Os quatro e o exército de Caos

176 3° Temporada: O Paraguai, parte I.


Notas iniciais
Gente me sinto muito guia turística nesse capítulo. Só pra informar que os nomes da loja na parte II são reais. Já fui para o Paraguai e vou tentar transmitir tudo que vi lá, tá bom? BEEZZUUUUHHHS SORRU PELOS ERROS DE GRAFIAAA XOXOXO

Narradora's POV

Paraguai é bastante conhecido por seu gigantesco comércio. Normalmente todos dizem ser falsificados. Mas, na verdade, não são. Claro, as coisas vendidas em barracas à margem da rua, lutada de táxis e comércio, são. Mas, há lojas gigantescas semelhantes a shoppings que vendem produtos originais. Nem sempre pode se confiar em tudo, porém, não deve ter medo de arriscar. Audrey não teria esse medo. Compraria tudo e até uma caixa de cotonetes colorida, se possível. Por isso ela tinha oito pessoas para impedir isso.

Bryan estava quieto e preferia ter ficado no hotel, ao invés de ter

Amber ao seu lado e dando-lhe apoio a todo minuto. Mesmo que isso não

seja ruim.

Mandy e Maya estavam quietas e esperariam até o jantar, o qual

fariam uma cara de surpresa mesmo que já soubessem. Maya odiava ficar quieta, então Mandy sempre tinha que calar sua boca para que a notícia não se espalhasse antes da hora.

Após a travessia da ponte, havia uma grande e larga avenida. O comércio fazia com que a avenida ficasse estreita, mas, pensando e imaginando sem todo aquele comércio ali, ela era larga e possibilitava a passagem de

carros. O comércio se esticava tanto horizontalmente e verticalmente,

mesmo que no final, bem no finalzinho da avenida, começasse o verdadeiro Paraguai: um país, o qual tinha um governo, uma nação, casas, hospitais, problemas econômicos e parques. Horizontalmente estavam as barracas e estreitas ruas que davam em becos e esses becos que davam em outros becos e assim vai. Não era um lugar limpo e muito menos cheiroso. Mas, era o que tinham.

– Bom... Até que não é lá muito ruim. — Maya deu de ombros após sair do

Ao seu redor estavam pequenas lojas de eletrônicos e de aparelhos,

não como celulares, notebooks e etc... E sim aparelhos para o auxílio

de áudio... Como para DJs.

– Muito bem... — suspira Audrey e olha uma folha com nome de lojas

e suas localizações anotadas. — Onde iremos primeiro?

– Vamos comprar umas três malas para que caiba as coisas de Audrey. — diz Matthew olhando a folha junto com ela. — Possivelmente iremos a uma

loja de brinquedos depois.

– Brinquedos?! — Maya exclama igual uma criança.

– Sim, brinquedos.

– Somos crianças agora? — pergunta Mandy revirando os olhos.

– SIM! — Maya responde por ele.

– Deem as mãos e não as larguem. Quem se perder aqui, lembre-se: não

estamos com nossos celulares para nos localizarmos. — Audrey segura

a mão de Matthew.

– Isso será difícil.

A primeira parada deles foi em uma loja, média, localizada em uma

esquina. Nela havia malas de viagem e de mão. Cada um dos nove comprou a sua, menos Audrey que comprou três. O preço foi lá pra cima de tão caro. Aliás, Matthew sacou dinheiro, uma dica para quando alguém for para o Paraguai é: leve dinheiro sacado e saiba o preço de cada coisa. O dólar aumentou e nem sempre há lojas que aceitam cartões de crédito. Mas, também cuidado com a quantia de cada coisa comprada. Se passar da quantia máxima de compras, pode ser que, ao sair do Paraguai, você seja parado e tenha que pagar a taxa da alfândega. Mas, se você for um cara sortudo e ainda não ganhou na mega-sena, pode ser que você passe sem problemas algum. Outra dica é que venham de táxi ou de ônibus. Nunca de carro. Se o seu carro for roubado em outro país, pode ser que o seguro não funcione exteriormente e você, além de ficar sem carro, ficará sem jeito de como voltar.

A próxima parada foi em uma loja de brinquedos. Maya enlouqueceu e

levou um caminhão. Mas, não aqueles pequenos. E sim dos grandes, para

crianças, o qual você se senta e curte a vida andando para lá e para

cá. Mas, ele também era um rádio.

– Vai dar um prejuízo enorme se formos parados na alfândega. — diz Matthew, no caixa.

– Que que é? "Tô" pagando! — diz Maya e sai com o caminhão.

Mandy comprou uma Barbie. Sim, isso mesmo.

– Como se chama essa Barbie? — pergunta Bryan conseguindo não ser tímido com Mandy.

– Se chama Barbie-Papel-De-Trouxa. Quem compra essa boneca faz papel de trouxa e ganha um Ken-Papel-De-Trouxa. — ironiza Mandy sorrindo para ele.

Bryan dá um sorriso tímido. Mandy decide retribuir o sorriso e ficar

calada.

{Continua}

Notas finais
Thank Lu!