Os semideuses perdidos
21 O novo semideus
Notas iniciais
Melanie P.O.V.
Depois da chegada inesperada de Grover, saímos na manhã seguinte atrás da covil dos monstro. De acordo com Grover, eram Queres: espíritos filhas de Nix (deusa da noite) que proporcionavam aos humanos um destino cruel e fatal.
A floresta era enorme. Uma vez ou outra algum bicho aparecia, mas por enquanto nada havia nos atacado. Andamos por horas e resolvemos parar para descansar. O almoço foi meio decepcionante: frutas. E continuamos a andar.
–Minha santa Atena. Essas Queres não podiam morar mais perto não? — reclamei.
–Eu estou toda dolorida.- disse Chlöe.
– Ora, vamos molengas! Vamos exercitar esses corpos fracos. — falou Charlie.
– Corpos fracos, humf! Prefiro continuar assim do q ter q andar mais. — disse Bia.
– Não deve estar tão longe.- falou Grover.
– Grover — chamei.Ele olhou pra mim. — Você disse isso 2 horas atrás.
Todos nós rimos e continuamos o caminho conversando.
Chegamos numa casa de madeira. Era velha e parecia q ia cair a qualquer instante. A porta estava escancarada e não havia ninguém a vista.
– Essa foi a primeira parada deles. Eles estão na próxima casa — Grover parecia cansado.
– Eu sei q cada minuto q nós paramos é um minuto a mais de tortura pra Percy e Annabeth, mas estamos todos cansados. Não podemos parar um pouco? — perguntei.
Todos pareciam considerar a ideia.
– Vamos fazer assim: dormimos um pouco, e durante a noite continuamos. Chegar lá a noite pode ser um jeito de pega- las desprevenidas. — Chlöe falou.
– Ótima ideia. — disse Bia.
Entramos na casa q por dentro conseguia ser pior q por fora, mas pelo menos tinha um banheiro usável e 2 sofás. Sai para pegar lenha, e ouvi algo. Me guiei pelo barulho, e me escondendo vi ele. Altura mediana, cabelos loiro escuros, porte atlético. Aparentava estar andando e/ou fugindo há muito tempo, não estava nas melhores condições mas continuava lindo.
Mas o barulho não pertencia só a ele. Ele lutava com uma fúria. Não podia ajuda-lo, estava sem armas e corria o risco de apenas atrapalhar. Ela o atacava, ele defendia e atirava flechas com seu arco, até q foi acertado na lateral do abdômen, eu podia ver a dor em seus olhos castanhos esverdeados. Finalmente ele acertou a flecha certeira, o golpe final. A fúria se esvaiu em fumaça. Mas ele ainda estava machucado e pior: sangrando muito. Fui até ele q estava desmaiando. Segurei- lhe para não cair e o carreguei até a casa.
–Gente!Ajuda aqui.- gritei. Grover e Charlie me ajudaram. Deitamos ele em um dos sofás. Enquanto fazíamos o curativo, contei o q vi.
Concordamos em ajudá-lo e conversaríamos com ele quando acordasse. Depois q todos tomaram banho, dividimos os turnos e fiquei para o segundo. A noite de hoje seria curta, tentei descansa o máximo. Bia me acordou para a troca de vigia. Era minha vez junto com Chlöe. Eu não estava com sono na verdade. Estava curiosa para saber quem era esse novo semideus. O q ele fazia na floresta? Será q sabia q era um meio sangue? De quem seria filho? Eu só esperava q não fosse de Atena e que ele acordasse logo.
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