Os quatro e o exército de Caos

181 3° Temporada: Treta Kamon!


Notas iniciais
Sorru pelos erros de grafiaaa Segundo poster da fic do meu amigo lá no blog: http://oqeoedcbrasil.blogspot.com.br/2015/09/2-divulgando-12.html BEEEZZUUHHHS XOXOXO

Narradora's POV

Uma ponte dividia os dois países. A pintura do muro que dividia

começava com bandeiras do Brasil e terminavam com as da Argentina. Quem viesse ao contrário veria primeiro as da Argentina e posteriormente as do Brasil.

Lá em frente tinha uma estrutura semelhante a um shopping. Um Duty

Free.

– O que é aquilo? — Maya pergunta referindo-se a estrutura.

– Um Duty Free. — responde-lhe Matthew não tirando os olhos do caminho.

– O que ele faz?

– É como se fosse um shopping, mas, vende coisas mais baratas.

– Mas... Isso aí parece o Paraguai.

– Parece. Mas, o Paraguai todo em forma de um único shopping. — diz Mandy.

Percy a olha e pergunta:

– O Duty Free tem em aeroportos. Nunca viu?

– Não... Não sou de viajar muito, lembra? Só esses meses já peguei trauma

de andar de avião. — responde Maya.

Audrey pigarreia e diz:

– Você não é a única que pegou medo de andar de avião. — Ela ergue a sobrancelha.

– Qual é gente? — Matthew da tapinhas no volante. — Ele nem caiu!

– É... Só ameaçou cair. Quase perdi a minha vida naquele troço! — exclama

Kathe. — Minha vida é preciosa! Não posso perdê-la em um acidente daqueles.

– Não acho que sua vida seja preciosa. — comenta Damon.

– Fica quieto aí se não estouro sua cabeça!

– Sou a Morte, esqueceu?

– Se você morrer não vai fazer muita diferença!

– Chega de briga ai! — ordena Amber fazendo música auta penetrar seus

ouvidos. Ele os cobrem imediatamente e a Música, para. — Ótimo.

– A cada dia fica mais brava... — murmura Percy, no entanto, Amber

o ouve.

– Fico mesmo. Cuidado para eu não te chutar.

[...]

O carro é estacionado e os nove saem. Kathe sai de braços cruzados

indo para longe de Damon.

– Ela está brava com você. — avisa Maya algo que Damon já podia notar.

– Deixa comigo. — Damon vai até Kathe e a agarra. — Você sabe que te

amo. — Ele acaricia seu rosto e posteriormente a beija.

– Bem que dizer que quando uma mulher está brava, o certo é agarrar. — comenta

Maya. — No meu caso não seria assim... Eu bateria.

Mandy revira os olhos e suspira:

– Já sabia.

Para entrar no Duty Free era necessário que as mulheres, com bolsas,

as colocassem dentro de sacolas. Agora o por quê disso eu não sei.

– Por que as mulheres usam bolsas? — pergunta Matthew. — É tão desnecessário.

– Por que tudo que precisamos está aqui dentro. — responde Kathe e

junto com Amber e Audrey colocam óculos escuros. — E se precisarmos

bater em alguém — Ela olha Damon -, tem sempre algo aqui dentro que funcione para está ocasião.

As três saem andando com o nariz empinado e os óculos nos olhos.

– O.K... — Percy engole seco.

[...]

Por incrível que pareça, Audrey, e nem os outros, compraram muita

coisa. Apenas duas coisas por cabeça. O Duty Free era grande e bom,

porém, não era o melhor lugar para compras. Além de ser cheio.

– Eu dirijo. — diz Kathe já se apossando do banco do motorista.

– Isso aqui é a Argentina? — Maya pergunta e olha ao redor, vendo apenas

o Duty Free.

– Não... Eu acho que não, né. — Mandy entra.

– Apertem os cintos, crianças. Kathe no volante. — Damon aperta seu cinto.

– Se eu fosse você, ficava quieto. — ameaça-o Kathe.

Kathe coloca o cinto e acelera.

Notas finais
Thank Lu!