minha boca. O gosto dele é um pouco doce, mas que posso descrever com uma palavra: lendário.
– Desculpe por eu ter gozado na sua boca – fala Eric.
– Não se preocupe. Eu adorei. Agora me retribua o favor – me deito, abro as pernas e exponho minha vagina, que está totalmente molhada, até abrir meus lábios para expor mais meu interior para ele.
Ele logo se curva para lamber minha buceta.
– Isso comece lambendo meus lábios. Assim. Isso. Agora gire sua língua no clitóris, assim. Vai. Chupe me clitóris, vai. Ta gostoso –engraçado eu passar toda instrução e gemendo – agora me estimule meu clitóris com o dedo, enquanto me penetra com a língua. Isso, assim. Continue assim e me avise quando tiver duro novamente.
– Eu já estou duro.
– Sério? Nossa, Eric. Você é bem animadinho.
– Eu estou meio trapaceando, afinal usei minha mana para fazer isso.
– Usou a sua mana?
– Sim. Quando se atinge um nível alto para magia, meu corpo, minha mente e minha magia somos uma só. Nos níveis extremos um mago pode conseguir a imortalidade, mas um mago veterano consegue recuperar o desgaste físico quando consome parte da mana.
Nossa como eu nunca soube disso. Sei que os guerreiros podem criar uma resistência que um homem guerreiro pode durar mais. Ou que um bardo pode criar um ambiente sensual. Druidas consegue achar ingredientes afrodisíacos. Os ladinos são treinados para seduzir uma pessoa. Os paladinos tem a capacidade de anestesiar, ótimo para ter as primeiras experiências de sexo anal. Os ranges e os bárbaros não tem nenhum padrão. Eu não conheço nada dos clérigos, porque nunca dei para eles. Já dei para alguns magos de meia boca, mas nunca encontrei um mago que dominasse tanta magia jovem (normalmente os magos mais fortes são aqueles velhos que nem mais se sustenta em pé).
– Eric, me coma logo. Eu sou toda sua – permaneço de pernas abertas e falei de uma forma toda manhosa.
Cartman se alinha e pouco a pouco me penetra. Quando entra por completo eu digo:
– Meus parabéns. Agora você é um homem.
Narração do Cartman
Nunca pensei como seria bom colocar meu pênis em uma vagina de uma mulher. É uma experiência de está dentro dela é algo inexplicável. Acho que é por isso que sexo é tão viciante. Eu imagino que era por isso que minha mãe... tinha muitos namorados. Eu começo me movimentar fazer os movimentos de vai e vem. O que me fascina é a cara de prazer que Tammy está fazendo, enquanto a possuo. Ela é uma linda mulher. Nunca imaginei que teria alguém de beleza semelhante nos meus braços, ou melhor, na minha cama.
– Ouvir dizer que você era gordinho – disse Tammy gemendo.
– Sim, já fui. Algum problema? – eu digo, já ficando inseguro. Só não fico mais, porque estou transando com ela.
– Já dei para alguns gordinhos e eles nunca negam fogo, diferente de muito marombado que só tem aparência, mas não tem pegada. Você é o melhor de dois mundos, tem aparência e pegada.
Isso me anima um pouco e aumento a velocidade das minhas estocadas. É engraçado conversar durante o sexo.
– Estou perto de gozar – eu respondo.
– Pode gozar dentro de mim, não tem problema, mas quero que use sua magia para a gente continuar.
Eu logo gozo dentro dela. Tammy também goza.
Nós continuamos, depois de beijamos com intensidade, mas desta vez Tammy está em cima. Parece que ela teve vontade de cavalgar. Nossa, que rebolado. Ainda tenho a visão dos maravilhosos seios dela balançado. Não demora muito para a gente gozar juntos. Logo nos deitamos lado a lado.
Quando vejo no lado reparei que Butters estava dormindo alguns metros de nós dormindo. Eita porra! Me esqueci dele. Pior que Tammy e eu gememos que nem louco e ele nem acordou. Será que está fingindo que está dormindo ou tem um sono muito pesado?
– Não se preocupe. Eu droguei ele. Butters só vai acordar amanhã de manhã – fala Tammy.
– Não foi muita maldade fazer isso? ~
– Mas foi para uma boa causa – ela da um sorriso maroto que me deixa vermelho – não se preocupe agora, só vamos dormir – nós nos abraçamos para dormir.
Mesmo estando bastante satisfeito por ter perdido a minha virgindade, ainda me preocupo com a princesa Kenny e minha discípula. Sei que as duas estão querendo mais do que um mago poderoso. E agora Tammy parece que me quer também. E agora?
CONTINUA
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