Os quatro e o exército de Caos
175 3° Temporada: Welcome to Paraguai!
Notas iniciais
Sorru pelos erros de grafiaaa
Beezzuuuhhs
XOXOXO
Narradora's POV
Amber sentiu o coração de guerreira, amolecer. Ela segura as mãos deBryan e adocica o olhar:– Por que estava com tanto medo de me contar isso? — Sua voz sai perfeitamente calma, como ela queria.– Eu... Achei que não iriam me aceitar... Que os outros não iriam... Você era a única que eu podia confiar. Não sei lidar com isso... — Eleadmite gaguejando.– Por que não sabe lidar com isso? — Amber acaricia o rosto dele.– Eu... Não quero ser gay... Não posso.– Claro que pode, Bryan. Todos temos o direito de amar quem quisermos,independentemente do sexo. Nunca me importarei com isso e sim com sua felicidade. Sou a Música, lembra? Minha função é se adaptar a todos.As lágrimas de Bryan escorrem e ele pergunta, com a voz embargada:– Posso te abraçar?– Claro que pode. — Amber faz as honras e abraça ele primeiro. Mandy ouvia tudo por trás da porta de seu quarto. Ela sentia umafelicidade enorme dentro de si, mas, ao mesmo tempo, uma tristeza nocoração. Ela tinha 97% de certeza que Bryan a amava. Porém, ela se enganou, e bem feio. Sua mente começa a raciocinar e juntando as peçasdo quebra-cabeça, Bryan interessou-se por Dylan. Dai tantas perguntasao respeito dele. Mas, Bryan poderia ter se interessado mas, não oamava. Certamente ele poderia ter se interessado por alguém da própriailha. Um menino, logicamente. Não há imposições, ela sabia quem era. Eele se chamava...– Maya! — Mandy sussurra rapidamente e seus pensamentos vão embora, como o vapor do chuveiro grudado no espelho do banheiro após a abertura da janela. Mandy, como um ninja, passa despercebida pelo corredor e vai até o quarto de Maya. Péssima tentativa, a porta estava fechada. Mandy setransforma em um feixe de luz e passa por baixo da porta e para aolado da cama de Maya, voltando ao normal.– O que você quer? — pergunta Maya tendo sua visão recuada por contada luz que tomava conta do corpo de Mandy.– Maya... Você ouviu a conversa? — Mandy pergunta, ignorando-a.– Que conversa, carambolas? — Ela enfia a cara no travesseiro.– Entre a Amber e o Bryan. – Não... Estava ocupada dormindo. O que eles falaram?– Na verdade o que ele disse, né...– Tá, tá. O que ele — Ela dá ênfase na palavra — falou?– Ele... Admitiu que era... gay.Maya cai da cama e a olha:– QUE?[...] A longa madrugada foi mais uma explicação de longas e longas horaspara Maya. Mandy tentava convencê-la de que não estava mentindo, mas, era difícil. No dia seguinte, era rumo ao Paraguai. Os nove acordaram, aproximadamente faltando dez minutos para as seis. Já na mesa do café da manhã, Amber sentou-se ao lado de Bryan, que até então, estava nervoso e um tanto quieto. Ninguém, além de Mandy e posteriormente Maya, sabiam. Não poderia ser um segredo e caso não aceitassem, teriam de respeitar. Caso contrário, Amber chutaria todos eles. – Pessoal... No jantar... Bryan quer falar com vocês, tá legal? — avisaAmber tomando um gole do suco.Todos dão de ombros e assentem.[...] Matthew, como uma das melhores pessoas do mundo, fez todos irempara o Paraguai de ônibus. Mas, não qualquer ônibus. Um especial. Caindo aos pedaços, aliás, era apenas para atravessar a ponte para chegarem numa 25 de março, num sábado, com o movimento x10 maior.
Notas finais
Thank Lu!
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