Beatriz P.O.V.

Depois de sermos atacadas por um manticore, percebi que tinha um ferrão no meu braço. Pedi ajuda para Charlie, e ela disse:

– Olha a única maneira de tirar isso em uma maneira que o veneno não se espalhe é a maneira mais dolorida.

– Faça o q tiver que fazer mas tire isso do meu braço.

Ela pegou sua adaga e pressionou a ponta perto do ferrão fazendo ele começar a sair , o que me causou uma dor excruciante mordi meu lábio com força para não gritar, e ela o puxou com tudo.

Depois disso voltamos ao hotel e fui fazer um curativo no meu braço e no de Chlöe que, mesmo o ferrão tendo passado de raspão, fez um bom estrago. Logo após, fui falar com Melanie que estava na varanda com uma expressão preocupada.

– Oi, está tudo bem com você?- perguntei

– Tá, porque não estaria?- falou nervosa

– Ok, me conta o q foi.

– Acabamos de ser atacadas por um manticore no meio de um beco em NY, eu não consigo imaginar aonde nós est... — neste momento fomos interrompidas pelo barulho de alguém batendo em nossa porta.

Entramos e vimos uma camareira entrando em nosso quarto sem ser convidada, ela começou a falar:

– Crianças insolentes, acham que podem encontrar os outros, crianças bobas. -e em um minuto a velha camareira se transformou em uma fúria.

– SE PREPAREM!! — gritei

Acionei o bracelete e todas já estavam armadas quando o monstro foi em direção a Chlöe, eu corri para tira-la da frente da besta enquanto Melanie e Charlie cortaram-no ao meio. Assustadas pegamos nossas poucas coisas e saímos correndo do Hotel, chegando a rua paramos por um momento e enfim Chlöe falou:

– Não estamos mais seguras nem mesmo em um Hotel, meus deuses pra onde vamos agora?!

E acho que era essa a pergunta que todas se faziam: para onde iríamos?!

Notas finais
-Gabi