Os quatro e o exército de Caos

146 3° Temporada: CAIR? OI? PERA? CAIR?!


Notas iniciais
SORRUUU PELOS ERRROS DE GRAFIAAA BEEZUHHHHSS XOXOXOXO

Narradora's POV

O dia estava lindo: ensolarado, estável e também ótimo para passeios. Daí Kathe invadiu o quarto de Matthdrey, com um aplicativo no celular que fazia soar um som irritante de corneta.
Audrey nota e, com cara de tédio, enfia a cabeça no travesseiro e choraminga:
– De novo não.
Matthew faz o mesmo.
– Olha aqui pessoal, o dia está lindo — Kathe abre as cortinas deixando o sol invadir o quarto e fazer as visões recuarem e se embaçarem -, ótimo para passeios! Agora vamos levantar e ir para o Pão de Açúcar, que não tem açúcar, infelizmente, para depois fazermos umas comprinhas, algo que a Audrey quer bastante.
– Deixa eu dormir! — pede Audrey.
– Está cedo demais! Queremos dormir! — protesta Matthew.
– "Qualé"! Vamos! Vamos! Vamos! — insiste Kathe, puxando as cobertas.
– ARGGGGGGGGGGGG! — berra Matthew, levantando-se num pulo e indo para o banheiro.
– Ui tá bravinha! — ironiza Kathe.
– Espera eu! — pede Audrey, entrando com ele no banheiro.
– Ihhhhh!!!! O que vai acontecer aí dentro? — ironiza ela, com malicia.
– Putaria. — diz Maya, passando pelo corredor.
– Isso aí. — concorda Mandy atrás dela.
– Concordo. — Kathe vai atrás.
[...]

– Sabe o que eu acho?
– O que, Maya? — pergunta Mandy dando um gole em seu iogurte.
– Que eu preciso de um namorado.
No mesmo instante, Mandy se engasga.
– Calma aí, Árvore de Natal! — diz Maya, dando tapinhas em suas costas. — Não morre não. Você
ainda não comeu sua Trakinas de morango.
– Você? Namorado? Ha-ha!
– Aham. Vou namorar o dono da Yoki.
– Pra que? Pra acordar com pipocas todos os dias?
– Opa! Aí sim, hein?
Mandy revira os olhos.
[...]

No caminho do carro, Amber observou a vista:
– Estou pressentindo que isso irá cair. — Ela olha os bondinhos.
– Se cair eu te salvo. — diz Percy.
– Eu acho bom mesmo.
– Se eu cair, você me salva?
– Hum, não sei.
– Me salva, sim!
– Hum...
– Amber!
– Hum...
– SOSSEGUEM! — ordena Maya que foi obrigada a ir no carro deles.
– Sossegamos. — dizem eles, em uníssono.
– Eu acho bom, mesmo. — ela murmura e cruza os braços.
[...]

Quando chegaram, os meninos logo foram pagar as entradas e as meninas nem ousaram em protestar.
– Mais dinheiro para as compras. — diz Audrey, contando o dinheiro.
– E para as comidas e etc... — diz Amber em disparada — Já sei, já sei. Nem precisam dizer.
– Isso aí! — exclama Kathe.
– Principalmente para a comida. — diz Audrey.
– Ué não era para as compras? — pergunta Maya.
– Pras duas coisas.
– Vou comprar munições no mercado negro. — comenta Kathe.
Mandy nota que todos olharam para Kathe e murmura com um sorriso falso:
– Não precisava dizer tão alto.
Kathe também sorri, de modo falso, para eles e retruca:
– O que eles tem contra os mercados que são negros?
– Digo nada.
– Bom mesmo.
[...]

Quando entraram no bondinho, Maya e Mandy grudaram na janela.
– Meu isso vai ficar mais alto ainda. — comenta Mandy.
– Aham, e pode até cair.
– Hum, não seria bom ele cair, né. — Ela olha a altura.
– Verdade. Seria uma péssima queda.
As duas olham a altura.
– CAIR?! — berra Audrey, achando que estavam caindo.

Notas finais
Thank Lu!