Os semideuses perdidos
13 Inesperado
Melanie P.O.V
Quíron havia sumido. Sequestro? Fuga? Ninguém sabia. Simplesmente desapareceu.
Depois de uma "ótima" explicação do sr.D sobre isso, eu, Chlöe, Charlie, Beatriz, Percy, Annabeth, Grover, os Stoll e mais alguns campistas seguimos o deus do vinho até a Casa Grande, onde nos preparávamos para exigir mais explicações.
– É só isso? sr.D, o senhor não tem mais nada a dizer? — perguntou Grover.
–Não, não tenho. E se me derem licença, tenho assuntos a tratar.- respondeu Dionísio.
– Ah , não vai não. Não antes de resolvemos o q faremos para achar Quíron.- disse uma garota de cabelos castanhos e aparência nervosa. Parecia ter fogo nos olhos.
–Clarisse...- disse Percy — não force a barra. Nós só queríamos saber, sr.D se temos permissão para fazer uma missão.
–Ora, para que? Só para achar aquele centauro velho? Não é necessário.- falou o deus .
–Mas Quíron é diretor das atividades. — começou Travis.
– Sem ele aqui o trabalho aumentará para o senhor.- continuou Connor.
– Mas essa situação poderá mudar se o senhor mandar meros semideuses para uma missão para procurar Quíron e não sobrecarrega-lo de trabalho.- finalizou Annabeth.
A conversa parecia ter mexido com a cabeça do sr.D. Passou alguns segundos pensando e por fim disse:
–Está certo. Você, Peter Johnson pode ir, você loira, vai também e você bode. Sem mais perguntas. Consultem o oráculo e saíam da minha vista. — e entrou na Casa.
Percy, Annabeth e Grover iriam à procura de Quíron. Depois de consultar o oráculo e arrumar mochilas com os materiais necessários eles estavam na entrada do acampamento se despedindo.
Eu e as meninas fomos, é claro.
– Boa sorte, gente. Se cuida, mana. — falei.
– Obrigada, Mel. Vamos precisar. Estamos suspeitando q talvez Luke esteja por trás disso.
–Será q ele faria isso? — perguntou Charlie.
–Bom, devemos esperar tudo dele depois do que fez comigo.- respondeu Percy. — Pelo menos assim temos a chance de achar ele e seu mestre e pará-los.
–Percy, Annabeth, temos q ir . — Grover veio chamar.- Garotas, até mais.
– Tchau — dissemos em uníssono.
Eles iam se afastando quando Beatriz gritou:
– Grover! — correu até ele e surpreendentemente o beijou. — Boa sorte. — e saiu correndo.
Ninguém parecia entender nada, nem mesmo o próprio Grover, q apesar de confuso tinha um pequeno sorriso nos lábios. Eles seguiram viagem e nós, bem...eu, Chlöe e Charlie fomos interrogar Beatriz.
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