Os quatro e o exército de Caos

158 3° Temporada: Loucura no aeroporto, parte II.


Notas iniciais
Sorru pelos erros de grafia... beeeeeeeeeeezzuuuuhhs XOXOXO

Narradora's POV

– MORRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAM! — berra Kathe. — O.K, tudo bem que as balas são apenas
para apagar e não matar... Mas... MORRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAM!
– "Chegaaaaaaay". — diz Bryan, abrindo as mãos e fazendo chamas surgirem.
– MEU DEUS! — berra um dos bandidos. — CHAMEM A POLICIA!
– Isso seria uma péssima ideia. — Mandy derrapa com a moto e estaciona, retirando o capacete e
balançando o cabelo. — Aliás... A policia está atrás de vocês.
– SÃO MALUCOS! POWER RANGERS! — berra outro.
– Tem certeza do que estão vendo? — pergunta Maya, surgindo de um redemoinho.
– Pode ser uma ilusão. — completa Bryan.
– Ou vocês estão ficando loucos. — Mandy acrescenta, sorrindo de canto, de modo maléfico e assustador.
– LOUCOS?! TEM UMA DOIDA QUE SOLTA BALAS! — exclama o anterior, que logo cai quando a bala
o acerta.
– Ihhh. Esse aí vai dormir por um boom tempo. — Kathe coloca o pé em cima do homem e pega a arma
dele.
– O que vai fazer com isso? — pergunta Mandy.
– Retirar as balas. — responde ela, fazendo o que foi dito.
– Você não tem munições infinitas?
– Às vezes é bom ter guardado.
Damon chega correndo e ofegante. Ele diz, com a respiração pesada:
– Precisamos ir para o norte do aeroporto. Ainda não acabou.
[...]

Matthew decidiu por Kathe para liderar os outros. Aliás, ela já sabia o que fazer e não teria medo de
nada. Muito menos dó.
Ela aponta para Matthew e em seguida para Damon e diz:
– Vocês verifiquem o aeroporto. Procurem por bombas.
Em seguida ela apontar para Amber e Audrey:
– Verifiquem os feridos. São "ex-filhas" de Apolo... Devem pelo menos saber usar o Merthiolate.
– Ou esparadrapos. — resmunga Bryan, dando de ombros.
– Cale a boca e... Ah! Você vem conosco. — Audrey puxa ele e segue Amber.
– EI! — exclama ele.
– O que faremos? — pergunta Mandy, referindo-se a ela e a Maya.
– Ficaram comigo. Precisarei de um furacão e de muita luz.
– Posso ter uma arma? — pergunta Maya.
– Só se for a que espirra água.
– Não! De verdade.
– Não.
Maya bufa e continua andando.
– Isso vai ser incrível. — Kathe atira em um bandido que estava escondido e pronto para atirar. — Estou
precisando de guerra. Estava enferrujada.
– Passa óleo. — ironiza Percy.
– Vou passar óleo no seu...
– KATHE! — Maya pula nela e uma bala passa raspando por elas.
– Merda, merda, merda. — Kathe se ergue e atira no bandido.
Todos estavam boquiabertos. Maya nota e diz:
– Ué... Sou o Furacão, não?
– Vamos mais rápido com isso! — Kathe ordena e anda apressadamente.
– OLHA! — berra Maya.
Todos param e voltam-se para ela, assustados.
– ALGODÃO DOCE!
– Maya! — exclama Kathe e volta a andar.
– Eu estou com fome! — exclama ela.
– Temos um problema maior do que comida. — diz Kathe.
– Só se for um prato gigante de comida. — comenta Percy.
– Não... Não é isso. — diz Kathe e para de repente.
– O que é então?
– Tem uma...
– UMA?!
– ABAIXEM-SE! — ela pula em todos, levando-os para o chão.
No mesmo instante, uma bomba explode.

Notas finais
Thank Lu!