Os quatro e o exército de Caos
138 3° Temporada: O mar não está para casais.
Notas iniciais
Narradora's POV
As palavras de Mandy soaram como um suplício para os líderes, fazendo seus corações amolecerem.
– Mandy... — Começou Matthew fazendo uma pausa e escolhendo as palavras certas. — Sim, sua mãe pode ir para a ilha, mas, é inaceitável que você more com ela.
– Como pode ter tanta certeza que Caos vai deixa-la ir? — Perguntou Kathe.
– Caos sempre diz que quanto mais gente, melhor. Mais uma na ilha acho que não o incomodaria. Principalmente porque ela é a mãe de Pi. — Matthew explica.
– Mas, acho que a mãe dela poderia morar conosco. — Amber comenta, olhando para Matthew e tendo a chance de comentar sua sugestão. — Olhe Bryan! Ele é meu irmão e mora conosco na mansão.
Tudo bem que ela não teria disposição para ser um membro do exército.
– Está chamando minha mãe de velha? — Mandy pergunta, soando irônica.
Todos a ignoraram:
– Bom isso veremos com Caos. — Diz Matthew. — Mas, não poderá ocorrer o inverso. Mandy é uma líder e deve morar, em segurança, na mansão.
– Mas, Mandy é imortal. — Damon diz.
– Sim, ela é imortal, mas, ainda está exposta a qualquer outro tipo de violência. — Matthew explica.
– O.K. Chega. — Amber ordena. — Estamos de férias e não na Sala dos Tronos para uma reunião. Matthew entre em contato com Caos e peça para ele busca-la imediatamente. — Ela indica o celular e depois volta-se para Mandy. — E Mandy, não querendo ser chata, mas, é isso ou nada.
– Não vou largar a ilha. — Mandy diz. — Tudo bem, minha mãe pode morar em outro lugar da ilha e eu permanecer na mansão.
Eles assentem e Matthew se retira para entrar em contato com Caos.
[...]
Mandy entrega sua mãe para Caos, pedindo que cuidasse bem dela.
[...]
– Quem quer caipirinha? — Kathe pergunta bebendo uma.
– Não obrigado. — Respondem.
– Opa! Eu quero! — Exclama Maya, erguendo um braço no ar.
– Você quer é Guaraná. — Matthew diz entregando uma lata para ela.
– Ah. — Murmura Maya. — Pode ser né.
Mandy, que vinha saltitando da busca, abraça Matthew murmurando:
– Obrigada.
Matthew sorri e retribui o abraço.
[...]
Todos se levantaram e dirigiram-se para o mar. Maya foi correndo e Percy, ao ver a cena, sorriu lembrando do passado em que Maya, tinha medo de ondas e do próprio mar e, hoje, isso não ocorre mais.
– Eu acho que é o mar que tem medo dela. — Amber diz, sorrindo para ele.
Percy a olha e se perde no dourado dos olhos de Amber. Simplesmente a puxa e gruda os lábios dele nos dela.
– Meloso. — Mandy diz abraçada de lado com Matthew e Audrey na outra ponta.
– MAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR! — Kamon berra correndo em direção a ele com duas pranchas na mão.
– Ai eu te pergunto: Aonde eles tiraram essas pranchas? — Matthew pergunta a todos.
Todos olham ao redor e ao ver duas crianças chorando para os pais, indicando os dois malucos, arregalam os olhos e correm atrás deles.
– VOLTEM AQUI COM ESSAS PRANCHAS! — Berram eles colocando a mão em frente ao corpo, como um sinal de "pare'.
[...]
– Vou pular sete ondinhas. — Mandy diz afinando a voz.
– Na verdade, você vai pular nove ondinhas. — Maya corrige, pulando cada ondinha e citando o nome dos 9.
– Agora virou "Os nove e o exército de Caos"?
– Não, Árvore de Natal. Existem apenas quatro líderes, não nove.
– Isso eu sei né. — Pi revira os olhos.
– Boa garota.
[...]
Matthew ficou no raso com Audrey e, ao mesmo tempo, colocando areia na perna dela.
– Sorte sua que isso sai. — Ela diz, irônica.
– Ainda bem. Não quero correr até minhas pernas caírem.
Audrey ri.
Já Kathe e Damon se esbaldavam, subindo nas pranchas, que agora eram deles pois obrigaram-lhes a compra-las e devolver as outras, e deixando a onda leva-los até o raso.
Percy segurava Amber no colo enquanto fluíam, levemente, pelas ondas que eram médias no fundo.
– P...Percy! — Exclamou ela depois de um tempo.
Percy virou-se em direção ao olhar dela e deu-se conta que uma onda, bem maior que as outras, se aproximava dos dois e que, com certeza, pegarão eles sem problema nenhum.
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