Os semideuses perdidos

17 Conhecendo os Poneis


Melanie P.O.V.

Depois de acordar e se arrumar passamos no Starbucks para tomar café da manhã.

–Alguém tem ideias? Para achar os Pôneis?- pergunta Chlöe.

–Que tal essa: deixar eu ajudar vcs.- fala um homem na mesa de trás. Ele se vira para nós. Talvez 19 anos, loiro, com uma beleza esportiva. Tinha um sorriso caloroso e contagiante.

– E como poderia?- diz Charlie.

–Posso lhes dizer.onde encontrar os Pôneis em troca de um favor.

–Que tipo de favor?- ela pergunta.

– Um muito simples. Quero q salvem e tragam de volta algo q me pertence.

–E o q seria? — fala Beatriz.

– Quando chegar a hora saberão.

–Como sabe?- eu pergunto.

–Como sei o que?- diz ele -

Como sabe onde eles estão? E como sabe que estamos procurando eles?

–Bem...Sou Apolo, o deus mais bonito e legal q vão conhecer.

Eu e as.meninas trocamos olhares.

–Está bem. Acordo aceito. Agora, onde eles estão sr.Apolo?

– Hotel Canoa Branca. Qualquer taxista deve saber. Quarto 16. Agora se me deem licença, tenho coisas para esquentar.Até breve garotas.

E saiu.

–Bem — disse Charlie- parece q temos Pôneis para achar.

Pegamos um táxi e chegamos no hotel. Era luxuoso. A recepção possuía belíssimos desenhos nas paredes, dois pilares gregos, e um lustre no teto. Fomos até o balcão.

–Ola- falei para a recepcionista — gostaríamos de falar com os hóspedes do quarto 16.

–Só um instante.-ela falou no telefone alguns segundos- Podem subir.

Chegando ao quarto, o barulho era imenso. Batemos na porta, ninguém abriu. E de novo, e de novo. Entramos devagar e nos surpreendemos com uma festa ocorrendo ali. Uma festa de centauros. Seria difícil parar algo assim então nos enturmamos. Cheguei no centauro mais próximo.Tinha barba e cabelos longos e pretos.

–Oi. Queria saber se viu Quíron tem muito tempo?

– Não vejo o Quíron faz alguns dias -ele gritou para alguém — Ai, cara, aumenta o som.

Sentia meus ouvidos morrerem aos poucos mas continuei. -Quando foi a última vez q o viu?

–Uma mensagem de íris. Ligamos para ele mas ele não estava num dia bom. Tinha problemas no acampamento e suspeitava de alguém.

–Ele disse quem?

–Não na verdade. — Ele não parava de beber um líquido rosa, e eu não estava gostando disso.

–Obrigada — e me afastei.

Encontrei as meninas lá fora e resolvemos voltar para o hotel para conversar lá. Não era longe então fomos andando para economizar. Eu estava.com uma sensação estranha.

–Tem alguma coisa estranha. — disse Bia.

–Também senti. Acho que...-ouvimos um barulho, vinha de um beco. Fomos lá mas não havia nada. Até q ele apareceu. Parecia inofensivo na forma humana, mas depois que se transformou...Era correr ou encarar, e como boas semideusas, é claro q escolhemos a mais difícil.

Notas finais
-Grazi