Os senhores de Zaron
18 Catters?
Narração de Kyle
Está muito tranqüilo o reino de Zaron. Está até demais se levar em conta que o “Mago Sangrento” está à solta. Não me esqueço das histórias que minha mãe me fez lembrar das violentas guerras na época que ele era rei dos humanos, dos milhares de elfos mortos e a morte do meu avô, considerado o deus dos elfos, mas parece que ele está muito distante dessas história.
Ele é conhecido por manipular todos e ainda não manipulou os humanos para partirem para guerra. Medi as forças com ele e posso ver que sua magia é bastante poderosa e sem contar que tem um jeito irritante. Eu não sou de odiar qualquer criatura viva, mas ele tem um ar que me da nauseias.
Mesmo assim aconteceram muitas coisas estranhas mais no meu lado que nos humanos, ou melhor, meu amigo fez muitas atitudes estranhas. Convenceu o mago elfo a lutar para causa dos elfos, foi preso pelos humanos e está com um cinto de castidade élfico. Será que meu melhor amigo está virando uma newhalf? Pelo menos ele está no meu lado e espiona os humanos (apesar de ser um recinto insignificante).
Preciso esfriar a cabeça. Estou em um banho tendo minha roupa tirada por duas lindas newhalfs (tão belas como qualquer elfa nobre). Sempre é bom relaxar um pouco, ter meu corpo massageado e entrar em sincronia com minhas duas concubinas.
Ultimamente não tiro Rebecca na cabeça. Incrível como uma elfa do campo tem uma beleza única. As elfas nobres são muito lindas, mas em seu favor tem os produtos naturais que só a floresta pode oferecer e ela vindo do campo mesmo tendo poucos recursos consegue bater de frente com sua beleza. Incrível como uma elfa tão linda não está casado.
Sinto as mãos das minhas concubinas me massageando. Vejo que elas estão agora nuas. Sempre me espanto em vê-las nuas. Se tivessem o cinto de castidade eu nunca saberia a diferença delas com as elfas. Eu pego na cintura de uma, puxo e estou preste a beijá-la.
– Meu senhor. Trago... noticias urgentes – disse Jimmy entrando.
– Sim – pego uma túnica e me visto – o que é tão urgente.
– Que seu irmão foi... Que seu... irmão te... te... Que seu irmão foi capit... te ... Que s... Que seu irmão foi eeeee... que seu irmão foi capitulado.
– O que? – já me visto por completo – Jimmy aonde veio essa noticia?
– Um elfo pirata druida... c-chamado Bradley. Está prisioneiro pela pirata dos humanos.
– Eu nunca aprovei sua vida de pirata, incrível que foi pego por uma simples humana.
– Dizem que... a líder das piratas... humanas não é... humana. D-dizem que é uma d-demonia.
– Diaba ou não, precisamos saber mais sobre ela.
Que irônico. Justo quando pensei que Zaron estava sossegada.
Narração de Cartman
Dois dias que estou nesse recinto com os góticos, depois de tanto desafios finalmente conseguir fazer aliança com todos os humanos. Tenho que admitir que muita coisa mudou do meu tempo. Mulheres na política e na classe, orcs e anões com mais contatos, humanos tendo suas províncias de características quase individuais e entre outras coisas.
Eu não sou um cara religioso, mas tenho que agradecer aos deuses que minha capacidade social não ficou debilitada. Seria um problema aproveitar minha liberdade se tivesse comprometida. Só ainda não tenho toda liberdade de explorar Zaron como queria ter, já que estou prestando serviços para os McCormicks (pensava quem assumiria eram os Donovans, mas nem vi nenhum descendente).
Passando dois dias aqui com os góticos posso confirmar que eles são bastante estranhos. Ele não tem costume de usar baldes no seu cotidiano que substituem por vasos, panelas e até caldeirão. Eu me pergunto o que eles têm contra baldes?
Outra coisa que reparei que Vriska pode ser a líder dos góticos, mas ela se isola muito, vendo que não tem nenhuma casa perto aonde mora. De inicio pensei que isso pode ser uma característica da raça dela, mas vendo que George (o nome do gótico que também é um troll), mora com os outros góticos sem nenhum problema.
Também é estranho a relação dele com Vriska. Claramente são ‘mãe e filho’, mas é a gótica anã chamada Henrietta que a cria. De inicio pensava que rolava um tipo de ódio entre os dois, mas parece que líder dos góticos testa o mais novo. Que estranho, mas quem sou eu pra julgar a raça dela. Pelo menos é muito melhor que os elfos.
Acho melhor eu da uma volta pra relaxar um pouco. Aproveitar um pouco a minha liberdade.
Narração da Kenny
– Tammy, posso te pedir uma coisa?
– Sou toda ouvido.
Estamos no quarto que os góticos forneceram pra gente. Tammy está lendo um livro e eu acabei de entrar. Dois dias que estava reunindo coragem para perdi algo para ela.
– Sabe que é... estou precisamos de algumas... dicas – ai que vergonha. Eu não consigo nem falar direito.
– Sim, Kenny. Pode falar – disse olhando pra mim e fechando o livro.
– Eu gostaria de poder saber mais sobre sexo.
– Do jeito que você ta me pedindo significa uma coisa: Eric te tornou mulher.
Eu não sei aonde enfio a cara. Estou totalmente envergonhada. Tammy se levanta e me pega no colo.
– Finalmente minha menina virou uma mulher. Que maravilha – ela me balança como se fosse uma boneca.
– Tammy me larga.
– Ta bom – ela me solta na cama – aposto que Eric te fodeu direitinho – ela sobre em cima.
– Tammy – fico totalmente envergonhada. Sei que ela já brincou comigo muitas vezes já que somos mais amigas do que serva e senhora. E não é a primeira vez que ela brinca assim comigo, mas o hálito dela está me fazendo sentir arrepios. Que reação minha é essa?
– Vai Kennyzinha, me conta os detalhes.
– Ele começou apertando meus seios – pego nos maravilhosos peitões de Tammy e troco de posições ficando em cima dela – realmente ele apertou com vontade meus seios – aperto os seios de Tammy. Como eles são macios.
– Kenny se acalme – o rosto da Tammy fica vermelha.
– Não queria saber. Estou te dando uma previa.
De repente Tammy solta um gemido. Eu paro que estava fazendo, saio de cima dela e me sento no lado da cama meio sem graça. Acho que exagerei em massagear os seios dela, mas eles são tão macios. E ainda achei muito bonitinho o gemido dela.
– Então Kenny, qual está sendo sua preocupação? Parece que não foi bom seu momento com Eric – ela se senta ao meu lado.
– Foi ótimo, mas me atrapalhei toda – abaixo meu olhar. Não é muito orgulho se tão disposta sexualmente e ter cometido muitos erros.
– Como que, por exemplo?
– Eu não conseguir da um boquete no Eric. Eu me engasguei toda com isso.
– Imagino, mas não é muito a sua culpa, afinal nosso querido mago está acima da média.
– Eu queria alguns ensinamentos para eu não fazer feio na próxima vez.
– Ensinamentos, né? – Tammy fica pensativa – você quer a pratica, né?
– Sim, quero muito. Por favor, Tammy, só você pode me ajudar.
– Hoje de noite ensino algumas coisinhas pra você.
– Obrigada Tammy – eu abraço ela. Eu adoro ela.
– Na próxima vez que queria apertar meus seios como você fez agora, me chama pra sair primeiro.
Fico vermelha.
Narração de Jenny
Nunca fiquei tão empolgada por praticar magia em toda minha vida. Aquela batalha de dois dias atrás me empolgou bastante. Ver meu mestre usar sua magia no limite foi algo épico para meus olhos. Só ele mesmo para ser tão... lendário assim. E ainda é meu. Meu neko. Estou estudando um livro de magia que Eric me deu intensivamente na praça dos góticos.
– Você não se cansa ficar vegetar esse livro dia e noite? – interrompo minha concentração para ver Shelly junto com Bebe.
– Me deixa. Sabe que sou uma maga e preciso estudar para ficar mais forte – eu digo.
– Jenny. É nobre você ser a única amazona maga, mas acho que você precisa relaxar um pouco mais – disse Bebe.
– Eu relaxo. Meu mestre também é meu neko. Eu até já o beijei – falo orgulhosa.
– Acho que seu neko ta bem solto, afinal parece que ele transou com a princesa.
– Como? – eu quase grito – isso não é possível.
– Esqueceu que os dois saíram para youtube e só voltaram depois quando a gente chegou aqui?
– Mas isso não da tempo para fazer nada.
– Como Ranger sei muito bem que um unicórnio pegasus é muito rápido.
– Não é possível. Meu mestre não se rebaixaria esse ponto.
– Não percebeu que a princesa estava andando pouco diferente dois dias atrás? Faz sentido. Parece que a princesa não foi a primeira do mago.
– Como assim? – perguntei. O que mais estranhei que Shelly falou junto comigo.
– Lembra quando você estava sob domínio daquela ser de olho estranho.
– Está falando da líder dos góticos?
– Essa mesma.
– Não me lembre disso. Eu ceguei meu mestre – digo ainda arrependida. Se eu fosse mais forte teria resistido.
– Ninguém reparou, mas o quarto que ele estava bem bagunçado e ainda estava cheirando fortemente a sexo. Parece que outra mulher também já experimentou o corpo nu do mago lendário.
– E quem seria essa piranha? – eu to me segurando para não matar ninguém.
– Eu chuto que seja a guardiã da princesa.
– Só podia ser mesmo. Puta a princesa e puta a guardiã.
– Eu não julgo elas assim. Ta certo que elas induziram, mas 1000 anos preso acho que os hormônios do mago está muito a flor da pele.
– Parece que até em homens ele ta atirando – disse Shelly.
– Hã? – Bebe e eu falamos em sincronia.
– Olha ali – ela aponta para Eric e Butters que estão andando juntos. Vendo os dois estão rindo como se fossem muito amigos. Acho que amigos demais.
– Negativo. Não tem como meu neko seja gay – falo com raiva.
– No caso é bissexual ou pansexual. Afinal ele transou com a princesa e guardiã – disse Bebe – ainda mais parece que os dois só estão conversando.
– Ele não pode ficar com outro homem.
– Mas você pode ficar com outra mulher. Já se esqueceu daquela noite que ficamos juntos.
Eu coro com as palavras da loira.
– Eu era muito nova. Só queria experimentar – falo tentando convencer a loira.
– Eu também era nova, mas isso não me fez uma lesbica. Eu mesmo prefiro homens, mas não tenho frescura em ficar com uma mulher. Que pena que a Wendy não pensa assim – as vezes tenho impressão que Bebe quer dar uns pegas na Wendy.
– Que raiva. Pensava que meu mestre era meu neko e quando vejo a princesa e a guardiã já deram pra ele. Agora o paladino que fazer o mesmo.
– Olha o Butters não é gay. Tenho conversado com ele... ei, espera – eu me afasto sem escutar as palavras de Bebe. Tenho muita coisa pra fazer. Preciso ensinar para Eric Cartman que ele é meu neko.
Narração de Butters
– Ei Eric – comprimento quando vejo o mago passar.
– Paladino Butters – ele sorri discretamente.
– Me chame de Butters mesmo. Não precisa ser tão formal.
– Parece que está bastante animado.
– Sim. Finalmente cumprimos nossa missão. É impressionante.
– Não é nada demais.
– O senhor conseguiu algo admirável.
– Apenas fiz o mínimo para agradecer a minha libertação.
– Lamento todo sofrimento que teve que passar. Imagino que você sinta falta dos seus amigos.
– Para ser franco eu não tive nenhum amigo no meu passado. Nem antes ou depois de ser rei.
– Sério?
– Realmente as pessoas não conseguia ver o quanto era maravilhoso. Antes meus ossos eram grandes os outros só vivam me chamando injustamente de gordo.
– Teve te tido uma infância difícil. Eu sei muito bem como é isso. Meus pais eram muito rígidos.
– Mas o que aconteceu pra você ter se tornado um paladino?
– Quando tinha sete anos eu tomei um tipo de porção que continha a essência do Gigante do Chaos. Meus pais me deserdaram.
– Você sabe o que essência era?
– Meus pais nunca me contaram com detalhes.
– Basicamente o Gigante do Chaos foi minha maior criação. Ele era um golem de magia. Normalmente quando se coloca toda dedicação em um golem os magos criam uma essência do golem para refazê-lo de volta.
– Eu sinto muito pelos meus erros do passado.
– Aí que ta, como você sobreviveu? Porque a essência normalmente é um veneno.
– Oh hambúrguer.
– Existe uma teoria entre os magos do meu tempo da possibilidade do golem fundir em uma pessoa, mas nunca colocamos em pratica.
– Isso é possível?
– Por acaso já sentiu uma segunda voz ou uma segunda personalidade?
– Quando era pequeno brincava comigo mesmo que era um guerreiro temido chamado Professor Chaos. Normalmente ele era manifestação do meu ódio pela péssima criação dos meus pais.
– Imagino que esse Professor Chaos seja a forma em golem fundida em você. Quando chegamos no castelo eu verifico como você despertar o golem dentro de você.
– Isso não é perigoso?
– Não sei, mas se é parte de você, talvez tenha controle total.
– Isso seria muito útil contra a luta dos elfos.
– Sem contar a satisfação de ver que seus pais foram injusto com você.
– Verdade.
Nos dois rimos juntos. Talvez seja pretensão minha, mas acho que vou me esforçar em ser um amigo para ele. É bom ter alguém pra conversar, se bem que ele tem boa amizade, principalmente com a Tammy que deu celebração especial para ele, principalmente para sua salsicha.
Narração de Terezi (a letra ‘E’ por 3)
Vim no quarto do 3ridan 3stá ficando costum3 para mim. ainda é 3stranho qu3 todos os ii trolls 3st3jam morando no m3smo t3to, mas por 3nquanto 3stá indo muito b3m. a maioria nunca soub3 qu3 é t3r uma vida luxuosa 3 isso 3stá s3ndo uma boa oportunidad3 para finalm3nt3 compl3tar Sburb. Só qu3 qu3ro Vriska d3 volta, 3ridan troux3 todo mundo d3 volta a vida, 3l3 pr3cisa traz3r também minha kism3sis d3 volta.
T3nho qu3 admiti qu3 o fracassado 3stá s3 3sforçando muito 3m traz3r Vriska d3 volta. D3 inicio p3ns3i qu3 3l3 tinha int3r3ss3 3m conquistar minha kism3sis, mas par3c3 qu3 3l3 só qu3r traz3r d3 volta. Mais 3stranho qu3 3ridan 3stá 3m um total isolam3nto. 3u nunca fui muito com a cara d3l3, mas acho m3io 3xag3ro, já qu3 to ligado do surto d3l3 qu3 l3vou a mort3 d3 F3f3ri 3 Kanaya, mas Gamz33 surta toda hora 3 ninguém od3ia nada. até m3smo Vriska já t3m s3u passado n3gro 3 m3smo assim 3la não é tão odiada como 3ridan é.
3ntrando no quarto v3jo um p3qu3no s3gr3do d3l3. Nunca p3ns3i qu3 isso 3ra possív3l s3 3u não viss3. Claro qu3 vou fingir qu3 não vi, já qu3 3stou fingindo qu3 3stou c3ga.
– O qu3 v3io faz3r aqui? — diz agora com a voz normal. Qu3ria v3r como s3ria sua voz alt3rada
– Continuar a procurar Vriska, l3mbra? — m3 aproximo do troll 3 dou uma lambida no rosto d3l3. 3u s3mpr3 lambo as coisas para t3r um tato m3lhor, pr3ciso passar a imag3m qu3 3stou c3ga.
– O qu3 3stá faz3ndo? — fica totalm3nt3 corado d3 roxo.
– S3ntindo como você 3stá. Par3c3 qu3 3stava faz3ndo algo d3 3rrado. 3stava s3 masturbando?
– Não.
– 3ntão qu3 3stava faz3ndo?
– É.. 3stava m3 v3stindo... – como 3l3 m3nt3 mal.
– S3 3stava nu, significa qu3 3stava s3 masturbando.
– Par3c3 qu3 3stá... – 3stranho qu3 no nada 3ridan 3ntr3 uma baixa astral. D3 todos os trolls qu3 r3tornaram a vida, 3l3 qu3 3stá s3ndo o mais dif3r3nt3. Cadê o troll 3gocêntrico 3 orgulhoso d3 s3mpr3? até par3c3 qu3 3l3 3stá como fantasma m3smo com um corpo físico.
– Vriska é nosso obj3tivo. Quanto mais c3do traz3r d3 volta, mas c3do vai t3r sua kism3sis d3 volta indo para uma 3stant3 – diss3 ficando sério.
– Só porqu3 qu3ro Vriska d3 volta não significa qu3 vou l3var a sério tudo – sigo 3l3 — r3laxa 3ridan, s3i qu3 nunca fomos d3 trocar palavras, mas não significa qu3 t3 od3i3.
– Jura?
– Ta c3rto, só um pouquinho, afinal você ficou com Vriska ant3s d3 mim.
– Mas você 3stava com Gamz33 na época. 3ra difícil d3 ficar com os dois ao m3smo t3mpo.
– V3rdad3.
– C3rto.
– aliás, o qu3 acont3c3u no almoço? Você usou magia para limpar a m3sa, d3ixando a maioria bolado.
– Prim3iro: 3u não uso magia, mas sim ciência branca 3 s3gundo, porqu3 minha ciência branca iria causa tanto alvoroço.
– Porqu3 a última v3z qu3 você usou sua varinha d3u m3rda.
– a arma da Kanaya é um batom qu3 s3 transforma 3m uma motoss3rra 3 ninguém fala nada.
– acho qu3 a única dif3r3nça qu3 3la não pisou na bola.
– Sim, 3u s3i. 3u trai todos mat3i minha 3x-amiga 3 a troll qu3 mais amo. Sou um monstro. Satisf3ito 3m 3scutar isso? — 3ridan fala d3s3sp3rado. Par3c3 qu3 tudo qu3 acont3c3u p3sa muito d3l3.
– Sim, 3rrou f3io, mas qu3m não já 3rrou aqui? isso não t3 dif3r3nt3. Vriska 3 principalm3nt3 Gamz33 já fiz3ram coisas pior3s 3 o p3ssoal p3lo m3nos s3mpr3 l3vou os dois d3 boa, p3lo m3nos Gamz33 – 3u m3smo não t3nho int3nção d3 s3r a nova amiga d3l3, mas acho qu3 é injusto d3l3 s3 isolar assim — ainda mais você não é o único qu3 matou a p3ssoa qu3 mais ama — d3sta v3z 3u fico d3sanimada, mas logo r3torno ao normal — agora par3 d3 fr3scura 3 vamos trabalhar.
3ridan m3 3ncara por algum t3mpo. acho qu3 3l3 nunca 3sp3rava ouvir uma palavra d3 consolo.
– C3rto – v3jo 3l3 sorrir, agora finalm3nt3 mais a vontad3.
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