Os quatro e o exército de Caos

56 2° Temporada: Vamos lutar?


Notas iniciais
Estão gostando do rumo da história? (QUERO OPINIÕES SINCERAS) SORRU PELOS ERROS DE GRAFIA BEEEEEZZZZZOOOOSSSS XOXOXOXOXOXOXOXO

Percy's POV

Maya caminhava em direção a qualquer coisa e com certeza, não tinha nos visto.

– Percy... Como foi sua conversa com Maya? — Perguntou Matthew.

Comecei a contar.

Flashblack ON

Conversa com Maya

– Oi Maya. — Disse Percy, entrando na caverna.

Maya seguiu o olhar, até ele.

– Oi. — Disse ela, focando o chão, novamente.

Percy se sentou, em frente a ela.

– Por que está aqui? — Perguntou Percy.

– Não quero machucar vocês. — Respondeu ela, se encolhendo.

– A questão é: Por que destruiu o refeitório? — Perguntou ele.

Ela respirou fundo.

– A maldição tinha se ativado, Percy. — Começou. — E antes que eu pudesse começar a sentir

medo, sai correndo. Enquanto eu caminhava, eu lembrava de tudo o que vocês disseram,

que Mandy disse... Bryan disse... Annabelle disse... Minha cabeça estava cheia de coisas...

Por isso eu estava chorando. Eu estava sofrendo... Além de estar descontrolada. E para

descontar a raiva, destruí o refeitório...

Percy estava sem falas.

– Mas, isso foi de propósito... Ou sem querer? — Perguntou ele.

– De propósito. — Respondeu ela. — Me... Desculpe... Ao mesmo tempo que eu queria...

Eu não queria.

Lágrimas se formaram no canto dos olhos de Maya.

Percy foi até ela e a abraçou.

– O que eu faço? — Perguntou ela.

– Saia dessa caverna. — Respondeu Percy.

– De jeito nenhum. — Disse Maya. — Vou destruir um monte de coisa.

– Maya... Posso ser seu "pai", mas, sempre vou ser seu irmão... Te aconselho a sair

dessa caverna... Não contaremos para ninguém. — Disse, a apertando mais. — Você

é fofinha... Igual a Amber.

Percy deu um beijo, babado, na bochecha de Maya.

– AAAAAAAAAA! — Berrou ela.

– BBBBBBBBBBB! — Retrucou Percy.

– Eu vou pensar. — Disse Maya.

Percy assentiu e se levantou.

– Até mais. — Disse ele.

– Até. — Disse Maya, acenando.

Flashback OFF

Percy's POV

– Até para a garota, você fala que eu sou fofinha? — Perguntou Amber, sarcástica.

– Principalmente na barriga. — Retruquei.

Ela me deu uma cotovelada.

– Mais uma coisa para a lista, senhorita Amber. — Avisei.

– Oi gente. — Disse Mandy, surgindo na nossa frente.

– Mandy... Viu quem está bem ali? — Perguntou Audrey, apontando para Maya.

Mandy se virou.

Quando viu a Maya, começou a correr em sua direção.

– GOOOOOOORDA DO MEU HEEEEEEART! — Berrou ela.

Antes que Maya, pudesse olhar, Mandy pula em cima dela.

– Ai porra! — Exclamou Maya.

Mandy a abraçou.

– Mandy, sua agressiva. — Disse Maya, rindo.

Fomos até as duas.

– Separaaaando! — Exclamou Damon.

Mandy saiu de cima de Maya.

Maya ficou deitada.

– Levanta o gorda. — Disse Mandy, puxando Maya.

– Obrigada, sei disso. — Disse Maya, sarcástica.

Matthew e Damon, olharam para ela, bravos.

– Ah... Agora eu to ferrada. — Admitiu Maya.

– Está mesmo... Cadê nosso abraço? — Perguntou Damon.

Maya abriu um sorriso e abraçou os dois.

– Bem... Se vocês não se importam... Eu quero roubar ela... Por algumas horas. — Disse Mandy, começando

a puxar Maya. — Até mais!

As duas começaram a correr.

Maya acenou.

– Ah... Não.... Esquece. — Disse Kathe.

– AAAAAAAAAAALMOÇAR! — Berrou Amber, começando a correr em direção ao

salão de festas.

Peguei meu celular.

Mensagem com Amber:

Como você ouza não me esperar, senhorita Amber?

Estou com fome, sr.Oceano...

Prefere eu ou a comida, senhorita Amber?

A comida.

Voltando a Terra:

O celular escorregou da minha mão.

#Chocado.

AGORA SIM EU PEGO ELA.

– Eita Percy. — Disse Matthew, rindo.

Peguei o celular.

– Amber disse merda? — Perguntou Damon.

– MUITA. — Disse.

– Não mata ela. — Pediu Audrey, rindo.

– Não prometo nada. — Disse.

– Percy... Por que está com a camisa do acampamento? — Perguntou Matthew.

– Eu estava dentro do chalé.. Ai eu achei... Esqueci de tirar. — Respondi.

– Sorte sua que meu pai, não está aqui... Ele ia ficar furioso. — Disse Matthew.

– Eu achei que VOCÊ, ia ficar furioso. — Admiti

– Eu não! Não sou tão mal assim. — Retrucou ele, rindo.

Acho que demoramos uns... 15 minutos... Indo para o salão de festas, porquê quando

chegamos, Amber não estava mais lá, mas, Maya e Mandy, estavam.

Maya estava diferente.

Usava uma jaqueta de couro, cinza e uma espécie de saia, mais longa atrás, também cinza.

– Tá gata em Maya. — Disse Damon, se sentando.

– FOI ELA! — Exclamou Maya, apontando para Mandy.

– Onde está Amber? — Perguntei.

– Foi treinar. — Respondeu Mandy.

– Feliz aniversário Damoon! — Berrou Maya.

Mandy fez a mesma coisa.

– Valeu! — Disse ele.

Peguei comida.

Me sentei.

Comi... Muito rápido.

– É mais fácil engolir o prato. — Disse Maya.

Continuei.

Terminei.

– Já volto. — Disse.

Me levantei.

– Ah... Maya! Segura minha camisa! — Berrei, tirando minha camisa e jogando para ela.

A camisa acertou seu rosto.

– VALEU! — Berrei.

Minha capa, surgiu.

Caminhei até a arena.

Quando fui me aproximando, percebi que Amber, lutava contra alguns campistas, mas, estava

sozinha.

– Muito bem... Caem fora! — Ordenei. — É minha vez... Vão almoçar!

Os campistas saíram correndo.

Amber ativou sua barreira... E claro... Ela não olhou para mim.

– Vai me morder, de novo? — Perguntou ela, sarcástica.

– Talvez... Mas, antes... Eu quero lutar com você. — Respondi.

Sua barreira se desfez.

– Sem ressentimentos? — Perguntou ela, olhando para mim.

Assenti.

– Quero te mostrar que sou bem melhor, do que aquele tal de... "Comida". — Disse.

Sua capa surgiu em suas costas.

– Se eu fosse você... Colocaria a camisa. — Disse ela.

– Não valeu... Ah, mais saiba... Quero lutar contra a guerreira e não contra a princesa. — Avisei.

– E seu eu te machucar? — Perguntou ela.

Pude sentir um pouco de medo em sua voz.

– Eu te perdoarei por cada machucado que você, pode ou não fazer, no meu corpo. — Disse,

a tranquilizando.

– Idem. — Disse ela, abrindo um sorriso.

Uma onda d'água, se formou ao redor da arena.

Amber fez a mesma coisa e assim, minha onda, ficou... Meio... Que tremendo.

Fomos até o centro da arena.

– Aperto de mão? — Perguntei.

– Aperto de mão. — Respondeu.

Apertamos as mãos.

– É proibido usar os poderes. — Disse ela.

– Feito. — Disse.

– Boa sorte, Perseu Jackson ou melhor... Ômega. — Disse ela.

– Boa sorte, Gama. — Retruquei.

Amber colocou o capuz e foi até um canto.

Eu fiz a mesma coisa.

E assim... A batalha começou.

Notas finais
Thank Lu!