Os quatro e o exército de Caos

178 3° Temporada: O Paraguai, parte III, final.


Notas iniciais
Sorru pelos erroos de grafiaaaa Reta final da fic geeente :O BEEZZUUUHHHHS XOXOXO

Narradora's POV

A loja tinha aproximadamente quatro andares e se chamava Mega Eletrônicos. Também localizada na Av. Monseñor Rodriguez, a loja é única e não faz entregas no Brasil. Mas, vale a pena visitar. Com uma boa infraestrutura e preços médios de eletrônicos.

– Se não me acharem, é porque eu me perdi. — Maya diz e entra na loja.

Era possível entrar pelo primeiro andar, ou, se você quisesse subir

escadas, pelo segundo.

O terceiro e o quarto andar não eram importantes. O quarto andar você

testava seus aparelhos eletrônicos e no terceiro você retirava seu(s)

produto(s).

Matthew segura Maya antes de a mesma colocar o pé dentro da loja:

– Peguem os códigos dos produtos e depois me encontrem no caixa. — Ele

larga Maya e entra com Aurey.

O que Matthew disse é uma bela dica. Anote o código do produto e depois faça a compra. É mais fácil, rápido e seguro. Aliás, com código, não há erros.

Vamos começar em ordem de casal e posteriormente os "Três Velas".

Matthew foi simples com suas compras. Comprou um novo celular, um

fone de ouvido e uma nova câmera, chamada GoPro, a qual permite fotos

em baixo d'água com uma boa resolução.

Já Audrey foi o inverso.

Além de compras um novo celular, Audrey quis porque quis um MP3...

Mesmo que atualmente o celular já toque música. Comprou um fone denominado Beats Studio, também sem necessidade porque o celular já vinha com

fones de ouvido, e também, quem precisa de fones quando se tem Amber, a Música consigo? A qual permite música surgindo das cinzas e das folhas de bananeira, e também a possibilidade de deixar qualquer um surdo. Audrey também comprou uma panela AirFryer.

Nesses casos fones eram imprestáveis.

Kathe e Damon tiveram sorte de não darem de cara com a policia.

Ambos saiam pela loja perguntando sobre lojas de armas, bombas, veículos de guerra e bazucas. Sem sucesso eles preferiram dar uma olhada nos eletrônicos. Nova troca de celulares foram feitas e também a compra de uma câmera, de um notebook e uma caixa de música da Beats Studio. Aquela que sempre aparece em clipes de música.

Podemos dizer que Percy e Amber ficaram agarrados um ao outro no fundo da loja. Uma folga de Maya e Mandy, eles diriam. Após isso, Percy teve muito azar. Estavam numa loja de eletrônicos, aonde vendiam todo tipo de objeto que tocava música. E com quem ele estava? Exatamente: com a Música. Repetindo: compraram novos celulares e para infelicidade de Percy; uma caixa de música. Na verdade várias. Uma das Beats Studio, obviamente, uma outra que tinha a forma de um Minion, um MP3, um IPod Nano e um IPod Touch. E Maya tinha que tomar cuidado para que Amber não roubasse seu caminhão que tocava música.

Agora sim era a hora de Maya dar o troco. Ela comprou um celular que

ela queria... Mentira ela comprou o mais caro que tinha da marca, um

tablet, um notebook, câmera, IPod, caixa de música e um PS4. Por sorte

o XBox One estava esgotado.

Mandy não teve muito que comprar, além de uma câmera e um PS4. Ela acompanhou Bryan nesta aventura. Mas, ele não queria nada.

– Bryan compre um celular novo. — sugere ela. Vê-lo triste não era algo

que a animava.

– Não... Obrigado. O meu está bom. — diz ele.

– Bryan o seu nem a câmera funciona mais. Venha! Pare de criancice! — Ela o puxa.

A sessão mais importante da loja era a de celulares, obviamente. Mandy escolheu um que era a cara dele e como ele gostava de consertar as coisas, comprou, em outra loja, ferramentas e uma maleta para carrega-las.

– Esse aqui é um martelo de novíssima geração. Aproveita. — Ela sorri

com o canto dos lábios e entrega para ele.

As compras são ótimas, até que chega a hora de pagar. E nove celulares, quase oito câmeras não sairiam barato nem na Ilha.

O total? Nem me pergunte. Mas, eles eram ricos e Caos enlouqueceria

quando chegasse a fatura do cartão. Então é melhor que Audrey corra

até suas pernas caírem.

[...]

Era impossível carregar tudo na mão. Então foram em quatro táxis.

Cada um teria seu valor e possivelmente, se fossem parados, o valor

seria baixo independentemente do valor da alfândega.

[...]

O truque deu certo e voltaram para o Brasil. Os táxis os deixaram no

hotel e como todos previam era a hora de "ABRIR AS COISAS!". Mas, o jantar e a revelação de Bryan estava chegando.

Notas finais
Thank Lu!