Os quatro e o exército de Caos
173 3° Temporada: Kathe VS Matthew.
Notas iniciais
Narradora's POV
– SEGURA! SEGURA! — berra Maya, em pânico.
Todos fizeram o que ela mandou. Colocaram todo o peso para o lado, fazendo com que o barco se estabilizasse. No entanto, ele começou a tombar
para o lado do peso.
– OUTRO LADO! — berra ela novamente. O peso foi jogado para o outro
lado.
– UM GRUPO PARA A DIREITA E OUTRO PARA A ESQUERDA! — ordena Audrey
com a intenção de estabilizar o barco ao invés de tombá-lo para ambos os
lados.
Enfim, graças aos Deuses o barco ficou plano novamente.
– Percy, sossegue. Apenas respire e não se mexa. — pede Maya, mais
como um "PELO AMOR DE DEUS!".
– Vou tentar... — diz ele, parado.
–- Depois de 2 minutos --
– Minha bunda está coçando! — exclama ele, mexendo para o lado para
coçar.
O barco foi para o lado junto a ele.
– PERCY! — choraminga Maya, se segurando.
– O.k. Vou ficar parado... — Ele termina de fazer a "respeitosa" ação
e fica parado. Para prevenir, Amber segura seus braços.
– Melhor. — suspira Mandy, com a mão no peito, aonde seu coração
dá uma de Velozes e Furiosos.
[...]
– Quase que eu morri... Mas, estou bem. Só ia dar uma morrida básica. — murmura
Maya.
– Morre não. — pede Mandy. — Não me largue sozinho com esses doidos.
– Pode... — Maya se interrompe automaticamente quando vê as descidas
das cachoeiras. — ...Uau... — Ela diz quase que num suspiro. A imagem
a sua frente era obra da natureza. Perfeita, ela pensaria. Água cristalina
descendo a uma velocidade incontável, indo de encontro do rio.
Água jorrando para todos os lados, causando uma nuvem de vapor no
encontro entre ambos. — Uau...
– Imagem impossível de descrever. — diz Matthew, sorrindo, admirado
com a paisagem.
– FOTO! — berra Audrey, usando uma câmera aquática para capturar
o momento.
– Isso é o que eu chamo de uma bela morte. — diz Damon, com um sorriso
malicioso no rosto.
– Causará muita dor. — Kathe diz, também com o sorriso no rosto.
– Causará... — Damon começa a rir maleficamente e Kathe se junta.
Todos do barco os olha.
– Loucos... — Mandy revira os olhos.
[...]
O passeio durou no máximo meia hora. Maya permanecia de olhos arregalados
e se sentia trouxa por não ter batido fotos.
– Isso ai! Conseguiram não morrer! — exclama o guia, rindo sem motivo. — Obrigado
pelo passeio! Voltem sempre!
– A sinceridade dele me emociona. — comenta Maya, tirando o colete
e indo para fora do barco.
[...]
– Vamos aonde agora? — pergunta Audrey, entrando no carro?
– Compras? — sugere Kathe.
– COMPRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAS! SIIIIIIIIIIIIIIIM! — Audrey ergue as mãos
no ar.
– Kathe por que foi dizer? — bufa Matthew, colocando a chave no contato
e acelerando.
– Porque eu quero te irritar. — diz ela.
– Conseguiu.
[...]
Matthew dirigiu até após um restaurante. Lá havia várias lojas de
artesanato, bancas e uma praça. Maya foi até o hotel e pegou seus
patins e Mandy, lógico, não deixou de caminhar com Bryan.
– Posso te fazer uma pergunta? — Bryan caminha ao lado dela.
– Pode... — responde Mandy.
– Você gostou daquele Dylan?
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